Matéria sobre a Vale repercute em blog de Belo Horizonte

Publicado em   10/mar/2011
por  Caio Hostilio

A matéria desse blog “Vale transforma MG em queijo suíço, além sufocar e depredar o patrimônio natural e histórico tem repercussão em Minas Gerais. Veja abaixo o comentário do jornalista e blogueiro Eduardo Andreoli e a matéria postada em seu blog.

Comentário:

Eduardo Andreoli

eandreoli.blogspot.com

eandreoli@gmail.com

Noticia como esta deve ser amplamente divulgada. Parabéns pela sua reportagem. Estou colocando um link no meu blog.

Abraços

Post

Vale transforma MG em queijo suíço, além sufocar e depredar o patrimônio natural e histórico |

Vale transforma MG em queijo suíço, além sufocar e depredar o patrimônio natural e histórico |

Ao contrário da expectativa de melhoria de qualidade de vida, alimentada pelo anúncio de cifras bilionárias de investimentos, a maior parte das cidades que abrigam esse tipo de atividade continua pobre. Entre os 306 municípios mineradores no estado, apenas 40 concentram 80% da arrecadação com a Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem). Municípios como Jeceaba, na Região Central, vizinho de Congonhas, recebem R$ 20,58 ao ano a título de royalty do minério. No fim de 2009, um abaixo assinado por 600 habitantes da cidade protestava contra a construção de duas barragens de rejeitos no município. Elas integram o projeto da Ferrous, em Congonhas, para a produção de 15 milhões de toneladas de minério de ferro ao ano.
Clique aqui para ler a notícia completa.

Postado por Eduardo Andreoli às 3/10/2011 10:32:00 AM

  Publicado em: Governo

Vale transforma MG em queijo suíço, além sufocar e depredar o patrimônio natural e histórico

Publicado em   10/mar/2011
por  Caio Hostilio

Exploração de minério modifica topografia do estado, depredando montanhas importantes como a da Moeda e da Piedade. Encardidas, cidades afetadas convivem com inchaço e pobreza.

Esburacadas como queijo suíço pela mineração, as serras da Moeda, do Itatiaiuçu, da Piedade, do Rola Moça, do Gandarela e da Ferrugem abrigam cidades encardidas.

Ao contrário da expectativa de melhoria de qualidade de vida, alimentada pelo anúncio de cifras bilionárias de investimentos, a maior parte das cidades que abrigam esse tipo de atividade continua pobre. Entre os 306 municípios mineradores no estado, apenas 40 concentram 80% da arrecadação com a Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem). Municípios como Jeceaba, na Região Central, vizinho de Congonhas, recebem R$ 20,58 ao ano a título de royalty do minério. No fim de 2009, um abaixo assinado por 600 habitantes da cidade protestava contra a construção de duas barragens de rejeitos no município. Elas integram o projeto da Ferrous, em Congonhas, para a produção de 15 milhões de toneladas de minério de ferro ao ano.

Em fevereiro, a arrecadação total de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) em Minas Gerais foi de R$ 1,87 bilhão. A mineração ficou em 10º lugar, com R$ 7,2 milhões. A baixa arrecadação é fruto da exportação de minério bruto, que sai direto da mineradora para o porto, sem beneficiamento no estado. No primeiro trimestre, a extração de minério respondeu por 26,71% do total exportado pelo estado. No que diz respeito à criação de empregos, a situação não é muito mais animadora. Levantamento feito pela Fundação João Pinheiro (FJP) a partir de dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mostra que em fevereiro deste ano a mineração respondia por 1,09% do total de empregos no estado. O dado não leva em conta os empregos indiretos da cadeia mineral.

Em muitos casos, além disso, a população mal vê a cor do dinheiro porque faltam políticas públicas adequadas e fiscalização na hora de aplicá-las. A expectativa de desenvolvimento rápido tropeça na falta de infra-estrutura básica para receber os investimentos do setor. O resultado são problemas de trânsito semelhantes aos das grandes metrópoles, aumento vultuoso da violência, chegada da prostituição, favelização, doenças, colapso no sistema de saúde, disparada dos preços dos aluguéis, destruição do patrimônio ambiental, histórico e artístico. Para não falar da mudança radical de sua vocação econômica. A situação tende a piorar ainda mais por causa da elevação da demanda pelo minério no mercado global, o que aumenta o apetite de empresas de capital nacional e internacional no segmento.

A construção de um desvio, de terra batida, não devolveu a normalidade ao trecho, por onde carretas e caminhões pesados trafegam incessantemente. Na chuva é só lama. Na seca é só poeira.

Em Caeté, na Serra do Gandarela, o projeto Apolo, da Vale, já registra aumento de vendas como efeito da chegada da companhia. A empresa está chegando, mas Caeté, como todos os municípios do estado, não tem planejamento urbano ou rural. A cidade tem 40 mil habitantes e espera receber cerca de 4 mil trabalhadores indiretos durante a construção da planta da mina. Com certeza aumentam os preços das moradias. A cidade não oferece infraestrutura, saúde e educação para todos. O certo é que a Vale não faz nenhum aceno para que ajude o município, sua intenção é apenas a de explorar e degradar o meio ambiente.

Serra da Gandarela atualmente

  Publicado em: Governo

Charge eletrônica

Publicado em   10/mar/2011
por  Caio Hostilio

Lourival Peta Bogea anda feliz da vida!!! Também pudera, ele vem recebendo uma grana preta para defender as arbitrariedades da Vale, além de está muito bem na fita com o governo Roseana Sarney. Ele, batendo ou defendendo, recebe bem pelos seus serviços. Não sou contra!!! Muito pelo contrário… Acho que enquanto houver ídolos ocultos para valorizar o seu trabalho, ele tem mais é que negociar e faturar. Afinal, vivemos num capitalismo e ninguém vive sem dinheiro. Só não aceito hipocrisia!!!

  Publicado em: Governo

Ideologia partidária? Isso existe?

Publicado em   10/mar/2011
por  Caio Hostilio

Salada partidária sem ideologia

Dias atrás fiz o artigo “Comunismo de araque!!!, publicado aqui nesse blog e no facebook, em 18 de fevereiro. O artigo gerou diversas discussões e comentários. Agora, vejo no blog do Marco D’Eça a nota PT, PMDB e PSDB…, onde o jornalista fala de uma união suprapartidária nas eleições de 2012.

Na verdade, não vejo nada de anormal nessa união de legendas em prol do poder, haja vista que a ideologia de pensamento na política não tem mais influência alguma nas decisões de um país e, nem tampouco, é de interesse da maioria esmagadora da população, que visa apenas as condições de bem-estar e qualidade de vida.

É certo afirmar que a palavra ideologia se apresenta como a ciência que trata da formação de idéias. Já o termo partido, equivale à associação de pessoas que seguem a mesma doutrina política. Mas, a expressão “ideologia partidária”, pelo que se observa na prática, torna-se distante do pensamento utópico de um grupo político movido pelo mesmo ideal.

Diante das alianças em prol da governabilidade e da conquista eleitoral, os políticos chegam a descambar em combinações de linhas de pensamento totalmente antagônicas. Fica a dúvida: o que vale mais? O Poder ou a proposta?

Hoje, alguns ainda querem se intitular dialéticos, comunistas, que têm ideais firmados na ética e na moralidade. O PCdoB, por exemplo, defende essas questões da boca para fora. Com os últimos episódios da legenda, frente ao Ministério dos Esportes, mostrou o contrário, cuja corrupção com o dinheiro do contribuinte leva a crer que tudo não passa de uma hipocrisia.

Contudo, ainda tem aqueles que insistem em falar das posições políticas das pessoas, classificando-as de esquerda, direita, centro-direita, centro-esquerda e centro. É de se imaginar que dependendo em que classificação uma pessoa pública esteja inserida fará trabalhos com objetivos diferentes de uma outra pessoa que esteja classificada em outra corrente política. Será mesmo que um gestor público age de acordo com a sua ideologia política?

Pelo senso comum, os partidos de esquerda tenderiam a ajudar os pobres e buscar um Estado maior e mais forte, enquanto que os partidos de direita tenderiam a querer um Estado menor, mais enxuto, interferindo o mínimo possível na economia e favorecendo o controle da inflação. Você acredita nisso?

Atualmente, as ideologias estão utilizando novos paradigmas para se espelharem, com realce para busca da eficiência. Infelizmente, ainda existem alguns atrasados que buscam a revolução, mas ainda bem que esses são muito poucos, insignificantes. No Brasil, embora existam diversos tipos de partidos políticos com as mais diversas colorações ideológicas, mas os que chegam ao poder levam a seriedade com a coisa pública e não tentam fazer experiências descabidas que somente levam ao desastre.

Como diversos estudantes universitários ainda acreditam na utopia repassada pelos falsos comunistas de uma revolução que jamais acontecerá, usando a dialética de forma equivocada. Não podeira deixar de alertar que, na dialética, as coisas ao mesmo tempo em que são, comportam o seu não ser, sua condição de não existência. Assim, para se descobrir o que algo é, precisa-se também saber o que ele já foi e não é mais. O método dialético leva em consideração a história (dos objetos em geral, dos fatos), busca a origem destes e as relações entre eles. Socialmente falando, no método dialético, o sujeito é condicionado à realidade histórica e materialmente construída.

Diante disso, a dialética é uma corrente cientifica importantíssima para a evolução das ciências, principalmente no seus principios básicos: a busca da historicidade e negação da negação ou “tudo se transforma”.

  Publicado em: Governo

A educação e suas complexidades

Publicado em   09/mar/2011
por  Caio Hostilio

Ontem, na sala de embarque, do Aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília, enquanto aguardava meu vôo para São Luís, às 23:00h, mantive um bate-papo com a educadora Carla Carvalho, que aguardava seu vôo para Campo Grande-MS.

Colégio Dom Pedro II (RJ)

Conversamos sobre o quanto a lei 5692/71, que introduziu a linha pedagógica tecnicista (criação do Exército Americano) na educação brasileira, os seus males para evolução do ensino/aprendizagem crítico questionador, na formação dos professores e, principalmente, pela degradação das escolas pública de referência no Brasil, como a Dom Pedro II (RJ), Elefante Branco, Caseb, Escola Parque e Gisno (DF), o Liceu maranhense, o de Mato Grosso e de outros estados da federação.

Ficou claro para nós que discutir o cenário educativo contemporâneo é um desafio que ainda se encontra nas linhas de um ensaio ou esforço intelectual que em sua maioria encontram-se tão alienados pelos pormenores que dificultam a compreensão do fenômeno em sua dinâmica mais ampla e complexa.

Para Carla, a educação pública atual tem que trilhar num caminho mais aprofundado na compreensão das dinâmicas de inclusão e exclusão existente durante todo o processo de ensino e aprendizagem inserindo-as em um contexto histórico, político e social amplo compreendendo a escola como um espaço social indissociável de seu contexto histórico e que, portanto encontra-se sensível a mudanças e postulações destas esferas externas cotidianamente.

No bate-papo, disse a ela que os males da educação brasileira atual ainda são reflexo da lei 5692/71, como não conseguir deixar essa linha pedagógica de lado, onde os professores preparam suas aulas expositivas e não dialogadas, tirando, com isso, o questionamento crítico do aluno; na avaliação altamente tecnicista, cuja resposta já vem pronta do professor, ou seja, as provas objetivas, “Falso ou Verdadeiro”, ligar a primeira coluna de acordo com a segunda” – avaliações essas ainda utilizadas em vestibulares e concursos públicos; o terceiro é a formação continuada do professor, que não conseguem  estimular o aluno a encontrar meios para aprender, pois tem em mente que numa sala de aula exista uma hegemonia na aprendizagem, quanto a verdade é outra, pois a heterogeniedade faz parte do cotidiano dos seres humanos. Numa sala de aula com 40 alunos, nem todos assimilam as práticas utilizadas pelo professor. Carla, por sua vez, disse que em Campo Grande a coisa funciona desse jeito, mas que o serviço público não dar chances para que esse quadro modifique.

Na verdade, para resgatar a educação pública brasileira, que foi destruída pelo Regime Militar e que ainda não houve melhoras acentuadas, é preciso reformular, (re) conceituar e instituir novas formas interpretativas dos elementos que compõem a dinâmica de ensino – aprendizagem tem sido recentemente, um desafio importantíssimo para os estudiosos da educação. O momento é de reflexão não somente das práticas pedagógicas em si, mas também do próprio papel da escola imersa e atuante na sociedade contemporânea.

Repensar significa resgatar em certo e bom tom pouco do muito dessa trajetória em solo nacional, aliás, repensar a especificidade, tem se constituído, um desafio muito maior do que se imaginava.

No meio acadêmico o resgate de teorias como a de Vygotsky tem demonstrado a preocupação emergente em compreender o espaço escolar como produto das relações e embates sociais, políticos e econômico externo á ele e aqui no Brasil o desafio tem se mostrado mais difícil do que se pensava.

Em minha opinião, a escola está divorciada do ambiente, neutra diante dos problemas sociais e dos dilemas morais dos homens, principalmente com a falta de disciplinas que retiraram do currículo escolar sem nenhuma justificativa plausível.

Por outro lado, sabe-se que o papel do professor é determinante para o sucesso do ensino/aprendizagem. Contudo, vale ressaltar que a situação atual da carreira docente encontra-se cheia de problemas, que vão das questões salariais a sua formação acadêmica, pois não conseguem se adaptarem as diversas realidades em seu cotidiano docente, principalmente o seu empenho em aprender a aprender ensinar.

A partir dai o aluno tende a regredir, haja vista que depende do professor em mediar o aprendizado, dando a atenção necessária a estes alunos para que continuem avançando.

É preciso que a presidenta da República Dilma e os governadores passem a observar que existem educadores ultrapassados no comando e que já se perderam no tempo, principalmente aqueles que ainda acham que o tecnicismo ainda é um bom mecanismo de ensino/aprendizagem, quando na verdade eles já não servem de parâmetros, talvez porque não conseguem entender que não vivem mais num regime militar e sim numa democracia.

Os educadores mais novos, por sua vez, não podem transformar a escola num lugar de luta partidária política e nem tampouco induzir ninguém aos seguimentos preferenciais. Educação se faz mostrando todos os pensamentos científicos existentes, sem que o docente seja um estimulador para que o aluno siga sua linha de pensamento, coisa antiética e imoral para uma consolidação de uma democracia, como o questionamento crítico, o livre arbítrio e o direito de escolha.

  Publicado em: Governo

A Vale e a degradação do Meio Ambiente

Publicado em   09/mar/2011
por  Caio Hostilio

Sempre que vou ao Rio de Janeiro de automóvel, não deixo de observar a degradação do meio ambiente em Itabira-MG (90 quilômetros depois de BH rumo ao Rio de Janeiro), onde fica um complexo de extração de minério de ferro da Vale as margens da BR 040, que liga Brasília ao Rio de Janeiro. Como tive quer seguir para o Rio de Janeiro as pressas, nesse final de semana, passei mais uma vez por Itabira e vi que a cada dia a degradação do meio ambiente aumenta, sem que as autoridades brasileiras tomem qualquer providência quanto as deformações que prejudicam o meio ambiente, a produção agrícola e a produção de leite de gado, além dos gazes nocivos a população daquela cidade e de outras circunvizinhas.

Sabe-se que a sociedade civil e movimentos sociais lutam pela correção do licenciamento ambiental daquele distrito ferrífero de Itabira. Os problemas ambientais ali são de proporções alarmantes, com a degradação da paisagem e a poluição de todo o tipo, envolvendo o quadro natural e os aspectos políticos, econômicos, sociais e culturais locais.

A extensão da mina é imensa e a céu aberto e nela há movimentação de grandes quantidades de materiais, que, depois de beneficiados, geram grandes áreas ésteres para a recomposição vegetal. Quem passa pela BR 040 não suporta o pó e o cheiro nocivo do minério extraído. O asfalto e a vegetação as margens da rodovia são avermelhados, isso se estendo por toda mata em volta da mineradora.

A vale não tem nenhum compromisso com o Brasil, pois é exatamente na região onde está instalada sua mineradora que a rodovia é completamente estragada pela rodagens de seus veículos pesados e não existe a duplicação da BR 040. Simplesmente a Vale usa e abusa da rodovia sem que dê um mínimo de condições para que aquela região seja recuperada e remodelada.

Pela precariedade do asfalto e a quantidade dos carros pesados da Vale transitarem em alta velocidade, aquele trecho é o tem o maior número de acidentes com vítimas fatais em todo o percurso da BR 040.

As atividades da mineradora causam poluição e degradação ambiental significativas, com impactos sobre a saúde da população, sobre a qualidade dos recursos ambientais, especialmente água e ar, e os efeitos negativos da atividade são percebidos pela comunidade local, de modo que surgem várias manifestações de repúdio à poluição, associadas à cobrança das autoridades públicas para o controle ambiental adequado das atividades da Vale em Itabira.

Vale ressaltar que o licenciamento ambiental tem caráter preventivo e abrange aspectos que vão desde as questões de saúde publica até o controle e a preservação da biodiversidade, permitindo, assim, que o empreendedor identifique os impactos ambientais de seu negócio e proponha ações para a sua mitigação. Exigências essas que a Vale faz de conta que não existem.

  Publicado em: Governo

A saúde do vizinho e melhor que a nossa!!!

Publicado em   09/mar/2011
por  Caio Hostilio

Uma das maiores discussões hoje no Maranhão são as deficiências da rede hospitalar do estado. Nessas discussões muitos dos debatedores apenas falam como se todos os problemas existentes de saúde fossem somente no Estado do Maranhão e que nos demais estados tudo anda as mil maravilhas.

Criticam veementemente a construção dos 72 hospitais regionais, enquanto que em Brasília, Minas Gerais, Goiás e Rio de Janeiro, onde especialistas da aera dizem que a construção de hospitais e a construção das UPAs seriam as principais atitudes para atender e diminuir as demandas dos hospitais dos grandes centros.

Segundo Dr. Arimatéia, do hospital de Rio das Ostras, os problemas do inchaço de enfermos nos grandes centros não se deve somente a falta de leitos e hospitais, mas também de profissionais da área de saúde, que a cada dia diminuem. “Não existe estímulos para que mais jovens ingressem nos cursos universitários na área de saúde e os que ingressam apenas são incentivados para ganhar dinheiro dentro de suas especializações, com isso não se encontra profissionais que queiram trabalhar fora dos grandes centros. Esse problema é governamental, que precisa estimular o jovem a se integrar ao crescimento do Brasil, coisa que ficou para trás na cabeça da juventude atual brasileira”, desabafou o médico.   

Passei esse meu carnaval em duas unidades federativas, das quais uma é capital atual do país e a outra exatamente a ex-capital do Brasil, respectivamente Brasília e Rio de Janeiro.

Em Brasília, simplesmente os hospitais não atendem mais a demanda. Brasília há 20 anos era alto suficiente para atender sua população e de muitos pacientes vindos dos interiores de MG, GO, BA etc. com qualidade, pois tinha no Plano Piloto hospitais de referência, com o Hospital de Base, o Ahran, o da L2 Sul, o da L2 Norte e o hospital universitário, além dos hospitais regionais, como o de Taguatinga, Ceilândia, Sobradinho, Brazilândia, Gama e Planaltina.   

Hoje, simplesmente virou um caos total!!! Essas unidades, com a ajuda dos Cais, UPAs e Centros de Saúde não atendem mais a demanda, principalmente numa época em que as doenças causadas pelo clima chuvoso viram epidemias rapidamente.

Verifica-se que a causa disso tudo é que a população de Brasília cresceu desordenadamente, cujo aumento populacional é assustador. Para se ter uma idéia, a população hoje dos municípios em torno de Brasília chega a mais de três milhões de pessoas e em Brasília a quatro milhões de habitantes.

Com os recursos escassos e, principalmente, a irresponsabilidade no planejamento da aplicação dos recursos existentes, o sistema de saúde de Brasília faliu… Onde falta até seringa!!!

No Rio de Janeiro a coisa não está diferente. Na capital, os hospitais públicos estão abarrotados, não suportando a demanda. A Baixada Fluminense: Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Nilópolis, Belford Roxo, Mesquita e Queimados, foram municípios que cresceram assustadoramente com a chegada da Petrobrás na região, porém não planejaram um serviço de saúde que atendesse a demanda populacional da região.

Outro caos é com os municípios que integram a grande Niterói. São Gonçalo, Maricá, Itaboraí etc. Simplesmente não oferecem saúde. Esses municípios cariocas são bem maiores que muitos dos municípios maranhenses de grande porte.

Muitas pessoas já devem ter escutado falar da Região dos Lagos do Rio de Janeiro, onde estão cidades como Búzios, Cabo Frio, Rio das Ostras, Araruama, Macaé e Campos. Cidades turísticas, tanto nacionalmente como internacional. Claro que em se falando de infraestrutura, essas principais cidades da região que citei vêm tendo avanços acima das expectativas, pois recebem além de suas verbas tradicionais, os rotores da Petrobrás, que faz a diferença.

Contudo, o sistema de saúde é deficitário. Não atende a demanda, principalmente quando nos períodos de temporadas, cuja população dessas cidades ultrapassam a casa de mais de 8 milhões de pessoas.

Em Brasília, sempre escutei que o melhor hospital da capital é a ponte aérea BSB/SP, não para os hospitais públicos, mas sim para os de referência como o Sírio Libanês. Isso serve aos burgueses, enquanto que para os proletários, sobra o que existe dos cacos do SUS.

Conversando com um Médio que trabalha em Rio das Ostras, ele resumiu assim o SUS: “É um lindo programa para um país que sabe planejar e organizar a população e suas necessidades. A população brasileira vem cada vez mais inchando os grandes centros e não existirá como suprir as necessidades de todos. O Rio de Janeiro é o grande exemplo de onde o SUS não aconteceu. Ele está presente como lei, mas as práticas e as instituições continuam na década de 80, do antigo Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (Inamps)”, falou.

Que as discussões sobre a saúde não seja apenas para tirar proveito políticos, mas que seja dentro dos parâmetros econômicos, sociais, principalmente o cívico e o amor compartilhado pelo Brasil.

Aproveito a oportunidade, para parabenizar a equipe da Secretária de Saúde do Maranhão por ter moldado as construções das UPAs dentro das perspectivas da Organização Mundial de Saúde, principalmente a do Itaqui/Bacanga, que deveria servir de exemplo para o Brasil. Digo isso, porque vi diversas dessas unidades espalhadas por Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro, onde os padrões não se equiparam aos existentes na UPA do Itaqui/Bacanga.

  Publicado em: Governo

A melancolia, a tristeza de um homem

Publicado em   06/mar/2011
por  Caio Hostilio

Mal cheguei a Brasília, na sexta-feira, e uma tia minha por parte do meu pai tinha acabado de falecer. Uma tia que faz parte da minha formação e personalidade. Na expectativa de me recuperar da dor, recebo a notícia vinda do Rio de Janeiro, mais precisamente no município de Rio das Ostras, o meu tio por parte da minha mãe teria tido um AVC e que sua situação era de dificuldades e de recuperação. Tive que sair as pressas para o Rio de Janeiro, onde estou em estado de sofrimento,  tristeza e, principalmente, de perda.

 Meu tio Mauro, 82 anos, filho de militar, irmão de militares, cunhado de militares, como meu pai; sempre fez parte da minha vida, da minha formação, do carinho, da formação da minha personalidade. Um homem com experiências fantásticas, como ter ido pela ONU, em 1958 apaziguar a guerra entre Israel e Egito, pelo Canal de Suez.

 Como filho de São Luís, mesmo fora de sua terra desde os anos 50, jamais esqueceu suas raízes e origem, de sua turma do Liceu Maranhense, como o próprio José Sarney, de quem não se esqueceu das primeiras participações do ilustre maranhense na literatura e política. Comentava sempre do Professor Solano e de seus amigos de infância dele do seu irmão já falecido Cel. Ivalber Victal Pereira, como Cel. Márcio, Mauro Fecury e José Reinaldo, na Rua da Alegria no Centro de São Luís.  

 Estou num momento que nos leva a considerar a vida amarga. Sempre tive um espírito aspirado pela felicidade e a liberdade, mas às vezes as emoções nos levam ao esgotamento, cujo corpo serve de prisão, apesar dos esforços para superar a melancolia e tristeza.

 Reconheço que tendo me esforçado para superar a dor, mas são inúteis esses esforços, caio no desânimo e, meu corpo sofre a influência, a lassidão, o abatimento, uma espécie de apatia.

 Venho resistindo como posso, mesmo com a energia e a impressão que enfraquece a vontade. São inatas ao meu espírito as aspirações por uma melhora do meu querido tio, buscando na espiritualidade e em Deus toda força que preciso.

 Sei que os nossos espíritos não nos pertencem, mas sim a Deus, contudo não aprendemos a superar nossas perdas e dores.

 Se, no curso desse degredo-provação, exonerando-me dos meus encargos, pois as inquietações, precisando de força e união dos meus primos, tios, irmãos e demais parentes, para termos coragem e suportarmos.

 Duram pouco os momentos de dor e que nos tragam a companhia dos amigos e que o jubiloso de Deus nos mostre a fé, o amor e a paz, a fim de guiar-nos aos ensinamentos de Deus em superar as aflições da Terra.

  Publicado em: Governo

Mais uma prova de que a greve dos professores é ato da politicalha

Publicado em   05/mar/2011
por  Caio Hostilio

De acordo com levantamentos do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), os professores de nível médio do Maranhão têm uma das melhores remunerações do Brasil. Por 20 horas trabalhadas, os profissionais da rede estadual de ensino recebem R$ 880,94.

Como mais de 70% dos docentes do Estado têm nível superior (desde 2005, esse é um pré-requisito de concurso para a área), a grande maioria recebe mais: a remuneração total é de R$ 1.631,69. Na folha, toda a categoria recebe a Gratificação por Atividade do Magistério (GAM) de 130%. O piso nacional é de R$ 1.187,08 para 40 horas.

Os docentes também têm acréscimos salariais escalonados na forma de adicional de qualificação, sendo 15% para quem é especialista, 20% para mestres e 25% para doutores.

Em caso de promoção profissional, os docentes recebem acréscimos na remuneração, alguns alcançando 100%. Das 20 horas trabalhadas, quatro são para planejamento e 16 são dedicadas à sala de aula.

Na tabela do Consed, em estados cuja jornada de trabalho é de 40 horas (o dobro do Maranhão), são pagos valores como R$ 965,61 (Goiás) e R$ 1.220,76 (Rio de Janeiro).

O Amazonas, que também adota jornada de 20 horas, paga R$ 881,95. Já o Rio Grande do Norte remunera seus profissionais com R$ 768,57, por 30 horas trabalhadas.

  Publicado em: Governo

Cejovem realiza campanha educativa para foliões

Publicado em   05/mar/2011
por  Caio Hostilio

O Blocão da Juventude saiu às ruas, nesta sexta-feira (4), realizando uma campanha educativa para os foliões que embarcavam na Rodoviária de São Luís, Ponta da Espera e passavam pelo Posto da Polícia Rodoviária Federal, rumo a folia de momo no interior do estado.

Com panfletos informativos e distribuição de preservativos, uma equipe do Conselho Estadual da Juventude (Cejovem) conscientizava os foliões sobre a importância do uso do preservativo para se prevenir contra as DST e Aids.

Essa iniciativa é uma parceria das Secretarias de Estado de Juventude e de Saúde e Detran, coordenada pelo Cejovem e pelo Fórum Estadual da Juventude.

O conselheiro da Juventude, Assis Filho, reuniu entidades estudantis e juvenis na capital e no interior do estado, com o intuito de descentralizar as ações de políticas públicas para a juventude.

“A governadora Roseana Sarney tem priorizado as ações para a juventude. Hoje, no Brasil, somos 50 milhões de jovens, por essa razão temos que conscientizar a nossa juventude sobre a importância de se prevenir,” disse Assis Filho.

A campanha continuará durante todo o período carnavalesco na capital intensificando em alguns municípios a partir desde sábado (5).

  Publicado em: Governo

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