O senador Weverton (PDT-MA) solicitou ao Ministério das Relações Exteriores (MRE) apoio aos familiares das vítimas do naufrágio de uma embarcação, ocorrido no dia 28, em Caiena, na Guiana Francesa. Ao todo, 25 brasileiros estavam a bordo.
“Tenho acompanhado a situação do desaparecimento de tripulantes. Há informações de maranhenses de Turilândia entre os desaparecidos”, declarou o parlamentar.
A embarcação partiu de Oiapoque, no extremo Norte do Amapá, com destino ao departamento francês. E, segundo informações de familiares dos tripulantes da cidade de Turilândia/MA, ainda são pelo menos 19 brasileiros desaparecidos. A polícia francesa, até o momento, resgatou quatro tripulantes e um corpo, ainda não identificado.
“Pedi ao MRE a possibilidade de dar apoio aos familiares dos brasileiros que foram vítimas desse terrível acidente e, principalmente, na questão do translado dos corpos, uma vez que são de famílias humildes, que não tem condições de arcar com essa despesa”, afirmou Weverton.
Nota Oficial – Presidente Jair Bolsonaro – 09/09/2021
Declaração à Nação
No instante em que o país se encontra dividido entre instituições é meu dever, como Presidente da República, vir a público para dizer:
Nunca tive nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes. A harmonia entre eles não é vontade minha, mas determinação constitucional que todos, sem exceção, devem respeitar.
Sei que boa parte dessas divergências decorrem de conflitos de entendimento acerca das decisões adotadas pelo Ministro Alexandre de Moraes no âmbito do inquérito das fake news.
Mas na vida pública as pessoas que exercem o poder, não têm o direito de “esticar a corda”, a ponto de prejudicar a vida dos brasileiros e sua economia.
Por isso quero declarar que minhas palavras, por vezes contundentes, decorreram do calor do momento e dos embates que sempre visaram o bem comum.
Em que pesem suas qualidades como jurista e professor, existem naturais divergências em algumas decisões do Ministro Alexandre de Moraes.
Sendo assim, essas questões devem ser resolvidas por medidas judiciais que serão tomadas de forma a assegurar a observância dos direitos e garantias fundamentais previsto no Art 5º da Constituição Federal.
Reitero meu respeito pelas instituições da República, forças motoras que ajudam a governar o país.
Democracia é isso: Executivo, Legislativo e Judiciário trabalhando juntos em favor do povo e todos respeitando a Constituição.
Sempre estive disposto a manter diálogo permanente com os demais Poderes pela manutenção da harmonia e independência entre eles.
Finalmente, quero registrar e agradecer o extraordinário apoio do povo brasileiro, com quem alinho meus princípios e valores, e conduzo os destinos do nosso Brasil.
O 7 de setembro é uma data de todos os brasileiros, simboliza a conquista da nossa independência e autonomia como nação, sem tutela de ninguém. Sequestrar a data para fins políticos mesquinhos é um crime patriótico. E quem o pratica não terá qualquer reconhecimento histórico.
O bolsonarismo é a antítese do EVANGELHO. Apoiar Bolsonaro é abandonar JESUS. Ou Bolsonaro está certo ou JESUS está certo. Não há nenhuma hipótese d proximidade entre o q cada um representa. Vc até pode ser religioso bolsonarista, mas jamais será um cristão d verdade.
— Edgar Souza ?? ?️ ?? – Um Moderado Radical (@edgarsouza45) September 7, 2021
Republicando pela “Evangélica” de “Esquerda” Eliziane Gama!!! Chamou 30 milhões de manifestantes brasileiros de golpistas e criminosos!!!
Na manhã desta quinta-feira (09) durante sessão de abertura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o presidente da Corte Luís Roberto Barroso criticou o presidente Jair Bolsonaro por conta das declarações feitas por ele no 7 de Setembro.
“De fato, o voto é elemento essencial da democracia representativa. Outro elemento fundamental é o debate público permanente e de qualidade, que permite que todos os cidadãos recebam informações corretas, formem a sua opinião e apresentem livremente os seus argumentos”, disse Barroso.
“Quando esse debate é contaminado por discursos de ódio, campanhas de desinformação e teorias conspiratórias infundadas, a democracia é aviltada. O slogan para o momento brasileiro, ao contrário do propalado, parece ser: ‘conhecerás a mentira e a mentira te aprisionará’”, afirmou o presidente do TSE, em referência ao trecho bíblico que é constantemente citado por Bolsonaro.
“Eu trabalho com a verdade e a boa fé. Não forças poderosas nessa vida.”
“Se tentam invadir o STF, imaginem o que não fariam com as sessões eleitorais”, declarou Barroso.
Em peça direcionada ao Ministério Público Militar, dois advogados e promotores de Justiça aposentados do DF apresentaram notícia-crime pleiteando a prisão em flagrante ou afastamento dos cargos de nove ministros do STF, Toffoli, Fux, Gilmar Mendes, Lewandowski, Cármen Lúcia, Rosa Weber, Barroso, Fachin e Alexandre de Moraes, “por estarem incursos nas penas de crimes permanentes e inafiançáveis contra a ordem constitucional e o Estado Democrático de Direito“.
No documento, os apoiadores de Bolsonaro dizem que os ministros, objetivando se opor ao presidente da República, cometeram crimes de genocídio, tortura e outros previstos na já revogada lei de segurança nacional, “praticados pela organização criminosa promovida, constituída e integrada por todos os representantes”. Na peça, pedem ainda a suspensão das medidas sanitárias contra a disseminação do coronavírus.
O único ministro que não está na lista é Nunes Marques, ministro indicado pelo atual presidente.
De acordo com o documento, os 9 ministros, cada um em seu cargo e com apoio da TV Globo, teriam divulgado notícias inverídicas, alarmantes e causadoras de pânico relativamente aos casos de infecções e mortes pelo coronavírus.
Afirmam que os ministros, “cada um abusando do poder em razão do exercício dos cargos que ocupam, dando continuidade ao pacto criminoso” e objetivando se opor ao presidente Bolsonaro, levaram à morte de diversas formas pessoas humildes, trabalhadoras, honestas, pequenos comerciantes e outros, “com finalidade nitidamente político-ideológica”.
Além disso, diz a peça que os ministros vêm contribuindo para impedir o fornecimento de medicamentos enviados pelo Executivo para a cura do coronavírus, e que foram inconstitucionais prisões de bolsonaristas autorizadas pelo Supremo (de Daniel Silveira, Oswaldo Eustáquio e Roberto Jeferson).
Segundo o texto, o STF “criminalizou o conservadorismo e o cristianismo, opondo-se à esmagadora maioria do povo brasileiro”.
Os autores dedicam-se também a criticar vacinas, dizendo que em todos os imunizantes há substâncias que podem causar alergias, e cita artigo dizendo que as máscaras são “o grande engodo. Viraram estereótipo universal, com sua ausência sendo punida como invocação do diabo na Idade Média, verdade única inapelável”.
Essa mídia canalha, os corruptos, os politiqueiros e os “deuses” do STF viram milhões de pessoas nas ruas por todo Brasil e querem duvidar da inteligência, da capacidade intelectual, da moral e ética desses milhões de brasileiros… Vão dar com os burros n’ água!!!
Há um movimento da minoria do Senado pressionando para que o presidente do senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), rejeite a MP da liberdade de expressão antes mesmo dela ser discutida na casa, isso seria tomado por apoiadores do presidente como uma afronta a vontade popular e poderá transformar o debate institucional em um novo embate nas ruas.
Partidos opositores de Bolsonaro que tem pouca representatividade na casa, porém tem suas falas reverberadas na grande imprensa, parecem ser maiores do que realmente são, prova disso é a aprovação de André Mendonça para o STF, o ex-AGU já tem votos suficientes para ser aprovado, mas Alcolumbre que hoje tem um grande rejeição, detém a prerrogativa de segurar a sabatina.
Essas decisões de pequenos grupos em detrimento da vontade da grande massa popular pode levar o país a uma convulsão nacional e pode trazer um caos ao país, pois eles entendem que já não há diálogo pela via institucional e partem para ações mais agressivas, como o caso dos caminhoneiros que tem um de seus líderes, chamado Zé Trovão, caçado por uma ordem do STF e isso já provocou uma paralisação em pelo menos 15 estados, os políticos de Brasília e as autoridades constituídas precisam escutar a voz das ruas ou poderemos chegar a um problema muito maior.
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Finalmente, os grandes juristas do país começam a se manifestar contra as arbitrariedades e autoritarismo do STF.
O jurista Evandro Pontes foi entrevistado pela colunista Ana Paula Henkel, para falar sobre os recentes fatos envolvendo o Supremo Tribunal Federal e os atos de seus ministros que levaram a uma enxurrada de pedidos de impeachment.
Mestre e doutor em Direito Societário pela USP, Evandro Pontes defendeu que há um golpe de Estado em curso. De fato, Pontes defende que o golpe já ocorreu.
Pontes iniciou a entrevista afirmando que *“estamos assistindo a uma quebra constitucional irreversível. O STF já cruzou linhas que constituem verdadeira atividade paraestatal”.*
Após uma explicação de como se define um golpe de Estado, ele afirmou: “Ora – para mim é claro e mais do que óbvio que esse golpe já ocorreu. Na medida em que o STF age *a latere* do sistema, age de forma a violar a própria constituição, o próprio STF já consolidou um verdadeiro golpe de estado em que todos os poderes foram criminosamente usurpados pela Corte: ela julga, ela investiga, ela legisla, ela manda abastecer navios, ela atua como executivo e impede a extinção de conselhos, ela impede o executivo de enxugar a máquina – enfim, o golpe de estado já foi dado diante de nossos olhos e ninguém simplesmente não fez nada para restaurar a ordem”.
Em resposta à surpresa da entrevistadora, que questionou se não se trataria de atos isolados de alguns ministros, com crimes isolados de responsabilidade, Evandro Pontes respondeu:
“Adoro o professor Carvalhosa, a quem tenho como Mestre muito querido, mas neste ponto eu discordo de meu Mestre sob o ponto de vista estratégico. Veja: quando uma ordem do STF é emanada por um Ministro usando papel timbrado da corte e todos os demais se calam, não há dúvida que esse silêncio integra a decisão ilegal dada pelo colega. O silêncio da corte quando um sistema paraestatal é montado e levado a plena operação, significa exatamente que a ilegalidade contaminou irremediavelmente a atuação dos demais ministros. Exemplo contrário disso foi o do Desembargador Favretto: ao tentar lançar mão de um expediente ilegal, a Corte como um todo se insurgiu e impediu que a ordem ilegal saísse com o timbre do TRF4. Os demais colegas preservaram a integridade institucional da Corte. Se o STF não faz o mesmo e aceita que ordens sejam emanadas em nome da Corte, a responsabilidade é sim colegiada e recai sobre aqueles que preferem reclamar na imprensa (que não é função de um juiz) e deixam de agir como juízes impedindo que um sistema paraestatal seja colocado em operação.
O STF é hoje, sem a menor sombra de dúvida (por isso não falo das pessoas, falo da corte mesmo, pois no caso da decisão da transferência do Lula, em que houve supressão de instância, a Corte integrou a decisão com 10 votos favoráveis; pense-se também no caso do Inquérito de Censura à Crusoé: foi claramente um ato institucional da própria Corte e não de ministros isoladamente), uma entidade de poder suprema e de atuação paraestatal. Suas decisões sequer são respaldadas em seus próprios precedentes (um indício de que o seu histórico foi completamente abandonado), nem mesmo na Constituição: basta ler as decisões que citei e procurar o dispositivo constitucional que serve de base para a decisão – não há, simplesmente não há. São atos de puro totalitarismo gestados “a latere”.
Desta forma, Ana, o golpe já foi dado. Tudo o que decorrer dele é mera conseqüência de um golpe, jamais será uma resposta em ato isolado ou um golpe a parte ou contragolpe.
Já estamos na marcha da história para recobrar o sistema que já foi rompido por iniciativa clara e descabida do STF (e, repito, a responsável por isso é a corte sim e não os ministros isoladamente) ou simplesmente aceitá-lo.
“A escolha agora cabe ao povo brasileiro”.
Desportistas de Nina Rodrigues ganharam uma quadra coberta poliesportiva financiada com recursos públicos provenientes de emenda parlamentar do deputado federal Hildo Rocha. O ato que marcou a entrega da obra foi presidido pelo prefeito Rodrigues da Iara e contou com a presença do deputado Hildo Rocha.
Também participaram da inauguração, o vice-prefeito Pedro Custódio; a primeira-dama, Bianca; a presidente da Câmara, vereadora Cita Braga; o ex-prefeito Jones Braga, e a ex-prefeita Iara Quaresma. O ginásio recebeu o nome de Ivaldo Rodrigues Cruz, ex-prefeito da cidade que faleceu recentemente.
“Uma homenagem merecida porque Ivaldo gostava, valorizava e incentivava o esporte amador. Agora, o prefeito Rodrigues da Iara construiu essa belíssima praça esportiva e, de forma acertada, homenageia Ivaldo com o nome dessa praça esportiva que teve inclusive o trabalho do Ivaldo que era o secretário de infraestrutura do município. Fico feliz em ver a qualidade da obra até porque os recursos financeiros investidos na obra foram viabilizados por emenda de minha autoria”, destacou o deputado Hildo Rocha.
Serviços prestados ao município
O prefeito Rodrigues da Iara citou outros empreendimentos do governo municipal que foram materializados graças ao apoio do deputado Hildo Rocha.
“Hoje, novamente, estamos vivenciando um grande momento, estamos inaugurando mais uma obra com a marca do nosso governo e com a marca do deputado Hildo Rocha. Além desse ginásio poliesportivo, Hildo Rocha nos ajudou a construir o portal da cidade; pavimentação em bloquetes do Conjunto Madalena Braga; reforma do hospital Madalena Braga ; estradas vicinais; recursos de fundo a fundo da saúde durante, todos esses anos; emendas para compra de várias máquinas pesadas que estão construindo açudes e barragens para os agricultores familiares; tratores agrícolas e emenda para reforma dos postos de saúde, entre outras conquistas importantes”, enfatizou Rodrigues da Iara.
Ajuda para combater o Coronavírus
O prefeito destacou ainda a emenda que Hildo Rocha destinou, no ano passado, para o combate ao coronavírus. “Obrigado, deputado Hildo Rocha, essa emenda ajudou a atender pacientes de Nina Rodrigues, de Vargem Grande e de Presidente Vargas, com medicamentos, oxigênio e outros produtos indispensáveis nas ações de combate e tratamento de pessoas atingidas pela Covid-19. Deputado, o seu nome está marcado na história de Nina Rodrigues”, enfatizou Rodrigues.
O ex-prefeito de Nina Rodrigues e atualmente dirigente da Fundação Ulysses Guimarães, Jones Braga, em seu pronunciamento, agradeceu e enalteceu o trabalho do deputado Hildo Rocha e falou sobre a gestão do prefeito Rodrigues da Iara.
“Quero agradecer ao deputado Hildo Rocha, por seu esforço, por seu trabalho, por sua presença, pela valiosa ajuda ao município. Também quero parabenizar o prefeito Rodrigues da Iara pela excelente gestão, pelo companheirismo, pela lealdade política”, enfatizou Jones Braga.
A presidente da Câmara Municipal de Nina Rodrigues, vereadora Cita Braga, viúva do ex-prefeito Ivaldo, agradeceu a homenagem que o prefeito fez ao Ivaldo Rodrigues Cruz.
“Estou passando por um momento difícil em razão da perda do meu marido. Ivaldo era um ser humano exemplar, um marido dedicado, amava muito o povo de Nina Rodrigues, gostava de futebol, de esporte, era um homem de bom coração, tinha, portanto, muitas qualidades. Então, eu agradeço por essa homenagem que o prefeito, o deputado Hildo Rocha, a Câmara de vereadores e a população em geral, fizeram ao meu marido, colocando o nome dele nesse ginásio poliesportivo. Muito obrigada”, declarou a vereadora.