O grande líder Sarney envelheceu!!! Família Sarney fica sem mandato pela 1ª vez em 72 anos

Publicado em   07/out/2026
por  Caio Hostilio

A derrota de Roseana Sarney (MDB-MA) na disputa pelo Senado encerra uma trajetória de 72 anos da família Sarney em cargos políticos eletivos. A partir de janeiro de 2027, nenhum integrante do grupo terá mandato pela 1ª vez desde 1954, quando José Sarney foi eleito deputado federal pelo Maranhão.

Roseana terminou a disputa pelo Senado em 3º lugar. André Fufuca (PP) e Lahesio Bonfim (Novo) ficaram com as 2 vagas em disputa. Deputada federal desde 2023, Roseana terá seu mandato encerrado em janeiro de 2027.

TRAJETÓRIA COMEÇOU EM 1954 José Sarney foi eleito deputado federal pelo Maranhão em 1954 e exerceu 3 mandatos na Câmara, até 1965.

Em 1966, venceu a eleição para o governo do Estado. Depois, chegou ao Senado, onde permaneceu até 1985. Naquele ano, assumiu a Presidência da República após a morte de Tancredo Neves (1910-1985) e ficou no cargo até 1990.

Depois de deixar o Palácio do Planalto, Sarney voltou ao Senado. Foi eleito para 3 mandatos consecutivos e permaneceu na Casa até 2015.

ROSEANA AMPLIOU PRESENÇA DA FAMÍLIA

A filha de Sarney iniciou sua trajetória eleitoral em 1990, quando foi eleita deputada federal. Em 1994, deixou a Câmara para disputar o governo do Maranhão.

Roseana venceu a eleição e comandou o Estado por 2 mandatos consecutivos, até 2002. No mesmo ano, foi eleita para o Senado, onde permaneceu até 2009. Ela voltou ao governo maranhense em 2009 e permaneceu no cargo até 2014. Em 2022, retornou à Câmara dos Deputados.

ZEQUINHA TEVE 9 MANDATOS NA CÂMARA

José Sarney Filho, conhecido como Zequinha Sarney, também construiu uma longa carreira política. Ele foi deputado estadual pelo Maranhão entre 1979 e 1983. No mesmo ano, chegou à Câmara dos Deputados, onde permaneceu por 9 mandatos consecutivos, até 2019.

Zequinha também comandou o Ministério do Meio Ambiente em 2 períodos: durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, de 1999 a 2002, e na gestão de Michel Temer (MDB), de 2016 a 2018.

3ª GERAÇÃO

A 3ª geração da família chegou ao Legislativo estadual com Adriano Sarney, neto de José Sarney. Eleito deputado estadual pelo Maranhão em 2014, Adriano exerceu 2 mandatos, entre 2015 e 2023. Tentou a reeleição em 2022, mas não conseguiu votos suficientes para permanecer na Assembleia Legislativa.

Por Poder 360

  Publicado em: Política

Fábio Gentil cada vez mais se torna um líder político vitorioso…

Publicado em   07/out/2026
por  Caio Hostilio

Fábio Gentil se torna cada vez mais um líder político vitorioso por várias perspectivas, isso vislumbrando o sucesso eleitoral recente e, principalmente, as vitórias históricas e duradoras.
Venceu por duas vezes a prefeitura de Caxias, elegeu o seu saudoso pai Zé Gentil, deu a seu vice, Paulo Marinho Junior, sua maior votação para a Câmara dos Deputados, elegeu e reelegeu sua filha, Amanda Gentil, à Câmara dos Deputados; elegeu e reelegeu sua esposa, Daniella, à Assembleia Legislativa do Maranhão, deu ao agora Senador Eleito, Fufuca, uma votação grandiosa em Caxias, Elegeu seu sucessor na prefeitura de Caxias, Gentil Neto, que vem transformando o município num pólo de desenvolvimento.
Por outro lado, derrubou todas as fake news na justiça contra a vitória de Gentil Neto.
Além, de seu empenho pela candidatura de Orleans Brandão ao governo do Estado.

Na verdade, o líderes como Fábio Gentil, conseguem transferir votos, eleger aliados ou alcançar votações históricas em pleitos anteriores e recentes.

Por isso, se torna cada vez mais o maior líder político da região…

  Publicado em: Política

Um cara integro que merecia ser melhor avaliado!!! Orleans diz que retomará atividades no setor privado

Publicado em   07/out/2026
por  Caio Hostilio

Orleans Brandão (MDB), derrotado na disputa pelo Governo do Maranhão nas eleições de 2026, anunciou que retomará suas atividades no setor privado, mas afirmou que continuará ligado à política. Em vídeo, ele agradeceu aos mais de 1,35 milhão de eleitores que apoiaram sua candidatura e desejou sucesso ao governador eleito.

“O resultado das urnas não foi o que desejávamos, mas a democracia é soberana. Desejo sucesso ao novo governador eleito, pois o sucesso da sua gestão será o sucesso do povo maranhense”, declarou.

Orleans também manifestou a expectativa de que o municipalismo e os investimentos nas cidades maranhenses continuem sendo prioridades da próxima gestão.

Ao avaliar a campanha, o emedebista afirmou ter conduzido uma disputa limpa e propositiva, com propostas para saúde, segurança pública e educação. Segundo ele, a candidatura concentrou-se em apresentar soluções para o estado, sem ataques a adversários.

No pronunciamento, agradeceu à esposa, Fernanda, ao governador Carlos Brandão, à equipe de campanha e aos apoiadores que participaram das atividades nos municípios.

Orleans disse que voltará a cuidar de suas empresas, mas deixou aberta a possibilidade de uma futura atuação política.

“Retorno às minhas atividades no setor privado, cuidando das minhas empresas, mas sem nunca deixar de lado a paixão pela política e pelo nosso estado. Nosso trabalho pelo Maranhão não para por aqui; isso não é um adeus, é apenas um até breve”, afirmou.

Por Gilberto Leda

  Publicado em: Política

Ronaldo Caiado anuncia apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno

Publicado em   06/out/2026
por  Caio Hostilio

O ex-governador de Goiás e candidato à Presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado, decidiu apoiar Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial. O anúncio está previsto para esta terça-feira (6), às 14h, em Goiânia.

Segundo informações divulgadas pelo SBT News nesta segunda-feira (05), Caiado confirmou ao SBT News que não pretende se abster na disputa, mesmo diante das controvérsias e suspeitas que envolvem o candidato do PL.

“Mesmo com tudo isso, ele foi ao segundo turno. Eu não vou me abster”, afirmou Caiado.

Caiado apresentou propostas a Flávio

Na manhã de segunda-feira (5), Caiado conversou com Flávio Bolsonaro e com o coordenador da campanha do PL, senador Rogério Marinho.

Durante o encontro, o ex-governador informou que pretende entregar ao candidato um documento com propostas de seu programa de governo que considera convergentes com a campanha do PL.

“Vamos entregar um documento com propostas que tenham convergência. Serão temas na área da segurança pública, saúde e IA”, disse.

Entre os assuntos apresentados estão medidas relacionadas à segurança pública, saúde e inteligência artificial.

Daniel Vilela também participará do apoio

O governador reeleito de Goiás, Daniel Vilela (MDB), confirmou que participará do encontro em Goiânia. Segundo ele, o evento marcará a manifestação de apoio de Caiado e de lideranças goianas à candidatura de Flávio Bolsonaro.

A declaração ocorre depois de Caiado terminar o primeiro turno fora da disputa presidencial. A direção nacional do PSD liberou os diretórios estaduais e lideranças da legenda para adotarem posições próprias no segundo turno.

O anúncio de Caiado integra as articulações dos candidatos que ficaram fora da segunda etapa da eleição. A campanha de Flávio também negocia apoios de outras lideranças e partidos para o segundo turno, marcado para 25 de outubro.

  Publicado em: Política

Está cravado: Lula é Moraes e Moraes e Lula!!! Lula passa ridículo ao tentar se livrar da cumplicidade com o STF

Publicado em   06/out/2026
por  Caio Hostilio

Lula descobriu que a sua associação com o STF lhe causa dano eleitoral e agora tenta se desvencilhar do fardo de maneira patética

Lula descobriu que a sua associação política com o STF lhe causa um tremendo dano eleitoral, como se viu no primeiro turno, e agora tenta se desvencilhar do fardo.

Ontem, ele disse o seguinte:

“Só tem um candidato que é antissistema, e somos nós, não tem outro candidato. E estamos carregando nas costas uma coisa muito grave que é a promiscuidade que ficou estabelecida na Suprema Corte brasileira depois dessas denúncias.”

É uma frase ridiculamente mentirosa. Não há ninguém mais “sistema” do que Lula e o seu partido. Por sistema, entenda-se o estatismo, o patrimonialismo, o clientelismo, o assistencialismo, a corrupção.

Quanto à promiscuidade de ministros do STF, contra a qual o chefão petista nunca se indignou de verdade, quem a carrega nas costas é a sociedade, que não pode contar com um tribunal imparcial, justo, apolítico e honesto.

Lula deve a sua liberdade e a sua volta ao Palácio do Planalto aos juízes que atuam em causa própria, sujando a democracia brasileira com a sua libertinagem, e dos quais agora tenta se distanciar de maneira patética.

É credor também das canetadas do STF no enfrentamento ao Congresso durante o seu terceiro mandato.

Refém e cúmplice do tribunal, para o qual indicou camaradas como o seu ex-ministro da Justiça e o seu ex-advogado criminal, o chefão petista contou com a colaboração recente de Alexandre de Moraes e de Cristiano Zanin para reaproximá-lo do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, em busca da aprovação de pautas eleitoreiras.

Lula também teve o aval de Gilmar Mendes para promover o reajuste do valor pago pelo Bolsa Família durante a campanha eleitoral, um evidente abuso que visa a comprar votos de gente pobre.

Pouco antes da realização do primeiro turno, Flávio Dino usurpou o papel de ministros de TSE para permitir que a mentira sobre Nossa Senhora Aparecida continuasse a circular impunemente a fim de prejudicar Flávio Bolsonaro e beneficiar o chefão petista.

Por fim, para ajudar Lula e lesar o filho de Jair Bolsonaro, Gilmar e uma criatura de Dino se uniram para fazer a lambança que resultou no cancelamento do debate de candidatos na Rede Globo.

A reeleição de Lula vinha sendo considerada vital para a manutenção do poder dos políticos do STF. Depois da eleição para o Senado de uma bancada que lhes é francamente hostil e que teve como promessa de campanha abrir processos de impeachment contra togados, talvez o cálculo tenha começado a ser refeito no Supremo.

Se Lula for reeleito, será inviável para o chefão petista governar com uma Câmara e um Senado ainda mais oposicionistas do que na legislatura anterior.

Cabeças promíscuas devem estar refletindo sobre como, diante do novo contexto no Congresso, talvez seja menos inconveniente suportar Flávio Bolsonaro do que sustentar Lula, mesmo que um ministro tenha de ser sacrificado para dar alguma satisfação à sociedade, o que parece inevitável de qualquer jeito.

Por Metrópoles

  Publicado em: Política

Neto Evangelista diz que ainda cedo para tratar de eleição da Mesa da Assembleia

Publicado em   06/out/2026
por  Caio Hostilio

Reeleito para o seu quinto mandato consecutivo, o deputado estadual Neto Evangelista (MDB), em conversa com a equipe do programa Ponto Continuando, na manhã desta terça-feira, 6, na Assembleia Legislativa, avaliou que ainda é cedo para se tratar de eleição para Mesa Diretora da Casa, referente ao biênio 2027/28.

Ele e outros parlamentares, como Paulo Casé (União Brasil), Dino do Aldenora Bello (PSD), Maedja Campos (PDT), Detinha (PL), Gleydson Resende (MDB), Francisco Nabig (MDB), Catulé Júnior (Republicanos) e João Igor Carvalho (PDT), são apontados como postulantes à sucessão da presidente Iracema Vale (MDB), eleita deputada federal.

“Acho que está muito cedo ainda. Eleição é só daqui a quatro meses. Acho que tudo tem seu tempo. Temos a Lei Orçamentária Anual para votar ainda este ano, temos outros projetos de Governo importantes, como o serviço de ginecologia e obstetrícia do servidor público estadual. Tem pautas importantes para passar na Assembleia Legislativa ainda. Vai haver também uma transição de Governo e eleição da Assembleia é só lá em fevereiro”.

Evangelista destacou a renovação na Casa, de quase 60%, e afirmou que, neste momento, qualquer um dos 42 eleitos e reeleitos pode se viabilizar.

Ele também citou que o Poder Legislativo deve ficar atendo ao recado que veio das ruas, referindo-se a eleição de Eduardo Braide (PSD) para o cargo de governador no primeiro turno.

“As ruas do Maranhão passaram um recado importante. Fizeram a eleição de Governo em primeiro turno e a Assembleia tem que compreender isso. Houve uma renovação significativa na Casa. Mais da metade da Assembleia Legislativa renovada e quem consegui renovar seu mandato mostrou que conseguiu trabalhar bem nos últimos quatro anos e precisa continuar nessa mesma pegada. Os 42 que estão aqui irão dizer que estão à disposição [para ser presidente]. Mais acho que ainda está cedo. Eu vou ouvir os colegas, vou conversando. Eu acho, pelo perfil do Eduardo, que eu já conheço a muito tempo, ele naturalmente não faz interferência dentro da esfera que ele é competente para fazer. Mais a Assembleia tem que entender o recado que as ruas deram, que foi eleger o governador em primeiro turno”.

 

Por Glaucio Ericeira

  Publicado em: Política

Dia do Prefeito: Gentil Neto vem deixando sua marca na administração de Caxias

Publicado em   06/out/2026
por  Caio Hostilio

Hoje é dia do prefeito e em quase dois anos à frente da Prefeitura de Caxias, Gentil Neto vem construindo uma gestão marcada por obras, investimentos em diferentes áreas e fortalecimento político. O prefeito mais jovem da história do município tem ampliado sua presença administrativa e se consolidado também como um dos principais articuladores políticos da cidade.

Na infraestrutura, a gestão tem avançado com obras de pavimentação e calçamento em diferentes pontos do município. Na saúde, os investimentos incluem aquisição de ambulâncias, fornecimento de medicamentos e ações voltadas à ampliação dos serviços, com destaque para o CER IV, fortalecendo o atendimento especializado à população.

A educação também ocupa espaço importante na administração. A entrega de fardamento escolar, os investimentos nas unidades de ensino e a implantação de novas creches fazem parte das iniciativas desenvolvidas pela Prefeitura, com atenção especial às crianças e aos jovens.

Para a juventude, outro destaque é o programa Primeiro Emprego, criado para abrir oportunidades e facilitar a entrada dos jovens caxienses no mercado de trabalho.

Na segurança pública, Caxias avançou com a ampliação da Muralha Digital e investimentos na Guarda Municipal, incluindo armamento e estrutura para ampliar a atuação dos agentes na proteção da população.

*Desenvolvimento e articulação política*

Gentil Neto também tem buscado colocar Caxias em uma posição estratégica para novos investimentos. Entre as iniciativas está o avanço do projeto do Terminal Intermodal Gonçalves Dias, apontado como importante instrumento para o desenvolvimento econômico, a logística e a atração de novos empreendimentos para o município.

Além do trabalho administrativo, o prefeito demonstra força na articulação política. Nas eleições de 2026, Gentil Neto teve participação importante na mobilização em torno das deputadas parceiras do município, fortalecendo um grupo político que saiu das urnas ainda mais representativo.

A articulação busca garantir que Caxias mantenha representantes e aliados capazes de trabalhar junto ao município na busca por recursos, investimentos e novos projetos.

*Trabalho social com recursos próprios*

A atuação de Gentil Neto também ultrapassa as ações realizadas diretamente pela Prefeitura. De sua autoria, o projeto Gentil por Caxias desenvolve ações de caráter social financiadas com recursos próprios de Gentil Neto.

Entre as iniciativas do projeto está a doação de casas para famílias que necessitam de melhores condições de moradia, fazendo com que o trabalho social caminhe paralelamente à atuação do prefeito na administração municipal.

Com investimentos em infraestrutura, saúde, educação, segurança, geração de oportunidades, desenvolvimento econômico e políticas para a juventude, Gentil Neto chega perto de completar dois anos de gestão acumulando ações em diferentes áreas.

Ao mesmo tempo, sua participação nas articulações políticas e a capacidade de reunir parceiros em torno de Caxias ampliam seu protagonismo. Ainda jovem, Gentil Neto começa a construir uma trajetória que une gestão, trabalho social e força política, colocando seu nome entre as principais lideranças da nova geração da política caxiense.

  Publicado em: Política

União Progressista vai anunciar apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno

Publicado em   06/out/2026
por  Caio Hostilio

Federação havia adotado neutralidade no primeiro turno, após União Brasil e PP anunciarem o desembarque do governo Lula em 2025

A federação União Progressista, formada por União Brasil e Progressistas (PP), anunciará na tarde desta terça-feira, 6, apoio à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no segundo turno da eleição presidencial, conforme apurou O Antagonista.

A adesão a Flávio marca uma mudança em relação ao primeiro turno, quando a União Progressista optou pela neutralidade e liberou seus integrantes para fazer alianças locais.

  Publicado em: Política

Pesquisas mequetrefes!!! Institutos erram feio em pesquisas para presidente, governos e Senado

Publicado em   06/out/2026
por  Caio Hostilio

Levantamentos das últimas semanas divergem dos resultados do 1º turno nas disputas para presidente, governadores e senadores

Os resultados do 1º turno das eleições revelaram cenários distintos dos projetados por pesquisas de opinião divulgadas nas últimas semanas em alguns estados. Tanto no âmbito nacional, quanto no estadual, os principais institutos do países projetaram panoramas divergentes dos observados nas urnas, no domingo (4/10).

Os institutos minimizaram os erros, alegando que as pesquisas indicam “retratos do momento” e que houve até indicação de forte “voto útil de direita” a favor de Flávio Bolsonaro (PL) na disputa presidencial.

Mas o fato é que nenhuma das últimas sondagens divulgadas para disputa presidencial conseguiu projetar o resultado real de domingo. Levantamentos feitos por Datafolha, Quaest, Atlas, CNT e Real Time Big Data, dias anteriores ao da votação, mostram o presidente Lula na liderança das intenções de voto.

Ao fim da apuração, já na madrugada de segunda-feira (5/10), as urnas apontavam vantagem do senador Flávio Bolsonaro (PL), com 47% dos votos, seguido por Lula, com 45%.

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A diferença foi de 2,2 milhões de votos a favor do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Projeções do 1º turno para presidente

Datafolha

  • Lula (PT): 45%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 42%

Pesquisa Quaest

  • Lula (PT): 46%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 45%

Real Time Big Data 

  • Lula (PT): 43%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 39%

Pesquisa Atlas/Intel

  • Lula (PT): 47%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 44,1%

Pesquisa CNT

  • Lula (PT): 47,8%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 42,1%

Governos

Os erros também se repetiram em pesquisas para os governos locais. Situações semelhantes foram registradas no Distrito Federal e no Rio de Janeiro, por exemplo.

Governo do Distrito Federal

No Distrito Federal, por exemplo, a maioria dos levantamentos mais recentes em relação ao 1º turno indicava vitória tranquila da atual governadora Celina Leão (PP) sobre o petista Leandro Grass ainda em 1º turno.

No entanto, ao fim da apuração, as urnas indicaram a necessidade de realização de segundo turno entre os dois. Celina recebeu 49,9%, e Grass ficou com 34,4% dos votos válidos.

As pesquisas no DF

Quaest

  • Celina Leão (PP): 53%
  • Leandro Grass (PT): 32%

Real Time

  • Celina Leão (PP): 52%
  • Leandro Grass (PT): 29%

Datafolha

  • Celina Leão (PP): 55%
  • Leandro Grass (PT): 27%

Atlas

  • Celina Leão (PP): 45,3%
  • Leandro Grass (PT): 34%

Governo do Rio de Janeiro

O resultado do 1º turno no estado do Rio de Janeiro demonstra larga discrepância com os últimos cenários projetados por institutos de pesquisa. No estado, a maioria dos levantamentos trazia o ex-prefeito da capital carioca Eduardo Paes (PSD) na vantagem das intenções de voto, seguido por Douglas Ruas (PL).

A apuração das urnas no estado, contudo, foi encerrada com Ruas liderando as intenções de voto com 49% dos votos, seguido por Paes, que angariou 42% dos votos. A definição para o próximo governador carioca em um primeiro momento ficará para o 2º turno, disputado no dia 25 de outubro.

No entanto, caso a desistência do ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos) de um recurso seja confirmada pela Justiça Eleitoral e os votos que ele recebeu sejam considerados nulos, Ruas já venceria em 1º turno. O processo ainda está sendo analisado.

As pesquisas no Rio

Quaest 

  • Eduardo Paes (PSD): 49%
  • Douglas Ruas (PL): 40%

Real Time Big Data 

  • Eduardo Paes (PSD): 37%
  • Douglas Ruas (PL): 31%

Datafolha 

  • Eduardo Paes (PSD): 49%
  • Douglas Ruas (PL): 40%

AtlasIntel

  • Eduardo Paes (PSD): 46,4%
  • Douglas Ruas (PL): 38%

Erros no Senado

Mas os erros não aconteceram somente em relação à disputa presidencial e aos governos locais. A situação também se repetiu em várias unidades da Federação. Três, em especial, chamaram a atenção: Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo.

As pesquisas indicavam muita disputa pelas vagas. No entanto, após a apuração das urnas, as situações foram bem diferentes.

Senado em Brasília

Na capital federal, os institutos traziam um cenário com Michelle Bolsonaro (PL) quase sempre liderando, mas a segunda vaga ora oscilava entre Bia Kicis (PL) e Leila do Vôlei (PDT), com a petista Erika Kokay pontuando bem em algumas situações.

Abertas as urnas, a situação foi bem diferente: Michelle ficou com 29,05%, e Bia somou 27,44%. As duas foram eleitas. Leila terminou com 21,25%, e Erika ficou com 18,91%.

Pesquisas Senado DF

Quaest

  • Michelle: 31%
  • Leila: 27%
  • Bia: 24%
  • Erika: 17%

Datafolha

  • Michelle: 30
  • Bia: 24
  • Leila: 21
  • Erika: 18

AtlasIntel

  • Bia: 27,2%
  • Michelle:  26,1%
  • Leila: 21,3%
  • Érika: 21,3%

Senado no Rio de Janeiro

A corrida para o Senado no Rio de Janeiro também não foi diferente, com a reeleição do senador Carlos Portinho (PL), com 26% dos votos, e de Carlos Jordy (PL), com 24%, as últimas sondagens apontavam a candidata do Partido dos Trabalhadores (PT), Benedita da Silva, como ocupante de uma das vagas para a Casa Alta pelo estado.

E, em alguns dos levantamentos, com a maior vantagem numérica entre os candidatos. Benedita, contudo, não foi eleita pelo estado.

Quaest 

  • Carlos Portinho (PL): 23%
  • Carlos Jordy (PL): 22%
  • Benedita da Silva (PT): 21%
  • Pedro Paulo (PSD): 13%

Real Time Big Data 

  • Carlos Jordy (PL): 18%
  • Benedita da Silva (PT): 15%
  • Carlos Portinho (PL): 14%
  • Pedro Paulo (PSD): 12%

Datafolha 

  • Benedita da Silva (PT): 26%
  • Carlos Potinho (PL): 19%
  • Carlos Jordy (PL): 18%
  • Pedro Paulo (PSD): 13%

AtlasIntel

  • Carlos Jordy (PL): 23%
  • Benedita da Silva (PT): 21,8%
  • Carlos Potinho (PL): 21,8%
  • Mônica Benicio (PSOL): 11,6%

Senado em SP

As pesquisas de véspera sobre o Senado em São Paulo mostravam uma situação bastante embolada. As projeções indicavam um empate técnico entre os quatro principais concorrentes. Pelos dados, não era possível indicar quem seria eleito.

No entanto, com a apuração das urnas, a situação foi completamente diferente: Guilherme Derrite (PP) teve 30,59%, André do Prado (PL) somou 29,28%, Simone Tebet (PSB) registrou 19,23% e Marina Silva contabilizou 18,12%.

As pesquisas recentes para o Senado em SP

  • Guilherme Derrite (PP): 25%
  • André do Prado (PL): 23%
  • Marina Silva (Rede): 22%
  • Simone Tebet (PSB): 22%

Datafolha

  • Derrite: 22%
  • André: 22%
  • Marina 21%
  • Tebet: 20%

AtlasIntel

  • Derrite: 25,9%
  • André: 24,2%
  • Tebet: 22,2%
  • Marina: 21,5%

“Retratos de momento”

Procurado pelo Metrópoles, o diretor executivo do instituto Real Time Big Data minimizou as diferenças e explicou que as pesquisas eleitorais são “retratos de momento”, e não previsões de futuro. “O conceito de pesquisa é diferente do resultado da urna”, explica Lucas Thut Sahd.

“As pesquisas representam um cenário daquele espaço do momento em que ela foi feita e podem apontar tendências”, afirma. Ainda segundo Sahd, as sondagens foram capaz de captar o crescimento de Flávio Bolsonaro nos últimos meses, inclusive apontando o senador com vantagem numérica em 2º turno contra Lula.

“Todas as pesquisas captaram a subida de Flávio. Não mostram ele passando Lula, mas nesses resultados também pesam o sentimento do eleitor no dia e no momento da votação, que as pesquisas quantitativas não são capazes de captar. O que vimos foi os candidatos de terceira via desidratando e, como representada por candidatos vistos mais como de direita, que podem ter migrado para Flávio. A questão do voto útil e a totalização dos votos que é feita com contagem das abstenções”, analisa o diretor-executivo do Real Time.

Em post no X, Felipe Nunes, diretor da Quaest, falou em “poucas surpresas” e disse que as pesquisas captaram “voto útil de direita” em Flávio.

“Quem acompanhou a eleição brasileira pelas tendências das pesquisas da Quaest teve poucas surpresas na noite de ontem [4/10]. Os levantamentos publicados conseguiram captar tendências que se confirmaram nas urnas, incluindo o voto útil da direita na eleição presidencial, um recorde de vitórias em 1º turno nos estados e o desfecho de algumas das disputas estaduais mais apertadas do país”, disse.

“Na eleição para presidente, a Quaest divulgada na véspera captou forte ‘voto útil de direita’ em favor de Flávio Bolsonaro. Caiu de 14% para 7,8% a votação dos outros candidatos na última semana, enquanto Flávio foi de 40% a 47%. Lula ficou estável. As urnas apenas confirmaram a tendência que já aparecia na pesquisa”, defendeu.

Distorções no Senado

Em relação à votação para o Senado Federal, o professor do curso de ciência política da Universidade Federal do Piauí (UFPI) Elton Gomes pontua que é difícil fazer projeções para a Casa Alta do Congresso Nacional. “O brasileiro, via de regra, se importa muito pouco com a eleição de senador e, portanto, leva a essas distorções nas pesquisas”, pontua.

“Esse tipo de comportamento, profundamente arraigado no Brasil, traz dificuldades para os institutos de pesquisas. Além do baixo interesse, há um nível muito grande de indecisos e muita gente opta por só escolher o senador nos últimos dias ou até no dia da eleição, mesmo sem entender muito bem o que ele faz”, avalia Gomes.

 

Já o cientista político Antônio Lavareda também chama a atenção para o recorte feito nas pesquisas, ressaltando que os levantamentos retratam a distribuição das preferências entre os eleitores considerados na amostra, e não necessariamente o resultado final da votação.

O analista ainda registra que o índice de abstenção pode ter prejudicado mais o presidente Lula do que o senador Flávio Bolsonaro. De acordo com Lavareda, a abstenção é historicamente mais alta entre a população de baixa renda, que é aquela que vota no candidato petista.

“Quem perde voto nesse contingente é o Lula, pelo largo quantitativo dos votos dos pobres e baixa escolaridade que formam esse bloco, e faixa em que se dá a abstenção”, pontua Lavareda, ao explicar que estimativa das abstenções também é desafiadora, já que um eleitor pode declarar uma intenção de voto na pesquisa, mas não comparecer às urnas no dia da eleição, o que pode gerar diferenças entre as projeções e o resultado efetivo.

Ao Metrópoles, o diretor-executivo da Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, explica ainda que o instituto suspendeu as sondagens para Senado nos últimos dias antes das eleições devido à dificuldade de medir a intenção de voto real para a Casa Alta do Congresso Nacional.

“Tínhamos um índice de 35% a 45% de eleitores que escolhia o primeiro candidato mas não declarava voto para a segunda vaga”, pontua Idalgo, ao explicar que este é um hábito comum do eleitor brasileiro que tende a decidir o voto para o Senado próximo ao dia da eleição, prejudicando as projeções.

Por Metrópoles

  Publicado em: Política

Iracema Vale uma mulher determinada e comprometida com o Maranhão…

Publicado em   05/out/2026
por  Caio Hostilio

Não é de hoje que a agora deputa federal Iracema Vale mostra grandeza política e uma líder partidário no atual cenário do Maranhão.
Como sempre observe uma votação expressiva na disputa por uma cadeira na Câmara dos Deputados.
Iracema Vale mostrou ser uma mulher de atitudes pragmáticas, estratégicas e de conciliação que vão além dos interesses individuais ou partidários de curto prazo.

Sua facilidade em conseguir dialogar e construir consensos entre diferentes seguimentos políticos, cujo desempenho a leva, por onde passa, se torna uma líder natural. 

Como a primeira mulher a presidir a Assembleia Legislativa do Maranhão, Iracema soube priorizar a estabilidade institucional e o avanço para o bem-estar dos maranhenses. 

Por isso, deverá se destacar na Câmara dos Deputados, seja em plenário ou nas comissões que poderão ser um dos membros. 

Agora, é aguardar seu termino como presidente da AL e seguir para a Câmara dos Deputados.

  Publicado em: Política

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hostiliocaio@hotmail.com

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