Maricá pede socorro a Dutra e seu cupincha Márcio Jardim…

Publicado em   04/dez/2011
por  Caio Hostilio

Os contribuintes de Maricá – RJ me enviaram a foto (abaixo) e pediram se o deputado federal Domingos Dutra e o Subsecretário fantasma de Maricá, Márcio Jardim, pudessem falar com “companheiro” Quaquá, para que ele aplicasse os milhões e milhões já recebidos pelo município somente em royalties do Petróleo, que os outros recursos ele pode dividir com os “companheiros”.

Eles disseram que o deputado Dutra berra muito da tribuna e faz cobranças pela “moralidade” e como é deputado federal, representante do povo brasileiro, que berre da tribuna que o seu “companheiro” Quaquá diga para onde estão indo esses milhões dos royalties do Petróleo.

Ao Márcio Jardim, eles solicitaram que ao menos ele dê expediente uma vez por mês em Maricá e desfrute da buraqueira, pois que não é justo pagar um fantasma e vê-lo nas baladas e presepadas pelo Maranhão.

Fica aqui o recado!!!

  Publicado em: Governo

6 comentários para Maricá pede socorro a Dutra e seu cupincha Márcio Jardim…

  1. Edmarley Udes disse:

    De João Castelo que vai apanhar durante todo o fim de ano da mídia sarneisista. Blogueiros, fofoqueiros, propineiros estão com blogs e carteiras abertas para avacalhar Castelo. Injuriada com a greve dos policiais militares e do Corpo de Bombeiros, “Maga Patológica” vai descontar todo o desgaste pra “riba” de Castelo. Quanta asneira em bater sempre nos mesmos…Caio vai tratar, vc está louco, não tem mais o que falar e fica inventando.

  2. Edmarley Udes disse:

    Faz de conta que ninguém percebeu que a greve da Policia Militar terminou enterrando no barro a candidatura de Max. Depois dessa exposição negativa fica difícil alavancar qualquer candidatura com a “catinga dos Sarneys. Max faz de conta que ainda é candidato, mas não tem a menor “possibila”.
    Estes R$ 73 milhões não foram de convênios assinados com Jackson Lago? Porque só agora esse teatral alarde do sumiço? Com certeza tem haver com a negativa de Castelo compor com a família Sarney.

  3. Edmarley Udes disse:

    A greve dos policiais e bombeiros militares do Maranhão, que acabou na sexta-feira (2), depois de nove tensos dias, deixou lições que devem ser aprendidas pelo governo, sob pena de, a cada movimento paredista – fato normal nas democracias –, ser instalado o caos no estado.

    A primeira das lições é de que truculência e inflexibilidade não resolvem nada nesses momentos. O problema da paralisação só começou a ser efetivamente solucionado depois que o governo sentou-se à mesa com os grevistas, recuando em sua postura inicial de não negociar enquanto PMs e bombeiros estivessem de braços cruzados e ocupando a sede do Legislativo estadual.

    Em três dias de diálogo (quarta, quinta e sexta), conseguiu-se fechar um acordo e acabar com a paralisação. Isso jamais seria obtido com as medidas punitivas e intimidatórias propaladas nos seis dias iniciais da greve, como ameaça de exoneração por deserção e cobrança de multa de R$ 200 por dia dos grevistas – sendo esta última punição com o aval de um Tribunal de Justiça insensível e distante do perfil conciliador que o moderno Judiciário deve ter.

    A greve histórica dos PMs e bombeiros também ensinou que negociação não é imposição. Numa negociação, ambas as partes têm de ser flexíveis, saber ceder. Desacostumado com o diálogo de igual para igual, o representante do governo, o secretário João Alberto de Souza (Projetos Especiais), quase pôs tudo a perder quando ‘cismou’ com um dos líderes do movimento, um policial baiano presidente de uma entidade nacional de praças.

    Conhecido com ‘Carcará’, o secretário disse que não ia mais sentar-se à mesa de negociação, na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), se o baiano – qualificado como ‘intransigente’ – permanecesse na comissão de negociação. Felizmente, os grevistas foram suficientemente lúcidos para entender que a causa pela qual lutavam era maior do que teimar em ter na mesa o líder rejeitado, e trocaram o negociador.

    Por fim, a greve que causou a maior crise já vivida no Maranhão, na área de Segurança Pública – justamente a mais criticada pelo grupo da governadora Roseana Sarney (PMDB) no governo Jackson Lago –, deixou a lição de que uma entidade ou instituição só tem razão de ser quando serve aos interesses da sociedade, não aos de grupos políticos.

    No primeiro caso, a OAB poderia receber menção honrosa no episódio da greve, com a mediação equilibrada e imparcial do presidente da entidade, Mário Macieira. No segundo, a Assembléia Legislativa – com algumas raras exceções, como os deputados Bira do Pindaré e Zé Carlos, ambos do PT – fez o contraponto negativo.

    O fechamento do plenário e o desligamento da energia elétrica nos dias da greve, medidas tomadas pelo presidente da Casa, Arnaldo Melo (do PMDB, partido da governadora), serviram para desnudar o atual divórcio entre a AL e a sociedade.

    A persistir esse distanciamento, os moradores da Casa do Povo estão fadados a trancar as portas e abandonar a residência sempre que segmentos sociais – que, afinal, os parlamentares representam – acamparem em seu quintal.

    • Caio Hostilio disse:

      Chegado, não vou nem ler esse teu comentário, pois está completamente fora do contexto e fora da realidade sociologica, antropologica, politica, administrativa e social… Aprenda a ter uma visão lendo muito e estudando… depois volte a debater.

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