Viana. Sujeira, ratos e urubus afastam consumidores da Feira da Barra do Sol. Cadê a Vigilância Sanitária? Cadê o Ministério Público?

Publicado em   07/nov/2018
por  Caio Hostilio

Por Vianensidades 

Se o Brasil fosse um país sério, locais como o mercado público de Viana, na Baixada Maranhense, seriam fechados imediatamente, com direito a multa pesada ao Poder Público Municipal.

Localizado na Av. Walber Duailibe, Bairro Barra do Sol, ao lado do Hospital Dom Hélio Campos, administrado pela Prefeitura de Viana, há décadas o local se encontra fétido, sujo, insalubre e habitado por ratazanas, cães vadios e urubus, que se dividem entre os poucos consumidores que ainda se aventuram e colocam em risco suas saúdes ao adquirirem alimentos no mercado, que foi inaugurado nos anos oitenta.

Na avenida cheia de buracos, não existem sinalizações; o trânsito é intenso de carretas, caminhões, motos, bicicletas e carroças, que põem em risco a integridade física dos transeuntes e clientes.

Mesmo passando por uma reforma completa na gestão anterior, do prefeito Chico Gomes, a área que vende pescados já está deteriorada e, os vendedores se deslocaram para o pátio do mercado, onde comercializam seus produtos em cestos de palha colocados no chão, bacias de alumínio, carrinhos de mão enferrujados, em uma imundice só encontrada nos países mais miseráveis da África como o Congo e o Burundi.

Nos boxes internos, os urubus voam e bicam restos de carnes, couraças e ossadas, da forma mais natural possível, sem serem incomodados.

Na área externa, centenas de picapes latas-velhas, adaptadas como pau-de-arara, transportam diariamente milhares de passageiros em condições precárias, indignas do ser humano e sem a menos segurança.

A nossa reportagem percorrem durante uma semana a rotina da Barra do Sol e do mercado. No local não encontramos nenhum guarda de trânsito, serviços de limpeza ou agentes da gestão municipal. Também não obtivemos notícias se o Ministério Público local tenha tomado alguma atitude para obrigar a prefeitura a tomar as providências que o caso requer.

  Publicado em: Governo

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