Então, o povo caiu como pato na lagoa? Ninguém sabia da falência do Estado e que uma das saídas seria o aumento do ICMS?

Publicado em   03/dez/2018
por  Caio Hostilio

Estão reclamando do quê?

Não é brincadeirinha? Claro que grande parte dos maranhenses sabia sim da falta de ajuste fiscal do estado, porém preferiu apostar na continuidade da falácia, inclusive médicos, professores etc, que agora reclamam barbaridades das conseqüências da má condução da coisa pública.

Essa situação foi exaustivamente debatida no período eleitoral, mas preferiram acreditar nas promessas mirabolantes e sem consistência alguma administrativa, econômica e contábil.

Esse blog através da matéria “Muitos acham que comprometer 57% com folha de pagamento deixa o governo Flávio Dino enxuto!!!”, publicada no dia 08 de novembro de 2018, apontou as condições econômicas no Maranhão, onde disse entre outras coisas o seguinte: “…Por que o índice de 57% com esse gasto (essa história de que é o quinto melhor posicionado é uma falácia já que todos os estados estão falidos) com folha de pagamento já deixa o estado numa situação de abismo: Com 57% comprometido com folha sobram 43%, sendo que desse percentual deverá ser aplicado ainda 25% com a educação (art. 212 da CF). 12% com a saúde pública Lei 141/2012. Só aí já se foram 36% e tem mais… O governo do estado tem também as parcelas do duodécimo dos poderes judiciário e legislativo e de instituições públicas, tais como Ministério Público, Tribunal de Contas do Estado, Defensoria Pública, que chegam ao percentual entorno de 15% a 17%. Existem ainda as despesas fixas e variáveis: Luz, Água, Telefone, Aluguel, manutenções, recolhimentos e encargos, serviços, equipamentos e materiais de consumo e pagamento por serviços e matérias. Essas despesas consomem do orçamento um montante bastante substancial, podendo chegar até acima de 20% do orçamento”, logo .

Por isso, não foi novidade alguma o governo Flávio Dino aumentar a alíquota do ICMS exatamente em produtos que mexem diretamente com a vida de todo e qualquer cidadão, haja vista que aumentar o ICMS sobre os combustíveis refletirá em todos os produtos da cesta básica e em outros produtos essências a vida humana, como os medicamentos.

Aí o povo vai sentir o aumento do ICMS de 25% para 28,5% na categoria que inclui a gasolina. Já sobre o diesel subirá de 16,5% para 18,5%.

Sabe daquele ditado popular: “O povo tem o governo que merece”? Pois bem, que todos agüentem sem reclamar e até aplaudir esse tipo de ato!!!!

  Publicado em: Governo

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