Vereadores de São Luís participaram, nesta última segunda-feira (11), de uma visita ao Hospital Aldenora Belo e à Fundação Antônio Jorge Dino para conhecerem de perto os projetos desenvolvidos pelas duas instituições de saúde.
Eles foram recebidos pela presidente da Fundação, Enide Dino, e pelo vice-presidente, Antônio Dino Tavares , que falaram sobre o trabalho que a Fundação mantenedora do hospital vem desenvolvendo ao longo dos seus 58 anos de existência.
O presidente da Câmara de São Luís, Osmar Filho (PDT), defendeu a união do legislativo municipal com o objetivo de viabilizar recursos para o hospital que atende pacientes com câncer de todo o Maranhão.
“Pudemos acompanhar a grandiosidade do trabalho e as dificuldades que a Fundação Antônio Dino enfrenta para fazer do Hospital Aldenora Belo referência no tratamento de câncer no estado. Tenho plena convicção que a Câmara Municipal irá dar a sua contribuição para que este atendimento seja ampliado”, disse.
Promotor da visita, Ricardo Diniz (PRTB) ressaltou que a Fundação Antônio Dino presta um grande serviço a todo o estado e que a Câmara Municipal não pode se furtar em auxiliar a instituição a resolver uma das suas maiores dificuldades. “O custo da saúde é muito alto, sobretudo para uma entidade sem fins lucrativos e o poder público tem que dar a sua contribuição”, falou o vereador, que vai entrar com um requerimento para a realização de um painel sobre o tema na Casa, com vistas a sensibilizar o maior numero de parlamentares a contribuírem com a causa.
Concita Pinto (Patriotas), que a exemplo dos vereadores Chaguinhas (PP) e Genival Alves (PRTB), também participou da visita, declarou que sua contribuição já está garantida. “A gente sabe que este hospital acolhe todas as pessoas, não só de São Luís, mas aquelas que vêm do interior do estado. É mais do que justo que a Câmara dê a sua contribuição para uma causa tão necessária para a população que precisa de um atendimento especializado”, destacou.
No encontro, os vereadores receberem informações sobre ações da Fundação Antônio Dino – como as casas de apoio, as campanhas de prevenção, o consultório Amigo da Vida, o Centro de Ensino e Pesquisa, e o Núcleo de Voluntários. Também visitaram as instalações do Hospital Aldenora Belo e as suas obras de ampliação.
“A visita dos vereadores foi muito importante, pois nós precisamos do apoio de todos para manter os serviços prestados à população e fazer os investimentos necessários. O intuito é plantar uma semente do nosso trabalho, para que todos conheçam e se sensibilizem em nos ajudar, para que possamos tratar mais pacientes e atendê-los da melhor maneira possível”, enfatizou Antônio Dino.
O ministro Sergio Moro, que está prestando um ótimo serviço ao Brasil, esteve em uma conversa hoje com a Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge.
O motivo, que não poderia ser outro, é o golpe prestes a ser dado pelo STF na quarta-feira, com o julgamento que pode retirar as investigações da Justiça Federal, e consequentemente da Lava Jato, e enviar para a Justiça Eleitoral.
Raquel afirmou que o posicionamento a ser tomado pela PGR é mesmo orientado pelo pacote anticrime proposto por Moro, ou seja, separando os casos, sendo os de corrupção sendo investigados pela Justiça Federal e os de caixa 2 pela Justiça Eleitoral.
É o que esperam também todos os brasileiros de bem, preocupados com a maior medida anti-corrupção que já ocorreu na história deste país. Será que podemos confiar no STF?
O deputado federal Hildo Rocha fez contundente pronunciamento em defesa dos trabalhadores rurais e pescadores artesanais que serão os mais sacrificados pela reforma da previdência se não houver mudanças no texto proposto pelo atual governo.
“Nós sabemos que a previdência do nosso país, ano ano, tem aumentado o seu déficit. Não tenho dúvidas. Mas, não podemos modificar o sistema previdenciário punindo aqueles que mais precisam do amparo do poder público”, afirmou Rocha, na tribuna da Câmara.
O parlamentar enfatizou que é contra alguns pontos da proposta da reforma previdenciária encaminhada ao Congresso Nacional pelo governo Bolsonaro. Uma das propostas que Hildo Rocha considera inaceitável é a mudança de 15 para 20 anos de contribuição previdenciária ou atividades rurais comprovadas para que os trabalhadores rurais possam requerer aposentadorias.
“Quem conhece a realidade dos trabalhadores e trabalhadoras rurais sabe que eles exercem uma atividade penosa, não tem direitos que são assegurados aos trabalhadores urbanos. Essa categoria realiza um tipo de trabalho diferente, trabalham todos os dias sem direito a fim de semana remunerado, não tem direito a férias remunerada, não tem tempo para o descanso remunerado que outras categorias tem. Os trabalhadores rurais da agricultura familiar não tem direito a 13º nem ao FGTS. É um trabalho intenso e cansativo. Ampliar de 15 para 20 anos de comprovação de trabalho na área rural seria sacrificar ainda mais esses profissionais”, argumentou o deputado.
Contribuição fora da realidade
Outro ponto que o deputado Hildo Rocha discorda é a regra que prevê o pagamento de pelo menos R$ 600 reais por cada ano que o trabalhador e trabalhadora deixou de ter renda. “Isso é inconcebível. Muitos trabalhadores sobrevivem apenas com os resultados daquilo que produz para o consumo da sua família, ou seja, trabalham apenas para garantir a subsistência, portanto, essas pessoas não tem renda. Como é que eles vão pagar R$ 600 reais por ano, de contribuição para a previdência se eles não tem renda?”, questiona o parlamentar.
Contra redução do BPC
Hildo Rocha também manifestou-se contrário à redução do Benefício de Prestação Continuada (BPC). O deputado ressaltou que o BPC não é um benefício previdenciário, é um benefício social que está previsto na Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) que assegura um salário mínimo mensal a pessoa com deficiência e idosos com 65 anos ou mais que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção, nem de tê-la provida por sua família. Para ter direito, é necessário que a renda por pessoa do grupo familiar seja menor que 1/4 do salário-mínimo vigente.
“Querem baixar para algo em torno de R$ 400 reais. Isso também é inconcebível. O BPC é apenas para quem não tem nenhuma outra fonte de renda que é pago 12 vezes ao ano, os beneficiários não tem direito décimo terceiro salário e nem gera direito a pensões. Não posso concordar com essa proposta. Aviso logo que para aprovar esse tipo de medida o governo não conte comigo. Posso até votar outros pontos da reforma, mas contra os trabalhadores rurais eu não fico”, afirmou Hildo Rocha.
Em Brasília os preços dos combustíveis, principalmente o da gasolina, sempre foram bem maiores que os preços praticados no Maranhão, em especial em São Luís, cuja logística para chegada dos combustíveis é via marítima, enquanto que em Brasília é feita em sua maioria por caminhões vindos das distribuidoras de Goiânia.
Mas quais seriam os porquês dos combustíveis estão sendo praticados no Maranhão com preços superiores aos praticados em Brasília? A ALÍQUOTA DO ICMS!!!
É importante ressaltar, que o aumento dos preços dos combustíveis no Maranhão não tem nada a ver com o aumento dado pela Petrobras, haja vista que o preço está negociado ao preço de R$ 1,7542.
Por outro lado, em Brasília não se ver o quartel dos revendedores, coisa que a guerra comercial está movimentando os preços nos postos de gasolina do Distrito Federal, onde os preços variam entre R$ 3,98 a R$ 4,09. Em São Luís o preço praticado nos postos é de R$ 4, 199.
Que o governo do Estado alivie essa alíquota do ICMS praticada nos combustíveis, visto que seu aumento refletirá sobre os demais produtos de grande importância para subsistência do povo!!!
RIO – A Delegacia de Homicídios (DH) da Capital e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRJ) prenderam na manhã desta terça-feira o sargento reformado da Polícia Militar Ronnie Lessa, de 48 anos, e o ex-PM Elcio Vieira de Queiroz por envolvimento no asssassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes. Os dois tiveram a prisão preventiva decretada pelo juiz substituto do 4º Tribunal do Júri Guilherme Schilling Pollo Duarte, após denúncia da promotoria. Segundo a denúncia do MP do Rio, Lessa teria atirado nas vítimas, e Elcio era quem dirigia o Cobalt prata usado na emboscada. O segundo acusado foi expulso da corporação.
Segundo a denúncia das promotoras Simone Sibilio e Leticia Emile, o crime foi “meticulosamente” planejado três meses antes do atentado. Além das prisões, a operação realiza mandados de busca e apreensão nos endereços dos denunciados para apreender documentos, telefones celulares, notebooks, computadores, armas, acessórios, munições e outros objetos. Lessa e Elcio foram denunciados pelo assassinato e a tentativa de homicídio de Fernanda Chaves, assessora da vereadora que sobreviveu ao ataque. A ação foi batizada de Operação Buraco do Lume, em referência ao local no Centro de mesmo nome, na Rua São José, onde Marielle prestava contas à população sobre medidas tomadas em seu mandato. Ali ela desenvolvia também o projeto Lume Feminista. Os denunciados foram presos às 4h desta madrugada.
Ex-PM e adido da Polícia Civil, Ronnie Lessa aparece como suspeito da morte de Marielle e Anderson
As promotoras pedem ainda a suspensão da remuneração e do porte de arma de fogo de Lessa. Também foi requerida a indenização por danos morais aos familiares das vítimas e a fixação de pensão em favor do filho menor do motorista Anderson até completar 24 anos de idade. Em certo trecho da denúncia, elas ressaltaram: “É inconteste que Marielle Francisco da Silva foi sumariamente executada em razão da atuação política na defesa das causas que defendia. A barbárie praticada na noite de 14 de março de 2018 foi um golpe ao Estado Democrático de Direito”.
O policial teve a prisão preventiva decretada após denúncia
Junto com os pedidos de prisão e de busca e apreensão, o GAECO/MPRJ pediu a suspensão da remuneração e do porte de arma de fogo de Lessa. Também foi requerida a indenização por danos morais aos familiares das vítimas e a fixação de pensão em favor do filho menor de Anderson até completar 24 anos de idade.
Suspeito acompanhava agenda de Marielle
A principal prova colhida pelos investigadores saiu da quebra do sigilo dos dados digitais do PM. Ao verificar os arquivos acessados por Lessa pelo celular, antes do crime, armazenados na “nuvem” (dados que ficam guardados em servidor externo e podem ser vistos remotamente), eles descobriram que o suspeito monitorava a agenda de eventos que Marielle participava. Para a polícia, é um indício de que a vereadora estava tendo seus passos rastreados. Marielle, segundo a investigação, participou de pelo menos uma das agendas pesquisadas pelo suspeito.
De acordo com uma fonte que investiga o caso, Lessa usava na época do crime um telefone “bucha” (comprado com o CPF de terceiros, para não ser rastreado). Já o aparelho registrado na operadora telefônica em nome do próprio sargento foi usado no dia do duplo assassinato por uma mulher em um bairro da Zona Sul. O objetivo do militar suspeito, segundo o investigador, foi o de confundir a polícia, caso os agentes fossem verificar as antenas de telefonia das estações de rádio-base (ERBS) para checar se o celular pessoal de Lessa estava no local do crime.
E foi exatamente o que os agentes fizeram. Para chegar ao celular “bucha” usado pelo PM no local do crime, os investigadores realmente tiveram que fazer o que eles chamam de triangulação de antenas, ou seja, levantar as ERBS da região do crime e traçar uma localização mais precisa, refinando assim as buscas pelo celular dos criminosos. O resultado deste levantamento dos telefones ligados na região onde a vereadora passou, da saída da Câmara dos Vereadores até o local da emboscada, no Estácio, gerou uma extensa lista. Era como achar uma agulha no palheiro.
Num exercício de paciência, de vários meses, os policiais da área de tecnologia da DH trabalharam na pesquisa, reduzindo os alvos, mas, ainda assim, o número era elevado. Apesar da complexidade, os investigadores, baseados numa imagem de câmaras de segurança da Rua dos Inválidos, no Centro, no dia 14 de março, registraram os horários em que um suposto celular aparece aceso dentro do Cobalt prata dos executores. O carro deles estava estacionado perto da Casa das Pretas, onde Marielle participava como mediadora de um debate.
Com o registro do horário que o possível aparelho estava em uso, a polícia fez uma nova triagem na lista de celulares já existente até descobrir que um destes telefones fez contato com uma pessoa relacionada à Lessa. Daí, a polícia partiu para buscar os dados na nuvem do policial.
A operação desta quarta, além de estar ancorada na interceptação dos dados digitais do suspeito, também se sustenta num trabalho de inteligência e de depoimentos de informantes, inclusive presos no sistema carcerário. Para não perder mais tempo, após quase 12 meses de investigação, polícia e o Ministério Público do Rio concordaram em desmembrar o inquérito em duas partes: uma, transformada em denúncia, identificando os atiradores. E outra, ainda em andamento, para chegar aos mandantes. O que os investigadores têm certeza é de que havia três pessoas dentro do veículo.
O atentado sofrido pelo PM reformado no dia 27 de abril, no mês seguinte aos homicídios da vereadora e do motorista, também chamou a atenção dos investigadores. Ele e um amigo bombeiro foram baleados no Quebra-Mar, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Um homem de motocicleta teria abordado o carro onde viajavam, mas os dois reagiram e balearam o criminoso, que fugiu.
Na época, a Polícia Civil informou que não descartava nenhuma hipótese para o crime, mas que havia grande possibilidade de ter sido uma tentativa de assalto. Lessa, baleado, foi levado ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, mas teria deixado logo a unidade sem prestar esclarecimentos. Os investigadores apuram as circunstâncias do crime.
Não é a primeira vez que o nome do PM reformado aparece no noticiário. Em 2009, Lessa foi vítima de um atentado, em Bento Ribeiro, quando uma bomba explodiu dentro da Toyota Hillux blindada que dirigia. Ele escapou da morte, mas perdeu uma das pernas, sendo obrigado desde então a usar uma prótese.
Lessa era ‘ficha-limpa’
Ninguém jamais havia investigado Ronnie Lessa. Embora os corredores das delegacias conhecessem a fama do sargento reformado, de 48 anos, associada a crimes de mando pela eficiência no gatilho e pela frieza na ação, Lessa era até a operação desta quarta-feira um ficha limpa. Egresso dos quadros do Exército, foi incorporado à Polícia Militar do Rio em 1992, atuando principalmente no 9º BPM (Rocha Miranda), até virar adido da Polícia Civil, trabalhando na extinta Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (DRAE), com a mesma função da atual Desarme, na Delegacia de Repressão à Roubo de Cargas (DRFC) e na extinta Divisão de Capturas da Polinter Sul.
A experiência como adido foi o motor da carreira mercenária de Lessa. A prática de cessão de PMs para a Polícia Civil começou no início dos anos 2000, quando o Rio ainda enfrentava uma onda de sequestros irrompida na década anterior. A primeira leva, transferida para a Divisão Anti-Sequestro (DAS), forjou outros nomes que posteriormente fariam fama no mundo criminal, como o do sargento da reserva da PM Geraldo Antônio Pereira, o Pereira; e o sargento Marcos Vieira de Souza, o Falcon, ex-presidente da Portela, ambos já foram assassinados em 2016, em situações diversas.
Programa vai auxiliar a comunicação entre professores e alunos com deficiência tendo como ferramenta um aplicativo que será instalado em tabletes adquiridos pela gestão do prefeito Edivaldo para uso em sala de aula; ação visa tornar o ensino mais acessível às crianças com deficiência
Prefeito Edivaldo investe em Educação Especial e estimula a inclusão de alunos com deficiência
A política de inclusão da rede municipal de ensino está sendo reforçada com o lançamento de aplicativo especializado no desenvolvimento da comunicação e no processo de aprendizagem de estudantes com alguma deficiência que impossibilite a fala. A ação integra o programa de tecnologia assistiva educacional, apresentado nesta segunda-feira (11) em evento realizado no auditório do Centro Cultural do Ministério Público do Maranhão, e que contou com a participação de de professores e gestores da rede municipal. A iniciativa faz parte da política de inclusão da gestão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior, que segue investindo na área da Educação Especial no ambiente escolar.
O aplicativo será usado em Salas de Recursos Multifuncionais de 50 escolas da rede municipal de ensino, facilitando a comunicação entre professores e alunos autistas, com síndrome de down, paralisia cerebral ou outros que possuem dificuldade com a fala. Além da ferramenta, a Prefeitura de São Luís adquiriu 50 tabletes para uso em sala de aula, já que o aplicativo foi desenvolvida no Sistema Android para este tipo de aparelho.
Para que o projeto seja implementado e o aplicativo seja eficaz no processo de ensino-aprendizado, professores e coordenadores pedagógicos da rede municipal participarão de um treinamento ao longo desta semana, com técnicos do aplicativo. A capacitação vai acontecer na U.E.B. Alberico Silva (CIEP) no bairro da Alemanha, das 8h às 11h e das 14h às 17h, até sexta-feira (15).
Representando o prefeito Edivaldo, o secretário municipal de Educação, Moacir Feitosa, destacou que a iniciativa é mais uma ação da gestão municipal para tornar o ensino mais acessível às crianças com deficiência. “Desde o início da gestão, o prefeito Edivaldo tem investido no desenvolvimento da Educação Especial, a fim de garantir meios de ampliar a inclusão. Já contabilizamos grandes avanços nessa área. Entre as iniciativas está o investimento no trabalho realizado nas salas de recurso, com o desenvolvimento de projetos como este”, disse o titular da Semed.
O aplicativo que será usado da rede municipal é a única tecnologia no mundo que possui recursos de inteligência artificial e aprendizado de máquina, desenvolvidos como tecnologia de acessibilidade. A ferramenta é considerada pela Organização das Nações Unidas (ONU) o melhor aplicativo de inclusão social do mundo e é destaque mundial por permitir o diálogo de pais e filhos ou de professores com seus alunos em sala de aula. Além do Brasil, é utilizado em países como Inglaterra, Portugal, Estados Unidos, Austrália, Egito, Peru, Argentina, Jordania, Arábia Saudita e África do Sul.
A ferramenta permite que pessoas com qualquer tipo de deficiência que impeça o processo da fala, como autismo ou paralisia cerebral, tenham autonomia na comunicação. É baseado em algoritmos inteligentes que se ajustam a vários graus de dificuldades motora, visual e cognitiva, corrigindo até mesmo os toques imprecisos das pessoas com deficiências.
Com o aplicativo, os usuários podem relatar emoções, indicar exatamente o que querem comer; selecionar desenhos, filmes, jogos, músicas que desejam assistir e escutar; ajuda a aprender a ler e a estudar conceitos complexos; interagir rapidamente em perguntas cujas respostas sejam sim ou não; entre outras coisas.
O lançamento do programa contou ainda com palestra magna sobre ‘Tecnologias Educacionais e Inclusão Digital para Estudantes com Deficiência’, ministrada pelo professor doutor da Universidade Federal do Maranhão, João Batista Bottentuit Júnior. Na oportunidade, professores dialogaram acerca do trabalho que poderá ser desenvolvido em sala de aula.
A professora da Unidade de Educação Básica (U.E.B.) Monsenhor Frederico Chaves, Kátia Rodrigues, disse que já pensa nos seus alunos. “Eu já conhecia o aplicativo é sonhava com ele em sala de aula. Poderemos trabalhar ainda mais a equidade, dando aos estudantes com deficiência as condições necessárias para se desenvolverem. Estou muito feliz e já penso no quanto meus alunos poderão aprender”, disse a professora.
A representante da Associação de Amigos do Autista do Maranhão (AMA), Darly Machado, reconhece o avanço da gestão do prefeito Edivaldo na área da Educação Especial. “O prefeito está sendo muito assertivo. Só temos a agradecer por essa iniciativa que vai ser de grande valia às crianças”, disse.
INCLUSÃO
Atualmente, 1.283 estudantes são beneficiados com o trabalho nas salas de recurso, desenvolvido pelo gestão do prefeito Edivaldo na área da Educação Especial. Existem cerca de 140 espaços do tipo em mais de 60 escolas da rede municipal de ensino. O espaço funciona no contraturno escolar e permite um atendimento individual e especializado e, a partir das necessidades específicas de cada um, favorece o aprendizado.
Além do investimento nas salas de recursos, as ações do poder público municipal que favorecem a inclusão social e o aprendizado de crianças com deficiência incluem o desenvolvimento do Programa Oportunizar, a criação da Escola Bilíngue, a disponibilização de intérpretes de Libras e cuidadores que atuam nas escolas municipais e a capacitação de professores, coordenadores, gestores e demais profissionais que trabalham na rede municipal de Educação. As ações integram a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva e contam com a adesão dos professores da rede municipal de ensino.
A lição das urnas parece que de nada adiantou para o ex-senador Roberto Requião.
Derrotado e certamente se sentindo um fracasso como político, essa figura abjeta reapareceu neste sábado (9) para mentir, ofender e caluniar os procuradores da Operação Lava Jato.
Vai certamente pagar por sua desonestidade.
Covarde, se escora nas narrativas e nas figuras de dois blogueiros petistas para sustentar suas mentiras.
Que fique bem claro os seguintes pontos declinados abaixo, para que sujeitos como Requião sejam devidamente desmascarados:
1. Os R$ 2,5 bilhões são valores devidos pela Petrobras ao governo americano. A empresa foi multada pela justiça daquele país. Petistas e aliados, durante a era PT, pensaram que poderiam vender títulos para investidores americanos e roubarem a Petrobras ao mesmo tempo.
2. A intervenção do MPF conseguiu que 80% da multa aplicada na Petrobras pudesse ser aplicada no Brasil, o que perfaz esses R$ 2,5 bilhões.
3. Esse valor, por questões óbvias, não poderia retornar para os cofres da Petrobras, para que não caracterizasse a subversão da natureza sancionatória de multa.
4. Dai a criação da Fundação, que não será gerida pelo MPF, mas sim, pela sociedade civil para destinação em iniciativas sociais.
Noutras palavras, o MPF recuperou um dinheiro perdido.
Requião é um calhorda e certamente terá que responder por suas infâmias e calúnias.
Debater a conservação sustentável da Área de Preservação Ambiental do Itapiracó (APA) é uma proposta do presidente da Câmara Municipal de São Luís, o vereador Osmar Filho (PDT).
De acordo com pedetista, é preciso proteger os recursos naturais para evitar problemas futuros e garantir o uso sustentável do biossistema.
“Nós como seres humanos e organização pública temos a missão de debater a utilização racional dos nossos espaços naturais. O objetivo da audiência é classificar propostas concretas de ações que visem a proteção em especial das nossas nascentes”, pontuou o vereador.
A implantação da proposta é fruto de colaboração conjunta. Os representantes da executiva do Fórum da APA Itapiracó (FAI) reuniram-se, no dia 13 de fevereiro, com o presidente da Câmara Municipal para firmar parceria na instalação do painel de debate sobre a importância da discussão da área. A data para a audiência ainda será definida.
Segundo Reginaldo Bordalo, secretário da FAI, a defesa do meio ambiente é de suma importância para transformar o cenário de políticas ambientais da capital.
Sobre a APA
A APA do Itapiracó compreende as regiões metropolitanas de São Luís e São José de Ribamar. A titularidade de área ambiental é reconhecida por reunir variedade de fauna, flora e nascentes de rio, compreendendo a conservação de cerca de 200 espécies do ecossistema maranhense.
Mais uma ação histórica em defesa da duplicação da BR-135 ocorreu na última sexta-feira graças ao trabalho do deputado Hildo Rocha que há três anos e meio luta em favor da conclusão da obra. Desta vez Hildo Rocha atuou intensamente, como coordenador da bancada, para que o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas e o diretor geral do Dnit, general Santos Filho, viessem ao Maranhão para vistoriar a Duplicação da rodovia.
“A duplicação da BR 135 tem sido um grande desafio para mim. Desde o primeiro mandato, iniciado em 2015, venho lutando para que essa duplicação seja realizada. Já fui xingado, já fui muito cobrado pela população que exige a conclusão da obra. Isso tem me estimulado a lutar pela concretização da duplicação da BR 135, até a cidade de Miranda do Norte, com mais vontade. A vinda do ministro Tarcísio foi um passo importante para que a duplicação seja concluída e parte nova, que se deteriorou prematuramente, seja refeita”, destacou Hildo Rocha.
O parlamentar ressaltou que a vinda do Ministro ao Maranhão foi ideia do deputado Eduardo Braide. “Ele fez um pronunciamento na tribuna da Câmara sugerindo a presença do Ministro no Maranhão ao mesmo tempo em que pediu que eu intermediasse, como coordenador da bancada, a visita técnica do Ministro”, explicou Hildo Rocha.
Trabalho persistente
A duplicação da BR 135 já se transformou em uma novela sem fim. Incontáveis prazos nunca cumpridos; orçamentos estourados sucessivas vezes; projeto defasado; dificuldades de engenharia; problemas climatológicos; insuficiência de recursos; embargos judiciais e divergências com o TCU. A lista de problemas que travam o andamento da obra é extensa. Mas, graças ao esforço coletivo da bancada federal, e da dedicação, insistência e coragem do deputado Hildo Rocha inúmeras questões foram resolvidas.
Recursos assegurados
A primeira, e mais significativa ação da bancada consistiu em assegurar os recursos para a conclusão do primeiro trecho entre o bairro Estiva, em São Luís até a cidade de Bacabeira. Em seguida, a luta foi para conseguir recursos para a continuidade da obra até Miranda do Norte. Novamente prevaleceu o bom senso e a união da bancada fez a diferença. Mas, apesar do esforço dos deputados e senadores do Maranhão, os problemas persistem.
Luta vigorosa
Sensível aos problemas e, numa incomum demonstração de união, a bancada manteve-se inabalável. A luta em defesa da duplicação da BR-135 não cessou, ao contrário, os congressistas maranhenses começaram a 56ª Legislatura lutando com mais vigor. Ponto para a bancada que está cumprindo com o seus deveres, honras para o deputado Hildo Rocha que exerceu papel relevante em todas essas ações.
Ministro reconhece atuação da bancada
Durante coletiva de imprensa, na sede do Dnit, em São Luis, o Ministro Tarcísio Freitas elogiou o trabalho da bancada federal. “A bancada federal do Maranhão tem sido muito atuante, muito parceira. O trabalho que a bancada federal do Maranhão tem feito demonstra profissionalismo, brasilidade. Isso para nós é muito importante. Os deputados nos trouxeram alguns problemas graves da infraestrutura do estado do Maranhão e isso despertou em nós a necessidade de vir ao Maranhão para perceber de perto o que está acontecendo”, explicou o ministro.
Problemas constatados
De acordo com o ministro, houve falhas na execução da obra que ocasionaram fadiga precoce de massa asfáltica. Em decorrência disso, está havendo infiltrações que comprometem a base. Outro problema grave é referente à restauração da pista antiga, que está prevista no contrato mas deixou de ser feita.
“É inadmissível que uma obra tão cara já apresente tantos problemas em tão pouco tempo. A gente não pode, de maneira nenhuma, permitir que uma empresa ganhe meio bilhão de reais entregue um pavimento nas condições que a gente viu hoje”, comentou o ministro.
O que será feito para solucionar os problemas
Tarcísio Freitas informou que está agendada para o final do mês de março uma audiência de conciliação na qual o Dnit buscará entendimentos com as empresas que executaram a obra para que elas recuperem o trecho duplicado e também façam a restauração da pista antiga, conforme prevê o contrato.