A Assembleia Legislativa lançou, nesta terça-feira (12), o novo sistema de gerenciamento eletrônico de documentos – o InovaLegis. A ferramenta permite o trâmite totalmente eletrônico de processos e documentos entre os setores administrativos da Casa.
Na solenidade de lançamento, o presidente da Alema, deputado Othelino Neto (PCdoB), fez a assinatura digital do primeiro processo eletrônico por meio do InovaLegis, dando início à utilização do sistema pelo Parlamento Estadual.
Participaram do evento diretores e servidores do Legislativo, que, a partir de agora, farão uso do sistema nas suas rotinas de trabalho. O deputado Wendell Lages (PMN) também esteve presente na apresentação. Entre os benefícios do InovaLegis estão economia com uso de papel, automatização dos fluxos processuais, compartilhamento do ambiente de trabalho em tempo real, além de transparência, segurança, celeridade e economicidade.
“Esse é mais um passo que nós damos, no sentido de modernizar os procedimentos da Assembleia Legislativa. Por isso, fizemos questão de ter esse momento de apresentação, para que entendamos como funciona o sistema e a importância dele, não só no que diz respeito à agilidade dos processos, mas como outros aspectos, a exemplo da economia de papel e o valor que isso tem no quesito ambiental”, destacou o presidente.
Othelino Neto afirmou, ainda, que a Assembleia passa a ser um exemplo para as outras instituições da sociedade. “Nesse sentido, inauguramos oficialmente esse sistema, assim como outros virão, para modernizar, dar celeridade, transparência e fazer com que a nossa Assembleia Legislativa se adeque a um novo momento e às novas tecnologias”, assinalou.
“É um momento de satisfação para toda a equipe, que se envolveu nesse projeto. O presidente Othelino, quando assumiu, uma das suas principais premissas foi a modernização da Casa. Demos o primeiro passo com a implantação do pregão eletrônico, colocando a Assembleia em um patamar de tecnologia na área de licitações. Estamos finalizando um trabalho longo, árduo, mas muito prazeroso”, ressaltou Antino Noleto, diretor administrativo da Alema.
A etapa inicial de carga de dados já foi finalizada e boa parte dos servidores já foram treinados para utilizar o sistema. Eles também contarão com todo o suporte técnico após a implantação. Segundo Paulo Marcelus Castro Silva, diretor de Tecnologia da Informação da Alema, o sistema é totalmente implantado no centro de processamento de dados da Casa, contando, assim, com todo o suporte para garantir a segurança das informações.
“É um sistema, como o nome já diz, inovador, através de uma empresa contratada, que fez a idealização e que já está trabalhando conosco há algum tempo, fazendo o trabalho de treinamento dos funcionários e implantação do sistema. É importante ressaltar que o sistema é totalmente implantado no Data Center da Assembleia Legislativa, com total segurança dos nossos sistemas de antivírus, firewall e pode ser acessado tanto no sistema de intranet da Alema, quanto nos sistemas web, através da internet”, explicou.
“O objetivo não é só criar automação na Casa, mas mudar rotinas. É preciso que todos nós estejamos engajados nesse processo de mudança. A área Legislativa, que será o segundo momento, já está em fase final e vamos disponibilizar à sociedade, em tempo real, todo o processo legislativo”, completou Braúlio Martins, diretor-geral da Mesa Diretora.
Escrevo-lhe na condição de cidadão brasileiro, de eleitor e em último lugar, como médico.
Atendi doentes que ficaram por semanas em corredores aguardando UTI e vi pacientes psiquiátricos correndo nus durante os meus plantões.
Não tenho qualquer procuração de “entidades médicas” para me manifestar em nome delas, não sei (nem quero saber) se meus colegas acreditam ou concordam com aquilo que vou narrar e lhe pedir.
Ingressei no serviço público municipal da minha cidade no ano 2000.
Trabalhando em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), vi pessoas morrendo em cadeiras de plástico, vi funcionários mandando embora pacientes HIV positivos com febre de quarenta de graus dizendo que “não era nada grave”.
Atendi doentes que ficaram por semanas em corredores aguardando leito em Unidade de Terapia Intensiva e vi pacientes psiquiátricos correndo nus dentro do serviço no qual eu fazia meus plantões.
Tudo anotei, descrevi e denunciei ao Conselho Regional de Medicina e acabei estimulando contra mim mesmo, o ódio e a perseguição política na carreira funcional.
Respondi a dezenas de sindicâncias e a um processo administrativo por insuficiência em “Estágio Probatório” cujas avaliações eram feitas com base nos relatos de enfermeiras, técnicos de enfermagem e membros da “comunidade” cabendo à médica que era minha chefia direta – petista histérica que hoje está dentro do nosso Sindicato Médico – subscrever o que diziam de mim (coisa que ela fez sem qualquer problema de consciência).
Depois disso tudo ficou claro pra mim que eu não podia mais trabalhar em UPA alguma como médico do Serviço Público. Procurei então mudar de especialidade e me tornei intensivista (até então era clínico e cardiologista).
Fiz isso com intuito de ficar longe do terror, do descaso, do verdadeiro inferno que são as UPAS e serviços de Emergência no nosso país para qualquer médico que não seja corrupto, louco ou comunista.
Em 2014, depois de ter escrito sobre o Programa Mais Médicos, depois de me insurgir contra as barbaridades que vi acontecerem dentro da Unidade de Terapia Intensiva em que eu trabalhava, uma médica (em conluio com os comunistas da Direção) me acusou de “violência contra mulher”.
Capitão Bolsonaro (assim o chamo agora porque sou também tenente da reserva da Força Aérea Brasileira), tudo isso que escrevi acima é apenas parte da minha história no Serviço Público como Médico. Eu não tenho aqui interesse algum de despertar piedade ou pedir ao senhor qualquer coisa – meu objetivo hoje é deixar o Brasil e ser médico em outro país.
Escrevo-lhe por considerar minha obrigação, em primeiro lugar, tornar público aquilo que aconteceu comigo e, em segundo, dizer ao senhor aquilo que considero ser prioridade na área da saúde se o senhor, porventura, conseguir se eleger. O que deve ser dito é o seguinte:
Toda Rede Hospitalar Brasileira foi destruída pelo Regime Petista. UPA’s são lugares criados para esconder a morte de pacientes que deveriam estar dentro de hospitais: a UPA é um lugar em que se atende tudo aquilo que não é suficientemente grave e poderia ser resolvido num posto de saúde, ou coloca a vida do paciente em risco e ele deveria estar dentro de um Hospital.
Deputado Bolsonaro, enquanto existir SUS no Brasil o PT e o comunismo na área da Saúde vão estar vivos.
O senhor não poderá acabar com o SUS pois será impedido pela Constituição Federal, mas pode mudar toda História da Saúde Pública se afastar, se exonerar e expulsar de dentro do Ministério da Saúde, a corja, a ralé de alcoolistas, pederastas, pedófilos, viciados, corruptos, vagabundos e estelionatários do PT, PSOL e PC do B que hoje MANDAM e DESMANDAM na Saúde Pública Brasileira e que fizeram comigo (e com centenas de outros médicos) isso que narrei no início da carta.
Acabe, eu lhe imploro, com a Ditadura Comunista na Saúde Pública, não ceda mais um centavo sequer para postos de saúde e UPA’s – o Brasil foi transformado num “postão”!
Ajude a reconstruir a Rede Hospitalar Brasileira, lute para FECHAR e não para abrir mais faculdades de Medicina! Colabore com as entidades médicas na formação de um plano de carreira e de um piso salarial mínimo em todo país, ajude os médicos brasileiros a se fazerem respeitar pela Imprensa Vagabunda Petista que hoje nos massacra expulsando os escravos cubanos (falsos médicos) trazidos por Dilma Rousseff e por outro bandido da minha profissão chamado Alexandre Padilha.
Não sei se o senhor vai conseguir se eleger: acredito que pode ser assassinado a qualquer momento pela Organização Criminosa que comanda o Brasil ou que as urnas possam ser fraudadas dando a vitória a quem puder ser controlado por ela.
Minha história eu tornei pública. Ela vai passar despercebida, mas com o meu voto o senhor pode contar.
A grande maioria dos magistrados brasileiros está de acordo com duas das 14 propostas que fazem parte do projeto Anticrime apresentado pelo ministro da Justiça Sergio Moro na semana passada. Os dados, coletados ao longo do ano de 2018 pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), mostram que em relação ao “plea bargain” (ou modelo de transação penal), 89% dos juízes de primeira instância e 92,2% dos desembargadores acreditam que investigados pelo Ministério Público podem se declarar culpados antes mesmo do caso em questão se transformar em um processo ou durante o decorrer dele.
A confissão gera uma pena mais branda.
O sistema tem a aprovação de 82,4% dos ministros. Todas as classes do Judiciário defendem, porém, que os acordos entre as partes devem passar pela anuência dos magistrados.
PRESSUPOSTOS – No projeto de Moro, a ideia é que o mecanismo seja válido para casos que não envolvam violência ou grave ameaça e que tenham o limite de quatro anos como pena máxima.
O objetivo, segundo o responsável pela pasta da Justiça e da Segurança Pública, é agilizar a velocidade e a tramitação dos casos que possam ser resolvidos sem “o julgamento custoso”.
Em relação aos depoimentos por vídeo, mais de 85% deles desejam que esse tipo de interrogatório possam ser realizadas de maneira mais recorrente.
Os juízes de primeiro grau, classe em que se concentram profissionais mais novos, a aprovação sobre o tema chega a 96,1%. Entre os que ocupam cadeiras em tribunais superiores, o número é de 94%.
APOIO MASSIVO – Relacionadas diretamente com a dinâmica do poder Judiciário, a utilização mais frequente das videoconferências no decorrer dos processos penais e a implantação do “plea bargain” (conceito importado do direito norte-americano) ganharam a aprovação expressiva dos mais de 4 mil juízes de primeiro e segundo grau, ministros de tribunais superiores e magistrados aposentados que responderam a uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela AMB.
A apresentação sobre o perfil da magistratura brasileira foi feita no auditório da AMB no Rio de Janeiro e foi acompanhada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli.
Também foram divulgados índices sobre outras questões, como a opinião dos juízes, desembargadores e ministros, incluindo os já aposentados, sobre a utilização de símbolos religiosos em prédios do Judiciário (com aprovação maior entre os mais velhos) e a jornada de trabalho (61,03% dos entrevistados apontou que há sobrecarga de trabalho).
Hoje (12), o deputado Zé Gentil (PRB) em companhia do deputado Adelmo Soares (PCdoB) foram recebidos pelo Secretário de Saúde do Estado, Carlos Lula, para buscar a renovação do convênio entre governo do Estado e a Prefeitura de Caxias, que findou no dia 31 de dezembro de 2018.
Zé Gentil disse que foi bem recepcionado pelo Secretário Carlos Lula, que prometera rever a renovação e, assim, dá continuidade ao atendimento aos caxienses pela rede municipal de Saúde e através do Hospital Macrorregional (Estado) no município.
Buscando melhorar a saúde do município, o deputado Zé Gentil propôs, ainda, ao secretário Carlos Lula a parceria entre os dois entes públicos: Estado e Município para manter o Hospital Geral do Município (Gentil Filho), que vem sendo ampliado e reformado pela Prefeitura, com recursos próprios.
“A reforma se faz necessária, pois a ampliação e a readequação da UTI terão mais cinco leitos, além da ampliação do Centro Cirúrgico, que recebeu mais salas de cirurgias, além da reforma da cobertura, do forro, da pintura, das instalações elétricas, hidráulicas e sanitárias, conforme as exigências da OMS e do Ministério da Saúde. Espero que o secretário nos ajude a manter essa unidade hospitalar de grande utilidade aos caxienses’, frisou Zé Gentil.
Zé Gentil disse ter saído satisfeito com a conversa mantida com o secretário Carlos Lula e espera ansioso pela renovação do convenio e com a ajudar para manter o Hospital Geral do Município (Gentil Filho). “É importante que o sistema de saúde do município divida as responsabilidades com o Hospital Macrorregional (Estado), visto que Caxias atende toda a Região, inclusive Timon. Por isso, é importante a parceria entre governo do Estado a Prefeitura de Caxias”, finalizou Zé Gentil.
A Medida Provisória 871/2019, que determina mudanças no Regime Geral da Previdência Social, retira dos sindicatos o direito que estes tinham de atestar a condição de trabalho rural e de pescadores artesanais. Entretanto, essa medida poderá deixar de ter validade caso seja aprovada emenda de autoria do deputado federal Hildo Rocha.
A MP 871/209 determina que as prefeituras municipais e órgãos dos governos estaduais assumirão a tarefa de atestarem a validade de pessoas que trabalharam como pescadores artesanais ou trabalhadores rurais. De acordo com o parlamentar, a intenção do governo é acabar com as fraudes por meio das quais algumas pessoas conseguem se credenciar para receber benefícios sociais sem que de fato tenham o direito.
Mas, Hildo Rocha argumenta que essa mudança não irá fazer com que as fraudes deixem de acontecer. “Repassar essa atribuição para prefeituras e para os governos estaduais não irá resolver o problema. O que tem que ser feito é punir quem eventualmente venha a praticar fraudes. Foi com essa finalidade que apresentei uma emenda que assegura aos sindicatos o direito que foi retirado pela MP 871/2019”, destacou o parlamentar.
Punição aos infratores
O deputado enfatizou que é necessário fiscalização eficiente e leis rígidas para punir quem assinar declarações em benefício de pessoas que não preencha os requisitos para se aposentar como trabalhador rural ou pescador artesanal.
“Entendo que nesse caso os fraudadores devem ser punidos com prisão de seis anos. Assim, acredito que as fraudes irão diminuir consideravelmente sem que seja necessário tirar direitos e atribuições dos sindicatos”, afiançou Hildo Rocha.
Na manhã desta segunda-feira (11), o deputado estadual Wellington do Curso foi ao encontro de motoristas de vans que realizaram uma paralisação no km 42 da BR-135, no povoado Bacabeira, a 58 km de São Luís. De acordo com os motoristas, o protesto foi motivado após a apreensão de 62 vans na semana passada.
Na ocasião, o deputado Wellington entrou em contato com o presidente da Agência de Mobilidade Urbana, Lawrence Melo, e marcou uma reunião em caráter de urgência, que aconteceu ainda agora pela manhã e fez com que os motoristas desfizessem a manifestação e acompanhasse o parlamentar até à MOB.
“Fomos até o local em que os motoristas de vans estavam mobilizados, atendendo à solicitação feita por eles. Lá, tendo por objetivo conciliar os interesses tanto dos motoristas quanto do estado do Maranhão, entrei em contato imediatamente com o presidente da MOB, que logo nos recebeu. Assim, foi suspensa a manifestação. Terminamos a reunião ainda agora, no início da tarde e, após mais de 3 horas de discussão, conseguimos encontrar medidas que atendem a ambos, entre elas um novo prazo para a regularização do transporte. Nosso mandato é assim: no meio do povo e de resultados”, disse Wellington.
Como encaminhamentos da reunião entre o deputado Wellington do Curso, a MOB e os motoristas alinhou-se que será concedido o prazo de 45 dias, após a publicação da Portaria da MOB, para que os motoristas apresentem toda a documentação e, assim, regularizem a situação do veículo. Além disso, em relação às multas, o presidente da Agência Estadual comprometeu-sem em avaliar os casos de forma individualizada.
Ainda na ocasião, Wellington propôs uma frente funcional organizada pela MOB para receber e prestar todo o auxílio técnico aos motoristas, o que permitirá que tenham amplo acesso à Agência de Mobilidade Urbana e, consequentemente, maior facilidade na regulamentação veicular. Além disso, se comprometeu em apresentar um Projeto de Lei que altera a Lei N°7.736, entre outros pontos, quanto ao valor de multas cobrados dos motoristas. Há, também, a proposta para que o Governo garanta a concessão de incentivos fiscais para a aquisição de veículos para uso exclusivo em transporte alternativo.
Os vereadores da Câmara Municipal de São Luís conheceram, na manhã desta segunda-feira, 11, o projeto básico e executivo do Cais Flutuante São Luís-Alcântara (Terminal Portuário da Ponta D’Areia, na Capital, e Terminal Portuário da Independência, em Alcântara). A apresentação realizada pelo presidente da Agência Executiva Metropolitana (Agem), Lívio Jonas Mendonça Corrêa, e por técnicos do órgão, ocorreu na sala de reuniões do Palácio Pedro Neiva de Santana, sede do legislativo ludovicense.
Atualmente, a travessia entre as duas cidades depende das oscilações de maré. Diante desta realidade, as viagens ficam restritas a horários oscilantes do dia, o que inviabiliza o melhor aproveitamento turístico e econômico de Alcântara, que faz parte da Região Metropolitana da Grande São Luís.
Para Lívio Corrêa, a construção do terminal vai mudar essa situação. “A construção do Terminal Portuário da Ponta d’Areia, em São Luís, e do Terminal Portuário da Independência, em Alcântara, vai mudar essa situação”, destacou.
Com as obras, o Cais da Praia Grande deixará de ser o único Terminal Hidroviário da capital. Isso também vai ampliar o número de viagens feitas por dia, pois, segundo Corrêa, smente no novo Terminal Portuário na Ponta D’Areia estima-se a realização de 24 viagens por dia, com embarcações saindo a cada 1 hora, transportando 3.312 passageiros diariamente.
Para Osmar Filho (PDT), presidente da Câmara, o Cais Flutuante São Luís-Alcântara vai contribuir para o incremento econômico, fortalecendo ainda mais o turismo na região. “Será uma obra importante e que impulsionará o turismo, pois permitirá ao turista vir para nossa cidade e visitar nossas maravilhas sem pressa e também podendo desfrutar das belezas e culinária alcantarenses”, disse
COMO VAI SER
Com obras de alta complexidade, os terminais contarão com urbanização das regiões do entorno. As áreas terão estacionamento, jardim, passeio, espaços para comercialização de artesanato, lanchonetes, banheiros, área de retroporto, píer e rampas de acesso móveis.
Em São Luís, o Terminal da Ponta d’Areia será construído em uma área próximo ao Espigão Costeiro e contará com área de 6.954,46 m² com capacidade para sete embarcações grandes e 16 pequenas.
Já o Terminal Independência construído em Alcântara será na localidade Sítio da Independência, com área útil de 4.177,52 m².
“Estamos trabalhando para concluir o processo de aquisição das licenças necessárias para que em seguida iniciemos o processo licitatório. Por se tratar de obra de grande envergadura, a previsão é que os dois cais estejam concluídos em 18 meses”, afirmou o presidente da Agem.
ESCOAMENTO DA PRODUÇÃO
A Agem está apresentando os projetos para instituições envolvidas no projeto. Na semana passada, a Câmara Municipal de Alcântara recebeu a equipe da Agência para conhecer os detalhes técnicos da obra.
Além de garantir a exploração integral das potencialidades turísticas de Alcântara, os novos Terminais Hidroviários encurtarão em mais de 200 quilômetros o acesso à Baixada Maranhense.
“Considerando que o cais pode aportar pequenas e médias embarcações, haverá também facilidade para carregamento de cargas, facilitando o escoamento da produção, encurtando distâncias e barateando as viagens”, disse Lívio Corrêa.
O presidente da Comissão de Mobilidade da Câmara de São Luís, vereador Raimundo Penha (PDT), elogiou o esforço do Governo do Maranhão para a realização de mais uma ação importante para o município.
“Com essa obra, em pouco tempo, São Luís ganhará uma via de ligação com o município de Alcântara através da Baía de São Marcos sem precisar das tábuas de marés. Isso é fundamental para melhorar a qualidade de vida da população e para incrementar a economia local”, disse o pedetista.
O Projeto dos Terminais Portuários também será apresentado aos dirigentes do Centro de Lançamento de Alcântara e ainda às instituições da sociedade ligadas ao empreendimento. A reunião de apresentação também contou com a presença do arquiteto José Domingos de Brito, sócio proprietário da empresa Via Arquitetura; do deputado federal Pedro Lucas Fernandes; do secretário adjunto de estado de Turismo, Hugo Viega; vereadores e pessoas da sociedade civil que acompanhavam pela galeria da Casa.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), confirmou nesta segunda-feira (11) que arquivou o pedido de abertura Comissão Parlamentar de inquérito (CPI) da “Lava Toga”, como foi apelidada. O motivo? Falta de assinaturas.
O requerimento era de autoria do senador Alessandro Vieira (PPS-SE) e tinha o objetivo de apurar o “ativismo judicial” em tribunais superiores, incluindo o Supremo Tribunal Federal (STF).
Como esperado, a comissão gerou um intenso mal estar no Judiciário. Ministros entenderam que a CPI seria uma tentativa dos senadores chamarem a atenção e dar eco a críticas das redes sociais à atuação do STF.
O arquivamento se deu porque dois senadores decidiram retirar o apoio que haviam dado para a criação do colegiado: Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Kátia Abreu (PDT-TO). No entanto, o senador Eduardo Gomes (MDB-TO) também deve formalizar até o fim do dia a retirada de sua assinatura, informa o Estadão.
Integrantes do STF veem as digitais do ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, nas movimentações do senador Delegado Alessandro Vieira.
A Assembleia Legislativa do Maranhão, por meio da Diretoria de Tecnologia da Informação, lança, nesta terça-feira (12), às 8h30, no Auditório Neiva Moreira, no Complexo de Comunicação, o novo sistema de gerenciamento eletrônico de documentos: InovaLégis. O evento é direcionado a servidores da Casa e contará com a presença do presidente da Assembleia, deputado Othelino Neto (PCdoB).
O novo diretor de Tecnologia da Informação da Assembleia, Paulo Marcelus Castro Silva, disse que o sistema inaugura uma nova era na administração do Parlamento estadual, possibilitando uma gestão moderna de documentos e processos de forma eletrônica e ainda mais eficiente.
“Entre os serviços disponibilizados no sistema InovaLégis destaca-se, por exemplo, o trâmite totalmente eletrônico de processos e documentos administrativos entre os diversos setores da Alema, sem a intervenção humana”, explicou.
Paulo Marcelus disse ainda que, dentre os benefícios esperados com a implantação do Sistema InovaLégis, estão a redução de custos financeiros e ambientais associados à impressão (impressoras, toner, papel, contratos de impressão); redução de custos operacionais relacionados à entrega e ao armazenamento de documentos e processos, e do tempo gasto na abertura, manipulação, localização e tramitação de documentos.
A Assembleia Legislativa, por meio da Diretoria de Tecnologia da Informação, lança nesta terça-feira (12), às 8h30, no Auditório Neiva Moreira, no Complexo de Comunicação, o novo sistema de gerenciamento eletrônico de documentos, o InovaLégis. O evento contará com a presença de servidores da Casa e do presidente da Assembleia, deputado Othelino Neto (PCdoB).
O quê: Lançamento do novo sistema de gerenciamento eletrônico de documentos
Quando: Nesta terça-feira (12), às 8h30
Onde: Auditório Neiva Moreira, no Complexo de Comunicação da Assembleia Legislativa
Portando cartazes, candidatos aprovados no concurso se concentraram em frente à sede do MP de Caxias
Candidatos aprovados no concurso público da Prefeitura Municipal de Caxias realizaram uma manifestação pacífica na manhã desta segunda-feira (11), em frente à sede do Ministério Público do Estado do Maranhão (MPMA-MA) no Centro de Caxias, contra a suspensão da nomeação dos aprovados no certame. Na semana passada a Prefeitura havia realizado a primeira chamada de 495 aprovados de todas as áreas.
Logo depois, os aprovados seguiram para a sede da Prefeitura de Caxias onde foram recebidos pelo prefeito de Caxias Fábio Gentil, e reforçaram o
pedido pela não anulação do concurso. Durante a conversa, o prefeito reforçou que, na semana passada já havia realizado a primeira chamada dos primeiros 495 aprovados, e destacou que está disposto a cumprir a função que lhe cabe enquanto gestor público, mas ressaltou que aguarda a decisão do Judiciário para que os aprovados sejam convocados e nomeados de imediato em suas devidas funções.
Candidatos cobram nomeação imediata, enquanto o MP tenta barrar o processo
Estiveram presentes à mobilização aprovados das cidades de Timon, Barra do Corda, além de pessoas de outras cidades e estados. “Nós estamos querendo que as autoridades nos deem uma justificativa sobre a nomeação do concurso. Eu passei por mérito e competência, a base de muito estudo e quero ser chamada para exercer minha função de Professora”, disse Caroline Bezerra, aprovada no concurso.
O Ministério Público do Maranhão alega que recebeu questionamentos sobre a lisura da prova e a capacidade técnica da banca organizadora do Instituto Machado de Assis, que aplicou as provas do certame.