O Grupo extremista acusou as vítimas de serem de clã que colabora de Israel. Segundo a agência de notícias RFI, os mortos são membros de clãs e milícias rivais, todos de famílias tradicionais de Gaza, que “se mantêm fortemente armadas”.
Autoridade Palestina afirmou que os atos são “crimes hediondos”, cometidos “fora da estrutura da lei e sem julgamento justo”. Uma nota assinada pelo presidente Mahmoud Abbas condenou as execuções.
Não há até o momento um número oficial de mortos. Segundo o portal israelense Ynet, ao menos 52 pessoas de um só clã, o Dagmoush, teriam morrido. A Autoridade Palestina mencionou “dezenas” de vítimas.
Autoridade Palestina também diz que Hamas tenta controlar a Faixa de Gaza, “obstruindo a reconstrução”. “Restaurar o estado de direito e as instituições legítimas é o único caminho para acabar com o estado de caos”, diz a nota.
Israel afirma que não existe vácuo na Faixa de Gaza e que o Hamas voltou a ser a autoridade local. O grupo extremista teria assumido o que restou das maiores cidades do território. Isso porque, segundo o que foi determinado pelo acordo, os militares israelenses deixaram esses pontos, recuando para a chamada “Linha Amarela”, traçada no acordo com os EUA.
Com informações do UOL
Publicado em: Política




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