Postado por Caio Hostilio em 15/abr/2026 - Sem Comentários
Auditoria do TCU identificou 111 voos da FAB com apenas um passageiro e outras dezenas de viagens de autoridades sem justificativa adequada… Pobre contribuinte!!! Em conformidade com que disse esse blog na matéria “Editorial: Brasil: Um país cheio de podridão!!!“A fiscalização revelou que, em uma amostra de 266 processos de pedidos de voos, 25% não foram localizados. Nos registros encontrados, aponta o TCU, não há justificativa exata para o uso de aviões da FAB em detrimento de voos comerciais. A Corte também afirmou que, em 70% dos voos analisados, os passageiros embarcados não foram devidamente identificados.
Segundo o TCU, a FAB não possui um controle interno para impedir que pessoas não autorizadas pelo decreto que regulamenta o transporte oficial utilizem os voos. “O Comando da Aeronáutica não emite qualquer juízo de valor acerca da motivação do requerimento de transporte e do atendimento aos requisitos normativos”, diz o documento da auditoria.
O plenário do TCU determinou, nesta terça-feira (15/4), que a Casa Civil apresente, em até 30 dias, um plano de ação conjunta com medidas para reformular as regras de uso dos voos da FAB. As novas diretrizes, conforme a decisão do tribunal, devem ser implementadas pelo Comando da Aeronáutica em um prazo de até 180 dias.
“A auditoria destacou, ainda, a ineficiência em decorrência da baixa taxa de ocupação de assentos: verificou-se que, no período de 2020 a julho de 2024, foram realizados 111 voos para o transporte de apenas 1 passageiro e 1.585 voos (21%) para transportar até 5 passageiros, sendo que a aeronave utilizada pela FAB com menor capacidade de transporte carrega 8 passageiros”, diz o documento.
Os voos da FAB são usados por autoridades dos Três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário).
Por Metrópoles
Postado por Caio Hostilio em 15/abr/2026 - Sem Comentários
Senador diz que investigação tenta intimidá-lo e prometeu manter declarações em que associa Lula a “marginais e terroristas”O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reagiu à abertura de um inquérito pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), por suposta calúnia contra o presidente Lula (PT), seu principal adversário na eleição presidencial.
O filho de Jair Bolsonaro será investigado por atribuir ao petista, em publicação no X de 3 de janeiro de 2026, a prática de diversos crimes, como tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, fraudes em eleições
Em conversa com jornalistas, Flávio disse se tratar de um “cerco jurídico” para intimidá-lo. O senador disse ainda que pretende, ao ser intimado, solicitar que Moraes peça ao governo dos Estados Unidos documentos sobre o ditador Nicolás Maduro, preso em Nova York.
“Um cerco jurídico para tentar me intimidar e tentar me inibir de falar o que eu penso. Aquilo ali é pura liberdade de expressão, todo mundo sabe a relação do Lula com o Maduro [ditador venezuelano] e nós vamos, assim que formos intimados, pedir para que o ministro Alexandre de Moraes para que ele peça ao governo americano toda a documentação que existe em relação ao Maduro e a sua relação com o Lula. Porque, quem está acusando o Maduro de ser terrorista é o governo americano, não sou eu.“
Flávio também prometeu não se “calar” de associar o presidente Lula a “marginais” e “terroristas”.
“A ligação histórica que existe entre Lula e Maduro é pública, então, sinceramente, eu não entenid qual é a intenção do ministro Alexandre de Moraes em aceitar abrir um inquérito como esse. Vamos aguardar e não vou me calar de dizer que Lula é ligado a marginais, a terroristas. É isso que ele cultivou, é isso que ele pratica com todo o seu posicionamento”, afirmou.
Assinada em 13 de abril de 2026, a decisão de Moraes conta com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR).
A providência pleiteada está amparada em publicação realizada em ambiente virtual público, acessível a milhares de usuários, em que se atribui falsamente, de maneira pública e vexatória, fatos delituosos ao Presidente da República (tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras e fraudes eleitorais)”, diz a Procuradoria.
Em 3 de janeiro, após a captura do ex-ditador venezuelano Nicolás Maduro, Flávio Bolsonaro escreveu:
“Lula será delatado.
É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas…”
Por o antagonista
Postado por Caio Hostilio em 15/abr/2026 - Sem Comentários
Já está publicado no Diário Oficial da Prefeitura de Caxias, a lista com o resultado final dos e os nomes 100 jovens que vão participar do Programa Meu Primeiro Emprego 2026, que foram selecionados pelo Agente Integrador do Programa, o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial em Caxias. Mantido 100% pela Prefeitura de Caxias, o programa teve ampla adesão em 2026, contabilizando mais de 300 inscritos. Além disso, também foi publicada a relação com as 95 empresas que vão receber os jovens selecionados.

O Programa Meu Primeiro Emprego tem como principal objetivo oferecer oportunidades de inserção no mercado de trabalho para jovens, promovendo experiência prática e desenvolvimento profissional. Durante seis meses, os selecionados irão desempenhar atividades nas empresas privadas, recebendo meio salário mínimo, por meio turno de estágio remunerado. O programa abre portas para a continuidade no emprego, já que, ao término do período, os jovens poderão ser efetivados, caso apresentem bom desempenho e atendam às expectativas das empresas.


Os jovens não aprovados no ranking da classificação do Programa Meu Primeiro Emprego, poderão aguardar em uma lista de espera para possíveis vagas remanescentes.

O programa é acompanhado de perto pelas secretarias municipais de Trabalho e Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Empreendedorismo e Economia Criativa de Caxias.
Postado por Caio Hostilio em 15/abr/2026 - Sem Comentários
Uma decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) determinou a retirada de um vídeo publicado por um perfil no Instagram, por considerar que o conteúdo tinha caráter eleitoral irregular e objetivo claro de atacar a imagem do pré-candidato ao governo do Estado, Orleans Brandão.
De acordo com a decisão, a publicação utilizava inteligência artificial para simular um diálogo fictício envolvendo o próprio Orleans, em um formato conhecido como “deep fake”. O material, segundo a relatora, apresentava “nítida intenção de macular a imagem” do pré-candidato, além de violar regras eleitorais ao não informar o uso de conteúdo sintético .
A magistrada também reconheceu que o vídeo configurava propaganda eleitoral antecipada negativa, destacando que esse tipo de prática compromete não apenas a honra do pré-candidato, mas também o equilíbrio da disputa eleitoral. Diante disso, foi concedida liminar determinando a remoção do conteúdo em até 24 horas, sob pena de multa diária de R$ 5 mil, além da proibição de novas publicações com teor semelhante .
O caso joga luz sobre a atuação de páginas que, sob o disfarce de conteúdo informativo, têm se dedicado sistematicamente à produção e disseminação de ataques contra Orleans Brandão nas redes sociais. A utilização de tecnologia para criar falas e situações inexistentes marca um novo patamar na estratégia de desinformação digital, agora com o uso explícito de ferramentas de manipulação de imagem e voz.
A decisão do TRE-MA sinaliza um freio importante nesse tipo de prática, reforçando que o uso de inteligência artificial para distorcer a realidade e influenciar o debate público não será tolerado no processo eleitoral. O episódio também levanta um alerta sobre o papel dessas páginas no ambiente político digital e os limites entre opinião, crítica e desinformação deliberada.
Postado por Caio Hostilio em 15/abr/2026 - 1 Comentário
Primeiramente por ser um país que vive uma crise moral nos três poderes, cujas resultados são avaliações são péssimas diante da opinião pública.
O poder judiciário com seus penduricalhos, suas vendas de sentenças, com suas arbitrariedades e arranjos jurídicos. Onde homens se julgam intocáveis, “deuses”, que se arvoram contra todos e contra tudo àquilo que pode os atingir. Interferem nos outros poderes sem o menor constrangimentos. Comandam o país com o aval do poder Executivo, que os colocou lá de propósito para comandar o sistema carcomido instalado nesse país.
Vale ressaltar, que esses “deuses” não tiveram sequer um voto dos brasileiros, por isso deveriam se comportar apenas como agentes públicos.
São tão poderosos que não aceitam serem confrontados, mesmo que estejam envolvidos até os dentes com os escândalos como os do Banco Master e do INSS.
O poder Legislativo está completamente esfacelado, sem credibilidade alguma, pois se agacha aos anseios, através de benesses, ao poder executivo e por medo do poder judiciários, haja vista que a maioria esmagadores são agentes dos mais absurdos atos de corrupção.
Não representam o povo brasileiro, mas sim suas artimanhas politiqueiras em benefícios próprios. Fazem vistas grossas aos mais absurdos atos de corrupção, bastando para isso ver como fazem para abafar as CPMIs. Não passam de hipócritas.
Poder Executivo faz de conta que está tudo bem, quando vive numa narrativa falsa, cuja falência do Brasil está prestes a vir à tona, quando o PIB não supera os gastos, como vem afirmando o FMI. Tudo por um populismo desenfreado pelo poder. Seus agentes estão envolvidos nos mais alto níveis de corrupção.
Conseguiu falir as estatais novamente, bastando ver o resultado deficitário dos Correios, que precisará de milhões e milhões para se reerguer.
O pior de tudo é ver brasileiros defendendo toda essa podridão por pura ideologia sem conhecê-la de fato.
Que possamos aprender a conviver com toda essa podridão!!!
Postado por Caio Hostilio em 15/abr/2026 - 2 Comentários
O MP do Maranhão acionou a Justiça contra a instalação de uma estátua da Havan na capital São Luís… Enquanto isso, São Luís continua sem perspectivas dignas de transporte coletivo, sem saneamento básico, principalmente em bairros centenários, sem oferecimento de saúde pública de qualidade, sem uma educação que exerce o ensino/aprendizagem de ponta, sem escoamento de água pluvial, sem respeito digno ao acervo patrimonial etc.Na ação civil pública protocolada contra a instalação de uma réplica da Estátua da Liberdade em uma loja da Havan, o Ministério Público do Maranhão (MPMA) pede que a empresa e o município de São Luís sejam condenados a pagar R$ 500 mil em indenização por danos morais coletivos. O requerimento consta no processo em que o MP acusa a loja causar “poluição visual” com a estátua na capital maranhense.
O MP quer que o valor seja revertido ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos no Brasil, “em razão da instalação de engenho publicitário ilegal, da poluição visual imposta à coletividade e da omissão na fiscalização urbanística“.
O caso foi protocolado na Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luis. No pedido, o MP afirmou que a estrutura “configura poluição visual” e descumpre normas urbanísticas e ambientais, sendo considerada um “engenho publicitário extraordinário” sem o devido licenciamento. A estátua tem 35 metros de altura.
No processo protocolado em 3 de abril, o MP ainda pede que a Havan inicie, em 30 dias, o processo de licenciamento específico para “engenhos publicitários de caráter extraordinário” e que o município de São Luís analise o pedido de licenciamento com prioridade, incluindo a constituição da comissão para a “análise de interferência”.
De acordo com o promotor Cláudio Rebêlo, titular da 2ª Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente de São Luís, a ação teve origem em uma representação formalizada em agosto de 2021 pelo Coletivo #AquiNão.
No decorrer do processo, a Havan alegou que a estátua era parte integrante da identidade visual, instalada em propriedade privada, e que não causava poluição visual ou desproporção, visto que o empreendimento possuía alvará de construção válido.
O Ministério Público, porém, contestou a versão. O órgão apresentou um laudo técnico elaborado pelo Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), que concluiu que o monumento se trata de um “totem autoportante fixo estático de caráter extraordinário” com fins publicitários, uma vez que constitui símbolo comercial da loja.
“Após esgotar a fase de apuração e diante da recalcitrância da empresa em se adequar à legislação e da omissão do município em fazer valer seu poder de polícia, o Ministério Público concluiu que a intervenção judicial torna-se a única alternativa para resguardar o interesse difuso da coletividade”, pontuou o promotor de Justiça.
O MPMA pediu que a Justiça, em medida liminar, determine que a Havan inicie, em 30 dias, o processo de licenciamento específico para “engenhos publicitários de caráter extraordinário” e que o município de São Luís analise o pedido de licenciamento com prioridade, incluindo a constituição da comissão para a “análise de interferência”.
O Ministério Público pediu que, ao final do processo, a empresa e o município retirem a estrutura, caso a licença seja negada ou a empresa não promova a regularização nos moldes da legislação municipal.
Postado por Caio Hostilio em 15/abr/2026 - Sem Comentários
Um caso revelado expôs a rigidez do regime da Coreia do Norte em relação à liberdade religiosa. De acordo com informações citadas em um relatório de 2022 do Departamento de Estado dos Estados Unidos sobre Liberdade Religiosa Internacional, uma criança de apenas dois anos e toda a sua família foram condenadas à prisão perpétua em um campo de prisioneiros políticos.
A sentença teria sido aplicada ainda em 2009, mas só veio a público alguns anos depois, causando indignação internacional. O motivo da punição foi a posse de uma Bíblia pelos pais da criança, prática considerada ilegal no país, onde há forte repressão a manifestações religiosas fora do controle estatal.
O episódio reforça denúncias recorrentes sobre violações de direitos humanos no território norte-coreano, especialmente no que diz respeito à liberdade de expressão e de crença. Casos como esse seguem sendo apontados por organizações internacionais como exemplos da rigidez no país.
Postado por Caio Hostilio em 15/abr/2026 - Sem Comentários
A pesquisa foi realizada de 9 a 13 de abril de 2026. Foram entrevistadas 2.004 pessoas com 16 anos ou mais no Brasil. O intervalo de confiança é de 95%. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento está registrado no TSE sob o código BR-09285/2026. O custo do estudo foi de R$ 465.820,00. Foi pago pelo Banco Genial. Leia a íntegra da pesquisa (PDF – 16 MB).
1º TURNO
No cenário de 1º turno testado, Lula aparece com 37%, Flávio com 32%, Caiado com 6%, Zema com 3%. Os indecisos são 5% e 11% dizem que votarão em branco, nulo, ou não irão votar.
REJEIÇÃO
A pesquisa indica que 55% dos entrevistados não votariam em Lula e 52%, em Flávio.
Desaprovação do governo Lula vai a 52%, diz Quaest.

Postado por Caio Hostilio em 15/abr/2026 - Sem Comentários
Alexandre de Moraes determina abertura de inquérito contra Flávio Bolsonaro após post sobre Lula e dá prazo de 60 dias para PF atuar no caso. Mesma Modus Operandi contra Bolsonaro em 2022.Moraes (STF) determinou a instauração de inquérito para investigar o senador Flávio Bolsonaro (PL). A apuração buscará esclarecer se o parlamentar cometeu crime de injúria contra Lula em uma postagem, nas redes sociais.
Obtida pela coluna, a decisão de Moraes foi tomada a partir de representação da Polícia Federal (PF) requerida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). Além de autorizar a abertura do inquérito, o magistrado determinou o envio dos autos à PF, que terá prazo de 60 dias para realizar as diligências iniciais.
O caso tem como origem uma publicação (veja acima) feita pelo parlamentar em 3 de janeiro de 2026, na plataforma X. A postagem associa imagens de Lula ao então presidente da Venezuela, o ditador Nicolás Maduro.
“Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas”, diz o texto publicado por Flávio Bolsonaro, que permanece no ar.
O senador fez o comentário ao compartilhar reportagem do Metrópoles, na qual a coluna de Igor Gadelha revelou que o governo Lula convocou reunião de emergência após os Estados Unidos capturarem Maduro na Venezuela.
A PF destacou que a declaração de Flávio Bolsonaro foi feita em ambiente virtual de amplo alcance. “Trata-se, portanto, de publicação realizada em ambiente virtual público, acessível a milhares de pessoas, por meio da qual se imputam fatos criminosos ao presidente da República“, diz trecho da decisão.
A investigação também contou com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR), que apontou a existência de indícios suficientes para a apuração. “A providência pleiteada está amparada em publicação realizada em ambiente virtual público, acessível a milhares de usuários, em que se atribuem falsamente, de maneira pública e vexatória, fatos delituosos ao presidente”, avaliou o Ministério Público Federal.
Moraes também ordenou a retirada do sigilo do processo, por não identificar elementos que justifiquem a restrição de publicidade. O caso tramitará no STF em razão do foro por prerrogativa de função do senador.
Por Metrópoles
Postado por Caio Hostilio em 14/abr/2026 - Sem Comentários
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli elevou o tom nesta terça-feira (14) ao comentar o relatório da CPI do Crime Organizado que pede seu indiciamento e o de outros integrantes da Corte. A declaração foi feita durante sessão da Segunda Turma do STF.
Durante a fala, Toffoli defendeu uma atuação firme da Justiça Eleitoral diante de ataques às instituições e afirmou que esse tipo de conduta pode ter consequências políticas. “Não podemos deixar de nos furtar a cassar eleitoralmente aqueles que abusaram, atacando instituições para obter voto e conspurcar o voto do eleitor. É disso que se trata quando surge um relatório aventureiro como esse”, declarou.
O ministro também alertou para possíveis punições mais duras. “Isso pode levar inclusive à inelegibilidade. A Justiça Eleitoral não faltará em punir aqueles que abusam do seu poder para obter voto num proselitismo eleitoral. Tem que se por um fim imediato a essa sanha de que atacar determinadas instituições dá voto”, disse.
Também durante a sessão, Gilmar Mendes criticou duramente o conteúdo do relatório e classificou a iniciativa como inadequada. “O pedido formulado pelo relator, voltado ao indiciamento de ministros do STF sem base legal, não é apenas um equivoco técnico, trata-se de um erro histórico. Tenho certeza que o Tribunal vai se debruçar sobre isso. Sobre os usos e abusos que tem sido sistematicamente perpetrados”, afirmou.