Postado por Caio Hostilio em 25/nov/2012 - 2 Comentários
Um dos grandes males da educação brasileira se sustenta exatamente na não aceitação do questionamento crítico do corpo discente. Como uma escola pode ser prazerosa se você não pode expressar seus pensamentos? Não adianta escola bonitinha, climatizada e cheias de laboratórios, se o ensino/aprendizagem ainda é avaliado a resposta que o professor impõe com suas provas objetivas. Até os concursos públicos e o vestibular continuam seguindo essa fórmula retrógada. Por que um aluno tem que marcar um “X” na resposta Pedro Álvares Cabral, numa pergunta: Quem descobriu o Brasil? Quantos alunos não tiveram a vontade em responder que o Brasil não foi descoberto, mas sim achado por Pedro Álvares Cabral, visto que aqui já existiam povos?
E é nesse mesmo sentido que os políticos e seus seguidores não aceitam o questionamento crítico, pois foram formados com a concepção que somente eles estão certos. Foi com esse pensamento que fiz no dia 09 de setembro de 2011 o artigo “Você aceita o questionamento crítico?”, isso visando já as eleições de 2012.
Vamos ao texto:
Não poderia deixar de fazer esse questionamento, depois das últimas informações sobre as eleições de 2012 e 2014, no Maranhão. Observa-se que os homens ainda não absorveram a importância do questionamento crítico para o crescimento intelectual da coletividade e dele mesmo como membro integrante do coletivo. O questionamento crítico é fundamental para que a democracia se consolide…
O principal aspecto de qualquer texto conceitual é a qualidade do conteúdo. Ele envolve dados, informações e idéias selecionadas e organizadas que expressam a visão crítico-analítico de quem redige. Tal material costuma estar apoiado em uma ciência, em uma disciplina, em uma área de conhecimento, ou em várias delas ao mesmo tempo. Deve, portanto, respeitar a veracidade de informações, conceitos e dados consagrados — social, cultural e historicamente aceitos como válidos. Isso não significa, porém, que conceitos e dados consagrados não possam ser questionados. Claro que sim. O trabalho intelectual implica questionar posições consagradas, acrescentar novidades, expor idéias. Aliás, o ensaio, em suas principais variantes, é a forma mais significativa de registro dessas novidades.
Vale ressaltar que o conteúdo de um ensaio pode questionar o conhecimento já existente sobre o assunto abordado ou apoiar-se nele. Sabemos que as mudanças são inevitáveis e necessárias, em todos os campos da atividade humana. Uma postura conservadora em relação à cultura, aos costumes e aos valores, que despreze a possibilidade evolutiva, é uma postura reacionária.
Por outro lado, é preciso saber que nada é verdade absoluta, visto que em qualquer área de conhecimento, não se pode considerar o que foi aprendido como verdade absoluta, imutável. Isso seria um erro. Se observarmos os conteúdos de textos, trabalhos e projetos verdadeiramente revolucionários, seja no social, na política e na economia, veremos que estes se caracterizam pela crítica ao conhecimento já existente e, portanto, pela crítica e reformulação da tradição cultural precedente.
Diante do exposto, é necessário que o homem esteja sempre disposto a debater as críticas e os questionamentos, porém nunca repudiá-los, pois dessa forma estará cerceando o direito de expressão. Não se pode achar que estaremos livres dos questionamentos críticos e que somos os detentores do saber e do posicionamento da coletividade como um todo. É preciso aprender a questionar criticamente no campo das idéias e aquelas que forem aceitas pela maioria da coletividade, com certeza darão o rumo que se espera, haja vista que democracia é saber respeitar o desejo da maioria.
Postado por Caio Hostilio em 25/nov/2012 - 17 Comentários
Quando começou os programas eleitorais para prefeitura de São Luís, mostrei aqui neste blog que não tínhamos opção. Passando mais de 20 dias de programa, comecei a dizer que os candidatos não tinham programa de governo e sequer conheciam os problemas crônicos dessa cidade.
Chegou o segundo turno e a coisa não mudouem nada. Ocandidato Edivaldo Holanda Junior continuou vendendo a mudança e novo sem dizer que mudança e o novo seriam esses. Ora bolas!!! Ficou evidente que não existia nada de mudança e nem tampouco de novo, apenas o slogan, como já disse aqui e que deu um trabalho tremendo aos marqueteiros.
Ao vencer as eleições, fiz uma matéria onde chamei pela primeira vez a atenção para as principais áreas que deveriam ter suas equipes montadas e começando a trabalhar. Não vi nenhum movimento nesse sentido. Verifiquei que o prefeito eleito Holanda Junior, assim como seus aliados, desconheciam de gestão pública, principalmente de uma cidade com mais de 1 milhão de habitantes, cujas áreas cruciais passam de uma mão para outra em menos de um minuto.
Montaram uma equipe de transição. Ali eu vi a total infantilidade de um grupo. Só faltou acreditarem papai Noel, quando eram para ter montado as equipes das cinco áreas cruciais para dar continuidade a gestão deixada por João Castelo.
Chamei a atenção para o realinhamento do orçamento, finanças/tributação, saúde, educação, urbanismo. As outras áreas poderiam ser debatidas com mais cautela. Mostrei até o último repasse que o atual prefeito receberá e qual o primeiro que o futuro receberá. Apenas levaram como questionamentos críticos para o mal. Pena.
Agora leio que Holanda Junior vai contratar a empresa Macroplan para dar um choque de gestão na administração de São Luís. Que bom!!!
Mas li que as medidas emergenciais seriam limpeza emergencial, tapa-buracos e demissões de prestadores de serviço? Sinceramente, eu não acredito que técnicos conhecedores em gestão pública tomariam isso como choque de gestão, para impactar a cidade nos 100 primeiros dias de governo!!!
Primeiramente, para se concretizar um choque de gestão, vem a verdade!!! Claro que é necessário enxugar a máquina e para isso mostrar que existem órgãos desnecessários, mostrando através de organogramas e fluxogramas que os serviços ficariam eficientes e melhorariam o atendimento da coletividade.
Limpeza emergencial e tapa-buracos? Prefiro não acreditar!!! Técnicos em gestão pública sabem que existem três áreas que se tornaram um caos e precisa de um choque de gestão imediato como resposta para o povo. A educação, que ainda não terminou o ano letivo de2011. Asaúde, que precisa de alternativas paliativas urgentes, como alugues de leitos de hospitais, convênios ou parceria. Transporte/urbanização. Os técnicos sabem que a SMTT numa mudança brusca leva uma cidade com mais de 1 milhão de habitantes a um caos total. Existe aí controle do transporte de milhares de pessoas e, principalmente, o controle do trânsito.
Portanto, choque de gestão não é o mesmo de choque político!!!
Postado por Caio Hostilio em 25/nov/2012 - 2 Comentários
Corrupção: Nesse filme não tem mocinho, só dá bandido.
Quando se fala em corrupção, a primeira imagem que nos vem à cabeça é a de um vereador, um prefeito, um deputado, um senador, um governador ou um ministro – um político, enfim. Não é justo. Não é justo porque esse monstro repugnante chamado corrupção não é privilégio exclusivo dessa classe tão desmoralizada e desacreditada. A corrupção política é apenas mais evidente do que as outras, porque a mídia vive de olho em cima e bota a boca no trombone, sempre que um espécime da fauna mete a mão no bolso do povo. Mas há muitas outras faunas e milhares de outros espécimes. Se a mídia fizesse o mesmo escarcéu com relação à corrupção dos empresários, por exemplo, o bicho ia pegar muito mais do que já pega. E a corrupção da polícia? Nem me fale! A da justiça então é um horror; a toda hora estão noticiando as safadezas de promotores, juízes e desembargadores por aí. Tem também a corrupção dos médicos e a dos (com perdão da má palavra) advogados. Sem falar na corrupção dos padres, dos pastores evangélicos, dos jornalistas, funcionários públicos, vendedores… Meu Deus, é corrupção que não acaba mais!
E tem mais, minha gente. Vejam só o que o dicionário diz quanto ao significado da palavra “corrupção”:
Cor.rup.ção – sf.: 1 Ação ou resultado de corromper(-se); 2 Adulteração das características originais de algo; DESVIRTUAÇÃO; DETURPAÇÃO; corrupção do sentido de uma frase. [Antônimo: conservação, manutenção]; 3 Decomposição orgânica; DETERIORAÇÃO; PUTREFAÇÃO. [Antônimo: conservação, preservação.]; 4 Soc. Ato ou efeito de subornar, vender e comprar vantagens, desviar recursos, fraudar, furtar em benefício próprio e em prejuízo do Estado ou do bem público; ALICIAÇÃO. 5 Fig. Degeneração moral; DEPRAVAÇÃO; IMORALIDADE; PERVERSÃO [ Antônimo: decência, decoro, moralidade.]
Quer dizer, corrupção é meter a mão no que é dos outros, mas não é somente isso. Sonegar impostos também é corrupção, tanto quanto desviar o dinheiro dos impostos para fins diferentes daqueles a que são destinados. Todo sonegador é corrupto. E quem é que não sonega impostos nesta nossa pátria amada, idolatrada, salve, salve? Depredar orelhões, lixeiras, hidrantes, pichar paredes, traficar drogas, assaltar, assassinar, estuprar, jogar lixo na rua, agredir, seja quem for, física ou verbalmente, dirigir bêbado, sem carteira ou com a própria vencida, desrespeitar as regras do trânsito, enriquecer a custa dos dízimos dos fiéis, poluir as águas, desmatar as florestas, poluir a atmosfera, exibir novelas e filmes violentos e depravados na TV ou nos cinemas… Tudo isso, e muito mais que muita gente faz, também é corrupção. Ou será que não? Alguém duvida?
E mentir? Mentir não é corrupção? Alguém dirá que não? Eu acho que dirá, sim, muita gente dirá. Talvez a maioria. Sim, porque a maioria – senão a totalidade das pessoas – mente. Você, por exemplo, que está lendo este artigo, você mente? Mente para a mulher, o marido, os filhos, os vizinhos, os colegas detrabalho, os amigos, os alunos, os professores, os clientes, o patrão e até para os desconhecidos?
Talvez você diga que só mente às vezes, “mentirinhas” sem importância. Você acha que isso existe? Acha que alguém pode ser muito honesto, mais ou menos honesto ou um pouquinho honesto? Isso não seria como a mocinha que contou à mãe que estava “um pouquinho grávida”? Você acha que roubar um real é diferente de roubar cem milhões de dólares? Ou que matar uma formiga é diferente de matar uma pessoa? Se acha, por que acha? A virtude e o pecado são questões de quantidade ou de qualidade? Se é de quantidade, botar fogo no barraco de uma velhinha e queimá-la viva é mais perdoável do que jogar dois aviões nas Torres Gêmeas do World Trade Center? Se você acha que é, tente explicar por quê. Talvez você diga que é mais perdoável, porque a velhinha é só uma pessoa e nas Torres Gêmeas foram mortas milhares delas. Neste caso, você acha que o erro é uma questão de quantidade, não de qualidade. Quer dizer, matar um judeu é diferente de matar seis milhões, como fez Adolph Hitler? Para você, um erro se mede com a régua, a calculadora e a balança?
Não pretendo conquistar adeptos, fundar um partido político, uma filosofia nem uma nova religião, principalmente porque tenho a consciência que os seres humanos são hipócritas, assim como eu. Essas coisas são verdadeiras para mim, eu vivo de acordo com elas e isso me basta. Para mim, nesse filme que eu vejo diariamente na TV, nos jornais e nas ruas, não tem mocinho, só dá bandido. Não é justo você se revoltar contra a corrupção dos políticos, se é capaz de mentir. Neste caso, você não tem direito de atirar a primeira pedra. Nem neles nem em ninguém.
Agora fica a pergunta: existem pessoas honestas, sérias, corretas e confiáveis? Tomara que sim. Contam que Diógenes, o famoso filósofo da Grécia antiga costumava andar pelas ruas de Atenas, à noite, com uma lanterna na mão, procurando, segundo ele, alguém realmente honesto. Nunca encontrou. Mas, hoje, tomara que as coisas sejam diferentes. Tomara que existam políticos, empresários, promotores, juízes, desembargadores, médicos, advogados, padres, pastores evangélicos, jornalistas, funcionários públicos, vendedores e outros cidadãos e cidadãs que não sejam corruptos. Se você é um deles, parabéns. A humanidade inteira agradece a você. (sávio pessoa).
Postado por Caio Hostilio em 25/nov/2012 - 2 Comentários
Profecia maia determinava dezembro de 2012 como a data do fim
Terra
Muito se fala sobre a suposta profecia maia do fim do mundo. A ciência não vê nenhum indício de fim da vida ou do próprio planetaem breve. Mascomo os cientistas acreditam que será o fim da Terra?
Para os pesquisadores, a vida na terceira rocha do Sistema Solar não durará para sempre – mas pode resistir por bastante tempo ainda. Colisão de asteroide, raios gama e até mesmo o Sol estão entre as ameaças para a vida destacadas pelos cientistas.
Postado por Caio Hostilio em 24/nov/2012 - 4 Comentários
Muitos não sabem, mas o Hospital Dutra recebe todos os meses dos recursos do SUS da prefeitura de São Luís R$ 5 milhões e sequer tem coragem de usar da autonomia universitária para assinar um convênio com a própria prefeitura (que nunca mostrou interesse) para atender a média complexidade. O reitor vem recebendo irregularmente por duas funções públicas e as fundações oriundas da autonomia universitária, que foram criadas constitucionalmente para garantir a indissociabilidade em ensino, pesquisa e extensão, passaram a administrar os recursos públicos da UFMA e do Dutra.
O Governo Federal e muitos reitores dizem que irão resolver o problema do subfinanciamento, pela possibilidade de outras formas de trazer recursos financeiros, o que é um engodo porque a União é quem irá financiar no início a EBSERH e continuará a ser sua principal mantenedora.
Essa é a mais grave consequência da chegada da EBSERH: desconstrói tudo que conquistamos na criação e consolidação do SUS. Adeus à universalidade, à equidade, à integralidade das ações de saúde, à resolutividade e participação social. Pode ser o fim do sonho e da nossa bandeira histórica: Saúde para todos, pública e de qualidade, sem privilégios, sem preconceitos.
Não bastasse, o Governo estabelece um processo antidemocrático, onde tudo é discutido apenas entre Ministérios do Planejamento e da Educação, Reitores, Diretores dos HUs e dirigentes da EBSERH, sem a participação dos maiores interessados: usuários, trabalhadores da saúde e comunidade acadêmica. Em síntese, metas, indicadores, prazos, deveres do signatário, sistemática de avaliação, equipes de governança, tudo será decidido à revelia dos trabalhadores e usuários. Nem mesmo a forma de escolha de diretores ou superintendentes de HU está clara, muito menos suas atribuições estão definidas no Estatuto da EBSERH, mas uma coisa é certa: suas competências atuais foram transferidas à diretoria da EBSERH. É perda total de autonomia para os hospitais e para as universidades, ao contrário do que afirmam.
A proposta gerencial da EBSERH para os HUs, então, tem dimensões assistencial, clínica, acadêmica, administrativo e financeira. Consequentemente, mudanças importantes devem ocorrer nas práticas de ensino, pesquisa e extensão, que estarão submetidas às novas metas e prioridades da lógica privada e ainda sofrerão consequência do processo de “enxugamento” que caracteriza todas as privatizações. A EBSERH, como empresa de direito privado, buscará melhores resultados financeiros às custas de redução de gastos, otimização de recursos, aumento da produtividade, menor valorização do trabalho e, claro, obedecendo os interesses e necessidades de mercado.
No caso dos docentes, por exemplo, a proposta inicial é que façam horas extras, sem vantagens peculiares à remuneração, prejudicando o atendimento, a qualidade do ensino, pesquisa e extensão e desvalorizando acintosamente o trabalho docente. MAS SE É RUIM, PORQUE AS UNIVERSIDADES ACEITARIAM?
A adesão a EBSERH não é obrigatória. No caso da UFMA, não foi preciso pressão. O reitor aderiu à ideia na primeira hora e já faz parte, inclusive, da direção da EBSERH. Mas falta o aval do Conselho Universitário (CONSUN).
A verdade é que a EBSERH coloca em cheque a competência das universidades e das direções dos HUs, uma vez que afirma que vem para “melhor gerenciar os hospitais”. Mesmo assim, muitos reitores não se rebelam porque querem pagar as dívidas de sua gestão, querem resolver seus problemas imediatos, querem ter acesso mais rápido aos recursos que são liberados para quem adere à empresa.
Postado por Caio Hostilio em 24/nov/2012 - Sem Comentários
Visando projetar o processo de desenvolvimento do Maranhão no cenário nacional, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Sedinc) realizará, em parceria com o jornal Valor Econômico, na próxima terça-feira (27), o seminário “Maranhão: Oportunidade de Investimento”. O evento acontecerá no Hotel Luzeiros,em São Luís, às 8h30min.
Com a abordagem de temas como a inserção do Maranhão no desenvolvimento regional, instrumentos de financiamento, parcerias entre os setores público e privado, além de apresentar os investimentos projetados e em implantação no estado e os setores produtivos em destaque na economia maranhense, o seminário reunirá executivos dos principais projetos em implantação no Maranhão no intuito de atrair mais empreendimentos, além de entidades e instituições ligadas ao setor produtivo.
O evento terá a presença da governadora Roseana Sarney e do secretário de Estado de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Mauricio Macedo. Também já estão confirmadas as presenças de executivos como Franklin Feder, da Alcoa; Edio Rodenheber, da MPX; Sérgio Marques, da Bioenergy; Augusto Miranda, da Cemar; Zenaldo Oliveira, diretor Global de Logística da Vale; Ernesto Pousada, diretor Executivo de Operações da Suzano; e Helton Mendes, superintendente do Banco do Nordeste no Maranhão.
Além das empresas locais, participarão ainda instituições de outros estados que virão ao Maranhão conhecer as oportunidades e os empreendimentos em implantação no estado.
De acordo com o secretário Mauricio Macedo, o Maranhão tem apresentado nos últimos anos um forte crescimento econômico. Com um volume de R$ 45,25 bilhões, o PIB do estado em 2010 obteve índice de crescimento de 8,7% em relação a 2009, sendo o segundo maior do Nordeste e o 12% do país, de acordo com o IBGE. O Maranhão é um dos estados do Brasil que possui um dos maiores portfólios de investimentos projetados atualmente. Entre públicos e privados, o valor das inserções ultrapassa os R$ 120 bilhões com a geração de mais de 200 mil empregos diretos.
“O seminário será uma vitrine deste crescimento, visa dar maior visibilidade ao estado já vem despertando a atenção especial de empresários de diversos segmentos. Queremos ainda atrair mais investimentos que gerem emprego e renda”, que desejam contribuir com o desenvolvimento econômico do estado.
“A chegada de grandes empreendimentos no Maranhão é resultado do grande programa de atração de investimentos desenvolvido pela SEDINC, o que se evidencia com o crescimento de 8% no PIB do estado. Este seminário, portanto, visa apresentar aos empresários as vantagens e os avanços na economia maranhense para que, cada vez mais, o estado se desenvolva”, afirmou o secretário.
Empreendimentos nas áreas de refino de petróleo, exploração de gás e petróleo, geração de energias limpas e fabricação de celulose, biomassa, cimento, aço, alumínio, alimentos, dentre outros relevantes setores da economia já são responsáveis pela criação de oportunidades de emprego e geração de renda em diversos polos distribuídos por todas as regiões do Maranhão.
As inscrições para participar do seminário podem ser realizadas gratuitamente através do endereço eletrônico: seminário-valor@amgcomunicacao.com.br ou pelo telefone (98) 3227-5888.
Postado por Caio Hostilio em 24/nov/2012 - Sem Comentários
Ao deparar hoje com um texto medíocre e canalha que mais uma vez ataca a imprensa maranhense, no facebook, assim como fizeram quando do assassinato covarde do saudoso jornalista Décio Sá, deixo aqui este artigo que fiz em no dia 04 de novembro de 2011, como resposta, para que os falsos moralistas deixem de ser canalhas e assumam suas personalidades “ Política, politicalha…. Hoje, você consegue diferenciar?”. O bom de tudo isso é que Rui Barbosa era advogado!!!
Rui Barbosa com certeza não saberia diferenciar os hipócritas, mas deixou sua opinião perfeita….
A política afina o espírito humano, educa os povos no conhecimento de si mesmo, desenvolve nos indivíduos a atividade, a coragem, a nobreza, a previsão, a energia, cria, apura, eleva o merecimento. Não é esse jogo da intriga, da inveja e da incapacidade, a que entre nós se deu a alcunha de politicagem. Esta palavra não traduz ainda todo o desprezo do objeto significado. Não há dúvida que rima bem com criadagem e parolagem, afilhadagem e ladroagem. Mas não tem o mesmo vigor de expressão que seus consoantes. Quem lhe dará o batismo adequado? Politiquice? Politiquismo? Politicaria? Politicalha? Neste último sim, sim, o sufixo pejorativo queima como um ferrete, e desperta ao ouvido uma consonância elucidativa. Política e politicalha não se confundem, não se parecem, não se relacionam uma com a outra. Antes se negam, se excluem, se repulsam mutuamente. A política é a arte de gerir o Estado, segundo princípios definidos, regras morais, leis escritas, ou tradições respeitáveis. A politicalha é a indústria de explorar o benefício de interesses pessoais. Constitui a política uma função, ou conjunto das funções do organismo nacional: é o exercício normal das forças de uma nação consciente e senhora de si mesma. A politicalha, pelo contrário, é o envenenamento crônico dos povos negligentes e viciosos pela contaminação de parasitas inexoráveis. A política é a higiene dos países moralmente sadios. A politicalha, a malária dos povos de moralidade estragada.
Postado por Caio Hostilio em 24/nov/2012 - Sem Comentários
Este assunto não quis comentar nesse blog, mesmo sendo provocado em alguns comentários. Primeiro por não se tratar de um assunto que leve ao debate político, mas sim ao debate educacional em sua essência.
Analisei o resultado do Enem em todos os seus princípios educacionais. Não avaliando somente o Maranhão, mas dos os Estados e fazendo comparações do público com o privado. Pois uma mensuração deve ser bem apurada para averiguar a evolução educacional brasileira.
Apenas um dado para os maranhenses. A escola do Maranhão que ficou melhor colocada no ranking nacional foi o Reino Infantil, na colocação 164º, seguida pela Escola Crescimento 455º, Educator 543º e Upaon-Açú 1.073º. Escolas particulares, mas que se sairam bem pior que muitas escolas públicas estaduais e federais.
Outro caso bastante interessante. No estado do Piaui, por exemplo, existe uma escola pública que ficou entre as melhores do país e ao mesmo tempo tem outra que ficou sendo a segunda pior do país. Por que a disparidade? Simples a explicação. A educação é uma reta que se inícia no ensino infantil, passa pelo fundamental, chega médio e segueem diante… Comcerteza o prefeito dessa cidade bem colocada soube investir na educação infantil e os alunos foram bem alfabetizados, tiveram de fato um educação fundamental dentro dos principios exigidos e engressaram no ensino médio numa escola com os mesmos padrãos oferecidos pelo prefeito.
A escola estadual mais colocada foi uma do Rio de Janeiro. Ela é uma escola centenária naquela cidade e tinha as mesmas qualidades da famosa D. Pedro II. Mas tem um difenrencial, ela oferece do ensino Infantil ao ensino médio.
Um questionamento a ser feito. Por que as escolas públicas mais bem avaliadas foram as federais? Porque oferecem de fato laboratórios para as mais diversas áreas e transformam as aulas prazerosas e não obrigatorias. Não existe ensino/aprendizagem apenas através de aulas expositivas e não dialogadas. Teorias sem a prática é algo cansativo e obrigatório.
Não adianta a educação ficar buscando subsídios para tornar o ato de aprender. É preciso entender que o ato é tornar a escola prazerosa e significativa. O certo que o resultado do Enem trouxe tanta disparidade entre escolas públicas e prividas e os educadores não prestaram a atenção que o ensino-aprendizagem inquietou muitos educadores pelo fato de verem tantos alunos desinteressados em sala de aula.
Muitos projetos, tantas teorias, busca por uma metodologia melhor e mais adequada, umas que são criadas e outras que são renovadas e mesmo assim os professores continuam insatisfeitos com os resultados e os alunos não se sentem atraídos pela aprendizagem.
Nesse contexto entra a ludicidade, que pode contribuir de forma significativa para o desenvolvimento do ser humano, facilitando no processo de socialização, de comunicação, de expressão, na construção do pensamento, além de auxiliar na aprendizagem.
Os alunos de hoje desejam uma educação prazerosa e significativa. Sendo muitas vezes mais interessantes para eles ficarem sentados horas a frente da televisão, do videogame e do computador. Com isso, trazem para sala de aula essa frustração e a desmotivação.
Por exemplo, despertar o prazer pela leitura é um trabalho contínuo e, para atingir esse fim é preciso que existam estratégias variadas e encorajadoras, para provocar nos alunos uma viagem à fantasia e aos sonhos, onde somente um bom livro pode levar, abrindo a mente para a ficção e a realidade. Não seguir apenas os livros didáticos, pré-estabelecidos. O professor tem que aprender a ter prazer em ensinar e aprender a aprender com os questionamentos críticos.
Postado por Caio Hostilio em 23/nov/2012 - Sem Comentários
Asa Partida
Essa saudade
O cigarro, a luz acesa
E a noite posta sobre a mesa
Em cada canto da casa
Asa partida e dor
Gemido morto, amor
Tão longe vai, tão longe vou
Nuvem sem rumo é assim mesmo
Eu não queria
A vida desse jeito
Meu olho armando o bote sem futuro
Fumaça
e continua o teu sorriso no meu peito
Essa saudade, O cigarro, a luz acesa
E esta noite posta sobre a mesa…
Em cada canto da casa
Asa partida e dor
Gemido morto, amor
Postado por Caio Hostilio em 23/nov/2012 - 6 Comentários
É preciso observar que o crescimento se deu exatamente nos investimentos privados e nas prestações de serviços.
O Produto Interno Bruto (PIB) do Maranhão registrou saldo positivo no ano de 2010, com variação real de 8,7%. O percentual de crescimento é maior que o do Brasil, que registrou 7,5%, e do Nordeste, com 7,2%. Os dados oficiais foram anunciados, nesta sexta-feira (23), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc).
De acordo com os dados, em2010, asoma de todas as riquezas produzidas no Maranhão, que resulta no PIB, atingiu o valor de R$ 45,256 bilhões. A avaliação dos órgãos é que o crescimento foi motivado, principalmente, pelos setores da indústria, que apresentou incremento de 18,7%, e do setor de Serviços, com 8,0%.
Pela taxa de variação do PIB em 2010, o Maranhão ocupa a 12ª posição no ranking dos estados que mais cresceram. A maior variação do país foi do estado do Tocantins (com 14,2%); a segunda foi a do Espírito Santo (13,8%) e a terceira foi a de Rondônia (12,6%). Com relação ao valor (R$ 45,256 bilhões), o Maranhão permanece na 16ª posição no país, sendo o 4º no Nordeste.
Vale destacar que, o PIB do Maranhão teve um aumento substancial ao ser comparado com o registrado no período 2009, quando o resultado foi negativo, com um taxa de -1,73%, com o estado ocupando a 23ª colocação no país. “Esses números comprovam que o estado está no rumo certo, atraindo novos investimentos, que nos próximos anos irão elevar ainda mais esse valor do PIB”, observou Marcelo Melo, chefe da Unidade Estadual do IBGE.
PIB per capita
Entre os dados divulgados pelo IBGE, o PIB per capita foi de R$ 6.889 em 2010, valor mais alto que o registrado em 2009, que foi de R$ 6.259,42. Esse crescimento, porém, não foi sentido no cálculo final devido ao aumento populacional, que fez com que o estado saísse da 26ª para a 27ª posição no ranking nacional.
“O PIB per capita, nada mais é que o valor do PIB dividido pela população do estado. E como houve um aumento populacional no Maranhão em pouco tempo por causa do movimento de migração provocado pela vinda de grandes investimentos para o Maranhão, o resultado não foi tão positivo”, esclareceu Marcelo Melo.
Um dado a ser observado, segundo ele, é que a população do Nordeste diminuiu em quase -0,95% enquanto a do Maranhão cresceu mais de 3,18%, fato creditado a fatores principais como os grandes flagelos e o início do ciclo de grandes empreendimentos se instalando no estado. Para se ter uma ideia, no período entre 2009 e 2010, no Maranhão, a população subiu de 6.367.138 para 6.569.683.
O aumento populacional foi de mais de 202.545, sendo o maior registrado no Nordeste. Na região, somente outros dois estados tiveram aumento de população, sendo que o segundo colocado nesse ranking é Sergipe, com aumento de apenas 48.352 indivíduos; seguido pelo Rio Grande do Norte, com 30.592 pessoas.
Quadro aumento populacional