Postado por Caio Hostilio em 19/out/2012 - 2 Comentários
Por Adjutor Alvim
Comentaristas da mídia pensam que ganhar eleição é anti-democrático…
O que Eliane Cantanhede quis dizer com o trecho abaixo de sua coluna na folha de hoje?????
“PS: Confirmadas as pesquisas, Fernando Haddad está eleito. Na ditadura, ninguém segurava esse país. Agora, ninguém segura o Lula.”
Será que ela acha que ganhar eleição é anti-democrático???
Curisoso também foi a observação de uma comentarista da tv cultura em relação ao que disse Lula na Argentina sobre Hugo Chavez, aconselhando-o a preparar sua sucessão:
“..entendendo-se por preparar para a sucessão é que quem está no governo, o governo o poder precisa de alternância de pessoas e de compromissos com a sociedade. Então isso serve para a Venezuela mas não serve para nós? Porque aqui não há, de um governo do PT nós continuamos no PT, então não houve alternância das pessoas nem de representação da sociedade. Então [segundo Lula], serve pra Venezuela mas não serve para nós? Seria bom se servisse pra nós também.”
http://tvcultura.cmais.com.br/jornaldacultura 21’25”
A comentarista, Maristela Basso, é, pasme-se Professora de Direito Internacional. Qual a proposta dela? Que o partido no poder não participe da eleição seguinte?
É cada um que me aparece. Já acusam um (único) partido político de ter “projeto de poder. Daqui a pouco vão ao STF contra o Lula estar vencendo eleições.
Postado por Caio Hostilio em 19/out/2012 - 6 Comentários
Primeiramente por serem encomendadas, com isso ficando (maioria esmagadora) ao gosto do contratante. Buscam apanhados nos locais pré-determinados e seus questionários são mais indutivos que dentro dos critérios críticos.
Por outro lado, as depurações dessas pesquisas não condizem com os parâmetros da Estatística Descritiva e nem tampouco com a Inferencial.
O conceito utilizado para as divulgações das amostragens dessas pesquisas estão a quem da realidade dos princípios estatísticos, principalmente quando colocam a margem de erro de uma forma que dá vantagem sempre ao candidato com percentual menor. Ex.: Se um candidato aparece com 12% e o outro com 8%, numa margem de erro de 5%, consideram empate técnico… Baseado em quê princípio da estatística? Então, a margem de erro só vale para o que tem o percentual de 8%?
Gostaria muito que esses institutos mostrassem de qual embasamento teórico tiraram isso!!!
Para mensurar que o candidato Edivaldo Holanda Junior sentiu os ataques e que os mesmos estão surtindo um efeito que pode mudar a consciência do eleitor, basta que se observe que o candidato do PTC modificou totalmente sua postura em seus programas eleitorais, pois vem de toda forma tentando justificar os ataques e não conseguiu até agora modificar esse pensamento que vem sendo condicionado ao eleitor.
O próprio programa eleitoral de Holanda Junior erra ao mostrar um pula-pula de vários ex-Castelos até o final do 1º. Isso na cabeça de qualquer um é a busca pelo poder e não interessa os princípios.
O programa e as inserções de Castelo vêm mostrando, didaticamente, isso com muita competência, enquanto que o programa e as inserções de Holanda Junior mostram claramente que sentiu o golpe.
Seria providencial que Edivaldo Holanda assumisse suas alianças e mostrasse que elas representam apenas o apoio partidário.
Nesse caso, não são as pesquisas que acusaram isso, mas sim um estudo sociológico de como pensa o brasileiro com relação à omissão e a traição…
Com certeza encontrarão os motivos reais de que foi criada uma onda de dúvida entre muitos eleitores!!!
Postado por Caio Hostilio em 19/out/2012 - 8 Comentários
Holanda Junior fala em mudanças, porém não disse que estrutura administrativa adotará para efetuar tais mudanças, enquanto que Castelo não diz se mudará a estrutura administrativa atual, que não correspondeu às expectativas para uma gestão salutar.
Essa deveria ser uma exigência do eleitor, haja vista que subprefeituras não quer dizer mudança numa estrutura administrativa e, ainda, provoca conflitos pelo fato dos subprefeitos não terem o poder de tomar as decisões, uma vez que as deliberações estarão exatamente nas mãos do Prefeito de fato e de seus auxiliares de confiança.
Com certeza servirá apenas para atravancar e dificultar a rotina dos processos, pois será criado mais um fluxo sem necessidade.
É preciso saber que administrar é fazer planos concretos, saber organizar e, principalmente, controlar as rotinas e os fluxo enxutos e não complicados.
A importância de mostrar a estrutura de governo pelos dois candidatos é um fator preponderante para que o eleitor conheça as rotinas que serão tomadas pelos dois candidatos, Holanda Junior e João Castelo. Não existe estrutura que não foi constituída de forma deliberada e organizada. Falar por falar não quer dizer que tudo aquilo condiz com os princípios administrativos.
É necessário que os candidatos exponham suas estruturas de governo, haja vista que os conflitos entre os interesses de seus aliados e os objetivos de suas gestões estejam de acordo com as necessidades da coletividade. Vale ressaltar que conflitos nunca serão resolvidos em sua totalidade, mas é preciso saber buscar alternativas pra amenizá-los.
Que os dois candidatos, Holanda Junior e Castelo exponham quais serão suas estruturas de governo!!!
Postado por Caio Hostilio em 19/out/2012 - Sem Comentários
A eleição para prefeito em aproximadamente 90 cidades não terminou com a coleta e contagem de votos em 7 de outubro. Levantamento do Congresso em Foco, com base em dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), aponta que pelo menos 87 municípios, espalhados por 23 estados, correm o risco de ter um novo pleito. Isso por causa do alto número de votos anulados na corrida para as prefeituras.
De acordo com o Código Eleitoral, uma nova eleição deve ser convocada caso 50% ou mais dos votos sejam anulados. A legislação faz uma distinção importante: para que haja nova eleição, é preciso que os votos sejam anulados pela justiça. Se mais da metade de uma cidade votar nulo, isso não invalida a eleição. Assim, só há nulidade se houver, por parte da Justiça Eleitoral, uma decisão nesse sentido.
Em boa parte dos casos, existe a espera por uma decisão definitiva do TSE. A presidenta da corte, Cármen Lúcia, já declarou que os casos que podem influenciar no resultado têm prioridade de julgamento. Na próxima semana, ocorre o segundo turno. Se houver necessidade de uma nova eleição, ela terá de ser marcada entre 20 e 40 dias depois do esgotamento da possibilidade de recursos.
Os dois municípios maranhenses:
AMARANTE DO MARANHÃO MA – Votos anulados pela Justiça 9.678 e os validados 8.972, o percentual de votos anulados é 51,89%, superior ao percentual dos votos validados.
BOA VISTA DO GURUPI MA – Votos anulados pela Justiça 2.080 e os validados 1.849, o percentual de votos anulados é 52,94%, superior ao percentual dos votos validados.
Postado por Caio Hostilio em 18/out/2012 - 13 Comentários
Não vejo o candidato Castelo atacando em nenhum momento a honra da família do candidato Edivaldo Holanda Junior, ele apenas questiona o porquê de esconder o ex-deputado Edivaldo Holanda, assim como cobrar que sejam mostrados os aliados do candidato da preferência de Flávio Dino.
Flávio Dino sim atacou Roseana Sarney na eleição de 2010 e, ainda, entrou na justiça para esconder seus aliados, coisa que foi negado pela Justiça, pois ele mesmo chama Humberto Coutinho como seu co-piloto.
Essa é a nova forma de fazer política tão alardeada pelo espertalhão Eduardo Campos e de seu seguidor Flávio Dino?
Veja o vídeo abaixo:
Postado por Caio Hostilio em 18/out/2012 - 20 Comentários
Fica evidente que a queda da diferença para 10% é o reflexo das alianças que o candidato Edivaldo Holanda Junior fez para alcançar o poder, deixando claro, com isso, que vários ludovicense conseguiram mensurar que não existirá mudança alguma e que a Prefeitura será fatiada pelas mesmas figuras que saquearam o governo de Jackson Lago e do próprio Castelo.
No primeiro turno não ficou evidenciado essas alianças, haja vista que ainda não tinha chegado ao eleitor, de forma didática, tais coligações acostumadas as “velhas práticas”, principalmente a da traição, coisa que o povo brasileiro não suporta.
Outro fator preponderante foi o pula-pula, que o próprio candidato Edivaldo Holanda fez questão de mostrar. Isso mostrou que os novos aliados mudaram de lado exatamente para se beneficiar da governabilidade, práticas velhas e hipócritas.
Na verdade, a indecisão voltou com força e tudo pode acontecer até o dia da eleição, caso os números do Ibope, que garante apenas 3% erro, estejam de acordo com a realidade.
A fala do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, é outra falácia, principalmente quando ele diz que voltou a confiar na nova geração de políticos que está surgindo no Nordeste. Ele mesmo é um exemplo das “velhas práticas”, pois vem formando uma oligarquia em Pernambuco e tem hoje como aliado o peemedebista Jarbas Vasconcelos. Eles se juntaram para derrubar a gestão petista em Recife.
Por outro lado, Eduardo Campos sabe que não consegue fazer sua jogada oligarca nos demais estados, principalmente os do sudeste, principalmente no Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo, mas só alcançou a Prefeitura de Belo Horizonte com a ajuda do PSDB do Castelo.
Por isso, fiz o artigo “A reflexão se faz necessária: Existe mudança com práticas velhas? Eis a questão!!!”
E nesse artigo digo que vejo a disputa pela Prefeitura São Luís entre Castelo e Holanda Junior sem diferenças, pois as “velhas caras” que estavam com Castelo anteriormente, agora estão todas com Holanda Junior, que se intitula como o novo. Não se pode esquecer que o “novo” pode ser apenas o “testa de ferro” de grupo tradicional!!!
Por outro lado, vale ressaltar que a suposta “nova cara” pode não ser fruto de um novo grupo. Então vejamos: Quem são os apoiadores de Flávio Dino? Humberto Coutinho, Tema, José Reinaldo, Roberto Rocha, Rubens Pereira etc. Na verdade, o “novo” é aquele que representa um grupo nunca inserido no poder.
Então, Holanda Junior e Flávio Dino, a vinculação aos políticos tradicionais, que se desvinculou do grupo tradicional que detinha o poder e como num passe de mágica se engajaram ao sentimento do novo e da mudança, fica claríssimo que o rumo é os interesses das práticas velhas.
O certo é que a alternância de poder só é válida quando de fato existirem mudanças de gestão, coisa que não estar diretamente ligada a “Cara Nova”, mas sim a um grupo que ele escolheu para gerir sua administração.
Se o povo sentir que Castelo foi traído e que seus traidores foram todos para o lado de Holanda Junior, ele pode sair como vítima!!!
Se essa onda pegar, ela engole toda a pretensão de Flávio Dino.
Postado por Caio Hostilio em 18/out/2012 - 2 Comentários
Mais de 70% dos advogados ativos no Estado são jovens e a maioria não se identifica com a atual gestão da seccional maranhense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/MA). A afirmação é do candidato à presidência da entidade, Roberto Feitosa, que se reuniu, nesta quarta-feira, 17, com parte dos 60 integrante da chapa “A Ordem é o advogado”, com a qual concorre às eleições, previstas para o dia 23 de novembro.
“Pretendemos abrir a OAB aos jovens advogados, que possuem significativa e crescente participação na profissão, mas pela falta de apoio dos atuais dirigentes da Ordem têm enfrentado grandes dificuldades no mercado de trabalho”, aponta Feitosa, que é candidato às eleições para presidência da Ordemo dos Advogados do Brasil (OAB-MA).
APOIO – Feitosa disse que é obrigação da OAB apoiar os advogados que ingressam no mercado de trabalho. “A direção da Ordem não cumpre o seu papel e não é sem razão que está existindo pela primeira vez, no Maranhão, a proletarização da profissão, ou seja, os profissionais em início de carreira não conseguem se estabelecer no mercado de trabalho e sobreviver dignamente”, critica.
Segundo o candidato, por conta da omissão da diretoria da Seccional, o jovem advogado enfrenta inúmeras dificuldades na carreira. “Se a profissão tem sido dificultosa para todo e qualquer profissional de advocacia, ela é maior ainda para os jovens advogados, que não vêm recebendo da OAB o suporte necessário para impulsionar a carreira”, frisa.
Ele aponta, no entanto, que os jovens profissionais não devem desistir, pois, afinal, a profissão está para todos. “O sol nasce para todos, desde que se queira e se ouse ser acalentado pelo próprio sol. Não desistir, essa é a regra básica. Cada vez mais é necessário o advogado se reunir e se somar aqueles que querem uma OAB melhor”, assinala.
O advogado disse que o militante jovem não pode ser um advogado isolado, ou seja, o profissional do “eu sozinho”, e sim buscar a companhia, a solidariedade e a união com os que lutam por uma OAB forte e voltada para a classe.
CHAPA – Ao registrar a chapa “A Ordem é o advogado” na terça-feira (16), Roberto Feitosa agradeceu as manifestações de apoio e destacou a participação do advogado Charles Miguez Dias – que concorre como favorito na eleição da subseção de Imperatriz, segundo maior colégio eleitoral do Maranhão.
A chapa – a primeira a ser registrada – é integrada por 60 advogados, alguns atuam na atual direção da OAB, mas chegaram a romper com o presidente, por discordarem da sua gestão.
Postado por Caio Hostilio em 18/out/2012 - 10 Comentários
Os brasileiros têm em mente que não se discute política, futebol e religião, mas jamais dizem de fato por qual motivo. Contudo, quando se aproxima de um clássico no futebol o debate é intenso. O mesmo ocorre quando os dogmas religiosos entramem conflito. Napolítica, basta a aproximação de uma eleição, para que os debates ganhem força em favor de um ou de outro grupo político.
Desde que os homens passaram a disputar politicamente posições, uma das atmosferas mais utilizada foi sempre a questão que envolve a escolha dos mesmos políticos ou de novos nomes que surgem, com um discurso de mudança e de novo, mas se observarmos as práticas são velhas.
Vale ressaltar que a alternância de poder é importante para democracia. Contudo, muito das vezes, tal afirmação vem carregada de um desejo de mudanças, mas sem embasamentos estruturais, coisa que não garantirá melhorias.
A população se fascina de que uma “nova cara” estaria ligada a uma nova forma de governar e, “velhas caras” sendo entendidas como sinônimo de continuidade das antigas práticas.
Aí é que entra o fator de mensuração, haja vista que nem as caras tradicionais e nem tampouco as novas estão correlacionadas ao modelo de gestão perfeita, com isso não podendo ser associada às mudanças ou às permanências.
O sentimento de novo não garante que novas práticas serão postas em práticas, uma vez que, estas mudanças podem está inserida em um grupo de velhas práticas. Como os tradicionais podem se abrir para novas práticas.
É nesse contexto, que vejo a disputa pela Prefeitura de São Luís entre Castelo e Holanda Junior, pois as “velhas caras” que estavam com Castelo anteriormente, agora estão todas com Holanda Junior, que se intitula como o novo. Não se pode esquecer que o “novo” pode ser apenas o “testa de ferro” de grupo tradicional!!!
Por outro lado, vale ressaltar que a suposta “nova cara” pode não ser fruto de um novo grupo. Então vejamos: Quem são os apoiadores de Flávio Dino? Humberto Coutinho, Tema, José Reinaldo, Roberto Rocha, Rubens Pereira etc. Na verdade, o “novo” é aquele que representa um grupo nunca inserido no poder.
Então, Holanda Junior e Flávio Dino, a vinculação aos políticos tradicionais, que se desvinculou do grupo tradicional que detinha o poder e como num passe de mágica se engajados ao sentimento do novo e da mudança, fica claríssimo que o rumo é os interesses das práticas velhas.
O certo é que a alternância de poder só é válida quando de fato existirem mudanças de gestão, coisa que não estar diretamente ligada a “Cara Nova”, mas sim o grupo que ele escolheu para gerir sua administração.
Postado por Caio Hostilio em 18/out/2012 - 16 Comentários
Em visita oficial realizada pelo deputado federal Francisco Escórcio (PMDB-MA) à inauguração da Barragem de Estreito, numa reunião onde participaram o presidente José Sarney, o ministro Marcelo Crivela e o ministro Gastão Vieira, o deputado Chiquinho Escórcio, como é do seu jeito, contrariou a pauta e cobrou: “Ministro Crivela, vossa excelência esteve em Imperatriz e anunciou a construção do Mercado do Peixe há quase um ano”.
O ministro, em resposta ao deputado, foi enfático. “Chiquinho, me leve a doação do terreno e a sua escritura, que eu quero fazer de imediato o convênio”, afirmou.
A resposta do ministro causou uma gargalhada geral, por ter colocado em xeque o parlamentar.
Escórcio, imediatamente, ligou pra o prefeito Madeira, que se encontrava em Brasília juntamente com o secretário Roberto Alencar, e cobrou: “Madeira, cadê o terreno para a construção do Mercado do Peixe?”. E na sua irreverência, continuou: “O ministro está dizendo para você que o Mercado do Peixe não saiu até agora porque não tem a doação do terreno”.
O prefeito, mais que depressa, pediu para Chiquinho marcar uma audiência com o ministro para segunda ou terça-feira da próxima semana, em Brasília, para tratar do assunto.
Prolongamento da Beira Rio em Imperatriz
O deputado federal Francisco Escórcio, nesta mesma reunião, cobrou do ministro Gastão Vieira. “Ministro Gastão, e você, o que tem para Imperatriz?”.
Em resposta ao parlamentar, o ministro explicou. “Chiquinho, eu estive em entendimento com o prefeito Madeira e ele optou pelo prolongamento da Beira Rio até a ponte. Você, Chiquinho, precisa levar o Madeira, juntamente com o secretário de Obras, para nós fazermos o convênio de parte desta obra para este ano e o restante para o ano que vem”.
Imediatamente, Escórcio acertou com o prefeito Madeira, por telefone, que estará em Brasília na próxima terça-feira (23) para tratar do assunto.
Ao final, arrematando a conversa, Chiquinho Escórcio dirigiu-se ao presidente Sarney. “Presidente, o senhor sabe que eu sou rápido, rasteiro e ligeiro”, arrancando mais gargalhadas.
Gastão, juntamente com o secretário Luís Fernando, que estavam ouvindo a conversa, perguntou: “Tem mais alguma coisa Chiquinho?”.
E Chiquinho respondeu: “Tem, mas agora é com o presidente Sarney. Presidente, cadê a duplicação da BR-010?”. E todos caíram novamente na gargalhada.
Em tom de brincadeira, Sarney respondeu: “Chiquinho, sobrou pra mim?”.
E quando a presidenta Dilma Rousseff, ao lado do presidente Sarney, encontrou com o deputado Francisco Escórcio, o mesmo a cumprimentou: “Minha chefe!” (Dilma foi chefe de Escórcio na presidência da República por um ano e meio).
Ao conversarem, o parlamentar ressaltou: “Não se esqueça da duplicação da BR-010. Eu e o presidente Sarney estamos pedindo muito para a senhora, principalmente a população de Imperatriz”.
E batendo no peito de Sarney, Dilma brincou: “Chiquinho, não mexa com o meu velhinho, você sabe que eu tenho Sarney no meu coração”.
“Mas Presidenta, eu não estou mexendo, eu estou pedindo”, disse o parlamentar.
Postado por Caio Hostilio em 18/out/2012 - Sem Comentários
Por que a presidenta Dilma não trouxe nenhum ministro petista em sua comitiva para inauguração da Hidrelétrica de Estreito? Por que ela fez questão somente em trazer os ministros Gastão Vieira (Turismo) e Marcelo Crivella (Pesca)?
Ministro do Turismo, Gastão Vieira, por exemplo, que acompanhou a presidenta Dilma Rousseff e o presidente do Senado José Sarney na inauguração da Hidrelétrica de Estreito, disse que o turismo pode multiplicar o ganho da sociedade com a obra. Ele promete dar atenção a projeto que fomentem o setor na região.
O PT Nacional teria barrado a vinda de qualquer de seus ministros exatamente por não comungar com nenhuma das duas candidaturas em São Luís? Eis a questão!!!