Postado por Caio Hostilio em 29/jan/2012 - Sem Comentários
Embora coerente na abordagem da desencantada relação política dos jovens com os partidos políticos, a análise que repasso baixo pode induzir à falsa idéia de que os adultos têm ainda uma relação proativa com estes partidos que povoam o universo político, o que não é verdade há muito tempo. Principalmente no Brasil, onde estas agremiações tornaram-se meros espaços de manobras pessoais oportunistas ou abrigos camuflados para grupelhos e tendências que, por si só, não teriam expressão alguma.
À direita esta realidade manipuladora sempre existiu, mas, à esquerda, foi-se o tempo do sonho coletivo partidário, onde utopias comuns uniam as pessoas acima das especificidades ideológicas. O pragmatismo maquiavélico de há muito retornou como a palavra de ordem para todo o espectro político, matando o jardim dos sonhos de mudanças e/ou afastando aqueles que ainda se negam à prostituição política.
O que eram e o que são hoje os partidos de esquerda, por exemplo, a começar pelo mais antigo deles, o Partido Comunista? Que histórias construíram os partidos ao longo do tempo, a não ser uma infindável troca de nomes para maquiar os fracassos e continuar iludindo as redes sociais? E o pior: ainda culpam os eleitores quando eles elegem, em protesto, figuras excêntricas. Agem no mais claro pragmatismo partidário e culpam os eleitores quando eles elegem, também pragmaticamente (pelos resultados concretos em suas vidas), pessoas diferenciadas do ramerrão histórico em que nos mergulharam. Afastaram-se do povo com suas manobras cínicas e quando este povo escolhe alguém como líder pessoal de seus anseios, adjetivam de populismo. E a miopia destes grupos partidários é tanta, que ainda precisam fazer pesquisa para descobrir porque eles não mais catalisam a participação social…
Quando me lembro de 30 anos atrás, na época dos últimos e desesperados suspiros da participação partidária popular, revejo as ruas lotadas e democraticamente vibrantes, militantes voluntários aos milhares, adultos e jovens transpirando idealismo e certezas. Hoje, até mesmo o PT, o mais vibrante de todos e o de identificação popular mais profunda, já precisa alugar militantes para balançar bandeiras…
Gente, de há muito, todos nós nos desencantamos com os partidos. O que os jovens de hoje têm de diferente é o acesso virtual, que lhes permitiu a ampliação das redes sociais e a condução das suas próprias vontades, coisa que não tivemos ao nosso tempo de jovens sonhadores e crentes na luta popular. O resto, este lixo que denominamos de partido político, daqui a pouco não servirá nem mesmo para aterro sanitário…
Acho que um candidato virou mercadoria, o pragmático PSDB, por exemplo, contrata agências de publicidades para saber se a marca tucana está bem diante da opinião pública. Sucessivamente derrotado três vezes na tentativa de voltar à Presidência da República,o PSDB entende que errou ” na comunicação”. A agência não trabalhou direito o produto. Ou, como quer Fernando Henrique Cardoso, não focou adequadamente o consumidor-alvo. “O partido precisa aprender a vender o peixe’, diz o grão-tucano, sem piscar diante da palidez das guelras.
A transfiguração da linguagem política em clichê empresarial tornou-se uma prática suprapartidária aqui e alhures, em consonância com a supremacia da lógica financeira sobre todas as dimensões da vida social. A finança comanda e pauta a democracia, em vez de ser contrastada e regulada por esta. Os partidos sancionam a transfiguração suicida. Dissolve-se o alicerce da participação social com descrédito consequente nas organizações políticas.
Apenas me resta uma pergunta: A sociedade se afastou dos partidos ou eles se afastaram das ruas? Mas quando se fala em rua, não é com o intuito de baderna, mas sim de luta democrática, como as da “Direta Já”… Ali foi o último movimento realmente suprapartidário em prol de uma causa justa e democrática acontecida nesse país!!! Quem teve a oportunidade de vivenciar aquele movimento sabe o que é de fato o verdadeiro sentido ideológico contra qualquer tipo de arbitrariedade imposta… JHabermas
Postado por Caio Hostilio em 28/jan/2012 - Sem Comentários
Esgotados ingressos para amistoso entre Maranhão e Brasil
Não há mais ingressos disponíveis para o amistoso deste domingo (29), entre as seleções Brasileira e Maranhense. Na manhã deste sábado (28), os últimos ingressos para o jogo inédito foram vendidos. Ao todo, a Federação de Futsal do Maranhão (Fefusma) disponibilizou 5.200 ingressos, sendo 5.000 para o setor das arquibancadas e 200 para as cadeiras. Maranhão e Brasil entram em quadra às 10h deste domingo. A partida será realizada no Ginásio Castelinho. O amistoso entre as seleções Brasileira e Maranhense de futsal é promovido pela Federação de Futsal do Maranhão (Fefusma), têm o patrocínio de Óticas Diniz, Armazém Paraíba e Unimed, além do apoio do governo do Estado.
Enfim, o Ginásio Guioberto Alves entregue aos atletas…
O secretário de Estado do Esporte e Lazer, Joaquim Haickel, entrega às 8h deste domingo (29), o Ginásio Guioberto Alves. A tradicional praça esportiva, instalada no Bairro de Fátima, recebeu obras de melhorias na estrutura e parte física. Além do secretário Joaquim Haickel, participam da solenidade o presidente da Confederação Brasileira de Futebol de Salão (CBFS), Aércio de Borba Vasconcelos, e o secretário-adjunto da Sedel, Alim Maluf Neto, que também é o presidente da Federação de Futsal do Maranhão (Fefusma). A partir de agora, o Ginásio Guiberto Alves ficará sob a responsabilidade da Fefusma. Após a solenidade, a comitiva segue para o Ginásio Castelinho, onde, às 10h, ocorre o amistoso entre as Seleções Brasileira e Maranhense de Futsal, evento comemorativo aos 400 anos de São Luís.
Ministro do Turismo e Pelé se encontram em Santos
O ministro do Turismo, Gastão Vieira, estará na próxima segunda-feira (30), em Santos (SP), para uma agenda de visitas em companhia do rei Pelé e dos ministros do Esporte, Aldo Rebelo, e da Secretaria de Portos, José Leônidas. O grupo vai conhecer as obras do ‘Museu Pelé’ e outros projetos relacionados à revitalização e reurbanização da zona portuária da cidade, com as quais Santos se prepara para receber turistas na Copa do Mundo de 2014. No final da tarde, o ministro Gastão Vieira, o prefeito de Santos, João Paulo Papa, e a secretária municipal de Turismo, Wânia Seixas, inauguram o primeiro restaurante-escola da Baixada Santista. A obra foi financiada com recursos do Ministério do Turismo e da prefeitura, como opção para aumentar a oferta de empregos e de qualificação para jovens carentes do município.
Postado por Caio Hostilio em 28/jan/2012 - Sem Comentários

Pai de Santo Dedo no Futi, como lhe disse antes, a Vila do Vinhais eram terras pertencentes a toda poderosa Ana Jansen, local de onde retirava água potável para venderem São Luís, cujo porto no local, igreja, cemitério foram o que restaram da sua antiga propriedade, visto que aquela área foi invadida e até hoje a prefeitura vem enganando o povo. Para você ter uma idéia, Pai Dedo do Futi, até hoje os poços de Ana Jansan estão lá, tem alguns perto da garagem da São Benedito… Então não tem esse papo de bairro mais antigo de São Luís…
Essa é a última vez que vou lhe ajudar Pai de Santo Dedo no Futi… Vou lhe falar sobre os índios Tupinambás.
Pai Dedo no Futi, os tupinambás eram uma nação indígena que habitava várias áreas do litoral brasileiro. As diversas tribos tupinambás possuíam uma língua comum, conhecida como tupi – talvez aí esteja à confusão estabelecida por suas entidades e por aqueles que inventaram essa história – porém não mantinham uma unidade e chegavam até mesmo a guerrearem entre si.
Dedo do Futi, os tupinambás fizeram parte da Confederação dos Tamoios, entre 1556 e 1567, na luta contra os colonizadores portugueses.
Sabe qual era a característica marcante dos tupinambás, Pai de Santo Dedo no Futi? A prática do canibalismo. Acreditavam que ao consumirem a carne de pessoas, poderiam adquirir suas qualidades (inteligência, coragem, habilidades bélicas, etc). Que registro histórico de canibalismo houveem São Luíspor índios? Sabe-se de magias negras!!!
Assim como outras nações indígenas, os tupinambás foram aos poucos desaparecendo ao entrarem em contato com os colonizadores portugueses.
Desde 1519 os tupinambás mantiveram relações amistosas com os portugueses e, a partir de 1525, estabeleceram comércio com os franceses. Segundo Anchieta, em 1531 repudiaram a amizade dos lusos, “em virtude dos agravos recebidos”. Empenharam-se então em guerras constantes, que tiveram conseqüências desastrosas. O último foco de resistência indígena foi desbaratadoem Cabo Frio, em 1574, com número incalculável de mortos e cerca de dez mil prisioneiros. Migraram então em todas as direções. No rio dos Patos, no Sul, entraram em conflito com os carijós, grupo que habitava entre a barra de Cananéia e o Rio Grande do Sul.
No sertão, formaram novos aldeamentos e se tornaram conhecidos como ararapes. Na terceira década do século XVII viviam no rio São Francisco, junto aos amoipiras, ramo tupinambá segregado. No fim desse século, praticamente desapareceram dos registros.
Os tupinambás da Bahia viviam no litoral, entre Ilhéus e a foz do São Francisco, adentrando quase 500km pelo sertão. Também empenhavam-se em lutas constantes com grupos tribais vizinhos: pelo norte, com os caetés, distribuídos do São Francisco à Paraíba, e com os potiguares, das costas da Paraíba e do Rio Grande do Norte; pelo sul, com os botocudos, oriundos do rio Caravelas, e os tupiniquins; pelo interior, com diversos grupos tapuias e com os tupinas. Em 1567, oitenta mil índios estavam aldeados pelos catequistas ou haviam sido escravizados.
Os sobreviventes perambulavam pelos sertões e, nessas caminhadas, juntaram-se aos do Rio de Janeiro e a grupos que deixavam Pernambuco. Entre 1560 e 1580 disseminaram-se pelo Nordeste, ocupando terras desde a serra de Ibiapaba até afluentes do rio Amazonas. Suas concentrações maiores eram Tapuitapera, Cumá e Caeté, no Maranhão. Ao findar o século XVII, a colonização progressiva empreendida pelos europeus havia banido definitivamente os tupinambás do litoral. A escala seguinte foi a ilha de Tupinambarana, ocupada a partir de 1600 por contingente numeroso, que dali prosseguiu para o interior, até atingir, em 1639, o rio Negro.
Em 1660, os jesuítas tentaram a catequese dos índios de Tupinambarana, seguindo a técnica usual de promover aldeamentos aos quais incorporavam índios de outros grupos, como os poraioamas, os mojoaras, os pataruanas, os andirás, os areretus e os sapapés. Em meados do século XVII já não existiam ali grupos tupinambás independentes e, ao findar o século seguinte, já não causavam problemas aos novos donos das terras. Terminara, para a história oficial, sua contribuição ao processo de formação da sociedade colonial brasileira.
Então, Pai de Santo Dedo no Futi, se existe algum sítio arqueológico dos tupinambás ainda, eu sugiro ao senhor que encarne as aventuras de Indianas Jones e parta com gosto e com gás para todas essas localidade constantes na trilha indicada acima… Ah!!! Não esqueça em levar repelente!!!
Postado por Caio Hostilio em 28/jan/2012 - 10 Comentários

Que a rapaziada da Revista Veja adora uma grana extra, isso ninguém tem dúvida… Eu não sou contra, pois os otários estão aí mesmo para plantar matérias e pagam caro com o dinheiro público… Tem aqueles que no desespero e na ganância pelo poder vai à conversa de asseclas medíocres, que esquece que o chefe tem o rabo amarrado num pedaço de toco no caminho… Eita Tom Jobim!!!
Depois de receber sua grana para passar o seu final de semana na Baixada Santista, Lauro Jardim editou a seguinte matéria: Coisas que só acontecem no Maranhão, cujo foco era dizer que o juiz Sérgio Muniz deveria ter se declarado impedido de realizar a tarefa, uma vez que é filho do secretário adjunto da Casa Civil de Roseana, Antonio Muniz e que o juiz José Carlos Souza e Silva, que votou pela volta do processo para mãos de Sérgio Muniz é foi presidente da Fundação José Sarney.
Vamos clarear um pouco mais essas informações. Ora bolas!!! Catatau, você deveria dizer a Zé Colméia que não seria uma boa gastar esse dinheiro plantando essa matéria no Lauro Jardim, ainda mais com dinheiro da Empresa que ele administra!!! Isso já é imoral… Por outro lado, dizer: “Chefe, o senhor não pode esquecer que seu pai também é um dos adjuntos da Casa Civil do governo de Roseana.
Agora, vamos ao mais interessante de toda essa historia. A do juiz José Carlos e Silva… Ao não nomear um sucessor para Haroldo Lima na diretoria-geral da Agência Nacional de Petróleo (ANP), a presidente Dilma Rousseff inovou e criou a função de diretor-geral-adjunto para Helder Pintor Queiroz Júnior. O cargo não está previsto nas regras da instituição. Há uma situação esdrúxula na ANP. Haroldo Lima foi nomeado para o cargo por ser do PCdoB. O partido tem outro diretor na ANP: Allan Kardec Duailibe. O esquisito é que Duailibe é maranhense. Nesse estado, o PCdoB é inimigo figadal da família Sarney. Você sabe quem é Allan Kardec do PCdoB? Simplesmente, ele é genro do juiz José Carlos e Silva…
Então, ele deveria se declarar impedido por fazer parte de que lado?
Apenas uma perguntinha básica: Zé Colméia, você como um ex-juiz federal, não acha que esse processo sendo conduzido por um juiz federal, ou seja, amigo seu de magistratura, quiçá até do mesmo concurso, também não deveria se declarar impedido, ainda mais pela velocidade astronômica que queria dar a oitiva?
Ninguém é besta!!! Ou você pensa – só porque se acha professor de deus – que ninguém perceberia essa manobra macabra? Quem em sã consciência não sabe do corporativismo existente dentro da magistratura, ainda mais sabendo que o beneficiado seria um ex-juiz, ainda mais da Justiça Federal, da qual o juiz apresado faz parte? Quer enganar quem? Seria providencial também que o TRE/MA explicasse a redistribuição desse processo sem que houvesse ainda a decisão de que o relator continuaria naquela Corte!!!
Aí Lauro Jardim… Como a grana foi boa, sugiro as prais de São Vicente… Cara, dizem que estão menos poluidas que as de Santos!!!
Postado por Caio Hostilio em 27/jan/2012 - 2 Comentários
A prefeita Sônia simplesmente não vem pagamento o funcionalismo público e a vida virou um verdadeiro pandemonio.
Os comerciantes estão sem vender e sem receber os débitos contraídos pelos funcionários. “O dinheiro não está circulando na cidade. Estamos vivendo um caos. Pode haver saques nas lojas, porque o povo não tem dinheiro e não tem nada para comer em casa”, disse um comerciante apavorado.
A Casa Lotérica fechou as portas, pois as pessoas aguardam algum tipo de benefício para que saiam da situação em que estão.
Os professores já não aguentam mais e partiram para fazer manifestações… “O que a prefeita está fazendo com o dinheiro do Fundeb”, questionou uma professora. lotérica de Axixa fechou.
Seria providencial que o Ministério Público e o TRT intervissem, visto que a situação naquele municipio pode é desesperador.
Para os lojistas, seria necessário um reforço policial, pois o povo de Axixá é pacifico, porém tudo tem limite e daqui pra frente pode acontecer o pior.
Postado por Caio Hostilio em 27/jan/2012 - Sem Comentários
O juiz da 1ª Vara do município de São José de Ribamar, Marcelo José Amado Libério, em decisão expedida na última terça-feira (24), determinou que a construtora Franere – Comércio, Construções e Imobiliária Ltda – suspenda todo e qualquer serviço de engenharia e edificação da obra de construção do empreendimento Costa do Araçagy Condomínio Clube, localizado no bairro Araçagy, no município de São José de Ribamar.
A decisão atendeu a uma ação cautelar, movida pela prefeitura ribamarense, que tem como objetivo, além de manter a ordem urbanística da cidade, zelar pelo cumprimento das leis municipais, em especial a lei de uso e ocupação do solo urbano de São José de Ribamar, e pela preservação do meio ambiente desta área do município.
Além de suspender o alvará de construção da obra, expedido irregularmente pelo município de Paço do Lumiar, o juiz determinou a retirada de todo material de construção e máquinas da área e arbitrou multa diária, no valor de R$ 10 mil, caso a construtora, num prazo de dez dias, não cumpra a determinação judicial.
Numa ação de total desrespeito à legislação municipal de São José de Ribamar, a Franere, em parceria com a empresa Tenda, iniciou, no ano passado, o processo de vendas de apartamentos no condomínio Costa do Araçagy Condomínio Clube. A construtora, de forma totalmente irregular, iniciou o processo de vendas, com ampla divulgação na mídia local, de posse de um alvará de construção expedido pelo município de Paço do Lumiar.
No entanto, o Araçagy, um dos mais belos pólos turísticos da Grande Ilha, é um bairro que pertence ao território do município de São José de Ribamar, fato que é de conhecimento público e que, inclusive, foi atestado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pelo Instituto Maranhense de Estudos Socioecônomicos e Cartográficos (IMESC) em laudos emitidos ano passado, como também a Corregedoria Geral de Justiça, em seu provimento nº 05/2006, determinou que todos os imóveis situados naquela localidade sejam registradosem São Joséde Ribamar. Neste sentido, o juiz Márcio Castro Brandão, no ano passado, em ação de nunciação de obra nova movida pela prefeitura ribamarense, determinou a realização de perícia técnica para identificar a localização correta do empreendimento. O resultado foi que o imóvel, indiscutivelmente, se localizaem São Joséde Ribamar.
Além de não possuir alvará de construção expedido pelo município de São José de Ribamar, a Franere ignorou totalmente a lei de uso e ocupação do solo urbano do município, que autoriza a construção de edificações de, no máximo, seis andares. O Costa Araçagy, conforme o projeto divulgado pela construtora, possuirá onze torres, cada uma com 13 andares.
Outra situação grave é o fato do projeto de construção do condomínio não possuir estação de tratamento de esgoto, o que poderá ocasionar sérios danos ambientais aos moradores do Araçagy, Praia do Meio e localidades vizinhas.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou, em 2011, a suspensão de uma liminar, concedida pelo Tribunal de Justiça do Maranhão em favor da Franere, que reconhecia o alvará de construção expedido irregularmente pelo município de Paço do Lumiar.
No ano passado, é importante ressaltar, a 2ª Promotoria de Justiça de São José de Ribamar ingressou com uma Ação Civil Pública contra Franere em decorrência de irregularidades cometidas na regularização e construção do empreendimento imobiliário Costa do Araçagy Condomínio Clube.
Na ação, o promotor Carlos Henrique Brasil Teles de Menezes fez alegações iguais às propostas pela prefeitura ribamarense, na ação cautelar movida contra a construtora, e pediu, ainda, a condenação da Franere para devolver os valores integrais, devidamente corrigidos, aos compradores dos imóveis do empreendimento irregular, bem como pagar multa no valor equivalente a 5% de cada uma das unidades residenciais ou comerciais integrante do empreendimento Costa do Araçagy.
Postado por Caio Hostilio em 27/jan/2012 - Sem Comentários
Vinte e cinco novos leitos de Unidades de Cuidados Intermediários (semi-intensivas) e 13 leitos de Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) do Hospital de Alta Complexidade Carlos Macieira foram inaugurados na manhã desta sexta-feira (27). A solenidade contou com a presença do vice-governador, Washington Oliveira, do secretário de Estado da Saúde (SES), Ricardo Murad, deputados e profissionais que trabalham na unidade. O Carlos Macieira passa agora a disponibilizar aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) um total de 33 leitos de UTIs.
Washington Luiz disse que os maranhenses estão vivenciando uma revolução na área da saúde pública do Maranhão. “Estamos vendo os pacientes em uma unidade com instalações modernas, ambientes confortáveis, limpos, climatizadas e sendo devidamente acompanhados por profissionais competentes e entusiasmados com o trabalho”, completou.
Os novos leitos ficam localizados no 3° andar e térreo da unidade de saúde. Dos 13 leitos de UTIs, cinco serão reservados para atendimento pediátrico. Ricardo Murad afirmou que o Hospital Carlos Macieira foi equipado para propiciar aos maranhenses tratamentos de excelência na área de saúde.
“Serão feitos transplantes de órgãos e executadas todas as cirurgias cardiológicas, neurológicas, de rim e fígado. Os problemas mais complexos serão encaminhados para este hospital que dará suporte ao Hospital de Alta Complexidade Tarquínio Lopes e a toda a rede de saúde que possuir pacientes precisando de leito”, afirmou Murad.
Mas o que chamou a atenção mesmo foi o discurso do secretário Ricardo Murad, conforme abaixo:
No Maranhão, ao contrário do que muita gente diz, muitos daqueles que fazem essa oposição descabida, não ao governo, mas ao estado, porque quando você faz uma oposição pra denegrir a imagem do Maranhão você não ta fazendo oposição ao governo, você ta fazendo uma oposição a todos os profissionais, a todos aqueles que sabem que podem fazer algo de extraordinário. Só não fizeram ou não fazem porque as condições não lhes foram dadas. Quando a gente consegue dar as condições acontece a revolução que nós estamos fazendo. Nós estamos mostrando, comprovando que o Maranhão tem condições de construir, tem condições de equipar, tem condições de qualificar e tem profissionais pra tocar uma medicina de ponta que nada deve a nenhum estado brasileiro avançado.
Portanto, vamos acreditar no Maranhão, vamos acreditar no potencial da nossa gente, na força do nosso povo e na força da nossa economia. O Maranhão é o 16º PIB do Brasil. É igual o Brasil, que é a 6ª economia do mundo. Se nós temos ainda distorções de renda, vamos trabalhar para que as distorções acabem, mas não vamos denegrir a imagem do Brasil e não vamos denegrir a imagem do Maranhão.
Então esses professores de Deus que ai estão, sempre incomodados com aquilo que o governo faz, sempre se sentindo perseguidos, não sei por quem porque por nós nem tempo pra perseguir nós temos. Nós temos trabalhado 24 horas por dia, pra dar a população do Maranhão uma estrutura, uma rede de saúde capaz da população ser atendida sem pedir favor, ser atendida sem gastar dinheiro, ser atendida sem ser apadrinhada. Para que todos possam efetivamente ter acesso àquilo que é o bem mais precioso do ser humano que é a saúde e que as pesquisas dizem que é a preocupação maior do Brasil.
Então, nós estamos aqui hoje com uma satisfação tremenda, junto a um corpo clínico e de profissionais de altíssima competência, num hospital que se propõe ser ponta da medicina do estado, fazendo aqui procedimentos de alta complexidade, que só se fazem hoje em hospitais e muito raramente nos hospitais do Brasil nós vamos fazer aqui e isso nos dá o caminho certo de aquilo que estamos fazendo tá tendo resultado.
Postado por Caio Hostilio em 27/jan/2012 - Sem Comentários
Com novo posicionamento, os membros da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça condenaram uma empresa de transporte a pagar indenização por danos morais, no valor de R$ 120 mil, a um passageiro atingido por um tiro, durante um assalto em ônibus intermunicipal ocorrido em janeiro de 2003.
O coletivo saiu da cidade de Imperatriz, com destino a São Luís, e foi abordado por assaltantes fortemente armados, entre o município de Açailândia e o povoado Novo Bacabal. Na ocasião, os assaltantes teriam ameaçado e provocado pânico entre os passageiros, culminando em um tiroteio.
O passageiro ajuizou pedido de indenização, por ter sofrido tiro na região nasal, permanecendo com a bala alojada na cavidade craniana e graves sequelas físicas e psicológicas. Ele alegou que casos semelhantes seriam comuns na região, diariamente noticiados pelos meios de comunicação locais e, portanto, um assalto seria plenamente previsível para as empresas de transporte.
O juízo de origem negou o pedido indenizatório, acatando as alegações da empresa de que o fato não decorreu de imprudência ou negligência na prestação de serviço, resultando de evento externo, imprevisível e inevitável por parte da empresa, que teria sido tão vítima quanto o passageiro de uma falha do Estado em garantir a segurança.
DANO MORAL – Em recurso do passageiro, os desembargadores modificaram a decisão e condenaram a empresa ao pagamento da indenização, afastando o argumento de força maior por culpa de terceiro e considerando a previsibilidade do evento pelo histórico de crimes semelhantes naquele itinerário.
A relatora do recurso, desembargadora Raimunda Bezerra, rejeitou a exclusão da responsabilidade da empresa que, ao vender o bilhete de passagem, teria se comprometido a conduzir o passageiro de forma segura ao seu destino.
O desembargador Marcelo Carvalho (revisor) defendeu uma rediscussão política dos riscos assumidos por empresas ao atuarem na atividade de transporte, pois com a frequência de ocorrências, os assaltos deixam de ser fato extraordinário e passam a ser mais um aspecto a ser considerado nos contratos com o consumidor. “Cabe ao transportador comprovar que esgotou os meios para uma condução segura, arcando com as consequências e ressarcindo os prejuízos dos passageiros na ausência de providências”, frisou.
Postado por Caio Hostilio em 27/jan/2012 - Sem Comentários
O secretário-chefe da Casa Civil, Luís Fernando Silva, representou a governadora Roseana Sarney, na tarde desta quinta-feira (26), na solenidade de inauguração da Escola Municipal Alto do Turu, localizada na Avenida Principal, no bairro Alto do Turu, no município de São José de Ribamar. Com o prefeito da cidade, Gil Cutrim, vereadores, secretários municipais e a diretora da instituição de ensino, Carmelita Pires, Luís Fernando descerrou a placa e entregou ao estudante Bruno da Silva Barros, representando todos os estudantes da escola, um kit contendo fardamento e material escolar.
“As crianças deste bairro ribamarense mereciam esta escola e foi por essa razão que em 2010, quando eu ainda era prefeito de São José de Ribamar, assinei a ordem de serviço para sua construção. O prefeito Gil Cutrim deu prosseguimento e está trabalhando em benefício do futuro dessas crianças”, disse Luís Fernando Silva.
Gil Cutrim disse que a educação é prioridade em seu governo. “Temos muita coisa a fazer, mas em primeiro lugar a educação das nossas crianças, que são o futuro deste município”, disse o prefeito.
A Escola Municipal Alto do Turu atenderá a 300 alunos da educação infantil e do ensino fundamental, nos turnos matutino e vespertino. As aulas terão início na segunda-feira (30).
Postado por Caio Hostilio em 27/jan/2012 - Sem Comentários
Uma liminar concedida pelo Tribunal Superior Eleitoral nesta quinta-feira, 26, vai permitir que o governador de Roraima, José Anchieta Júnior (PSDB), continue no cargo, apesar da decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Estado que cassou mandato dele e do vice, Chico Rodrigues (sem partido).
Com a nova determinação da Justiça, a situação de Anchieta Júnior fica indefinida até o julgamento do recurso apresentado pelo governador ao TSE, o que ainda não tem data definida.
?Impressiona, ainda, na espécie, que o governador de Roraima foi cassado por apertada maioria de três votos a dois e consta dos autos a circunstância de que o TRE-RR teria impedido que juiz federal regularmente indicado pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região participasse da sessão’, destacou presidente do TSE, Ricardo Lewandowski, na decisão.
O governador de Roraima e seu vice são acusados pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) efetuaram gastos ilícitos e adquiriram 45 mil camisetas amarelas (cor da candidatura) no valor de R$ 247.500,00 com o objetivo de distribuir aos eleitores de Roraima. A acusação partiu de Neudo Campos (PP), candidato derrotado no pleito de 2010.
Segundo o MPE, os políticos realizaram movimentação financeira ilícita, despesas com pessoal e pagamento de colaboradores, em espécie, em desacordo com a legislação eleitoral. Em julgamento no dia 13, o TRE-RR cassou, por placar de três votos a dois, o mandato do governador e do vice.