Postado por Caio Hostilio em 08/jul/2015 - Sem Comentários
A matéria “Senhor Prefeito de Itapecuru, cadê o dinheiro que Ra para está aqui?”, publicada no dia 04/07/2015, foi amplamente repercutida na
Câmara de Vereadores do município. O vereador Carlos Junior (PTC), usou da tribuna para ler e debater a matéria citada acima. Ele faz parte da oposição, que é composta apenas de dois vereadores e a situação por 11 vereadores, que não tiveram como defender as denúncias, haja vista que estava robustamente acrescida de vários documentos comprobatórios. É preciso que os cidadãos denunciem e que os verdadeiros fiscais – deputados e vereadores -, façam seus papéis como representantes do povo, tal como fez o vereador Carlos Junior. Assista ao vídeo abaixo:
Postado por Caio Hostilio em 08/jul/2015 - Sem Comentários
O deputado Hildo Rocha denunciou: campanhas de Flávio Dino foram financiadas por empresas implicadas na “operação Lava Jato”!!! Esse blog já cansou de mostrar aqui que a PGR vem de todas as formas tirando o ex-juiz Flávio Dino e até seu PCdoB do rol daqueles que sempre usufruíram das benesse$ cedidas pelas empresas envolvidas nas presepadas na Petrobras, porém as presepadas envolvendo Flávio Dino são escondidas na PGR… As matérias do blog: “O PCdoB recebeu doação da OAS e da UTC para campanha de 2014”, publicada no dia 17/11/2014, a matéria “Flávio Dino, diante dessa delação, os R$ 3 milhões da OAS foram doados ou emprestados?”, publicada no dia 18/03/2015, a matéria “Ninguém doaria R$ 3 milhões para uma campanha se não tivesse um bom retorno!!!”, do dia 02/05/2015, a matéria “Explique os R$ 3 milhões que AOS garantiu para tua campanha Flávio Dino?”, publicada em 05/05/2015, a matéria “Flávio Dino pode ser chamado na CPI da Petrobras para explicar R$ 3 milhões recebidos da OAS!!!”, publicada no dia 07/05/2015, além de muitas outras. Agora, é esperar que a Câmara dos Deputados tome as providências cabíveis, uma vez que esperar pela PGR é o mesmo de ver toda essa presepada ser engavetada… Assista ao vídeo do discurso do deputado Hildo Rocha,abaixo:
Em pronunciamento nesta terça (07), no plenário da Câmara, o deputado federal Hildo Rocha (PMDB/MA) foi taxativo ao afirmar que as duas campanhas para governador, disputadas por Flávio Dino (PCdoB), em 2010 e 2014, foram financiadas com dinheiro repassado por empresas implicadas na Operação Lava Jato.
O parlamentar lamentou que os depoimentos, das delações premiadas, estejam sendo vazados de forma seletiva. Rocha suspeita que esse procedimento seja uma tentativa de ocultar o nome de alguns envolvidos.
O deputado citou uma tabela das doações oficiais e não oficiais feitas pela UTC, publicada na revista veja desta semana, na qual constam doações para o PCdoB. Rocha ressaltou que mês retrasado, o jornal Folha de São Paulo são Paulo divulgou parte da delação premiada, do Sr. Ricardo Pessoa, na qual o empresário afirma que dois governadores receberam recursos provenientes do Propinoduto da Petrobras.
“Apenas o nome de um foi revelado. Quem é o outro governador que recebeu dinheiro de propina para fazer campanha eleitoral?”, questionou.
O parlamentar disse que encaminhou ao Ministério Público oficio solicitando o nome do outro governador citado na delação premiada. Mas, sob o argumento de que o caso está sob sigilo não foi atendido.
“Alguns deputados já me afirmaram que o nome de Flávio Dino esta escondido a sete capas, pelo próprio Ministério Público Federal”, revelou.
“Eu não quero acreditar que os procuradores Rodrigo Janot e Nicolau Dino estejam trabalhando para esconder o nome do governador Flávio Dino”, destacou.
“Vou reiterar o pedido que fiz ao Procurador, Rodrigo Janot, solicitando novas informações a respeito desse caso. Vou provar que o PCdoB recebeu dinheiro de empresas implicadas no propinoduto da Petrobras”, afirmou.
Postado por Caio Hostilio em 08/jul/2015 - Sem Comentários
Katiuscia tem informações importantes que podem ajudar a solucionar o caso
Katiuscia é dona do lava-rápido para onde foi levado o carro de Cristiano Araújo na véspera do acidente. Ela acredita que poderia ter evitado a morte do cantor e tem informações importantes que podem ajudar a solucionar o caso.
Um dia antes do acidente, o sertanejo levou o carro para ser lavado. O dono do estabelecimento percebeu que tinha algo errado com as rodas do veículo. “No ato da lavada, a gente observou que essa roda, justamente a roda traseira do lado do carona, do lado direito, apresentava varias soldas”, informou Fábio.
Com tantos anos de prática, ele sabe o que representa uma solda em uma roda de liga leve. “Uma roda de liga leve hoje em dia a gente sabe que quebrou, não presta, não se aceita solda, joga fora, compra outra”, afirmou.
Katiuscia, esposa de Fábio, também dona do lava-jato, foi quem entregou o carro para Ronaldo, motorista de Cristiano. “Mostrei a roda, bati com o pé na roda e falei: ‘olha, essa roda tem solda, isso para vocês que viajam é perigoso’. Ai ele olhou para mim. Eu acho que ele tentou entender o que eu estava dizendo, né? Porque ele olhou espantado e falou: ‘não, o serviço é bem feito’. Mas ele não imaginava a gravidade”.
Ela e o marido levaram um susto quando viram a notícia do acidente na TV. Dias depois, Katiuscia ainda se sente um pouco responsável pelo o que aconteceu. “Eu gostaria de ter tido poder para falar ‘vocês não vão nesse carro’. Tinha mais dois carros na garagem”, contou.
Ela também defendeu o motorista. Para ela, Ronaldo não teve culpa de nada. “Eu acredito que se ele soubesse da gravidade da situação da roda, ele jamais teria viajado naquele carro, porque além de motorista, ele era amigo pessoal do Cristiano”, disse.
Postado por Caio Hostilio em 08/jul/2015 - Sem Comentários
Os deputados Adriano Sarney, Sousa Neto e Andrea Murad, respectivamente, subiram à tribuna da Assembleia Legislativa, hoje (08), para falar da forma arbitrária, repugnante e, principalmente, antidemocrática, que estão tratando os índios, que estão reivindicando o que é de direito deles.
O deputado Adriano Sarney falou que é preciso que o governo do Estado assuma uma posição e que negocie com os índios. Falou ainda que o encontro dos índios com o secretário Márcio Jerry, ontem (07), no Palácio Henrique de La Roque, trouxe embaraços, coisa que levou os líderes indígenas a não querer mais nenhum tipo de contato com o referido secretário.
“O governador Flávio Dino mandou o secretário de segurança pública negociar com os índios na porta do Palácio dos Leões, quando deveria mandar sua secretária de educação”, afirmou Adriano Sarney.
O deputado Sousa Neto foi taxativo ao dizer que o secretário Márcio Jerry ofereceu propina ao líder indígena para que parassem com a manifestação, coisa repudiada pelo líder.
“Tenho provas. O Márcio Jerry ofereceu propina ao líder indígena, que recusou porque suas reivindicações são de todas as tribos e que ele não poderia receber sozinho, quando isso não seria justo e que precisaria de conversar com todos os líderes”, disse Sousa Neto.
Sousa Neto solicitou que o presidente da Assembléia Legislativa liberasse a entrada dos outros índios que foram barrados no Portão da Assembleia. “Aqui sempre liberaram para outros manifestantes, como professores, policiais (classe que defendo) e bombeiro, agora estão barrando os índios, mesmo que estão usando calça, seguindo o regimento da Casa. Senhor presidente, no Maranhão a democracia é ver os índios acorrentados”, frisou Sousa Neto.
A deputada Andrea Murad foi no mesmo tom e cobrou maior empenho do governo no cumprimento das promessas e disse: “O primeiro-damo, Márcio Jerry, não tem condições de está a frente dessa negociação com índios”.
Postado por Caio Hostilio em 08/jul/2015 - Sem Comentários
Por que o governo que aí está, que tem como secretário da transparência Rodrigo Lago, que tem como principais envolvidos na presepada “Opera Prima”, não vem a público explicar? Esse caso foi de grande repercussão, inclusive com inquérito policial (paralisado). Para relembrar o caso, segue uma matéria publicada no meu antigo blog.
A farra é nas nuvens, mas…
ADERSON AINDA PRECISA EXPLICAR ESCÂNDALO OPERA PRIMA
Já completou mais de um ano que o jornal ‘O Estado do Maranhão’ publicou toda a escandalosa operação do misterioso convênio da Saúde, em pleno período de campanha em 2006, para a compra de R$ 550 mil em remédios Caxias em que, pelo menos R$ 100 mil, foram parar na conta da empresa Opera Prima, do Rio de Janeiro. Coincidentemente (ou não) a Opera Prima pertence a Aderson Lago Neto, filho do ex-chefe da Casa Civil, do primo, o sorumbático chefe maior, o macambúzio desgovernador cassado, Jackson Kepler Lago.
Não é possível que, passado mais de um ano, pouco ou nada se tenha de esclarecimentos sobre a operação ‘Opera Prima’, emblema e ícone da fraude que desviou R$ 1 bilhão dos convênios eleitoreiros para comprar votos e eleger o macambúzio Jackson. Neste caso, a ‘fornecedora’ de mais de meio milhão em medicamentos é na verdade uma empresa de fachada que funciona numa combalida residência em Paço do Lumiar.
Certo é que, mais cedo ou mais tarde, Aderson Lago terá que prestar contas a Justiça de todas as falcatruas que perpetrou em nome da inexistente ‘libertação’ do Maranhão. Liberto mesmo, nos tempos do desgoverno do sorumbático chefe maior, eram a farra e o desvio de dinheiro público sem a mínima preocupação em disfarçar o esquema todo.
Postado por Caio Hostilio em 08/jul/2015 - Sem Comentários
As cidades do Maranhão serão penalizadas com a perda de R$ 34 milhões que deveriam ser depositados, no dia 10 deste mês (sexta-feira), pelo Governo Federal nas contas das prefeituras, referentes ao aumento de 0,5% do Fundo de Participação dos Municípios, conquista obtida por prefeitos e prefeitas, ano passado, durante a XVII Marcha à Brasília em Defesa dos Municípios.
A informação foi divulgada pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e comunicada nesta terça-feira (07) à Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM).
Em 2014, durante o evento municipalista, ficou acordado com o Governo Federal, tendo sido aprovado pelo Congresso Nacional, o aumento de 1% do FPM dividido, inicialmente, em duas partes – 0,5% em 2015 e 0,5% em 2016.
A promulgação da Emenda Constitucional 84, que disciplinou o acordo, ocorreu em dezembro do ano passado e, desde então, prefeitos e prefeitas aguardam o repasse visando amenizar a crise financeira pela qual passam todas as cidades brasileiras – somente no primeiro semestre deste ano, de acordo com levantamento divulgado recentemente pela FAMEM, os municípios maranhenses foram prejudicados com a perda de cerca de R$ 38 milhões do FPM.
A Emenda alterou o artigo 159 da Constituição e elevou de 23,5% para 24,5% a composição do Fundo.
A proposta inicial era de que o primeiro repasse de 0,5% seria feito sobre o total da arrecadação dos dois tributos que compõem o FPM (Imposto de Renda e Imposto Sobre Produtos Industrializados) e levando em consideração o período de junho de 2014 a junho de 2015. Portanto, com base nesse acordo, o Governo Federal repassaria aos municípios brasileiros R$ 1,9 bilhão, sendo que as cidades maranhenses seriam beneficiadas com cerca de R$ 68 milhões.
No entanto, o Governo, ao enviar a proposta ao Congresso, alterou a redação do artigo 3º da Emenda, reduzindo a base de cálculo de doze para seis meses, acarretando um déficit de 50% do valor acordado – R$ 954 milhões a nível de Brasil e R$ 34 milhões a nível de Maranhão.
Medidas – O presidente da FAMEM, prefeito Gil Cutrim (São José de Ribamar), esteve em Brasília, esta semana, conversando com dirigentes da CNM e de outras entidades municipalistas.
Eles enviaram ao Governo Federal ofício solicitando audiência, em caráter de urgência, com os ministros da Fazenda e da Casa Civil, pedido este que, até esta terça-feira, não havia sido atendido.
Os dirigentes municipalistas, como forma de evitar a penalização dos municípios com o descumprimento do acordo, defendem que o restante do repasse seja depositado em forma de Apoio Financeiro Aos Municípios (AFM), como já realizado em anos anteriores pela União.
Postado por Caio Hostilio em 08/jul/2015 - Sem Comentários
E diziam que o Maranhão não seria mais alvo de matérias negativas a nível nacional!!! Tudo não passou de muita balela e de falta de responsabilidade com a coisa pública. Agora, o acontecido bárbaro, praticado por moradores do São Cristóvão, num ato de desespero pela falta de segurança pública, é alvo do Jornal Extra do Rio de Janeiro. Esse blog publicou o ocorrido
através da matéria “No Maranhão de “Todos Nós”, a falta de segurança leva a população a usar da lei de Talião em plena via pública!!!”, onde disse: Não deu outra!!! A População linchou Cledenilson Pereira da Silva, mais conhecido pela alcunha Xandão, de 29. Pelo visto os moradores do Jardim São Cristóvão tiveram que agir por conta própria pela insegurança oferecida pelo governo que aí está. De acordo com informações, o linchamento brutal se deu pelo fato do suposto assaltante e um adolescente de 16 anos terem tentado assaltar um bar na Rua Coronel Abílio, quando foi agarrado por populares, amarrado nu em um poste e espancado até a morte.
Postado por Caio Hostilio em 07/jul/2015 - Sem Comentários
A deputada Andrea Murad (PMDB) usou a tribuna nesta terça-feira (07) para relatar sua vista à UPA da Vila Luizão em São Luís e rebateu a nota emitida pelo governo acusando a parlamentar de invadir a unidade. A deputada da oposição explicou que entrou na UPA acompanhada do coordenador de plantão e visitou a ala pediátrica que já estava vazia.
“Eu estava como deputada eleita pelo povo, fiscalizando uma unidade de saúde, uma vez que houve denúncias. Diferente da nota descabida do governo, eu mesma convidei o coordenador para me acompanhar, que prontamente me atendeu. As técnicas de enfermagem me chamavam escondida para falar dos abusos desse governo, para falar que faltam medicamentos, para falar que faltam leitos, para falar do atendimento, com medo desse governo. Eu realmente esperava uma nota que dissesse por que baixaram de 12 para 4 leitos na unidade da Vila Luizão e não criticando a minha visita à UPA cujo o meu papel também é fiscalizar”, disse Andrea Murad.
Após a sessão plenária, a deputada reuniu-se com indígenas que resolveram ficar acorrentados na galeria do plenário da Assembleia como forma de protesto às reivindicação ainda não atendidas pelo governo do estado. Dezenas de representantes também protestaram em frente ao Palácio dos Leões e representam aldeias de Barra do Corda, Grajaú, Jenipapo dos Vieiras, Itaipava, Amarante e Arame. Relataram ainda que estão sofrendo ameaças e que um dos integrantes do grupo está desaparecido. A deputada Andrea Murad ouviu dos índios as principais reivindicações e se colocou à disposição para cobrar do governo as melhorias na área da educação.
“Representantes indígenas Guajajaras nos relataram suas principais reivindicações e pediram a nossa intervenção para que cobremos do governo as melhorias que estão exigindo, principalmente na educação. Outra preocupação foi dizerem que estão sendo ameaçados desde o primeiro dia de protestos, inclusive, pelo próprio secretário Jefferson Portela, como eles relataram. É algo grave, precisa ser apurado e tomadas as providências cabíveis”, explicou a parlamentar.
O discurso completo da parlamentar:
https://www.youtube.com/watch?v=HV9QTHAe9d8
Postado por Caio Hostilio em 07/jul/2015 - Sem Comentários
A cobrança é justa (Vídeo)!!! “Os índios também merecem atenção e respeito”, declara deputado Wellington ao defender o diálogo entre o Estado e os indígenas
O vice-presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e das Minorias, deputado Wellington do Curso (PPS), ouviu os anseios de indígenas que, por volta das 11h30min desta terça-feira (7), ocuparam a galeria da Assembleia Legislativa e iniciaram uma greve de fome, como forma de protesto, a fim de obter a atenção do Poder Público. Na ocasião, o parlamentar reafirmou o seu compromisso com a dignidade humana e se colocou à
disposição para defender os direitos indígenas. “Após ouvir os anseios dos indígenas, vemos que a principal ‘reivindicação’ faz referência à Educação, visto que a Constituição Federal assegura o acesso à educação e aos demais direitos fundamentais. Os índios são cidadãos e, como tais, merecem atenção e respeito. Coloco-me à disposição dos indígenas e ratifico o meu compromisso com a justiça social e o zelo por aquilo que é princípio
em nosso Estado: a dignidade humana”, destacou. Desde a última terça-feira (30), cerca de 173 indígenas vieram para a capital maranhense, ocupando a frente do Palácio dos Leões a fim de sensibilizar o poder público para com o cumprimento dos direitos fundamentais. Após terem sido recebidos pela Secretaria de Estado de Educação do Maranhão (SEDUC), segundo o indígena Uirauchene Soares, eles permanecem sem “respostas” e por isso ocuparam a galeria da Assembleia e iniciaram uma greve de fome nesta terça-feira (7). Encontram-se, por tempo indeterminado, 69 indígenas, dentre os quais 26 ocupam a galeria, e 43 permanecem na entrada da Assembleia, representando aldeias de diversos municípios: Aldeia Portugal, em Arame; Aldeia Mangueira, em Grajaú; Aldeia Angico Torto, em Arame; Aldeia Barro Branco, em Buriticupu; Aldeia Boa Vista, em Santa Luzia; Aldeia Água Branca, em Barra do Corda, entre outras. “O que a gente quer é educação e respeito desse governo com a gente. Se for preciso morrer, a gente morre. Nós somos índios e não bichos. Queremos atenção”, reivindicou o cacique da aldeia Mangueira, em Grajaú, Manoel Guajajara. Os indígenas, que permanecem acorrentados e em greve de fome na galeria da Assembleia Legislativa por tempo indeterminado, reivindicam Construção de escolas, contratação de diretores, vigilantes e merendeiros, alteração do Conselho Indígena, segundo a recomendação do Ministério Público; além de curso de formação continuada de professores indígenas, curso profissionalizante para os indígenas que terminaram o Ensino Médio, reconhecimento das escolas indígenas, construção de ginásio poliesportivo, construção de casas populares e implantação da Agricultura familiar para combater a fome.
Andrea Murad quer Secretaria de Tranparência investigando denúncias protocoladas em órgão públicos de controle
A deputada Andrea Murad usou o principal expediente da sessão plenária nesta segunda-feira (06) para apresentar um balanço das suas ações focadas nestes primeiros meses de legislatura e também nos seis meses de gestão do governo Flávio Dino. A parlamentar citou cerca de 7 representações que deu entrada na Procuradoria Geral de Justiça e Tribunal de Contas do Estado, órgão públicos de controle, para onde destinou denúncias graves de contratos irregulares através de dispensas de licitação e nomeações irregulares. Além das representações, ela elaborou 3 ações populares e 10 requerimentos com pedidos de informações. “Nesses seis meses, foram diversas ações, representações e vários requerimentos de tudo aquilo que tenho solicitado e que é um verdadeiro absurdo acontecer no Maranhão por parte do governo do Estado. Aprovamos, aqui nesta Casa, a Secretaria de Transparência e Controle que de transparente não tem nada e que de controle menos ainda. Foi criada para perseguir inimigos políticos porque é incapaz de tentar resolver e apurar, principalmente apurar as denúncias que nós fazemos como a nomeação de membro da comissão de licitação em desacordo com a legislação; a nomeação do ficha suja Luiz Júnior de forma retroativa; a contratação ilegal por dispensa de licitação da BR Construção que hoje está sendo investigada pelo Ministério Público; representamos contra a CAEMA na contratação do escritório Sá Valle Advocacia; contra as mortes dos bebês no hospital de Coroará; representei contra essa contratação absurda da Copiar Center, ligada a família do governador Flávio Dino”, discursou Andrea Murad. Nos próximos dias, a deputada vai enviar um Ofício para a Secretaria de Transparência e Controle para que apure todas as denúncias feitas pela parlamentar e protocoladas em órgão de controle, com o objetivo de que a secretaria cumpra a sua função e atribuições. Ela criticou que a Secretaria de Transparência e Controle não deve servir apenas para perseguir inimigos políticos e que não vê a pasta atuando para apurar as denúncias da oposição. “No ofício eu solicito a abertura de auditoria especial ou procedimento de investigação preliminar, para apurar os fatos e condutas tomadas nos processos administrativos de tudo que já denunciei e representei, determinando inclusive a tomada de contas especial, se for necessário; e vou exigir, sobre cada caso, que a secretaria nos informe quais as providências foram tomadas pela secretaria e que me apresente a cópia do processo administrativo ou atos que tenha gerado a respeito do meu pedido. Espero que o secretário Rodrigo Lago comece a fazer o seu trabalho, aquilo que ele precisa fazer como secretário de Estado, e não ficar dando sentença condenatória para ninguém, mas sim fiscalizar e apurar as denúncias que precisam ser apuradas e fiscalizadas”, criticou a parlamentar.
Que os deputados criem coragem e deixem de se agacharem tanto e fiscalize essa denúncia de um médico da UPA
Decisão mantém afastamento e bloqueio de bens do prefeito de Bacuri e de assessores
Acolhendo pedido do Ministério Público, a Justiça proferiu decisão, no dia 2 de julho, mantendo o afastamento do prefeito do município de Bacuri, José Baldoíno da Silva Nery, e de seis assessores, todos envolvidos em fraudes de licitações de transporte escolar nos anos de 2013 e 2014. A manifestação judicial também determina a manutenção da indisponibilidade e do bloqueio dos bens dos gestores. A decisão, cujo relator foi o desembargador Lourival Serejo, acolhe pedido de efeito suspensivo interposto pela promotora de justiça Alessandra Darub Alves, requerendo a suspensão de decisão anterior, que determinou o retorno de José Baldoíno ao posto de prefeito. Além do prefeito, estão envolvidos no processo a proprietária da empresa E.M. Serviços Ltda, Elis Regelia Pimenta Dias; a ex-secretária municipal de Educação, Célia Vitória Neri Silva, e o ex-presidente da Comissão Permanente da Licitação (CPL), Gersen James Correia Chagas. Também estão incluídos o ex-pregoeiro municipal, Wagno Setúbal de Oliveira, e o servidor municipal Raimundo Nonato Amorim. A manifestação do MPMA é parte das investigações motivadas pelo acidente, ocorrido em abril de 2014, no povoado Madragoa. No desastre, oito alunos da rede pública estadual morreram e outros oito ficaram feridos. Em 2014, a Justiça acolheu pedido de liminar de Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa, ajuizada pelo Ministério Público, que solicitou o afastamento do prefeito e de sete gestores, além da indisponibilidade e bloqueio de seus bens. Recentemente, o juiz Marco Aurélio Barrêto Marques, da comarca de São Mateus, respondendo por Bacuri, suspendeu a liminar, determinando o retorno do prefeito José Baldoíno ao posto de prefeito.
MPMA aciona prefeita de Santo Amaro do Maranhão por falta de prestação de contas de 2014
O Ministério Público do Maranhão (MPMA), por meio da Promotoria de Justiça de Humberto de Campos, ajuizou, em 2 de julho, Ação Civil Pública por Ato de Improbidade Administrativa contra a prefeita de Santo Amaro do Maranhão, Luziane Lopes Rodrigues Lisboa, requerendo a declaração da indisponibilidade liminar dos bens da gestora. O pedido, feito em ação de autoria do promotor de justiça Luís Eduardo Souza e Silva, é motivado pela não apresentação, por Luziane Lisboa, da prestação das contas do Município, referentes ao exercício financeiro de 2014. A ação é fundamentada em representação do vereador José Maria da Silva Filho, em que ele destaca que a omissão da prefeita impossibilita a consulta das contas por qualquer cidadão ou instituição. Anexada à representação, uma certidão da Câmara de Vereadores de Santo Amaro do Maranhão atesta que a prefeita não enviou ao órgão do Legislativo uma cópia da prestação de contas do exercício financeiro de 2014. De acordo com o autor da denúncia, esse fato tem impedido que vereadores, cidadãos e instituições do Município tenham acesso às contas, sob a responsabilidade de Luziane Lisboa, durante todo o exercício financeiro de 2014, na Câmara Municipal, como determina a legislação. Na ação, além da decretação liminar da indisponibilidade dos bens, o promotor de justiça Luís Eduardo Souza e Silva requer que o Poder Judiciário condene Luziane Lisboa à perda da função pública e à suspensão de direitos políticos, pelo período que pode variar entre três e cinco anos. Outro pedido é a condenação ao pagamento de multa de até 100 vezes o valor da remuneração recebida pela gestora à época do fato e à proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais pelo prazo de três anos. Localizado a 238 km de São Luís, o município de Santo Amaro do Maranhão é Termo Judiciário da Comarca de Humberto de Campos.
PROCESSO DO INSTITUTO ATLÂNTICO CONTRA O SINDEDUCAÇÃO TEM LIMINAR INDEFERIDA POR MAGISTRADO DA 9ª VARA CÍVEL DE SÃO LUÍS
O Processo 23636-17.2015.8.10.0001, com tramitação na 9ª Vara Cível de São Luís, ajuizado pelo Instituto Universitário Atlântico – IUA contra o Sindeducação, numa tentativa de envolver a instituição sindical em problemas ocorridos no contrato assinado com o Instituto REARA, foi despachado no último dia 02 de julho. O pedido de liminar formulado pela advogada do IUA, Ionara Pinheiro Bispo, foi indeferido pelo magistrado. Certamente, o indeferimento do pedido de liminar guarda relação direta com a absoluta ausência de provas acerca de qualquer alegação contra o Sindeducação. O sindicato nunca assinou qualquer contrato com o IUA ou com o REARA. Houve apenas um compromisso de colaboração do sindicato no que diz respeito à divulgação dos serviços que seriam prestados pelo IUA. Os dois institutos são absolutamente autônomos e independentes. Os litígios decorrentes do contrato assinado entre os mesmos devem ser resolvidos dentro dos limites das cláusulas contratuais. O envolvimento do Sindeducação e de sua presidente, Elisabeth Ribeiro Castelo Branco, no processo acima citado é uma tentativa de enriquecimento ilícito por parte do IUA. O inteiro teor da decisão proferida pelo juiz de direito da 9ª Vara Cível está reproduzido abaixo. O sindicato ainda não foi citado para apresentar suas alegações e provas. Contudo, fica patente a fragilidade e a ausência de provas acerca das acusações feitas pela proprietária do IUA, Srª Fabricia Roberta, no que se refere à participação do Sindeducação e de sua presidente em crimes de apropriação indébita e fraude. A Diretoria do Sindeducação ratifica o seu compromisso com a verdade e informa que estará divulgando todos os acontecimentos que evolvem este caso.
Postado por Caio Hostilio em 07/jul/2015 - Sem Comentários
Os seres humanos perderam o senso do respeito ao próximo!!! Imagem mostra vítima caindo no chão após levar socos e chutes no rosto. Um dos rapazes agredidos diz que chegou a pensar que ataque era assalto.
G1
A Polícia Civil do Distrito Federal procura quatro homens que atacaram com socos, pontapés e um taco de beisebol jovens que voltavam de uma boate na madrugada do último sábado (4). Imagens do circuito de segurança do bloco B da 216 Norte, em Brasília, flagraram parte da agressão. Ninguém foi preso até a publicação desta reportagem. As vítimas são gays e dizem acreditar que houve motivação homofóbica.
O vídeo mostra dois garotos tentando se esconder no prédio. Os quatro agressores os alcançam em seguida, com a ajuda de uma menina que aponta a localização deles, e começam a atacá-los. Uma das vítimas encurva o corpo enquanto tenta proteger a cabeça dos socos. A outra cai no chão após levar golpes e chutes no rosto.
Em seguida, um dos agressores dá joelhadas na cabeça do rapaz que dobrou o corpo e depois parte para o outro menino. Ele é interrompido por um dos jovens que o acompanhava. No canto, uma das vítimas passa a mão no rosto e depois diz algo ao homem, que ameaça voltar a atacá-la.
Preferindo não se identificar, um dos garotos atacados conta que inicialmente suspeitou de assalto. “A gente estacionou o carro, a gente desceu, e um grupo de quatro homens e uma mulher começou a gritar, como se fosse um assalto. E, a princípio, achei mesmo que seria um assalto”, lembra.
“Quando eu identifiquei que um deles estava com um taco de beisebol, aí eu já imaginei que aquilo não era um assalto. E por se tratar de um grupo com quatro homossexuais, eu imaginei que poderia ser um ataque homofóbico. E a primeira reação da gente foi tentar se defender”, explica o rapaz.
Segundo ele, o grupo se dividiu na tentativa de fuga, mas ele e o colega foram alcançados dentro do prédio. As agressões duraram cerca de três minutos. O garoto afirma que pedia para que o grupo parasse, sem sucesso.
Uma das vítimas teve ferimentos na cabeça, no braço e nas costas. A outra também reclama de dores na cabeça.
O crime aconteceu por volta das 4h. Os rapazes afirmam que não conheciam os agressores, que aparentam ter entre 23 e 29 anos. O grupo fugiu de carro. O caso é investigado pela 2ª Delegacia de Polícia.