Postado por Caio Hostilio em 20/jan/2014 - 3 Comentários
Leiam atentamente essa matéria abaixo e mensurem como os políticos dos outros estados são coerentes quando o assunto se reflete em suas gestões, enquanto que os daqui do Maranhão mesmo gerindo pessimamente a coisa pública procuram encobrir suas falhas e desmandos e passam a querer criticar seus opositores como se ele fosse coerente… Quanta diferença!!!
Abaixo uma matéria com o prefeito de São Paulo, Haddad, que mostra com muita coerência a necessidade de banir a miséria da capital paulista e o desafio de renegociar a dívida:
Haddad diz que enfrentar miséria e renegociar dívida são prioridades
Agencia Brasil
“Não é possível conviver por mais tempo com tanta desigualdade, com crianças brincando no esgoto a céu aberto”, ressaltou
Durante a cerimônia de transmissão do cargo, o novo prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, disse que o combate à miséria e a renegociação da dívida da cidade com a União serão os principais focos de seu governo, que começou na terça-feira 1º.
“Não é possível conviver por mais tempo com tanta desigualdade, com tanto descaso, com tantas mazelas. Crianças brincando no esgoto a céu aberto”, ressaltou, no evento que aconteceu na sede da prefeitura, no Viaduto do Chá, centro paulistano. “Existe ainda muita miséria na cidade de São Paulo. E nós temos que lutar todos os dias deste mandato contra a miséria da cidade”, acrescentou.
Para Haddad, a capital paulista pode se tornar um exemplo de sucesso na erradicação da pobreza. “Vamos identificar as pessoas, vamos fazer uma busca ativa, vamos reconhecê-las. Vamos interagir com o governo do estado, com o governo federal. Vamos equacionar esse problema. Vamos dar o exemplo de como o programa federal de erradicação da miséria pode apresentar o seu primeiro resultado pleno na cidade mais rica do país”, pontuou o prefeito, que enfatizou a importância de se ter uma visão baseada na solidariedade para enfrentar os problemas da cidade.
“Eu sou daqueles que acredita não apenas que haja amor em São Paulo. Eu acredito que esse amor está pronto para se manifestar com cada vez mais força, mais presença nessa cidade”, disse em referência a uma manifestação popular feita à época da campanha eleitoral com o lema Existe Amor em SP. “Eu entendo que talvez, durante toda a campanha, essa manifestação não partidária, que não procurava angariar votos para um ou outro candidato, diz muito sobre o que a cidade de São Paulo espera de nós” , completou.
Haddad reconheceu, entretanto, que para poder colocar em prática seus planos para São Paulo precisará renegociar a dívida do município com a União. O tema também foi enfatizado pelo prefeito que deixou o cargo, Gilberto Kassab, no discurso de despedida. “São Paulo, apesar do seu orçamento bilionário, um dos maiores do país, hoje perdeu a sua capacidade de investimento, em função de um acordo de dívida literalmente insustentável, hoje e no futuro”, destacou Haddad. “Nós não podemos conviver com uma dívida que é 200% da nossa arrecadação”.
A solução deve vir, segundo Haddad, de um acordo com o governo federal e com o Congresso Nacional.“Nós temos que levar ao Congresso Nacional, com todas as tratativas com o governo federal, com o ministro [da Fazenda] Guido Mantega, uma proposta de repactuação da dívida federativa de estados e municípios”, disse.
Após o discurso, foram anunciados os nomes dos novos secretários municipais e a criação da Secretaria de Políticas para Mulheres. Depois da cerimônia, transmitida por um telão para o público do lado de fora do prédio, Haddad subiu em um palco externo, onde saudou os apoiadores. “Nós não teríamos tomado posse hoje, se não fosse a militância de vocês, se não fosse a cumplicidade de vocês. E o que eu peço a Deus é nunca perder o contato com vocês”, disse o prefeito que convocou a população a participar do governo, inclusive com críticas. “Nós não vamos acertar sempre, mas podemos corrigir um eventual erro que cometermos”.
Postado por Caio Hostilio em 20/jan/2014 - 1 Comentário
Leiam com atenção esse comentário abaixo e tirem suas conclusões sobre a politicalha que se faz no discurso e na prática a história é completamente diferente do que se espera daqueles que se dizem a favor do povo:
Flavio=Maiobão
Amigo como tem gente da índole perversa neste mundo, a secretária da pasta das mulheres de Paço do Lumiar a senhora Carla Sousa (PSB) ex-assessora de Gilberto Arôso.
Depois de cometer fraudes na secretária de educação de São Luis agora mostra que não tem nada de humano, acontece que a prefeitura de Paço do Lumiar não está fornecendo alimentação para os funcionários que trabalham até as 14:00.
Um grupo de funcionarias da secretária das mulheres se reunia e comprava alimentos e iam até uma residência próxima da secretária e preparavam suas refeições, mas assim que a senhora Carla Sousa soube, reuniu o grupo de funcionárias e as proibiu com a seguinte pergunta “será que vocês estão com tanta fome assim?”.
Como pode alguém trabalhar mais da metade do dia e não se alimentar?
Pelo jeito a socialista gosta de reprime as pessoas humildes.
Postado por Caio Hostilio em 20/jan/2014 - 6 Comentários
SEJAP – NOTA
Sobre transferência de presos
A Secretaria de Estado de Justiça e Administração Penitenciária (Sejap) informa que efetuou, no início da manhã desta segunda-feira (20), a transferência de detentos do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís, para presídios federais de segurança máxima, de acordo com vagas disponibilizadas pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen), do Ministério da Justiça.
Por questões de prevenção e segurança, a Sejap não divulga maiores dados sobre o processo de transferência, como quantitativo e nome dos presos. Os detentos foram levados em aeronave da Polícia Federal (PF).
A Sejap esclarece que as famílias dos detentos transferidos foram informadas do procedimento.
Em tempo: Fotos dos presos transferidos
Postado por Caio Hostilio em 20/jan/2014 - 9 Comentários
Falam em miséria em São Luís, mas quem mais proporciona a miséria em São Luís sempre foi a própria Prefeitura, que deveria gerir melhor os recursos que sempre chegaram aos montes aqui.
Observem essa foto acima e veja a fanfarra que Flávio Dino faz com uma operação tapa buracos no bairro do João Paulo. Parece que estão visitando uma magnífica obra. Observem que o breu colocado é bem escurinho, pois tem muito farelo de asfalto, enquanto que o mais claro é um asfalto que deve ter em média 50 anos.
O pior de tudo é ver num bairro centenário como o João Paulo ter esgoto a céu aberto, haja vista que a prefeitura sequer um dia pensou em investir em saneamento básico.
Para piorar a situação, o João Paulo como um bairro centenário, tendo diversos outros bairros criados em sua jurisdição, não ter um hospital ou sequer um centro de saúde que atendesse sua população.
Afinal, o que Flávio Dino tanto fala em miséria se ele não consegue transformar a realidade de apenas um bairro centenário com seu “Novo e Mudança”? Operação tapa buraco é coisa de gestores incompetentes e que não sabem gerenciar os recursos recebidos… Alguém tem dúvida?
Postado por Caio Hostilio em 20/jan/2014 - 9 Comentários
Os politiqueiros pegam carona nos mais farsantes dados citados por uma mídia que quer se aproveitar para massacrar seus adversários. Isso é repugnante.
A Rede Globo foi de uma infelicidade tremenda quando mostrou o Palácio dos Leões e em seguida palafitas, como se isso só fosse visto em São Luís. Quanta pobreza de espírito!!!
Vamos mostrar o quanto tudo não passou de uma canalhice contra o Maranhão, quando todos sabem da situação de miséria que se ver por esse país afora.
Quando essa mídia tem outro alvo, escrevem assim: “Levada ao pé da letra, a afirmação da presidente Dilma Rousseff de que o Brasil “venceu a pobreza extrema visível” não resiste a um rápido giro pelas vias que cercam o Palácio da Alvorada, residência da governante, e a Esplanada dos Ministérios.”
Se olharmos para o tipo de reporcagem feita em São Luís, pela Rede Globo, verificará que o repórter usou do sensacionalismo, como se aquilo tudo só existisse no Maranhão, mesmo tendo ele se superado em riquezas e no aumento surpreendente do PIB, cuja colocação a 16º posição entre os 27 estados do Brasil.
No dia 20/12/2013, a Assembléia Legislativa de São Paulo debateu que o estado é maior pólo de desenvolvimento do país, mas tem bolsões de miséria. Maria Lúcia Prandi (PT), autora do pedido de constituição de uma comissão de representação para acompanhar o Programa Fome Zero no Estado, lamentou que algumas comunidades de São Paulo tenham Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) menor que o do Estado do Piauí. “O Estado de São Paulo é responsável por 33% do PIB nacional, e ainda temos bolsões de miséria”. Prandi relatou a importância do Fórum São Paulo Século XXI, realizado na Assembléia Legislativa, que tinha como objetivo discutir soluções para os problemas que mais afligem os paulistanos.
Vamos ver os bolsões de miséria em diversas cidades brasileiras e, assim, poder mensurar a canalhice exposta pela Rede Globo.
Postado por Caio Hostilio em 19/jan/2014 - 6 Comentários
Um ranking de países latino-americanos indicou que o Brasil de hoje é uma nação mais rica, mas que ainda fica atrás dos líderes regionais quanto o assunto é a inclusão social. Mas nos últimos dias o que mais se ouviu foi que o Maranhão ficou rico, mas que a divisão dessa riqueza é entre pouco… Isso é de uma canalhice tremenda, haja vista que nesse país são mais de 200 milhões de habitantes, enquanto que o Maranhão tem apenas 6 milhões de habitantes, não conseguindo sequer chegar aos 10% da quantidade de habitantes do Brasil. Mas a canalhice politiqueira quer fazer crer que essa desigualdade só ocorre aqui… Criem vergonha na cara e passem a repassar para a população como um todo o que é verdade de fato. Os rolezinhos estão aí para mostrar exatamente que essa desigualdade está por todo esse país. Basta observar o que os desfavorecidos disseram quando de uma rolezinho no Shopping Leblon, no Rio de Janeiro…
Da BBC Brasil em Washington
Essa análise abaixo e de 2013, em 16 países, feita por um grupo de estudos com sede em Nova York, olhou para aspectos que vão além de componentes econômicos como, por exemplo, a redução da pobreza, geralmente mencionada como indicador de maior inclusão.
Foram avaliadas algumas áreas que, acreditam os autores do indicador, explicam os protestos recentes no país e “criam critérios tangíveis” para balizar as políticas públicas.
A segunda edição do Índice de Inclusão Social pesou 21 variáveis de avanço econômico, inclusão financeira, direitos políticos e civis, acesso a educação e moradia, e avanço nas questões de gênero, raça e orientação sexual, para citar algumas facetas.
As informações foram coletadas a partir de fontes como a ONU, organizações multilaterais e pesquisas de opinião regionais.
“Nosso índice reflete o consenso emergente de que a inclusão social compreende um ambiente institucional, social, político e de atitudes que vai além da economia e da redução da pobreza e desigualdade”, afirmaram os autores.
“No seu sentido mais básico, a inclusão social é uma questão de oportunidade: representa a combinação de fatores necessários para que um indivíduo desfrute de uma vida segura e produtiva como membro totalmente integrado à sociedade – independentemente de raça, etnia, gênero ou orientação social.”
Desigualdade sistêmica
O Brasil liderou a América Latina em percentagem do PIB investido em programas sociais, por exemplo, uma medida importante para reverter desigualdades históricas de raça e gênero – na opinião dos analistas.
O país também foi considerado em melhor situação que outros vizinhos na existência de leis para proteção de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT). O critério utilizado se baliza puramente no reconhecimento dos direitos e dá pouco peso a problemas como a homofobia e a violência contra individuos LGBT, o que foi apontado como uma falha no índice.
O indicador colocou o Brasil nos últimos lugares do ranking em termos de participação da sociedade civil na vida pública e nos critérios que apontam a satisfação dos cidadãos quanto à sua capacidade de influenciar os destinos da sociedade. Os dados foram coletados antes dos protestos do mês passado.
Índice de Inclusão Social*
1 – Uruguai
2 – Chile
3 – EUA
4 – Costa Rica
5 – Brasil
*Foram analisados 16 países da América Latina. Fonte: Conselho das Américas
A crença dos brasileiros na reação do seu governo piorou quando foi feito o corte por raça e gênero.
“O Brasil fica para trás na região em termos da percepção pública sobre a capacidade de resposta do governo aos problemas da nação. E é muito difícil mudar isso (a percepção) do dia para a noite”, disse à BBC Brasil Christopher Sabatini, diretor de Políticas da organização que criou o índice, o Conselho das Américas.
“Existe uma lacuna de tempo entre fazer isso e as percepções das pessoas mudarem.”
Sabatini notou que a desigualdade econômica no Brasil diminuiu em todo o espectro da sociedade, mas a disparidade de acesso a serviços como saúde e educação de acordo com gênero, raça e etnia continua sendo um desafio persistente.
“O problema é que a ineficiência governamental é algo muito difícil de combater. O governo até agora tem se concentrado em macrorreformas em vez de trabalhar mais especificamente nas necessidades básicas como as que o índice aborda”, afirma o especialista.
“Não basta simplesmente direcionar os recursos do petróleo para a educação, por exemplo. O que estamos mostrando é uma diferença real de acesso. Botar mais dinheiro em um sistema que já é desigual – seja o sistema educacional, de moradia, de Justiça ou o que for – não vai necessariamente resolver o problema.”
Em construção
O indicador da inclusão social é reconhecidamente ainda um trabalho em construção, o que impede a comparação com a edição anterior do ranking – quando foram avaliados menos países e utilizados menos critérios.
Nesta edição, Venezuela e Argentina ficaram de fora. O Brasil ficou em 5º lugar, atrás de Uruguai, Chile, EUA e Costa Rica. Mas a pontuação brasileira ficou bem abaixo da dos dois primeiros, indicando que pode haver outros sinais da precariedade da inclusão social brasileira que não foram captadas neste estudo.
“Uma coisa que não captamos ainda foram as diferenças geográficas em um país imenso como o Brasil. O acesso a bens e serviços é diferente conforme raça, gênero, orientação sexual… e também localização geográfica. Isto inclui serviços do governo e empregos formais”, disse Sabatini.
Durante a discussão em Washington, especialistas de várias áreas ligadas ao desenvolvimento humano fizeram sugestões para que a pesquisa passe a incorporar aspectos mantidos fora da consulta, como inclusão digital, segregação espacial, acesso a mais serviços, como transporte e justiça, e aspirações da juventude.
Durante o evento, os analistas fizeram uma comparação entre inclusão social e violência, indicando que os países menos inclusivos tendem a registrar mais altos níveis de violência.
O especialista que apresentou essas conclusões, Jason Marczak, teorizou que as sociedades mais inclusivas põem os seus atores em um “mesmo patamar” no debate público, esvaziando as justificativas para que se apele à violência.
O MARANHÃO É O CULPADO POR TODA ESSA DESIGUALDADE QUE SE APRESENTA NO BRASIL? SOMENTE NA CABEÇA DE POLITIQUEIROS CANALHAS E SAFADOS E DE UMA MÍDIA QUE NÃO RESPEITA OS CIDADÃOS E AINDA TENTA SUBESTIMAR SUA INTELIGÊNCIA!!!
Postado por Caio Hostilio em 19/jan/2014 - 4 Comentários
JB
Um “rolezinho” acabou por se transformar em protesto no Shopping Plaza, em Niterói (RJ), no final da tarde deste sábado (18). O ato começou por volta das 19h10 e acabou às 20h40. Ao contrário do “grito de liberdade” da periferia que marcou os atos de São Paulo, o tom foi político, com gritos contra o governador Sérgio Cabral e o tradicional “não vai ter Copa (do Mundo)”.
Logo no início do ato, ocorreu um princípio de confusão, com manifestantes tentando entrar em lojas, e seguranças impedindo, além de correria no prédio. Assustados, muitos clientes do shopping entraram nas lojas, com medo. “O que é isso que está acontecendo”, perguntava a dona de casa Simone Barbosa, ao lado da neta, Sofia, que chorava, com medo.
Cerca de 30 pessoas participaram. Eles tentavam entrar nas lojas alegando o direito de ir e vir, mas eram impedidos pelos seguranças. Muitos estabelecimentos fecharam as portas. Muitos curiosos se aglomeraram nas escadas rolantes, que foram paralisadas durante o “rolezinho-protesto”.
Os manifestantes gritavam ainda frases “estamos na rua e a luta continua” e “amanhã vai ser maior”. Eles cantaram funks antigos do Rio de Janeiro e foram acompanhados todo o tempo por cerca de 20 seguranças, muitos deles à paisana.
O tom político do ato ficou reforçado pela liderança do cantor e compositor PH Lima. Figura conhecida das manifestações que ocorreram no ano passado, ele foi candidato a vereador de São Gonçalo pelo PSOL, participou da invasão da Câmara Municipal de Niterói, também no ano passado, e chegou a ser detido.
Virou bagunça!!!
Postado por Caio Hostilio em 18/jan/2014 - Sem Comentários
A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) começou a receber 91.543 conjuntos de carteiras escolares para as salas de aula das unidades de ensino médio e fundamental da rede estadual de ensino. O mobiliário escolar foi adquirido em parceria com o Governo Federal (FNDE/MEC), com recursos da ordem de R$ 14,6 milhões. Além das carteiras, a Seduc adquiriu 4.452 equipamentos para climatização das escolas da rede estadual de ensino.
Nos próximos dias as novas carteiras ergométricas padronizadas pelo MEC serão distribuídas nos centros de ensino em todo o estado. Nesta sexta-feira (17) e sábado (18), as escolas Margarida Pires Leal e Liceu Maranhense, respectivamente, ambas em São Luís, receberam novo mobiliário das salas de aula.
Como parte do projeto de cooperação técnica com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e Ministério da Educação (MEC), a secretaria estabeleceu padrões mínimos para as salas de aula, laboratórios, sanitários, bem como demais ambientes das escolas de ensino médio da rede estadual de educação do Maranhão.
Até 2015, será implantado um projeto de padrões de funcionamento em 1.233 colégios estaduais. Inicialmente, o projeto piloto será implantado em 26 escolas jurisdicionadas à Unidade Regional de Educação (URE) de São Luís. Essas escolas selecionadas serão climatizadas, reformadas, ampliadas e receberão carteiras e iluminação padronizadas.
De acordo com o secretário Pedro Fernandes, a meta é melhorar o ambiente físico das escolas, que serão dotadas de equipamentos e mobiliários padronizados e modernos.
Ônibus escolares
Com a conclusão do Plano de Ações Articuladas (PAR) junto ao Governo Federal, a Seduc garantiu também recursos para aquisição de 136 ônibus escolares, com investimentos de R$ 14,6 milhões. Os ônibus irão garantir o transporte seguro a estudantes do ensino fundamental e médio do Maranhão a partir deste ano letivo de 2014.
Postado por Caio Hostilio em 18/jan/2014 - Sem Comentários
Para tomar conhecimento das presepadas desse suplente do PMDB que fraudou a Mega-Sena e foi preso, hoje, pela Polícia Federal, basta ler “Dois assuntos da AL que merecem destaque”, publicado no dia 17 de dezembro de 2012.
Parece que não quiseram prestar a atenção no que eu disse: “Dois assuntos que merecem destaque”. Agora, veio à tona mais uma presepada do senhor Ernesto Vieira Carvalho Neto.
Vamos citar os pontos principais da matéria:
Afinal, por que só agora o prefeito de Bacabeira se interessou pelos munícipes?
Segundo o deputado Bira, o povoado fica em frente à obra da Refinaria Premium da Petrobrás. A área de250 hectaresestá custando mais de R$ 60 milhões. Após o começo das obras, o senhor Ernesto Vieira Carvalho Neto, que representa a empresa Bacabeira Empreendimentos S/A, registrada na Bahia, com sede em Imperatriz vem ameaçando a população alegando ser dono das terras.
A Juíza Rosângela garantiu aos moradores do povoado o direito de fazer as intervenções básicas em suas moradias. Direito que se tornou precário pelas constantes ameaças de despejo. As pessoas ficavam expostas ao sol e a chuva e com a proximidade do período chuvoso a situação ficará mais complicada.
Só agora o prefeito participou da audiência, quando os especuladores já aprontaram…
Postado por Caio Hostilio em 18/jan/2014 - 2 Comentários
A Prefeitura de São Luís reitera que na última quinta-feira (15) realizou depósito em juízo de R$ 558.204, em pagamento a mais de três parcelas do acordo assinado com cooperados e terceirizados das empresas Multicooper e Result Gestão e Consultoria, que prestaram serviços à Secretaria Municipal de Educação (Semed). Ao todo, 771 trabalhadores firmaram acordo individual com a Prefeitura de São Luís, após o trato coletivo, oficializado mediante o Ministério Público do Trabalho.
A Semed trabalhou para agilizar ao máximo os trâmites até possibilitar o saque do recurso pelos cooperados, o que incluiu o empenho e dedicação conjunta da Justiça do Trabalho, que homologou os processos e liberou autorização judicial e da anuência do Ministério Público.
Na tarde desta sexta-feira (17), a juíza Angelina Moreira de Sousa Costa assinou despacho, viabilizando a transferência do recurso do Banco do Brasil para a Caixa – ambas as agências localizadas na Areinha. Com o alvará coletivo liberado pela justiça e a lista com os nomes e valores respectivos que cada cooperado tem a receber, a Caixa montará um cronograma de pagamento, que começa nesta segunda-feira (20). Os trabalhadores poderão ir à agência da Areinha, obedecendo à ordem de data estipulada no cronograma e efetuar o saque.
“O pagamento está garantido uma vez que o depósito já foi efetuado, os representantes da Justiça do Trabalho – o Juiz do trabalho, Paulo Mont’Alverne, e o Procurador do Trabalho, Maurel Mamede Selares – foram incansáveis para efetivar com celeridade os procedimentos até que o pagamento chegue às mãos dos cooperados. A soma individual a ser recebida por cada um dos cooperados resulta em um salário mínimo novo, fixado em R$ 724, demonstrando o comprometimento do prefeito Edivaldo Holanda Júnior com os trabalhadores”, disse Geraldo Castro, secretário Municipal de Educação.