Na verdade, a mídia canalha, os politiqueiros safados e artistas metidos a comunistas de araque, querem criar um fato que possa afastar o presidente da república, mesmo que esse fato não coaduna com os ditames constitucionais e muito menos com as leis que regulamentam o serviço público.
Esses idiotas acham que os brasileiros são imbecis para acreditar em suas canalhices… O resultado esse aí nesse vídeo!!!
Nos últimos dias, a pandemia no Brasil foi marcada por imagens de dor e de esperança. De um lado, a falta de oxigênio em Manaus mostrou a tragédia causada pela falta de coordenação contra a covid-19. Do outro, a aprovação das primeiras vacinas deu o primeiro sinal, ainda bem distante, de que essa crise sanitária vai ter um fim.
Em meio a tantas notícias, especialistas ouvidos pela BBC News Brasil alertam que a situação da pandemia no país deve se agravar entre o final de janeiro e o início de fevereiro.
“Estamos num momento bem preocupante. Talvez as pessoas não estejam percebendo ainda, mas tudo indica que as próximas semanas serão complicadas”, antevê o bioinformata Marcel Ribeiro-Dantas, pesquisador do Institut Curie, na França.
De acordo com o levantamento feito pelo Conass (Conselho Nacional de Secretários da Saúde), o país contabiliza até o momento 8,5 milhões de casos e 210 mil mortes por covid-19. Nos últimos dias, a confirmação de novas infecções e óbitos pela doença tem se mantido num patamar considerado alto.
A tendência, de acordo com epidemiologistas, bioinformatas e cientistas de dados ouvidos pela reportagem, é que esses números se mantenham elevados ou subam ainda mais daqui para a frente.
Mas qual a razão para isso? Há pelo menos quatro fatores que ajudam a explicar esse momento da pandemia no Brasil.
Efeito Natal e Réveillon
Não foram poucos os relatos de aglomerações nos últimos dias de dezembro. A despeito das orientações das autoridades em saúde pública, muitos familiares e amigos resolveram se reunir para celebrar o Natal e a passagem para 2021.
Os efeitos das festas começam a ser sentidos agora. E isso pode ser explicado pela própria dinâmica da covid-19 e o tempo que a doença demora a se manifestar e se desenvolver.
“A transmissão do vírus pode até ter ocorrido durante essas festas, mas a necessidade de ficar num hospital ou até a morte do paciente leva semanas para acontecer”, nota o estatístico Leonardo Bastos, pesquisador em saúde pública da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro.
Em linhas gerais, o indivíduo que é contaminado pelo coronavírus pode demorar até 14 dias para ter algum sintoma (como febre, tosse seca, dores, cansaço e falta de paladar ou olfato).
O problema é que, nesse ínterim, ele pode transmitir o agente infeccioso para outras pessoas, criando novas cadeias de transmissão na comunidade.
Já nos quadros mais graves da doença, que evoluem para falta de ar e acometimento dos pulmões, há uma janela de cerca de sete dias entre o contato com o vírus e a necessidade de internação.
Depois da hospitalização, os pacientes que morrem por covid-19 podem ficar até cinco semanas num leito antes de falecer.
Considerando esse tempo todo de evolução da doença e o atraso nas notificações, é de se esperar que as infecções pelo coronavírus que aconteceram entre os dias 24 de dezembro e 1º de janeiro apareçam com mais frequência nos boletins epidemiológicos daqui pra frente.
Essa bola de neve do final de ano pode ser emendada com outra, provocada pelas aglomerações relacionadas ao Enem.
É preciso considerar que, no último domingo (17/12), mais de 2,5 milhões de brasileiros se deslocaram até o local da prova e permaneceram por várias horas em locais fechados com desconhecidos ao redor.
Os epidemiologistas e cientistas de dados poderão medir o efeito dessa movimentação de tanta gente nas cidades brasileiras a partir de fevereiro ou março.
Onda de mutações e variantes
Nas últimas semanas, cientistas detectaram variantes do coronavírus que causaram grande preocupação.
Três dessas novas versões ganharam destaque. Elas foram encontradas no Reino Unido, na África do Sul e no Brasil (mais precisamente em Manaus).
O que chamou atenção é que esse trio traz mutações nos genes relacionados à espícula, uma estrutura que fica na superfície viral e permite que ele invada as células do nosso corpo para dar início à infecção.
Tudo indica que essas mudanças genéticas deixaram o vírus ainda mais infeccioso e podem facilitar a sua transmissão. Isso ajudaria a explicar, por exemplo, o aumento de casos que ocorreu em algumas cidades britânicas ou em Manaus.
Por mais que essas variantes não tenham sido relacionadas a quadros mais graves de covid-19, elas podem ter um efeito indireto na mortalidade — afinal, se mais gente pegar a doença, o número de internações e mortes subirá.
“Os vírus sofrem modificações a todo o momento e, quanto mais ele circular entre as pessoas, maior será a chance de ele ter mutações e se tornar mais ou menos agressivo”, pondera o médico Marcio Sommer Bittencourt, do Centro de Pesquisa Clínica e Epidemiologia do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (USP).
Demora na atualização dos dados
No mês de dezembro, é comum que muitos funcionários tirem férias. Setores e departamentos de empresas privadas ou órgãos públicos entram em recesso por alguns dias. Alguns setores chegam a trabalhar com equipes reduzidas.
Isso, claro, aconteceu com trabalhadores da área de saúde e de vigilância epidemiológica dos estados e dos municípios brasileiros.
“Uma coisa que notamos desde o final de 2020 é um atraso muito grande na digitação dos dados de pacientes com covid-19 confirmada. No Rio Grande do Sul, por exemplo, 68% dos casos de infecção pelo coronavírus que apareceram nos sistemas do governo em janeiro ocorreram nos meses anteriores”, observa o cientista de dados Isaac Schrarstzhaupt, coordenador da Rede Análise Covid-19.
Os laboratórios que fazem testes dos casos suspeitos da doença também estão demorando muito mais para soltar o resultado, segundo os relatórios do Gerenciador de Ambiente Laboratorial, plataforma mantida pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
No mês de novembro, 91% das amostras dos pacientes com suspeita de covid-19 eram processadas e avaliadas num período de até dois dias e 8% demoravam entre três e cinco dias.
Já em dezembro, 73% dos exames tiveram seu lado liberado em menos de 48 horas. Cerca de 18% das análises levavam entre três e cinco dias e 9% tiveram que aguardar até dez dias para ter um diagnóstico confirmado ou descartado.
É claro que atrasos já aconteciam antes, mas eles estão mais graves e preocupantes nas últimas semanas, afirmam os especialistas.
Nas últimas semanas, resultados dos testes para diagnóstico de covid-19 começaram a demorar muito mais para saírem
Novas gestões e acúmulo de trabalho
Outro fator que parece ter atrapalhado ainda mais a coleta das estatísticas foi a transição de governo em muitas cidades brasileiras. Várias prefeituras tiveram uma troca de comando a partir de janeiro.
“Há casos em que o novo prefeito modificou o secretário de saúde e reformulou a equipe que acompanha essas questões. Há um tempo até que esses novos gestores se acostumem ao ritmo e às necessidades da pandemia”, afirma Schrarstzhaupt, da Rede Análise Covid-19.
Por fim, os profissionais de saúde estão sofrendo com o acúmulo de funções. Em muitos lugares, são os próprios médicos e enfermeiros que precisam alimentar o sistema de informática com os novos casos confirmados de covid-19 no hospital.
“E isso envolve até uma questão ética. Entre digitar uma ficha no computador e tratar um paciente que demanda cuidados, a segunda opção é sempre mais urgente. Necessitamos de mais investimento em vigilância e profissionais que façam esse trabalho de atualização”, aponta Bastos, da Fiocruz.
“Tenho visto cada vez mais médicos postando nas redes sociais fotos da montoeira de fichas de papel que aguardam digitação no sistema. É uma pilha que parece nunca diminuir”, completa Schrarstzhaupt.
Realidade paralela
O descompasso entre o que mostram as curvas epidêmicas desatualizadas e o verdadeiro cenário da pandemia pode fazer muito estragos.
Para início de conversa, essa subnotificação de casos e mortes por covid-19 traz uma falsa sensação de segurança, como se o pior já tivesse passado.
“E isso ajuda a vender uma retórica que agrada algumas pessoas. Quantas vezes já ouvimos gente anunciar que a pandemia estava chegando ao fim? Que teríamos uma queda dos casos e mortes a partir da próxima semana?”, questiona Ribeiro-Dantas, do Institut Curie.
A principal lição é sempre tomar cuidado com as estatísticas mais recentes. “É preciso ter mais transparência e evidenciar que os dados dos últimos 15 dias não são absolutamente confiáveis e sofrerão atualizações. Se os números estiverem caindo, devemos ter um pouco de calma antes de anunciar que a situação está tranquila”, ensina o bioinformata.
A parte que nos cabe
Bittencourt, do Hospital Universitário da USP, diz que o aparecimento das variantes do vírus era algo esperado durante a pandemia. “O comportamento do vírus é altamente previsível. Mas a mesma coisa não pode ser dita sobre o comportamento das pessoas”, diz.
O especialista se refere ao papel de cada cidadão no enfrentamento da pandemia. Afinal, apesar do cansaço acumulado dos quase 12 meses pandêmicos, as medidas preventivas continuam essenciais.
Todos precisamos seguir com os cuidados básicos, como a limpeza das mãos, o uso de máscaras e o distanciamento físico das pessoas que não fazem parte de nosso convívio diário. Outro ponto pouco lembrado na lista das recomendações básicas é a preferência por locais abertos e com boa circulação de ar.
Se, por um lado, há uma série de responsabilidades individuais muito importantes, por outro não podemos nos esquecer também das políticas de saúde pública, que sempre carecem de reforço das autoridades municipais, estaduais e federais.
Nesse sentido, o recrudescimento da pandemia vai exigir ações mais contundentes para diminuir a circulação das pessoas.
“Não há a menor dúvida de que temos que aumentar medidas de controle. Isso depende da dinâmica de cada lugar, mas no geral o maior impacto ocorre quando as intervenções são feitas em lugares fechados, onde as pessoas ficam mais próximas umas das outras ou não usam máscaras. Esses locais não deveriam estar abertos agora”, esclarece Bittencourt.
A chegada das primeiras vacinas sinaliza um caminho promissor para o fim da pandemia. Mas ainda há muito chão a ser percorrido antes que a covid-19 se torne um tormento do passado.
Danny Altmann, professor de imunologia na Universidade Imperial College, em Londres, diz que não aconselharia ninguém a se considerar seguro 14 dias após a primeira dose da vacina contra o coronavírus. “Me comportaria exatamente como se ainda não tivesse tomado a vacina”, diz Altmann. “Não baixaria minha guarda ou faria algo diferente.”
Deborah Dunn-Walters, professora de imunologia da Universidade de Surrey, na Inglaterra, concorda, inclusive para quem tomou duas doses. “Uma razão é que você não estará totalmente protegido. E outra é que ainda não há evidências de que ter tomado a vacina vai impedir que você pegue o vírus e passe adiante”.
Dunn-Walters faz questão de salientar que a imunidade leva tempo para se desenvolver. Então, independentemente de uma única dose de qualquer uma das vacinas covid-19 poder fornecer proteção, não estaremos totalmente imunes nas primeiras semanas.
Prefeito Fábio Gentil acompanha aplicação de dose na primeira profissional de saúde vacinada contra a Covid-19 em Caxias
Em coletiva de imprensa realizada na tarde dessa terça-feira (19), no hospital de campanha em Caxias, o prefeito Fábio Gentil seu início às execução do plano municipal de vacinação contra a Covid-19, seguindo à risca o protocolo recomendado pelo Ministério da Saúde.
Fábio Gentil disse que início da imunização representa “esperança de vida”
Nesta primeira fase, somente os profissionais de saúde que estão atuando na linha de frente do enfrentamento ao novo coronavírus serão imunizados.
O prefeito falou da esperança de vida que a vacina representa e relembrou as inúmeras ações desenvolvidas por sua gestão para a prevenção ao longo do ano de 2020.
O prefeito chega ao local da vacinação com as primeiras doses destinadas pelo Ministério da Saúde a Caxias
Na ocasião, profissionais da saúde foram vacinados. A enfermeira Carmene Trindade foi a primeira a tomar a dose em Caxias.
O Ministério Público do Maranhão emitiu Requisição, nesta segunda-feira, 18, ao secretário municipal de Saúde, Joel Nunes Júnior, fixando prazo de 24 horas para que este encaminhe laudo da Vigilância Sanitária Municipal atestando a regularidade do Centro Municipal de Imunização.
Além disso, foi emitida Requisição e Recomendação, no dia 13, solicitando informações sobre a estrutura municipal e logística para a imunização contra a Covid-19. O documento é assinado pela titular da 2ª Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde, Glória Mafra. O prazo para resposta, fixado na primeira solicitação, foi de cinco dias úteis. As mesmas informações foram solicitadas novamente no dia 18.
No documento, a promotora de justiça questionou quais os reparos ou reformas necessárias em cada sala e posto de vacinação, indicando o prazo para realização da obra para que os espaços possam ser utilizados com segurança pelos profissionais e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).
Quanto ao sistema de informação e conectividade, foi solicitada a lista de quais salas de vacina e postos de vacinação possuem com capacidade técnica para acessar os sistemas do Ministério da Saúde – Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC), Coleta de Dados Simplificada (CDS) e Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI).
Glória Mafra requisitou à Secretaria Municipal de Saúde (Semus) que informasse a situação dos postos de vacinação em quatro cenários descritos no Plano Nacional de Imunização: com conectividade na internet e condições de utilizar QR Code; com conectividade na internet e condições de fazer digitação online; sem conectividade ou dificuldade de acesso à internet; e sem conectividade e sem computador.
RECOMENDAÇÃO
Foi recomendado ao gestor municipal de Saúde que seja instalado grupo de trabalho, em consonância com a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 197/2017 da Anvisa, que tem por objetivo estabelecer os requisitos mínimos para o funcionamento dos serviços que realizam atividade de vacinação humana.
Outro item solicitado pelo MPMA é que seja efetivado ato normativo específico visando disciplinar o processo de registro off-line no SIPNI. Nos casos de postos de vacinação volantes, deve ser informado o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) do estabelecimento que vai gerir as informações no sistema do Ministério da Saúde.
Também foi recomendado ao gestor municipal de saúde a instalação de um gabinete de crise para sanar, em tempo oportuno, todas as possíveis situações críticas durante o processamento da imunização.
SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO
Foi requisitada a lista das câmaras frias, geladeiras e freezers disponíveis em cada sala e posto de vacinação, além de dados sobre o estado de conservação dos equipamentos.
A Promotoria de Justiça recomendou a aquisição de caixas térmicas de polietileno, levando em consideração o número de doses e locais de vacinação, e destacou que não devem ser utilizadas caixas de isopor no processamento da imunização da Covid-19.
Em relação aos termômetros digitais, foi recomendada a realização de avaliação técnica dos que estão no estoque na Divisão de Imunização de São Luís, quanto dos 68 nas salas e postos, visando garantir o correto funcionamento. Também deve ser feita avaliação das condições de uso das 2.690 bobinas de gelo disponíveis na Semus.
PENDÊNCIAS
Com o objetivo de assegurar que as vacinas cheguem corretamente aos destinatários, foi requisitada que seja expedido ato normativo específico, disciplinando a saída das doses da Divisão de Imunização até os postos permanentes ou volantes, como o retorno das vacinas não utilizadas no dia para a referida unidade.
Igualmente foi requisitado a criação de planejamento específico de segurança, com vigilância presencial e remota (monitoramento por câmeras) no local em que funciona a Divisão de Imunização de São Luís, bem como segurança no transporte das vacinas para os locais de vacinação.
O MPMA recomendou que o Município de São Luís informe como vai atestar as comorbidades das pessoas que se enquadrariam no grupo prioritário de vacinação, bem como da comprovação de deficiência permanente e severa.
O prefeito Fábio Gentil (Republicanos) anunciou para esta terça-feira (19) o início da vacinação contra a Covid-19 em Caxias. Em reunião com a equipe de saúde do Município, foram feitos os últimos ajustes na logística de recebimento das doses e para começar a executar o plano municipal de imunização.
Fábio Gentil garantiu que a prefeitura caxiense seguirá todos os protocolos recomendados pelo Ministério da Saúde para a aplicação da vacina nos grupos prioritários iniciais, que são os profissionais de saúde, idosos internados em instituições de longa permanência, indígenas e quilombolas.
“Ainda hoje, terça-feira, daremos início às vacinação em Caxias, respeitando, como informei inicialmente, o protocolo sugerido pelo Ministério da Saúde”, informou o prefeito. “A esperança chegou e vamos, agora, trabalhar ainda mais para salvar vidas”, enfatizou Fábio Gentil.
O prefeito Rigo Teles recebeu por volta das 10h da manhã desta terça-feira(19) os kits com a vacina Coronavac.
O avião do governo do estado chegou no aeroporto local por volta das 8:30h da manhã.
Ao lado da secretária Vanessa Ferry, do gestor regional de saúde Dilamar Filho e demais profissionais da saúde, Rigo Teles determinou que a vacinação comece de forma imediata em Barra do Corda.
Vieram 3098 doses,sendo, 518 para os profissionais da saúde e o restante para população indígena e demais pessoas do grupo de risco.
Três profissionais da saúde tomaram as primeiras doses em Barra do Corda, sendo eles;
Fabrícia Marques de Macedo
Técnica de enfermagem do Materno Infantil
Foi a primeira pessoa a ser vacinada
Aline Sobrinho
Enfermeira do Materno infantil
Segunda
Lucimar Alves Silva de Souza
Técnica de enfermagem e tem 27 anos de vacinação
O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), acompanhou, na noite de segunda-feira (18), no Aeroporto Internacional de São Luís, a chegada do 1º lote das doses da vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan, para a imunização contra a Covid-19. O chefe do Parlamento estadual estava acompanhado dos secretários Carlos Lula (Saúde), Jefferson Portella (Segurança) e Diego Galdino (Governo).
“É o início de uma vitória contra o coronavírus, que, infelizmente, tem afetado milhares de famílias no mundo inteiro. A vacinação em nosso Estado começa com cerca de 160 mil doses e a nossa expectativa é que, à medida que forem chegando novos lotes, mais maranhenses sejam imunizados”, afirmou Othelino.
Othelino Neto disponibilizou a estrutura e logística da Alema para o transporte das doses aos municípios maranhenses. “Por entendemos que é necessário uma ampla mobilização, oferecemos ao Governo do Estado veículos e o que mais fosse necessário para a chegada das doses às regionais. Todos juntos para combater esse inimigo invisível, mas cruel”, completou.
Após a aterrissagem da aeronave, as cerca de 160 mil doses da vacina foram levadas à câmara frigorífica do Hospital Genésio Rego, na Vila Palmeira. De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, as vacinas começarão a ser transportadas aos municípios a partir desta terça-feira (19).
“Já temos uma equipe pronta para separar as doses, de forma que possam chegar logo às regionais. Além dos aviões e helicópteros já disponibilizados, também contaremos com o apoio da Assembleia Legislativa, que nos dará esse suporte para agilizar o processo e fazer com que a imunização chegue o mais rápido possível ao interior do estado”, explicou Carlos Lula.
Os lotes de vacina CoronaVac chegaram sob a escolta da Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal. O secretário de Segurança Pública, Jefferson Portella, garantiu a continuidade da segurança na distribuição do imunizante aos municípios.
“Daremos toda a segurança policial, como foi estabelecido pela Secretaria de Saúde. Vamos garantir o transporte e a permanência segura no interior, para que a população tenha tranquilidade no acesso à esperada vacina”, afirmou Portella.
Imunização
Ainda na noite de segunda-feira, profissionais de saúde do Maranhão receberam as primeiras doses da CoronaVac no estado. A técnica de enfermagem Egle Maia Sousa foi a primeira maranhense a ser imunizada contra o coronavírus. Fabiana Guajajara, de origem indígena, da aldeia Arariboia; a médica infectologista Conceição de Azevedo; o fisioterapeuta Henrique Novaes sobrinho e a enfermeira Sônia de Matos também foram vacinados contra a Covid-19, em ato realizado com a presença do governador Flávio Dino.
Leio no blog do jornalista Marco D’Eça a seguinte matérias: “Convênios usados na eleição da Famem desgasta Brandão com Flávio Dino“, mas faço um questionamento: O governador Flávio Dino ao sair de “férias” exatamente no período da disputa pela Famem não teria deixado carta branca ao seu vice Carlos Brandão, na busca de derrotar o senador Weverton Rocha? Ora bolas!!! Brandão não seria irresponsável para transformar os Leões num balcão de negócios sem o aval do chefe!!!
Em 2022, tudo indica que não haverá um candidato de oposição e sequer o surgimento de uma terceira via, ou ainda, quiçá o aparecimento de uma liderança nova que faça a diferença, com isso a disputa estará entre os membros do grupo de Dino, que parece ser um “deus” aos seus seguidores.
Logo vem os questionamentos:
Como ficarão os palanques dos candidatos ao governo do Estado?
Como ficarão os palanques dos candidatos ao senado?
Os programas de governo serão semelhantes, já que são do mesmo grupo político?
Apresentarão os mesmos feitos do governo Flávio Dino?
Quais seriam as críticas? Ou foi um governo de oito anos que transformou o Maranhão num mar de oportunidades?
Como seriam as disputas proporcionais?
Será que a disputa vem ocorrendo para quem deve ser o escolhido como candidato único, que disputará com ele mesmo?
Um mistério que precisa ser desvendado!!!
Se fossem escolher por número de vitórias, com certeza Weverton Rocha seria o candidato escolhido!!!
Fingir que ama pobre, criança e animal são as práticas mais asquerosas que vemos na política em época de eleição… Aí vale abraçar pobre suado, pegar no colo criança mijada e até cagada , e dizer que é um defensor assíduo dos animais. Mas ainda tem eleitor que se emociona com tanta patacoada. Ah!!! Nesse tempo de pandemia veio o álcool gel… Os políticos já usam álcool em suas caminhadas em época de campanha há décadas!!!
Ai ouve, entre os governadores, quem dissesse que o de São Paulo, João Doria, foi afoito ao entrar na foto de aplicação da vacina da covid logo no domingo. Em política, vale a máxima: quem pode mais, chora menos. E, com a situação de emergência, nenhum teria feito diferente. Ocorre que poucos admitem em público: “Eu teria feito a mesma coisa”…
Com certeza fazem, tanto que a maioria deles mandaram confeccionar um colete para o início da vacinação e aparecem em todas as fotos…
O lote inicial de 6 milhões de doses da Coronavac que teve seu uso emergencial aprovado no domingo, 17, e começou a ser distribuído nesta segunda-feira, 18, será suficiente para a vacinação de apenas 0,5% dos idosos brasileiros e 34% dos profissionais de saúde do País, como mostra uma planilha do Ministério da Saúde com a divisão dos imunizantes por Estado e grupo prioritário. Não há previsão de data para o recebimento de mais doses.
Embora todos os idosos e trabalhadores da saúde do País sejam considerados população-alvo da imunização nas duas primeiras fases da campanha, o número limitado de doses disponíveis no momento obrigou o ministério a priorizar indivíduos com mais risco.
A pasta optou por priorizar idosos que vivem em instituições de longa permanência, grupo estimado em 156,8 mil pessoas e que equivale a 0,5% dos cerca de 29 milhões de idosos brasileiros, segundo estimativa do próprio ministério na versão do plano de imunização apresentado ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Já no caso dos profissionais de saúde, serão priorizados trabalhadores que atuem na linha de frente de combate à covid-19, tanto nos hospitais quanto em postos de saúde. Também serão vacinados funcionários das instituições de longa permanência de idosos e servidores que farão a vacinação da população, conforme informe técnico concluído nesta segunda, 18, pelo ministério e obtido pelo Estadão.
Os três primeiros grupos somam pouco mais de 2,2 milhões de pessoas, o equivalente a 34% dos mais de 5 milhões de profissionais da saúde do País, de acordo com estimativas do ministério.
“Diante das doses disponíveis para distribuição inicial às UF e a estimativa populacional dos trabalhadores de saúde, será necessária uma ordem de priorização desse estrato populacional”, diz o documento.
“Assim, recomenda-se a seguinte ordem para vacinação dos trabalhadores da saúde conforme disponibilidade de doses, sendo facultado a Estados e Municípios a possibilidade de adequar a priorização conforme a realidade local: equipes de vacinação que estiverem inicialmente envolvidas na vacinação dos grupos elencados para as seis milhões de doses; trabalhadores das instituições de longa permanência de idosos e de residências inclusivas (serviço de acolhimento institucional em residência inclusiva para jovens e adultos com deficiência); trabalhadores dos serviços de saúde públicos e privados, tanto da urgência quanto da atenção básica, envolvidos diretamente na atenção/referência para os casos suspeitos e confirmados de covid-19; demais trabalhadores de saúde”, detalha o informe.Além dos 156,8 mil idosos institucionalizados e 2,2 milhões de profissionais de saúde, serão vacinados com esse primeiro lote da Coronavac 431,9 mil indígenas e 6,4 mil pessoas com deficiência que vivem em instituições de longa permanência.
Outro fator que restringe ainda mais o número de aplicações é a necessidade de reserva da segunda dose para os imunizados e as perdas técnicas de doses, estimadas em 5% a 10%. Com isso, o primeiro lote entregue pelo Instituto Butantã imunizará cerca de 2,8 milhões de brasileiros.
Essa divisão foi proposta pelo Ministério da Saúde, mas os Estados têm autonomia para definir suas próprias estratégias, contanto que sigam as diretrizes federais sobre os grupos prioritários.
Presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e titular da pasta no Maranhão, Carlos Lula diz acreditar que os Estados vão seguir, em sua maioria, a sugestão do ministério de como usar as primeiras doses.
Embora alguns especialistas e gestores tenham levantado a possibilidade de vacinar 6 milhões de pessoas com as primeiras doses e usar uma próxima remessa para administrar a segunda dose nesse mesmo grupo, Lula argumenta que essa seria uma estratégia arriscada e que ela não deve ser seguida pelos Estados e municípios.
“A eficácia da Coronavac é depois da segunda dose, então temos que fazer a reserva para, caso a gente não receba uma nova remessa em três semanas, termos condições de dar a segunda dose aos primeiros vacinados e garantir a imunidade. Se não fizermos isso, corremos o risco de perder o efeito da primeira dose”, diz ele.
O Programa Nacional de Imunizações (PNI) estabeleceu como 21 dias o intervalo entre as doses, podendo esse prazo ser esticado para até 28 dias. Se a segunda dose for dada após esse período, não há como garantir que o imunizante terá efeito.
Lula estima que o primeiro lote seja esgotado em apenas uma semana e diz não haver garantias de que, ao término desses 6 milhões de doses, o País já tenha recebido uma nova remessa. “O ministério nos disse que deve chegar nesta semana um lote da vacina de Oxford, mas não sabemos de onde nem quantas”, informou.
O ministério apostava na importação de 2 milhões de doses prontas da vacina de Oxford/AstraZeneca da Índia na semana passada, mas o envio foi barrado pelo governo indiano, que não deu data para que a encomenda tenha o despacho liberado. Além das doses prontas, o governo tem contrato para receber o ingrediente ativo do imunizante e produzi-lo nacionalmente na Fiocruz, mas também não há data para a chegada dos primeiros insumos.
O Butantã, por sua vez, já tem em solo brasileiro matéria-prima para fabricar outras 4,8 milhões de doses da Coronavac, e aguarda liberação do governo chinêspara que a Sinovac possa enviar mais insumos que permitirão novas entregas a partir de fevereiro. A promessa é fornecer 46 milhões de doses até abril/maio.