No calabouço de sua censura prévia, o jornalista Oswaldo Eustáquio fez um dos seus mais brilhantes trabalhos jornalísticos desmascarando a extrema imprensa.
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C0R0NAFAKE: As falsas mortes de C0VID-l9 alimentam o maior esquema de corrupção da história do país
Publicado em 07/set/2020
por Caio Hostilio
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No calabouço de sua censura prévia, o jornalista Oswaldo Eustáquio fez um dos seus mais brilhantes trabalhos jornalísticos desmascarando a extrema imprensa.
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Caso Flordelis: Polícia investiga bomba em casa de testemunha
Publicado em 07/set/2020
por Caio Hostilio
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A Polícia Civil do Rio de Janeiro está apurando uma denúncia de uma testemunha ouvida no caso do assassinato do pastor Anderson do Carmo, marido da deputada federal Flordelis. A testemunha, a empresária Regiane Rabelo, disse ter sido alvo de um ataque a bomba, na madrugada de sexta-feira (4).Denunciada sob a acusação de ter sido mandante do crime, Flordelis (PSD-RJ) não foi presa por ter imunidade parlamentar. Ela deve ser notificada na próxima terça-feira (8) pela Corregedoria da Câmara sobre o processo de investigação que pode culminar na cassação de seu mandato. Segundo dados da divulgação divulgados pelo jornal Extra, a empresária relatou que a bomba foi jogada por volta de meia-noite em um corredor externo da casa. Ela e o marido estavam na residência. Regiane acredita estar sendo vítima de retaliações por ter denunciado a deputada federal Flordelis dos Santos e outros membros da família à polícia. A empresária é ex-patroa de Lucas Cézar dos Santos Souza, filho adotivo de Flordelis, preso acusado de envolvimento no crime. – Na hora, foi um susto. A mãe da minha vizinha chegou a se jogar no chão com o barulho. A intenção era me dar um susto mesmo, para eu calar minha boca. Mas isso não vai acontecer. Fiquei assustada, mas já passou. Agora que não vão me calar – disse Regiane ao Extra.
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Assistam ao vídeo!!! Um pequeno spoiler de como ficou o novo Estádio Nhozinho Santos
Publicado em 04/set/2020
por Caio Hostilio
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Publicado em 04/set/2020
por Caio Hostilio
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Em conversa com populares em Eldorado, interior de São Paulo, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que está conversando com intermediários e com representantes de grandes redes de supermercados para tentar evitar uma alta maior nos produtos da cesta básica.
O preço de produtos como arroz e feijão tem sido uma queixa constante nas redes sociais do presidente, especialmente relacionadas à decisão do governo de reduzir para 300 reais o auxílio emergencial que será pago até dezembro.
Em vídeo publicado por um dos canais bolsonaristas, o presidente se aproxima de um grupo de pessoas e pergunta se o arroz e o feijão estão “subindo muito”, e recebe uma resposta afirmativa.
“Só para vocês saberem, já conversei com intermediários, vou conversar logo mais com a associação de supermercados para ver se a gente …. não é no grito, ninguém vai dar canetada em lugar nenhum”, disse o presidente, continuando depois: “Então estou conversando para ver se os produtos da cesta básica aí… Estou pedindo um sacrifício, patriotismo para os grandes donos de supermercados para manter na menor margem de lucro.”
“Ninguém pode trabalhar de graça. Mas a melhor maneira de controlar a economia é não interferindo. Porque se interferir, der canetada, não dá certo”, acrescentou.
Bolsonaro justificou o aumento de preços pelo pagamento do auxílio emergencial, que levou as pessoas a gastarem “um pouco mais.”
“Muito papel na praça, a inflação vem”, disse.
Levantamento feito pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP mostra que as commodities agrícolas de fato tiveram altas recordes nos últimos meses, puxadas também pela alta demanda externa e influenciadas pela queda do real perante o dólar, além do fato da demanda interna não ter caído pelo pagamento do auxílio emergencial.
O enfraquecimento da moeda brasileira faz o produto nacional ficar mais barato lá fora e aumentar a exportação, enquanto a demanda interna não caiu. Trigo, milho e arroz seriam os produtos da cesta básica que mais subiram de preço, de acordo com o Cepea.
A alta do arroz teria sido de 100% em 12 meses e do milho, de 65%.
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Publicado em 04/set/2020
por Caio Hostilio
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Os últimos dias foram de alívio e dor ao mesmo tempo para Luana Rangel Pimenta, mulher de Wagner Pimenta, conhecido como Misael, vereador e quinto filho adotivo de Flordelis e Anderson do Carmo. O casal rompeu com a deputada federal um mês após a morte do pastor e teve papel importante para que a polícia concluísse que foi a pastora a mandante do crime.

“Não havia a menor dúvida de nossa parte. Só aguardamos que a Justiça concluísse o que já sabíamos antes mesmo do crime”, diz Luana.
Ela diz que chegaram a essa conclusão pelas conversas que ouviam na casa dos sogros. “As filhas (Simone e Marzy, presas pelo crime) faziam a cabeça dela. Diziam para a Flor que era ela a dona do poder, que ela era a deputada e que não deveria deixar que Anderson tomasse conta de tudo como fazia. E a Flordelis ficava sempre quieta em vez de defender o marido. Eu tenho para mim que fizeram a cabeça dela”, imagina Luana.
A conclusão da nora tem a ver com a relação que Flordelis e Anderson do Carmo tinham. “Não havia espaço para traição da parte dele ou dela. Eles viviam grudados. E meu sogro era louco pela mulher. Ele faria qualquer coisa pela Flordelis. Todos viam isso”, garante.

Com a morte do chefe do núcleo, a relação entre Wagner, Luana e Flordelis que já não ia bem, piorou. Luana trabalhava na gerência das igrejas Ministério Flordelis, na época, e também como assessora parlamentar da sogra. “Eu trabalhava direto com o pastor. Tratava dos eventos da igreja e também na gerência, com eles. Era um trabalho voluntário meu. Como assessora dela, muitas vezes tinha que ir a Brasília para tratar de assuntos do gabinete, do projeto de lei da adoção e recebia por isso. Logo depois do crime, eu e meu marido comunicamos no grupo que a igreja tinha no WhatsApp que estávamos saindo da congregação. Não falamos pessoalmente. Depois disso, umas 400 pessoas saíram também”, relembra.
Foi quando Flordelis apareceu na casa do filho, em São Gonçalo, região metropolitana do Rio. Além de Luana e Misael, passou a morar na casa outro filho adotivo de Flordelis e Anderson: Daniel, que foi morar com o irmão por também acreditar que a mãe estava por trás do assassinato.
“Ela ficou mais de uma hora no quarto com ele, de portas trancadas, tentando fazer a cabeça dele para que acreditasse nela. Ficamos apreensivos. Depois, o Daniel nos contou que Flor disse que Anderson a controlava e a traía. E o filho disse que a mãe, então, deveria ter se divorciado e não o matado. Ela saiu do quarto e falou que entendia que estávamos abalados e nos pediu que guardássemos.nosso luto para depois de um evento anual da igreja, que seria em setembro. Depois disso, não dava para crer que ela não estivesse envolvida. Como você pede a uma pessoa que guarde seu luto durante três meses como se nada tivesse acontecido?”.

Igreja com os dias contados
Após o assassinato, Luana diz que passou a questionar a forma de congregar. “Não duvidei ou perdi minha fé hora nenhuma. Mas questionei a forma de congregar, como tudo nos é passado”, revela ela, que hoje frequenta uma nova igreja evangélica, mas não pentecostal como a de Flordelis.
Na época em que estava no mesmo ministério cristão da sogra, Luana também dava expediente na gerência e contabilidade. Por isso, acha tão estranho a pastora dizer que não sabe onde está o dinheiro, algo em torno de R$ 6 milhões, que ela diz terem sumido e um motivo para que alguém cometesse o crime: “Acho engraçado porque ela recebia todo mês um relatório detalhado de tudo. O pastor fazia questão de conferir. A Flordelis deve estar com amnésia”, alfineta Luana.

Ela conta que as igrejas sempre tiveram despesas altas, assim como também a manutenção da casa dos sogros, onde vivem até hoje a maioria dos filhos.
Das seis igrejas mantidas pelo casal de pastores Flor e Anderson, só duas existem no momento. Na principal, também em São Gonçalo, de 2 mil fiéis por culto, sobraram no máximo 200. E estas também correm o risco de fechar em breve.
Luana, que foi exonerada por Flordelis de seu gabinete após ela e o marido irem depor contra ela na polícia, diz que ainda se preocupa com a segurança de sua família. “Fomos ameaçados, tentaram nos comprar, hostilizados por defensores dela no Instagram, mas não desistimos. Medo eu tenho. Não vou mentir. Falo com meu marido que ele precisa de um carro blindado. Mas não temos condições para isso agora. É contar com Deus e a justiça dos homens”.
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Dr Érico Cantanhede e Eduardo Braide se reúnem com empresários da capital
Publicado em 04/set/2020
por Caio Hostilio
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Cerca de 35 empresários de diversos setores se reuniram na noite de quarta-feira com o pré candidato a vereador, Dr Érico Cantanhede e o pré candidato a prefeito de São Luís, Eduardo Braide, ambos do PODEMOS, respeitando as normas sanitárias e em ambiente aberto, onde foram apresentadas propostas tanto da classe empresarial quando dos dois pré candidatos para a melhoria da nossa capital.Publicado em: Política
Publicado em 04/set/2020
por Caio Hostilio
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O presidente Jair Bolsonaro estaria reeleito caso as eleições presidenciais fossem realizadas hoje. É o que aponta a pesquisa Exame/Ideia, divulgada nesta 6ª feira (4.set.2020).
O levantamento foi realizado com 1.235 pessoas, por telefone, em todas as regiões do país, de 24 a 31 de agosto. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Contra o ex-ministro da Justiça, Sergio Moro (sem partido), Bolsonaro sai à frente com 38% das intenções frente a 31% do ex-juiz da Lava Jato.
Quando disputa com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), Bolsonaro ganharia com 41% dos votos contra 17% do governador de São Paulo.
1º TURNO
Em cenário de disputa no 1º turno com o ex-presidente Lula e ex-ministro da Justiça Sergio Moro, Bolsonaro lidera a disputa presidencial com 31% das intenções de voto, seguido pelo petista, com 17% e Moro, com 13%.
Ciro Gomes (6%), Luciano Huck (5%), João Doria (3%), Luiz Henrique Mandetta (4%) e João Amoedo (3%), Marina Silva (2%) e Flávio Dino (1%) aparecem em seguida.
APROVAÇÃO DO GOVERNO
No mesmo levantamento, o PoderData mostra que 39% acham o trabalho de Bolsonaro “ótimo” ou “bom” e 34% consideram “ruim” ou “péssimo”.
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Duarte sente o fardo que é Josimar, acusa o golpe e copia Jeisael
Publicado em 04/set/2020
por Caio Hostilio
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O deputado estadual e pré-candidato a prefeito Duarte Júnior (Republicanos) sentiu o fardo que colocou nos seus ombros ao se aliar com o controverso Josimar de Maranhãozinho (PL).
Por meio das redes sociais, Duarte acusou o golpe, com o já famigerado vitimismo, se dizendo alvo de baixaria na internet, mas sem citar o “Moral da BR” e sua forma retrógrada de fazer política às margens da BR-316.
Para se descolar da velha política com quem se aliou, Duarte Júnior copiou o discurso do pré-candidato da Rede Jeisael Marx, que vem, desde o ano passado, chamando a atenção para o filhotismo existente na corrida pela Prefeitura de São Luís, e enfatizando a importância de eleger um representante do povo.
Só que ao lado de nomes como Josimar e Carlos Brandão, dificilmente Duarte vai convencer a população de que ele é um legítimo “filho do povo” a disputar o Palácio Lá Ravardière.
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Publicado em 04/set/2020
por Caio Hostilio
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Em pronunciamento na tribuna da Câmara Federal, o deputado Hildo Rocha classificou como absurdo a decisão do governador comunista Flávio Dino que pretende torrar 1 milhão e oitocentos mil reais na construção de quartos de motel para presidiários.
“No Maranhão falta dinheiro para habitação popular, falta dinheiro para compra de remédios, mas não está faltando dinheiro para construir motel em penitenciária. O Governador Flávio Dino contratou uma empresa para construir 24 quartos de motel dentro da Penitenciária de Pedrinhas. O valor é de 1 milhão e 800 mil reais”, destacou o parlamentar.
Inversão de prioridades
Hildo Rocha disse que neste momento de pandemia, o correto seria priorizar a saúde pública e a habitação popular. “Seria importante que ele aplicasse melhor os recursos do povo maranhense, porque esses recursos se originam de tributos, de impostos que os maranhenses pagam. Do ano passado para cá, Flávio Dino não fez uma casa popular pelo menos para dar a um pobre. Ele jamais perguntou ao povo do Maranhão se esse dinheiro deveria ser usado para construção de motel em penitenciária ou para compra de medicamentos neste período de pandemia”, argumentou o parlamentar.
Projeto é motivo de chacota
A proposta do governador motivou críticas contundentes que partiram de inúmeros setores da sociedade. A Câmara de vereadores de Arari, por exemplo, aprovou por unanimidade uma moção de repúdio ao governador, em razão dessa proposta
“Eu acho que o Governador tem que rever essa decisão. Nunca ouvi dizer que Governador de Estado construa motel — essa é a primeira vez —, ainda mais no lugar errado, numa penitenciária, para dar vida boa pra bandido. Isso é um absurdo”, afirmou Hildo Rocha.
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Publicado em 04/set/2020
por Caio Hostilio
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O Ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência, Augusto Heleno, usou o twitter nesta quinta-feira (3) para dizer que ‘brasileiros estão se mobilizando na Europa contra o Gov Bolsonaro, usando dados e argumentos mentirosos’.
“Brasileiros, com apoio de ONGs e capital estrangeiros, estão se mobilizando na Europa, em campanha contra o Gov Bolsonaro. Usam dados e argumentos mentirosos sobre a Amazônia e o Brasil. Ato impatriótico que prejudica o agronegócio, acordos comerciais e a imagem do País.”
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