Na homenagem aos pais coroataenses, meus parabéns a todos os papais. Dia abençoado e de muitas alegrias.
Publicado em: Política
Assistam ao vídeo!!! Ricardo Murad parabeniza os pais de Coroatá
Publicado em 09/ago/2020
por Caio Hostilio
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Na homenagem aos pais coroataenses, meus parabéns a todos os papais. Dia abençoado e de muitas alegrias.
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Publicado em 09/ago/2020
por Caio Hostilio
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Neste sábado, 08, os politiqueiros de plantão e a mídia viciada utilizaram a marca de 100.000 mortos por coronavírus no Brasil para atacar o governo Bolsonaro, acusando o presidente de omisso. Esquecendo que o STF deu aos governadores e prefeitos a condução da pandemia, cujos procedimentos foram todos uns fiasco total e sobrando apenas muita corrupção com o dinheiro do contribuinte destinado.
Enquanto isso, o Governo preferiu destacar as inúmeras ações tomadas pelo Governo Federal para minimizar os danos causados pela pandemia e diminuir ao máximo o número de mortes. QUE FORAM MUITOS!!!
A Secom publicou no Twitter: “Mais de R$ 1 TRILHÃO para salvar vidas e garantir o emprego e a dignidade de milhares de brasileiros. Esse é o Governo do Brasil, que lamenta cada vida perdida, mas que continua seguindo como um dos países com menos mortos por milhão de habitantes entre as grandes nações”.
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Prefeito Edivaldo entrega conjunto de oito praças no Vinhais
Publicado em 09/ago/2020
por Caio Hostilio
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Sete das praças inauguradas estão na Rua do Arame e uma em frente ao Cras; espaços públicos receberam paisagismo, mobiliário e acessibilidade; outras nove praças estão sendo construídas no bairro que já foi contemplado com 17 km de asfalto por meio do programa São Lu[is em Obras
Prefeito Edivaldo entrega conjunto de oito praças no Vinhais
O prefeito Edivaldo Holanda Junior entregou, na noite deste sábado (8), um conjunto de oito praças localizadas no bairro Vinhais; sete delas ao longo da Rua do Arame e outra em frente ao Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da área. Construídas por meio do programa São Luís em Obras, as praças contam com estrutura moderna e espaços otimizados para lazer e entretenimento. Os logradouros receberam mobiliário urbano, como bancos, lixeiras e, também, projeto de paisagismo. Algumas contam com aparelhos de ginástica e playground. Além disso, os espaços têm piso táctil, rampa de acessibilidade e passam a compor o bairro levando embelezamento para a região e, sobretudo, qualidade de vida e oportunidade de convivência e lazer entre as famílias.
O prefeito destacou que espaços que estavam abandonados e sendo utilizados, muitas vezes, como ponto de descarte de lixo se transformaram em praças e serão, agora, importantes locais para a convivência, para o lazer entre amigos, vizinhos e famílias.”As novas praças vão valorizar muito mais as residências e o comércio, que é bastante intenso na região. Para além destas, também estamos trabalhando na construção e reforma de mais nove praças em outra região do bairro e devemos inaugurá-las em breve. Todo esse volume de intervenções integra o programa São Luís em Obras, que está mudando a realidade de nosso município. Por meio do programa o bairro do Vinhais já foi contemplado com 17 quilômetros de asfalto. Construção de praças é uma das frentes do programa. Por meio do São Luís em Obras estamos com frentes de pavimentação, drenagem profunda, construção de mercados entre outros serviços que beneficiam bairros da zona rural e zona urbana da capital”, enfatizou o prefeito Edivaldo.
Durante a inauguração do conjunto de praças, acompanharam o prefeito Edivaldo a primeira-dama, Camila Holanda; o vice-prefeito, Julio Pinheiro; os secretários municipais de Urbanismo e Habitação, Mádison Leonardo Andrade; de Saúde, Natália Mandarino; de Trânsito e Transportes, Israel Pethros; de Obras e Serviços Públicos, Antonio Araújo; de Desporto e Lazer, Jasson Lago; de Planejamento, José Cursino Raposo; de Cultura, Marlon Botão; de Administração, Mittyz Rodrigues; de Educação, Moacir Feitosa; de Relações Parlamentares, Nonato Chocolate; de Orçamento Participativo, Olímpio Araújo Silva; de Segurança Alimentar, Fatima Ribeiro; o controlador-geral do município, Jackson Castro; o presidente da Comissão Permanente de Licitação, Thiago Braga; e o presidente do Instituto Municipal da Paisagem Urbana, Fábio Henrique Carvalho. Os vereadores Genival Alves, Fátima Araújo, Antônio Garcês e Paulo Vitor também estiveram presentes.
O vice-prefeito disse que o programa São Luís em Obras tem permitindo muitas intervenções urbanísticas que estão promovendo o redesenho da cidade. “Estamos empenhando grandes esforços para proporcionar mais qualidade de vida às pessoas. Há obras espalhadas tanto na zona urbana quanto na zona rural. Todas essas ações de urbanização trazem de volta às pessoas o sentimento de valorização, de pertencimento, exatamente do que precisamos para manter a cidade bonita”, declarou o vice-prefeito, Julio Pinheiro.
APROVAÇÃO
No bairro Vinhais, os moradores estão felizes por tamanha intervenção e agradecidos pela iniciativa da Prefeitura de São Luís em tornar os espaços locais utilizáveis, além de serem homenagens, já que levam nomes de moradores, em memória. “Estamos muito felizes em ver que o espaço que tanto cuidamos foi enxergado pela Prefeitura de São Luís e adequado conforme às necessidades dos moradores do Vinhais, após tantos anos de abandono. Não há dúvidas de que, quando for o momento certo, iremos sentar nos bancos novos e usar desse espaço para a convivência em família, com os amigos e vizinhos, já que ficou uma área bastante verde e propícia a confraternizações”, pontuou a servidora pública Valdima Câmara, 55 anos, que mora na região há cerca de quatro décadas.
“Fique muito emocionada ao saber que meus pais seriam homenageados com a entrega desse conjunto de praças. Eles foram pessoas que, em vida, se preocuparam muito em manter a área verde, limpa, bem cuidada, tanto que muitas das árvores presentes nas praças que hoje carregam o nome deles foram eles que plantaram. Além disso, enquanto moradora, estou bastante satisfeita em ver que o bairro está ganhando espaços para a convivência. Passada a pandemia, desfrutaremos mais e melhor desse grande presente que o prefeito Edivaldo está dando à comunidade”, ressaltou uma Rogéria Gusmão, 50 anos, uma das filhas de Maria de Jesus Nunes Gusmão e Maximiano Gusmão – nomes de duas praças do conjunto.
De acordo com presidente do Instituto Municipal da Paisagem Urbana (Impur), as obras foram pensadas com a participação da comunidade, em atendimento à demanda dos moradores. Segundo ele, há espaço específico para cada atividade que a população queira praticar. “Por determinação do prefeito Edivaldo, cada praça foi trabalhada para atender às famílias. Estamos entregando praças com característica de esporte, outras com recreação infantil e outras ainda para leitura e simples convivência das pessoas”, detalho Fábio Henrique Carvalho.
A construção e entrega das praças amplia os investimentos da Prefeitura de São Luís no Conjunto Vinhais que recentemente recebeu um amplo pacote de obras de asfaltamento (totalizando mais de 16 km de pavimentação, beneficiando duas avenidas e mais de 60 ruas), também por meio do programa São Luís em Obras. Ao longo da gestão do prefeito Edivaldo já foi executada a reforma da Praça do Letrado, a maior do bairro, também situada à Rua do Arame, entre diversas outras ações no conjunto e entorno.
INAUGURADAS
Além do conjunto de sete praças no Vinhais, a Prefeitura de São Luís também já entregou, nas últimas semanas, a Praça da Bíblia, no Centro da cidade, e outro conjunto de praças, com oito no total, localizadas no bairro Rio Anil, e segue trabalhando a todo vapor para entregar das dezenas que estão em construção ou reforma – espalhadas pela capital, a exemplo das praças da Misericórdia, Saudade e João Lisboa e Largo do Carmo, estas últimas em parceria com o Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).
No caso da Praça da Bíblia, tanto ela quanto o entorno foram totalmente requalificados com novos projetos de melhoria de pavimentação, paisagismo, iluminação, drenagem, passeios de pedestres, canteiro central, incluindo acessibilidade universal. O objetivo da obra foi organizar e estruturar este espaço urbano, proporcionar a criação de condições para a sua apropriação não só pelos moradores, mas, também, por visitantes e turistas, por meio do lazer e da sua socialização, e ainda, contribuir com a melhoria da qualidade de vida e saúde pública.
Já no Rio Anil, o conjunto de oito praças contempla um total de três academias de saúde; dois playgrounds; mobiliário urbano novo, como bancos e lixeiras; novo paisagismo com jardinagem; coreto com mesa de jogos; paradas de ônibus e área para caminhada. As praças foram construídas em locais em desuso, e que antes eram tidos como pontos de descarte de lixo.
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Publicado em 09/ago/2020
por Caio Hostilio
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Segundo informações dos opositores em Barra do Corda, no mês de julho fechou e a gestão Eric Costa em Barra do Corda festeja com a quantidade de recursos que o governo federal destinou APENAS EM JULHO para os cofres daquela prefeitura.
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Dr Érico Cantanhede fortalece sua pré-candidatura à Câmara Municipal de São Luís
Publicado em 08/ago/2020
por Caio Hostilio
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O médico Dr Érico Cantanhede vem fortalecendo cada vez mais a sua pré-candidatura a vereador de São Luís em reunião com lideranças do PODEMOS!!!
Érico vem ganhando espaço e fazendo uma pré-campanha voltada para o fortalecimento do seu partido em São Luís.
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Enquanto politiqueiros fazem politiquices sobre os mortos, Bolsonaro destaca os recuperados
Publicado em 08/ago/2020
por Caio Hostilio
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Na contramão dos politiqueiros que querem fazer politiquices sobre os mortos, o presidente Jair Bolsonaro destacar o número de pacientes já recuperados.
Jair Bolsonaro ao invés de destacar mortes como fizeram os politiqueiros, fez menção aos 2 milhões de recuperados da infecção pela covid-19 no País. Bolsonaro também mostrou vídeos de viagens recentes que fez ao à Bahia, Piauí e Rio Grande do Sul. As imagens mostram aglomerações de apoiadores na chegada do presidente, contrariando recomendações de autoridades de saúde.
Fazer politiquices sobre o sofrimento de famílias que perderam seus entes queridos por falta de capacidade de gerir a pandemia pelos estados e municípios, que apenas mostraram total incapacidade com isolamentos mal elaborados, desemprego, falência, truculência e, principalmente, muita, mais muita mesmo, corrupção, com total apoio do STF, é o retrato de um país fadado as politicalhas.
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Publicado em 08/ago/2020
por Caio Hostilio
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Melbourne, a segunda maior cidade da Austrália, está enfrentando um novo surto de coronavírus, o que forçou a instalação de um lockdown com algumas das restrições mais severas do mundo – uma prévia do que muitos moradores de outras cidades podem encarar nas próximas semanas e meses.Com o primeiro lockdown o país pensou que havia derrotado o vírus em junho.Mesmo depois que as máscaras se tornaram obrigatórias na cidade, há duas semanas, a disseminação continuou. E agora, enquanto as autoridades tentam quebrar a cadeia de infecções, Melbourne está sendo remodelada pela aplicação da lei e pelas letras miúdas. Uma matriz confusa de pesadas multas por desobediência ao lockdown e pequenas exceções para tudo – de parceiros românticos a construção de casas – resultaram em ruas silenciosas e inúmeras versões da pergunta: “Então, espere aí, será que eu posso ____?”.
Os donos de restaurantes estão se perguntando sobre a entrega de comida depois que um toque de recolher às 20h que começou no domingo. Os adolescentes estão perguntando se seus namorados e namoradas contam como parceiros essenciais. Os voluntários do abrigo de animais podem passear com cães à noite? Os empregados domésticos são essenciais para aqueles que lutam contra problemas de saúde mental? As pessoas que foram testadas para covid podem se exercitar ao ar livre?
“Vivemos tempos muito estranhos, assustadores e bizarros”, disse Tessethia Von Tessle Roberts, 25 anos, estudante em Melbourne que admite ter surtado alguns dias atrás, quando sua máquina de lavar quebrou.
“Nossos profissionais de saúde estão trabalhando dia e noite para salvar nossas vidas”, disse ela. “Nossos políticos estão tão assustados quanto nós, mas precisam fingir que têm uma ideia mais clara do que a nossa sobre o que vai acontecer no futuro”.
Os lockdowns pandêmicos nunca foram fáceis e agora estão ficando cada vez mais confusos e controversos diante de uma segunda e terceira ondas de surtos que vêm esgotando tanto as autoridades quanto os cidadãos. Com o sucesso contra o vírus tão fugaz quanto a brisa, as novas séries de restrições parecem um bombardeio que simplesmente não termina.
Para alguns lugares, os cálculos de risco podem mudar da noite para o dia. Em Hong Kong, as autoridades proibiram as refeições em restaurantes no mês passado, mas reverteram a ordem logo no dia seguinte, após protestos. Em algumas cidades, as escolas estão abrindo e fechando feito portas de geladeira no verão.
Em muitas regiões onde o vírus recuou e depois ressurgiu, o caminho para o futuro parece longo e sinuoso. Os governantes estão procurando suas próprias metáforas para tentar explicar a situação.
Na Califórnia, o governador Gavin Newsom comparou a abertura e fechamento do comércio a um “dimmer que regula a intensidade da lâmpada”. Dan Andrews, governador de Victoria, estado cuja capital é Melbourne, várias vezes falou em “chama piloto” para se referir a setores como construção civil e empacotamento de carne, que receberam ordens para reduzir temporariamente sua força de trabalho.
Qualquer que seja a metáfora, a situação é sombria.
Em Melbourne, cidade de 5 milhões de habitantes considerada capital da gastronomia e da cultura, a pandemia voltou mesmo depois que o chamado lockdown da Fase 3 começou no início de julho – até recentemente, o nível de restrições mais alto.
As autoridades ficam desconcertadas diante da persistente complacência das pessoas que permitem que o vírus continue prosperando e se multiplicando.
Os dados de tráfego mostraram mais pessoas andando de carro em julho do que durante o primeiro lockdown da Fase 3, em março e abril. Pior ainda: quase 9 em cada 10 pessoas com covid-19 não fizeram teste nem isolamento quando se sentiram doentes, disse Andrews no final de julho. E 53% não haviam se colocado em quarentena enquanto aguardavam os resultados dos testes.
“Isso significa que as pessoas se sentiram mal, mas seguiram levando vida normal”, disse Andrews.
Soando o alarme, ele impôs o uso obrigatório de máscaras no dia seguinte, 22 de julho.
Ainda assim, as infecções continuaram aumentando. Chegaram a 753 novos casos em 30 de julho e, desde então, giram em torno de 500 por dia, com o número de mortos em Victoria agora totalizando 147, depois de 11 mortes terem sido registradas na segunda-feira.
Esses números, embora muito menos problemáticos que os dos Estados Unidos, abriram o caminho para um lockdown de Fase 4 – que as autoridades estão chamando de ataque de “choque e pavor” ao vírus – o qual se estenderá por pelo menos seis semanas.
Ao que parece, o objetivo é aplicar uma força avassaladora, mas com precisão. Os principais modeladores da resposta à pandemia na Austrália descobriram que o vírus só pode ser suprimido se mais de 70% da população cumprir as diretrizes de distanciamento social e outras regras de saúde pública.
Andrews disse que as novas restrições tirariam mais 250 mil pessoas de suas rotinas, na esperança de atingir o limite necessário.
Então, as lojas de varejo serão fechadas. As escolas retornarão às aulas online. Os restaurantes só poderão oferecer serviços de entrega ou para viagem. As creches estarão disponíveis apenas para determinados trabalhadores.
Essas restrições já estão bem compreendidas. As regras que exigem mais explicações estão ligadas ao toque de recolher e aos setores que precisam reduzir as atividades.
Grandes projetos de construção, com mais de três andares, por exemplo, terão de reduzir sua força de trabalho no local em 75%, e os trabalhadores não poderão trabalhar em mais de um local. As construções de pequena escala não poderão ter mais de cinco trabalhadores.
Na terça-feira, numa entrevista coletiva em Melbourne, Andrews respondeu a perguntas de repórteres sobre passeio com cães (permitido depois do toque de recolher, quer dizer, mais ou menos, só se for perto de casa) e outros assuntos que geraram grande confusão.
Agradecendo aqueles que cumpriram as novas regras e repreendendo os que não cumpriram, ele anunciou que agora ninguém em isolamento poderá se exercitar ao ar livre. Uma campanha de bater de porta em porta para verificar 3 mil pessoas que tinham covid-19 descobriu que 800 delas não estavam em casa.
Todos os 800 foram encaminhados à polícia de Victoria para investigação. A multa para os infratores daqui para frente, disse ele, será de 4.957 dólares australianos (US $ 3.532).
Trabalhar, mesmo legalmente, também ficará mais complicado. Além de funcionários de hospitais com identificação formal, todos os que se deslocam para realizar algum trabalho considerado essencial durante o lockdown devem portar um documento formal – uma permissão de trabalho assinada pelo empregador e pelo empregado.
Para Cara Devine, que trabalha numa loja de vinhos que fecha às 20h, isso significa carregar um formulário do governo consigo para todos os lugares e esperar que a polícia reconheça sua tarefa como essencial quando ela volta para casa após o toque de recolher. Mas ela também se preocupa com os motoristas do Uber que a levam de um lado para o outro.
“Mesmo antes das restrições mais recentes, dois motoristas do Uber chegaram muito atrasados na loja porque foram parados pela polícia, o que custou quase uma hora do seu tempo de trabalho”, disse ela.
A polícia já está enfrentando resistência. Em pelo menos quatro ocasiões na semana passada, policiais relataram que tiveram de quebrar as janelas dos carros e retirar as pessoas depois que elas se recusaram a fornecer seu nome e endereço no posto de controle da polícia. O comissário de polícia de Victoria, Shane Patton, disse que uma mulher de 38 anos também foi acusada de agressão depois de atacar um policial que a deteve por não usar máscara.
Alguns criminologistas estão questionando se a aplicação mais rigorosa da lei terá bons efeitos. Por enquanto, os melburnianos estão tentando aguentar firme.
Publicado em: Política
Publicado em 08/ago/2020
por Caio Hostilio
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Cada vez mais difícil vermos atitudes e cenas como essas, cuja dignidade, a humildade e a solidariedade se juntam entorno de uma criança, que mesmo pobre e com certeza com muitas dificuldades, juntou dinheiro engraxando sapatos, para agraciar o seu pai com um presente nos dias dos Pais.
Com certeza sua dignidade, honra, fé e amor vem do seio de sua família, que é um dos pilares da sociedade.
Que sirva de exemplo, principalmente àqueles que querem transformar essa vida terrena em disputas desumanas e de desrespeito aos anseios espirituais.
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Gastos com educação: Prefeitos querem descumprir o mínimo constitucional de 25%
Publicado em 07/ago/2020
por Caio Hostilio
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A Frente Nacional de Prefeitos alega que, ao exigir a paralisação das aulas, a pandemia atrapalhou a aplicação das receitas municipais destinadas à educação

Prefeitos brasileiros querem uma brecha para descumprir o dispositivo da Constituição que obriga o investimento mínimo de 25% das receitas municipais em educação. Os gestores alegam que não será possível cumprir esse percentual em 2020, já que a pandemia do novo coronavírus exigiu a paralisação das aulas municipais. E apresentaram esse pleito ao ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta sexta-feira (07/08).
Ele ainda contou que, por esse entendimento de que vai ser difícil chegar ao mínimo constitucional de 25% dos investimentos em educação, a Frente Nacional de Prefeitos já avaliou e apresentou duas alternativas jurídicas para o ministro da Economia.
Uma dessas alternativas seria permitir que os 25% se refiram aos recursos empenhados e não apenas aos recursos efetivamente investidos em educação. Isso porque, segundo os prefeitos, muitas despesas chegaram a ser empenhadas, mas acabaram não sendo realizadas devido à paralisação das aulas durante o período de distanciamento social.
A outra alternativa estudada pelos prefeitos é contabilizar os pagamentos previdenciários dos regimes próprios de Previdência dentro da função educação. “O direito de receber da educação vai ser preservado para o futuro”, garantiu o vice-presidente da FNP.
A Frente Nacional de Prefeitos ainda aproveitou a reunião desta sexta-feira com o ministro Paulo Guedes para pedir a suspensão do pagamento de precatórios e o aumento do limite de endividamento do setor público, devido às dificuldades da pandemia do novo coronavírus, que exigiu o aumento dos gastos públicos, mas derrubou a arrecadação de todos os entes federados brasileiros. Além disso, foi solicitado apoio ao projeto de lei que prevê um aporte de recursos públicos no transporte coletivo das cidades brasileiras.
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Neto Evangelista ressalta potencial turístico de São Luís durante evento político
Publicado em 07/ago/2020
por Caio Hostilio
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Na quinta-feira (6), no encontro de lançamento da pré-candidatura do vereador Diogo Gualhardo (DEM), realizado no Empório Café, no Centro, o pré-candidato a prefeito de São Luís, deputado estadual Neto Evangelista (DEM), defendeu o uso do Patrimônio Histórico-Cultural, atrelado às manifestações culturais e aos atrativos naturais, como tripé de desenvolvimento para a retomada da atividade econômica na capital pós-pandemia.
“Nossa cidade tem um grande potencial turístico. Temos o centro histórico, que é considerado patrimônio cultural da humanidade, as praias e, principalmente, a nossa cultura popular, com uma diversidade de manifestações tradicionais (bumba meu boi, tambor de crioula e tambor de Mina) e festas populares, como o São João e o Carnaval de rua”, destacou Neto Evangelista.Publicado em: Política