Achou que era o último biscoito do pacote!!! Moro perde relevância nas redes sociais

Publicado em   22/jul/2020
por  Caio Hostilio

O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, está perdendo a relevância nas redes sociais. Julho nem terminou, mas Moro já registra uma queda 61% no número de menções ao seu nome no Twitter em relação aos trinta dias anteriores de junho. O levantamento foi realizado pela AP Exata para coluna da Thays Oyama da UOL.

Ele traz o número de publicações com o termo “Sérgio Moro” feitas na plataforma a partir de uma amostra de 145 cidades em todos os estados brasileiros:

Eis a evolução:

Janeiro: 197 066

Fevereiro: 66 152

Março: 51 529

Abril: 604 241

Maio: 434 314

Junho: 111 724

Julho: 42 862 (até o dia 21)

  Publicado em: Política

Edivaldo acompanha início dos serviços de pavimentação da Vila Apaco

Publicado em   22/jul/2020
por  Caio Hostilio

Ao longo de sua gestão o prefeito Edivaldo Holanda Junior tem executado muitos investimentos em obras de infraestrutura em centenas de bairros de São Luís. Hoje ele retornou à Vila Apaco com mais uma frente de trabalho do programa São Luís em Obras: a implantação de 7km de asfalto nas vias do bairro.
A área já foi um dos pontos de calamidade da cidade. Diversos moradores chegaram a ficar desabrigados por causa dos alagamentos que ocorriam na região durante o período de chuvas. Ainda na sua primeira gestão Edivaldo deu fim a este problema com a implantação de 3km de rede de drenagem profunda.
A implantação da rede de drenagem era fundamental para garantir a durabilidade da pavimentação. Agora Edivaldo amplia o trabalho iniciado em sua primeira gestão. As ruas já estão sendo preparadas com a execução dos serviços de terraplanagem. Nos próximos dias o asfalto começa a ser implantado.
Com isso Edivaldo continua transformando para melhor a vida das pessoas, garantindo mais dignidade, segurança e condições de moradia à população da Vila Apaco.

  Publicado em: Política

Bolsonaro será o maior beneficiado com aprovação do Fundeb

Publicado em   22/jul/2020
por  Caio Hostilio

Eleitoralmente, há um consenso na política de que Bolsonaro será o maior beneficiado. Foi assim com o auxílio emergencial: o valor original era de R$ 200 e terminou em R$ 600 — quantia que ganhou o nome popular de “dinheiro do Bolsonaro”. Com o Renda Brasil em gestação não será diferente.

O novo programa, idealizado para substituir o Bolsa Família e agregar novos brasileiros, terá o apoio de praticamente todos os partidos. A perspectiva de ser efetivada no governo de Bolsonaro renderá dividendos eleitorais ao presidente. A preços de hoje, avaliam aqueles que costumam enxergar mais longe, restarão as boas iniciativas, invariavelmente benéficas para quem está no poder.

Por isso, o governo recuou e garantiu a aprovação do Fundeb…

Pobre àqueles que não conseguem enxergar as mexidas das pedras na política!!!

 

  Publicado em: Política

Neto Evangelista reúne pré-candidatos em seminário sobre as eleições 2020

Publicado em   22/jul/2020
por  Caio Hostilio

O Diretório Municipal do Democratas promoveu, terça-feira (21), o seminário “Eleições 2020 e as novas implicações no atual contexto da pandemia COVID-19”, destinado aos pré-candidatos a vereador pelo partido. No encontro, realizado no Green Hotel, os futuros candidatos receberam informações e tiraram dúvidas sobre aspectos jurídicos da campanha.

“Um encontro importante para orientar nossos pré-candidatos sobre as diversas mudanças na legislação eleitoral, em virtude da pandemia. É necessário que estejamos alinhados com esse novo formato de fazer campanha”, destacou o presidente do diretório municipal do Democratas e pré-candidato a prefeito de São Luís, deputado estadual Neto Evangelista.

O seminário abordou temas como regras e cuidados em tempos de pandemia, pré- campanha, alterações na propaganda eleitoral, convenções partidárias, registro de candidatura, entre outros. As palestras foram ministradas pelos advogados eleitoralistas Bertoldo Rêgo, Aidil Carvalho e Eduardo Gomes.

O pré-candidato e vereador Edson Gaguinho (DEM) frisou a utilidade da iniciativa. “Tanto os que já têm mandatos quanto os pré-candidatos que disputarão a eleição pela primeira vez precisam se adequar às novas normas. Logo, o seminário revelou-se fundamental para tirarmos dúvidas”, disse.

A pré-candidata Maria Auxiliadora elogiou a proposta. “Estou colocando meu nome à disposição da população de São Luís pela primeira vez e esse aprendizado está sendo muito importante para que eu possa iniciar minha pré-candidatura de forma correta e segura”, relatou.

Neto Evangelista disse que o grupo está pronto para apresentar o melhor projeto para São Luís. “Nós nos dedicaremos para dar a nossa contribuição à capital maranhense, pois queremos ver a décima quinta maior cidade do país entre as melhores. Juntos, faremos essa transformação!”, concluiu.

  Publicado em: Política

Assistam ao vídeo!!! Fábio Gentil agradece ao SENAI a manutenção nos respiradores de Caxias…

Publicado em   22/jul/2020
por  Caio Hostilio

Fábio Gentil vai a São Luis e em parceria com a o SENAI recebe respiradores do município que passaram por manutenção e voltam a funcionar em sua plena capacidade.
Mais uma ação em combate ao movo coronavírus.

  Publicado em: Política

Queridinho da mídia, do STF e de Alcolumbre, Serra conseguiu se blindar contra suspeitas de corrupção

Publicado em   22/jul/2020
por  Caio Hostilio

Um ranking dos políticos mais corruptos da Lava Jato colocaria o senador José Serra (PSDB-SP) entre os 10 mais da tabela. Serra foi de A a Z nas suspeitas de crimes: é suspeito de ter recebido R$ 52,3 milhões da Odebrecht, tem conta atribuída a ele na Suíça, é investigado por recursos de caixa 2 para campanhas eleitorais, é acusado de ter usado empresas fora do Brasil em nome da filha, Verônica, e, segundo uma nova delação, embolsou R$ 5 milhões da Qualicorp em 2014, quando a Lava Jato já estava nas ruas (a operação começou em março daquele ano).

O fardo é pesado, mas o senador era tratado pela mídia até dias atrás como um técnico, dando opiniões sobre reforma tributária, covid-19. Um status muito diferente do que Lula, Eduardo Cunha e Antonio Palocci obtiveram, submetidos ao ostracismo depois que apareceram suspeitas de corrupção contra eles.

O que Serra tem que Lula não tem?

Serra foi o melhor ministro da Saúde na história brasileira, pelos seguintes motivos. Bateu corajosamente de frente com a indústria farmacêutica, criando os remédios genéricos, que baratearam radicalmente o custo de medicamentos para a população. Implantou a política de tratamento integral para o vírus HIV. Desenvolveu política de restrição ao cigarro, que salvou milhares de vidas.

A obsessão de Serra com metas criou para ele a imagem de administrador moderno, que faz “follow up” como se faz na iniciativa privada. Tornou-se um político “diferenciado”, como se diz em Higienópolis, bairro tido como ninho dos tucanos em São Paulo. Na Lava Jato, Serra pode ser igual a Lula, Palocci ou Cunha, mas isso nunca chegou à mídia porque o senador é considerado de outra estirpe.

Há duas semanas, quando a Polícia Federal fez buscas em imóveis de Serra, a Globonews lembrava que ele era reconhecido com um “grande gestor público”.

E daí? A investigação é caixa 2 em campanhas, não uma avaliação das administrações de José Serra. Havia suspeita de que Serra e sua filha, Verônica, operem contas fora do Brasil com dinheiro recebido da Odebrecht. O raciocínio que ressalta o “grande gestor” é similar ao dos petistas que, sempre que se deparam com acusações ou suspeitas de corrupção contra Lula, dizem que ele foi o melhor presidente da República, que tirou da miséria 30 milhões de pessoas. E daí? A acusação desta vez é criminal, não de avaliação da gestão petista.

Essas defesas lembram a máxima que grudou em Paulo Maluf, a do “rouba, mas faz”.

Serra teve sob sua administração no Governo de São Paulo, de 2007 a 2010, o símbolo-mor da corrupção do PSDB, o engenheiro Paulo Vieira de Souza, preconceituosamente apelidado de Paulo Preto. Está certo que Vieira de Souza servia a 2 senhores, segundo as investigações da Lava Jato (Aloysio Nunes Ferreira e Serra, indiretamente). Tanto Serra quanto Aloysio dizem que não tiveram relação com os supostos desvios de Vieira de Souza. O senador também nega que tenha recebido recursos ilícitos da Odebrecht e da Qualicorp.

A passagem de Serra pelo governo paulista é mais lembrada pelos escândalos de corrupção na Dersa, a estatal de estradas, no Metrô e em grandes obras como a reforma da Marginal do que pela suposta eficiência. Serra parecia estar com a cabeça na candidatura à Presidência em 2010, na qual acabou derrotado por Lula.

O senador construiu a relação com a mídia com o mesmo afinco que acordava assessores às 5 da manhã para saber se uma obra num hospital em Roraima estava com o cronograma em dia. Conhece e se relaciona com os donos dos principais jornais e TVs, com colunistas, editores. Nada de anormal nessa relação.

O caso mais famoso era a proximidade de Serra tinha com a família Frias, proprietária do jornal Folha de S.Paulo. Serra trabalhou na Folha como editorialista ao voltar do exílio, em 1978 e, tenho a impressão, percebeu logo cedo a importância da mídia na criação da imagem de um político.

A esquerda adora pegar no pé da Folha, alegando que essa amizade com os Frias serviu como dique para o jornal brecar investigações contra Serra. Nunca vi nada demais na proximidade entre eles. Presenciei a irritação de Otavio Frias Filho, que foi o diretor de Redação do jornal de 1984 até sua morte, em 2018, numa ligação de Serra, na qual o jornalista tamborilou por uns 10 minutos os dedos na mesa, num misto de impaciência e fúria pelo abuso do amigo.

É óbvio que essa intimidade não ocorria só com a Folha. Serra é (ou era) o queridinho da mídia. Tinhas ótimas relações com grupo GloboO Estado de S. Paulo e Valor Econômico.

O problema ético é que Serra usa essa proximidade para aterrorizar ou pedir a cabeça de quem não seguia a cartilha do Serra “grande gestor”. O social-democrata na vida pública se comportava como um senhor de engenho quando a questão era a sua imagem na mídia. Carteirada era a norma.

Se as TVs, os jornais e sites quiserem dar um passo adiante na discussão ética, vão ter de largar no meio do caminho os seus favoritos. A vida privada da mídia é cada vez mais um assunto de interesse público.

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  Publicado em: Política

Vitória da educação: deputado Hildo Rocha comemora aprovação do novo FUNDEB

Publicado em   22/jul/2020
por  Caio Hostilio

O deputado federal Hildo Rocha trabalhou intensamente a fim de assegurar a aprovação da PEC 15/15 que torna permanente o Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB). Ao lado da relatora, deputada Professora Dorinha, e da autora da proposta, Raquel Muniz, o parlamentar maranhense comemorou a vitória. Hildo Rocha destacou que a aprovação do novo FUNDEB garante recursos para educação pública.

“A vitória foi bastante significativa, pois dos 506 deputados que votaram, 499 colegas votaram a favor e apenas 7 deputados votaram contra. Aprovamos no mesmo dia os dois turnos de votação. Isso demonstra apoio forte dos deputados federais à educação pública. Durante esses 14 anos, sem dúvida, houve uma melhoria bastante significativa da educação pública por todo país. Com a aprovação da PEC 15 teremos um fundo financeiro destinado exclusivamente para financiar a educação pública básica”, afiançou o deputado.

Histórico

De forma didática, o deputado Hildo Rocha fez um discurso recheado de dados históricos acerca do tema.  “A criação do FUNDEB, em 2006, foi uma proposta do então deputado, Valdemar da Costa Neto, do PL, que teve como Relatora a Deputada Iara Bernardi, do PT. Essa PEC foi aprovada aqui na Câmara dos Deputados e, em seguida, no Senado, mas teve a previsão de duração de apenas 14 anos, que acabam agora, em dezembro deste ano”, destacou o parlamentar.

A PEC 15/2015

Rocha enfatizou que no ano de 2015, a deputada Raquel Muniz preocupada com a estabilidade do FUNDEB apresentou a PEC 15 para tornar permanente o fundo de financiamento da educação básica.

“Novamente a Câmara dos Deputados faz protagonismo na melhoria da educação pública. A minha amiga, deputada Raquel Muniz, apresentou proposta de emenda à constituição federal, em 2015, com o intuito de tornar perene, definitivo, permanente, o FUNDEB, com a certeza de que haverá recursos suficientes para financiar a educação básica de boa qualidade”, argumentou Hildo Rocha.

O deputado Hildo Rocha elogiou o trabalho feito pela sua colega, a deputada federal Professora Dorinha Seabra Rezende que, após mais de dois anos de muitos debates, discussões e articulação com vários setores, conseguiu apresentar um relatório que teve a apoio de todos os segmentos que atuam na educação, assim como de todos os partidos com representação na Câmara dos Deputados.

“A minha amiga Dorinha conhece como poucos a educação pública brasileira. Ela já exerceu o cargo de Secretária de Educação do Estado do Tocantins, já tem vários mandatos parlamentares, é muito competente, combativa e, juntamente com uma Comissão muito boa, formada de Deputados conhecedores da educação, fez um relatório belíssimo”, recordou o deputado.

Investimentos e expansão de benefícios

O parlamentar ressaltou que no ano passado o FUNDEB investiu 166 bilhões de reais e a União entrou com algo em torno de 15 bilhões de reais. Hildo Rocha explicou que a proposta da Deputada Dorinha prevê a colocação de mais de 30 bilhões de reais da União para reforçar o FUNDEB.

“Trata-se, portanto, de recursos destinados à educação, para melhorá-la, não se trata apenas de valorizar os profissionais do Magistério, que têm, sim, de serem valorizados, mas tem de ter dinheiro necessário para pagar bem também os demais profissionais que atuam na área, assim como recursos financeiros para manter os prédios escolares em boas condições de uso e comprar o material pedagógico para que o aluno tenha educação de boa qualidade. Por isso, é importante que se aprove esta nova proposta que está modificando a Constituição Federal, que é o novo FUNDEB” argumentou.

Destaques rejeitados

O deputado Hildo Rocha também comemorou a rejeição dos destaques que foram apresentados com o objetivo de diminuir a receita do FUNDEB e consequentemente os salários dos profissionais da educação e recursos para manutenção do ensino.

“Foram apresentados três destaques com a finalidade de retirar parte significativa dos recursos já aprovados para o FUNDEB como é o caso dos 20% da receita provenientes da Lei Kandir. O interessante é que alguns que defendem mais recursos para a educação nos microfones da Câmara votaram para retirar mais de 2 bilhões de reais do novo FUNDEB”, ressaltou Hildo Rocha.

https://youtu.be/G7g7oj2HEds

http://hildorocha.com.br/site/vitoria-da-educacao-deputado-hildo-rocha-comemora-aprovacao-do-novo-fundeb/

https://bit.ly/32Hf2CJ

  Publicado em: Política

Assistam ao vídeo!!! Tom Cavalcante satiriza “prudência e sofisticação” de Doria tomando vacina… Sorria!!!

Publicado em   22/jul/2020
por  Caio Hostilio

Entre sua ‘coleção’ de imitações, está o governador de São Paulo, João Doria, chamado de João ‘Glória’.

Tom ironiza o jeito “prudente e sofisticado” do governador.

Em um recente vídeo em seu canal no Youtube, o humorista brincou com a chegada da vacina contra a Covid-19 e a reação de Doria a aplicação da injeção.

Confira:

Por Jornal da Cidade 

  Publicado em: Política

George Soros, por meio de sua Fundação, dá apoio financeiro ao governo Flávio Dino…

Publicado em   21/jul/2020
por  Caio Hostilio

A Open Society Foundation, controlada pelo bilionário, está doando US$ 1 milhão ao governo administrado por Flávio Dino para o enfrentamento do coronavírus.
Flávio Dino comentou no Twitter, porém não faz referência a George Soros:
Registro o recebimento de doação de US$ 1 milhão ao @GovernoMA oriundo da Fundação @OpenSociety. Dinheiro será destinado a ações sociais, apoio à agricultura familiar e na área da saúde. Agradeço especialmente a @pedroabramovay pela iniciativa e pelo diálogo.

  Publicado em: Política

Não alcançaria o Brasil? EUA oferecem recompensa de US$ 5 milhões por chefe do Supremo da Venezuela

Publicado em   21/jul/2020
por  Caio Hostilio

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, anunciou nesta terça-feira uma recompensa de US$ 5 milhões por informações que levem à prisão e ao julgamento do presidente do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) da Venezuela, Maikel Moreno, considerado próximo ao chavismo.

Em comunicado, Pompeo também sancionou Moreno e sua esposa por supostamente estarem envolvidos “em uma signiticativa corrupção” e afirmou que o chefe do Supremo venezuelano “recebeu propina para influenciar no resultado de casos criminais e civis”.

“Moreno recebeu propina em troca de ações judiciais, como ordenar que juízes de instâncias inferiores liberem determinados acusados ou neguem certos casos, o que ocorreu em mais de 20 processos judiciais”, afirmou Pompeo em comunicado. No Twitter, o chefe da diplomacia americana declarou que Moreno é um “ajudante” de Nicolás Maduro e explicou que a nova medida busca enviar uma mensagem clara: “Os EUA se posicionam firmemente contra a corrupção”.

Segundo os EUA, Moreno, que preside o TSJ desde 2017, flertou com a possibilidade de se distanciar do governo quando, em 30 de abril de 2019, o líder da oposição, Juan Guaidó, liderou uma revolta de curta duração com um grupo de militares que levou a manifestações, mas não derrubou Maduro. Em março deste ano, procuradores do estado da Flórida acusaram Moreno de lavagem de dinheiro e outros crimes relacionados com as supostas propinas que recebeu na Venezuela.

No total, os EUA apresentaram acusações contra 15 membros e ex-integrantes do governo venezuelano, incluindo o presidente Maduro, acusado de tráfico de drogas e pelo qual ofereceram uma recompensa de US$ 15 milhões por qualquer informação que leve à captura. Em maio de 2017, o governo dos EUA também sancionou Moreno e outros sete juízes pouco após Assembleia Nacional, controlada pela oposição, ter sido destituída de todas as funções pelo Supremo. Os EUA foram o primeiro país do mundo a reconhecer Guaidó como presidente interino da Venezuela, em janeiro de 2019. Desde então, o país liderou uma campanha internacional para isolar Maduro através da imposição de sanções.

Com informações da EFE

  Publicado em: Política

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