Nota à Imprensa: EUA anunciam assistência adicional de US$ 6 milhões para combater COVID-19 no Brasil

Publicado em   30/maio/2020
por  Caio Hostilio

Assistência total dos EUA aumenta para US$ 12,5 milhões (aproximadamente R$ 66 milhões)

Brasília, 29 de maio de 2020: Os Estados Unidos anunciaram que estão fornecendo mais US$ 6 milhões (aproximadamente R$ 32 milhões) em assistência humanitária ao Brasil para atividades emergenciais em saúde, água, saneamento e higiene e para mitigar os impactos da COVID-19 na saúde no Brasil. Os novos recursos do governo dos EUA totalizam, até o momento, mais de US$ 12,5 milhões (aproximadamente R$ 66 milhões).  

 A Assistência Internacional a Desastres (IDA) da Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (USAID) está fornecendo essa assistência para manter os cuidados essenciais de saúde funcionando; fornecer programas de engajamento comunitário; prevenir e controlar infecções; fornecer água potável, itens de higiene e assistência alimentar de emergência; fortalecer a capacidade de saúde local. Esses recursos priorizarão mas não se limitarão as populações na região amazônica com alto número de casos e que não podem responder efetivamente às crescentes demandas e necessidades e onde as populações vulneráveis carecem de serviços.

Os recursos anteriores do governo dos EUA incluem:

Em 27 de maio de 2020, o Comando Sul do Departamento de Defesa anunciou uma doação de US$ 45 mil em equipamentos de proteção individual para profissionais de saúde e alimentos para a cidade de Manaus e na região amazônica.

Em 20 de maio, a USAID forneceu US$ 2 milhões em apoio a comunidades vulneráveis, com foco na região amazônica, para prevenir a transmissão, apoiar o tratamento e ajudar a mitigar os impactos do vírus na saúde. O Departamento de População, Refugiados e Migração (PRM) do Departamento de Estado também viabilizou US$ 500 mil em apoio a migrantes e refugiados venezuelanos e as comunidades anfitriãs no Brasil.

Em 19 de maio, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) disponibilizaram US$ 3 milhões em recursos para fortalecer a detecção de casos, o rastreamento de contatos, a identificação de áreas de transmissão, o controle de surtos e as análises e relatórios de dados.

Em 1º de maio, a USAID forneceu US$ 950 mil em fundos de apoio econômico para incentivar investimentos do setor privado na mitigação dos impactos da COVID-19 nas populações rurais e urbanas vulneráveis no Brasil.

O embaixador Todd Chapman falou sobre a última assistência do governo dos EUA: “Esse último anúncio reafirma que estamos trabalhando juntos com nossos parceiros brasileiros e demonstra nosso compromisso contínuo com o povo do Brasil para superar os desafios desta pandemia”.

O povo norte-americano continua a assegurar que os recursos e os esforços científico dos EUA permaneçam a ser uma parte central e coordenada do esforço mundial contra a doença. Consulte o Informativo para obter mais informações. Os EUA continuarão o compromisso de trabalhar em conjunto com o Brasil para melhorar a vida de nossos cidadãos e buscar formas de ajudar outros indivíduos na região e combater a COVID-19.

Siga embaixador Chapman no Twitter @USAmbBR. As informações são atualizadas regularmente em nosso site. As nossas contas do TwitterFacebookInstagram e Flickr também fornecem atualizações regulares.

Para mais informações sobre esta Nota à Imprensa entrar em contato com a Assessoria de Imprensa da Embaixada dos EUA em Brasília pelo e-mail BrasiliaEMBEUA@state.gov ou pelos telefones (61) 3312-7367 / 7364. Siga-nos no Twitter e Flickr.

  Publicado em: Política

STF e TSE querem agir a revelia e ilegalmente para cassar Bolsonaro e Mourão, sem a anuência do MP Eleitoral

Publicado em   30/maio/2020
por  Caio Hostilio

Dentro do Ministério Público Eleitoral, é considerada inócua juridicamente a ideia de levar as provas colhidas no inquérito das fake news para as ações contra Jair Bolsonaro no TSE.

Mesmo que sejam colhidas mensagens trocadas por bolsonaristas na época da campanha, para cassar o mandato, seria necessário provar que elas foram capazes de mudar o rumo da eleição.

Outras fatias do inquérito enviadas a unidades do MPF por Alexandre de Moraes foram prontamente arquivadas por causa da não participação do órgão na apuração.

  Publicado em: Política

Sobe de 47 para 61 a quantidade de pacientes recuperados da covid-19 em Caxias; confirmados são 168

Publicado em   30/maio/2020
por  Caio Hostilio

O Boletim Epidemiológico desta quinta-feira (28), do Comitê de Prevenção e Enfrentamento ao Novo Coronavírus, aponta que subiu de 47 para 61 em dois dias o número de pacientes que venceram a covid-19 em Caxias e estão recuperados. Todos os dias os profissionais da saúde estão trabalhando para colocar a alegria no rosto dos pacientes da cidade e da região que são atendidos.

Em dados estratificados, Caxias tem 168 casos confirmados; 2.357 testes rápidos realizados; 42 casos aguardando resultado; 2.497 descartados por exame e testes rápidos; 86 casos confirmados estão em isolamento domiciliar; 11 estão confirmados em internação hospitalar e 10 óbitos foram registrados por covid-19.

Confira o quantitativo de casos por bairro, bem como os recuperados:

•Alto do Ipem: 01 confirmado; 01 recuperado
•Antenor Viana: 03 confirmados
•Baú: 02 confirmados
•Bela Vista: 01 confirmado
•Bolo Doce – 1º Distrito: 01 confirmado
•Bom Jardim: 01 confirmado
•Brejinho: 02 confirmados
•Caldeirões: 01 confirmado
•Campo de Belém: 05 confirmados; 02 recuperados
•Cangalheiro: 15 confirmados
•Castelo Branco: 03 confirmados
•Centro: 19 confirmados; 09 recuperados
•Cohab: 06 confirmados
•Dinir Silva: 02 confirmados; 02 recuperados
•Fazendinha: 01 confirmado
•Fumo Verde: 01 confirmado
•Itapecuruzinho: 04 confirmados; 04 recuperados
•Luíza Queiroz: 04 confirmados; 01 recuperado
•Mutirão: 01 confirmado
•Nova Caxias: 11 confirmados; 08 recuperados
•Pampulha: 07 confirmados; 03 recuperados
•Pirajá: 04 confirmados; 02 recuperados
•Ponte: 06 confirmados; 01 recuperado
•Refinaria: 01 confirmado
•Residencial Eugênio Coutinho: 08 confirmados; 07 recuperados
•Residencial Hélio Queiroz: 02 confirmados; 01 recuperado
•Salobro: 02 confirmados; 01 recuperado
•São Francisco: 02 confirmados; 01 recuperado
•São Pedro: 01 confirmado; 01 recuperado
•Seriema: 10 confirmados; 03 recuperados
•Tamarineiro: 03 confirmados; 01 recuperado
•Teso Duro: 01 confirmado
•Trezidela: 06 confirmados; 01 recuperado
•Veneza: 01 confirmado
•Vila Alecrim: 03 confirmados; 02 recuperados
•Vila Lobão: 07 confirmados; 03 recuperados
•Vila Paraíso: 05 confirmados
•Vila São José: 02 confirmados
•Vila Vitória: 01 confirmado; 01 recuperado
•Volta Redonda: 11 confirmados; 06 recuperados

PERFIL DOS CASOS – POR SEXO

•Feminino: 79
•Masculino: 89

PERFIL DOS CASOS – POR IDADE

•0 – 9 anos: 09
•10 – 19 anos: 07
•20 – 29 anos: 16
•30 – 39 anos: 34
•40 – 49 anos: 35
•50 – 59 anos: 26
•60 – 70 anos: 27
•Mais de 70 anos: 14

  Publicado em: Política

Assistam aos vídeos!!! Senador Marcos do Val fala de como se curou do Covid-19 e o testemunho de uma senhora sobre o tratamento nos hospitais… Assim segue a indústria da morte!!!

Publicado em   30/maio/2020
por  Caio Hostilio

Que as pessoas vejam a forma como estão sendo tratado o Covid-19 no Brasil, cuja prática é mais politiqueira do que preocupado com a vida humana. As ações parecem mais voltadas a indústria da morte do que buscar a cura daqueles que tiveram grande chance de se manterem vivos… Essa é a realidade do Brasil, um país que vive apenas a luta pelo poder e se for necessário usaram cadáveres para alcançar seus intentos!!!

O testemunho do Senador Marcos do Val: Neste áudio dou o meu testemunho sobre o uso da hidroxicloroquina 400mg e da Azitromicina 500mg. Fui contaminado na sexta-feira da semana passada e meu estado se agravou na segunda, quando o médico que estava me acompanhando (desde o início dos sintomas) me receitou esses remédios. Jamais esconderia qualquer coisa de vocês, muito menos essa informação que pode ajudar milhares de brasileiros. Atenção: reafirmo, fiz o uso dessa medicação sob orientação médica.

  Publicado em: Política

Diante da balburdia está hora!!! O artigo 142 da Constituição: Cabe às Forças Armadas moderar os conflitos entre os Poderes

Publicado em   29/maio/2020
por  Caio Hostilio

Tendo participado de audiências públicas, durante o processo constituinte, a convite de parlamentares eleitos em 1986, assim como, repetidas vezes, apresentado sugestões ao então presidente da Câmara dos Deputados, Ulysses Guimarães, relator Bernardo Cabral e presidentes de Comissões e Subcomissões, sempre que solicitado, decidi com Celso Bastos comentar o texto supremo, em 15 volumes, por 10 anos (1988-1998), em edições e reedições veiculadas pela Editora Saraiva.

Dividimos os nove títulos permanentes e aquele das disposições transitórias entre nós, tendo eu ficado com parte do Título III (Federação, União, competências de atribuições, competências  legislativas, Estados e parte dos Municípios), IV (Processo Legislativo, Tribunal de Contas, Poder Executivo), VIII (Seguridade Social, Comunicação Social, Meio Ambiente, Família e Índios) e com os Títulos V (Defesa do Estado e das Instituições Democráticas), Título VI (Sistema tributário, Finanças Públicas e Orçamentos), Título IX (Disposições Gerais) e o Ato Complementar das Disposições Transitórias.

A morte prematura de Celso Bastos levou-me, após uma reatualização realizada por André Ramos Tavares, Samantha Pflug, Rogério Gandra Martins e entregues à Saraiva, mas não publicadas, a desistir de continuar a publicação, nada obstante ter a Editora vendido mais de 150 mil exemplares da coleção.

O Título V da Carta da República corresponde ao volume 5, que ficou a meu cargo. Cuida de dois instrumentos legais para a defesa do Estado e das instituições democráticas (Estado de Defesa e de Sítio) e das instituições encarregadas de proteger a democracia e os poderes (Forças Armadas, Polícias Militares, Polícia Civil e Guardas Municipais).

Na 5ª parte da Lei Maior, por sua abrangência nacional e missão de proteção da soberania nacional, as Forças Armadas passaram a ter um tratamento diferenciado (artigos 142 e 143), tratamento este alargado quanto às demais corporações, pelas próprias atribuições outorgadas pelo constituinte às três Armas.

As funções determinadas pelo Constituinte estão no artigo 142, assim redigido:

ART. 142. AS FORÇAS ARMADAS, CONSTITUÍDAS PELA MARINHA, PELO EXÉRCITO E PELA AERONÁUTICA, SÃO INSTITUIÇÕES NACIONAIS PERMANENTES E REGULARES, ORGANIZADAS COM BASE NA HIERARQUIA E NA DISCIPLINA, SOB A AUTORIDADE SUPREMA DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA, E DESTINAM-SE À DEFESA DA PÁTRIA, À GARANTIA DOS PODERES CONSTITUCIONAIS E, POR INICIATIVA DE QUALQUER DESTES, DA LEI E DA ORDEM.

Percebe-se que três são as atribuições das Forças Armadas, alicerçadas na hierarquia e disciplina, a saber:

  1. Defesa da pátria;
  2. Garantia dos poderes constitucionais;
  3. Garantia da lei e da ordem, por iniciativa de qualquer dos três Poderes.

A palavra “Pátria” aparece pela primeira e única vez neste artigo da Lex Magna.

Sobre a defesa da Pátria até mesmo os alunos do pré-primário sabem que o país será defendido contra eventuais invasões de outras nações pelas Forças Armadas. Não oferece qualquer dúvida.

Sobre a garantia dos poderes contra manifestações de qualquer natureza, compreende-se, lembrando-se que, nos estados de defesa e de sítio as polícias militares, civil e guarda municipal são coordenadas pelas Forças Armadas.

A terceira função, todavia, é que tem merecido, nos últimos tempos, discussão entre juristas e políticos se corresponderia ou não a uma atribuição outorgada às Forças Armadas para repor pontualmente lei e a ordem, a pedido de qualquer Poder.

Minha interpretação, há 31 anos, manifestada para alunos da universidade, em livros, conferências, artigos jornalísticos, rádio e televisão é que NO CAPÍTULO PARA A DEFESA DA DEMOCRACIA, DO ESTADO E DE SUAS INSTITUIÇÕES, se um Poder sentir-se atropelado por outro, poderá solicitar às Forças Armadas que ajam como Poder Moderador para repor, NAQUELE PONTO, A LEI E A ORDEM, se esta, realmente, tiver sido ferida pelo Poder em conflito com o postulante.

Alguns juristas defendem a tese que a terceira atribuição e a segunda se confundem, pois para garantir as instituições, necessariamente, estarão as Forças Armadas garantindo a lei e a ordem, já que o único Poder Moderador seria o Judiciário.

Parece-me incorreta tal exegese, muito embora eu sempre respeite as opiniões contrárias em matéria de Direito. Tinha até mesmo o hábito de provocar meus alunos de pós graduação da Universidade Mackenzie a divergirem de meus escritos, dando boas notas àqueles que bem fundamentassem suas posições. É que não haveria sentido de o constituinte usar um “pleonasmo enfático” no artigo 142 da Carta Magna, visto que a Lei Suprema não pode conter palavras inúteis.

A própria menção à solicitação de Poder para garantir a lei e a ordem sinaliza uma garantia distinta daquela que estaria já na função de assegurar os poderes constitucionais, como atribuição das Forças Armadas.

Exemplifico: vamos admitir que, declarando a inconstitucionalidade por omissão do Parlamento, que é atribuição do STF, o STF decidisse fazer a lei que o Congresso deveria fazer e não fez, violando o disposto no artigo 103, parágrafo 2º, assim redigido:

ART. 103. (…) § 2º DECLARADA A INCONSTITUCIONALIDADE POR OMISSÃO DE MEDIDA PARA TORNAR EFETIVA NORMA CONSTITUCIONAL, SERÁ DADA CIÊNCIA AO PODER COMPETENTE PARA A ADOÇÃO DAS PROVIDÊNCIAS NECESSÁRIAS E, EM SE TRATANDO DE ÓRGÃO ADMINISTRATIVO, PARA FAZÊ-LO EM TRINTA DIAS.”

Ora, se o Congresso contestasse tal invasão de competência não poderia recorrer ao próprio STF invasor, apesar de ter pelo artigo 49, inciso XI, a obrigação de zelar por sua competência normativa perante os outros Poderes. Tem o dispositivo a seguinte redação:

ART. 49. É DA COMPETÊNCIA EXCLUSIVA DO CONGRESSO NACIONAL:

(…) XI – ZELAR PELA PRESERVAÇÃO DE SUA COMPETÊNCIA LEGISLATIVA EM FACE DA ATRIBUIÇÃO NORMATIVA DOS OUTROS PODERES;

Pelo artigo 142 da CF/88 caberia ao Congresso recorrer às Forças Armadas para reposição da lei (CF) e da ordem, não dando eficácia àquela norma que caberia apenas e tão somente ao Congresso redigir. Sua atuação seria, pois, pontual. Jamais para romper, mas para repor a lei e a ordem tisnada pela Suprema Corte, nada obstante — tenho dito e repetido — constituída, no Brasil, de brilhantes e ilustrados juristas.

O dispositivo jamais albergaria qualquer possibilidade de intervenção política, golpe de Estado, assunção do Poder pelas Forças Armadas. Como o Título V, no seu cabeçalho, determina, a função das Forças Armadas é de defesa do Estado E DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS. Não poderiam nunca, fora a intervenção moderadora pontual, exercer qualquer outra função técnica ou política. Tal intervenção apenas diria qual a interpretação correta da lei aplicada no conflito entre Poderes, EM HAVENDO INVASÃO DE COMPETÊNCIA LEGISLATIVA OU DE ATRIBUIÇÕES.

No que sempre escrevi, nestes 31 anos, ao lidar diariamente com a Constituição — é minha titulação na Faculdade de Direito da Universidade Mackenzie —, é que também se o conflito se colocasse entre o Poder Executivo Federal e qualquer dos dois outros Poderes, não ao Presidente, parte do conflito, mas aos Comandantes das Forças Armadas caberia o exercício do Poder Moderador.

Nada obstante reconhecer a existência de opiniões contrárias, principalmente dos eminentes juristas que compõem o Pretório Excelso, não tenho porque mudar minha inteligência do artigo 142. Como não sou político, mas apenas um velho advogado e professor universitário, que sempre buscou exercer a cidadania, continuarei a interpretar, academicamente, o artigo 142, como agora o fiz, com o respeito que sempre tive às opiniões divergentes, não me importando com as críticas menos elegantes dos que não concordam comigo. John Rawls dizia que as teorias abrangentes são próprias das vocações totalitárias, que não admitem contestação. Só são democráticas as teorias não abrangentes, pois estas admitem contestação e diálogo.

Aos 85 anos, felizmente não perdi o meu amor ao diálogo e à democracia.

Via Conjur pelo jurista Ives Gandra Martins

  Publicado em: Política

Transparência está longe!!! Janaina critica tentativa de cassação da chapa de Bolsonaro: “estranhamente um inquérito iniciado”

Publicado em   29/maio/2020
por  Caio Hostilio

A deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP) comentou nesta sexta-feira (29) o polêmico inquérito das e “fake news” contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que pode abrir caminho da cassação do presidente Jair Bolsonaro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).  “Como podem pretender cassar uma chapa, sem que o povo conheça o teor do que está sendo debatido?”, questionou a deputada em rede social.

Confira à íntegra do texto publicado pela deputada no Twitter

“Uma vez que, estranhamente, um inquérito iniciado para impedir uma revista de circular, de repente, se presta a fazer provas em processo na Justiça Eleitoral, defendo, firmemente, que o povo brasileiro tem direito a conhecer a íntegra do que há nesse tal inquérito das fake news.

Com fulcro nos princípios da publicidade e transparência, eu defendi que o vídeo da reunião ministerial fosse veiculado na íntegra. Pois bem, os mesmos princípios devem ser seguidos no que tange a esse tal inquérito!

Como podem pretender cassar uma chapa, sem que o povo conheça o teor do que está sendo debatido? Uma vez que as buscas já foram feitas, nada impede o levantamento do sigilo desse inquérito!

O povo precisa saber se estamos falando de frases de protesto, ainda que prolatadas de forma organizada, ou se há mesmo alguma tratativa para ataques reais. Eu não quero ditadura do Executivo, mas também temo ações infundadas por parte do Judiciário.

Pensei muito. Desde o início, critico essas investigações pelos vícios formais tão bem apontados pela Dra Raquel Dodge. Por outro lado, diante de tanto rigor, considero a possibilidade de haver algo grave no bojo dessas tantas páginas sigilosas.

Para que tenhamos segurança de que um inquérito camaleão não será usado para o que se entender necessário, sem qualquer respaldo nos fatos para que foi instaurado e nas regras de distribuição, precisamos saber o que é que tem lá.

A Chapa Dilma/Temer não foi cassada por excesso de provas. Todos nos indignamos, mas pudemos constatar o que aconteceu. Agora, em meio a uma pandemia, em julgamentos virtuais, avaliam cassar uma chapa, com base em apuração que o próprio titular da ação pediu para arquivar!

Todos mudam de opinião relativamente a esse inquérito, a depender da oportunidade. Eu não! Eu sempre apontei os vícios de forma! Precisamos conhecer o mérito para entender o que exatamente está acontecendo.”

  Publicado em: Política

Residenciais Maria Aragão e Tiradentes recebem pavimentação asfáltica por meio do programa São Luís em Obras lançado pelo prefeito Edivaldo

Publicado em   29/maio/2020
por  Caio Hostilio

Respeitando as normas de segurança e saúde para conter a pandemia do novo coronavírus, gestão do prefeito Edivaldo está asfaltando bairros do polo Cidade Olímpica; obras vão beneficiar milhares de famílias que vivem na região e pessoas que circulam pelos bairros

Com programa São Luís em Obras, Prefeitura leva pavimentação a três bairros do polo Cidade OlímpicaA Prefeitura de São Luís está intensificando o ritmo das obras de asfaltamento nos residenciais Maria Aragão, Tiradentes e Alexandra Tavares, localizados na região da Cidade Olímpica, que é um dos maiores polos habitacionais da capital. Nos três bairros, milhares de famílias serão beneficiadas com a ação. Nestes locais estão sendo realizadas obras de terraplanagem para nivelamento do terreno, compactação do solo, aplicação de camada de brita, betume e asfalto. Esta é uma obra que integra a estratégia da gestão do prefeito Edivaldo Holanda Junior, para retomada das ações de urbanização da capital por meio do programa São Luís em Obras, respeitando as novas normas de segurança e saúde para conter a pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

“O asfaltamento de ruas e avenidas nesta região é uma reivindicação importante dos moradores e visa dar maior conforto à comunidade, facilitando a mobilidade das pessoas, além de possibilitar fluidez para o trânsito de veículos nesta área”, destacou o prefeito Edivaldo acrescentado que o programa São Luís em Obras já está presente em todas as regiões da capital com diferentes frentes de trabalho. No eixo pavimentação, dezenas de bairros já foram beneficiados e outros ainda serão contemplados.

De acordo com Evandro Silva, presidente da Associação de Moradores do Residencial Tiradentes, esta ação da Prefeitura vai impactar milhares de famílias da região. “Estão asfaltando todas as ruas desta área. Em algumas ruas, antes de chegar o asfalto, estão fazendo a terraplanagem, pois o terreno era muito irregular e cheio de buracos. O asfaltamento destas ruas vai beneficiar cerca de 2.500 famílias do Residencial Tiradentes. Somando todos os três bairros, temos mais de 8 mil famílias impactadas por estas ações de melhorias em nossas ruas”, disse Evandro.

“Moro aqui há mais de 15 anos e sempre tive que conviver com muita poeira no período de verão e muita lama também no período de chuva. Agora, com este asfaltamento de nossas ruas, temos esperança de que estes problemas serão resolvidos”, comentou a dona de casa Sílvia Cristina Santos de Lira, mãe de dois filhos.

MANUTENÇÃO

Além das obras de pavimentação na região da Cidade Olímpica, a Prefeitura de São Luís está executando serviços de manutenção asfáltica em diversas ruas e avenidas da capital, a exemplo das ruas 8, 37 e 38 do bairro São Cristóvão, que são vias de acesso ao Terminal de Integração da região.

Ainda na região do Jardim São Cristóvão/Tirirical, a Prefeitura está realizando serviço de manutenção do asfalto da Rua do Engenho, bem como nas Ruas 13 e 14, mais precisamente nas vias que compreendem o retorno de quadra ligado à Avenida Guajajaras e que dá acesso ao bairro.

A programação de serviços inclui ainda a rua São Carmelo, localizada no bairro Pirapora, no polo Santo Antônio; também a Avenida Nina Rodrigues, na Ponta d’Areia; e na Rua Deputado Luís Rocha, na região da Cohama.

SÃO LUÍS EM OBRAS

Com o São Luís em Obras, o prefeito Edivaldo coloca em prática o maior programa de infraestrutura que a cidade recebeu nas últimas décadas. Somente no eixo pavimentação, já foram contemplados dezenas de bairros. Entre as localidades que receberam o investimento estão Vinhais, Angelim de Baixo e Alto do Angelim, Cohatrac e adjacências, Rio Anil, Ipase de Baixo, Cohama, Cohajap, Bela Vista, Recanto dos Vinhais, Alemanha, São Francisco/Ilhinha, Lagoa, Renascença, Liberdade, Camboa, Centro, Cidade Operária, Turu, Fumacê e Ponta do Farol, entre outros.

  Publicado em: Política

Essa é a conspiração em curso!!! Moraes pretende usar inquérito das Fake News para tentar cassar chapa Bolsonaro e Mourão

Publicado em   29/maio/2020
por  Caio Hostilio

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, pretende defender no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a reabertura da fase de produção de provas das ações que apuram na corte eleitoral a utilização de uma rede de supostas fake news nas eleições de 2018, informa a CNN.

É sabido de um encontro entre Barroso, Maia e Alcolumbre para falar da cassação da chapa Bolsonaro e Mourão.

Atualmente, no TSE, existem quatro ações para cassar a chapa do presidente Jair Bolsonaro e o vice-presidente Hamilton Mourão e todas elas já finalizaram o processo de produção de provas. Até o embate do Palácio do Planalto com o STF, a tendência era de que elas fossem arquivadas pelo relator das ações, Og Fernandes.

Não foi à toa que Borroso disse que vai pautar a cassação da chapa Bolsonaro e Mourão, nas próximas semanas, buscando o inquérito de Moraes no STF.

Porém, segundo a CNN, a operação contra os bolsonaristas nesta semana reavivou a possibilidade de que elas sejam retomadas. Isso porque Alexandre de Moraes pediu a quebra do sigilo de empresários alinhados ao presidente que, segundo ele, podem ter financiado a produção de fake news na campanha do presidente Jair Bolsonaro.

O PT defende que a fase de produção de provas seja reaberta para que o material utilizado no STF, no inquérito ilegal das Fake News, seja levantado no TSE. O relator pode rejeitar esse pedido, mas há possibilidade de recurso ao plenário. Quando isso ocorrer, Alexandre de Moraes já será integrante titular da corte.

O Palácio do Planalto avalia, de acordo com o jornal, que, além de um voto pela reabertura da fase de produção de provas, Moraes irá operar politicamente nesse sentido para convencer seus pares de que é a melhor medida a ser tomada. Além dele, integram a corte os ministros do STF, Luis Roberto Barroso, que é o presidente, e Edson Fachin; os ministros do Superior Tribunal de Justiça Og Fernandes e Luis Felipe Salomão; os advogados Sergio Banhos e Tarcísio Vieira.

Segundo o jornal, para o governo, embora Barroso seja progressista, ele não operaria em desfavor de Bolsonaro, de acordo com o que há hoje nas ações. Fachin já é considerado mais “perigoso”, por uma fonte do governo, ele costumava pedir vista de processos que caminhavam favoravelmente a Bolsonaro e sempre que podia, segundo aliados do presidente, mandava recados em seus votos. Os ministros que vêm do STJ são considerados nessas ações mais alinhados ao governo, principalmente por serem sempre cotados para o STF, decisão que passa obrigatoriamente pelo Palácio do Planalto. A leitura também é a de que os dois advogados, que compõem o TSE, não veem motivos para cassar a chapa.

Com tudo, de acordo com a CNN, o receio é que o ambiente político, econômico e social, devido à crise de saúde pública por conta da covid-19, possa reverter esse quadro. E, principalmente, a presença de Moraes como titular do TSE, apontado pelo governo como muito próximo ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, beneficiário imediato de uma eventual cassação da chapa Bolsonaro e Mourão se ela ocorrer neste ano.

Em 2015, a possibilidade de cassação da chapa de Dilma Rousseff e Michel Temer acompanhou todo o segundo mandato da presidente, mas a solução encontrada pelo universo político foi o processo de impeachment da petista no Congresso. A chapa só seria julgada em 2017 e foi rejeitada pela corte por 4 votos a 3, o que acabou por manter Michel Temer no cargo. Hoje, como o Congresso rejeita um impeachment, adversários do presidente aventam o que tem sido chamado de “solução TSE” para desestabilizar o presidente.

  Publicado em: Política

Democrático!!! Senado abre consulta para questionar “regulamentação das redes sociais”; vote aqui

Publicado em   29/maio/2020
por  Caio Hostilio

O Senado Federal abriu uma consulta pública para questionar a população sobre a votação do Projeto de Lei Criminalização das Fake News. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), disse na última quarta-feira (27) que o Senado votará na próxima terça (2) um projeto que assegura em lei uma série de medidas a serem adotadas pelas redes sociais.

A PL 2.630/2020 que institui a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet, irá criar mecanismos que garantam mais transparência nas redes sociais e em serviços de troca de mensagens, como o WhatsApp.

Alcolumbre fez o anúncio do projeto através de sua conta no Twitter destacando ainda que as notícias falsas “contaminam toda a sociedade”

O anúncio veio após a PF ter cumprido, os mandados de busca e apreensão do inquérito das fake news, aberto no ano passado para apurar ofensas e ataques a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). As diligências ocorrem em endereços ligados a 17 pessoas, incluindo parlamentares.

Os mandados foram autorizados pelo ministro Alexandre de Moraes, que é o relator do inquérito no STF.

Moraes afirmou que existem indícios de que um suposto grupo de empresários haviam financiado e coordenado uma estrutura para a produção e disseminação dessas informações falsas e ofensas nas redes sociais

Para votar é preciso realizar o login aqui:

https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=141944

  Publicado em: Política

Hildo Rocha diz que eleições devem acontecer com segurança sanitária na data já estabelecida pela Constituição Federal

Publicado em   29/maio/2020
por  Caio Hostilio

Em entrevista ao Programa Ponto Final, comandado pelo jornalista Jorge Aragão, da Rádio Mirante, nesta quinta-feira, o deputado federal Hildo Rocha se posicionou contra o adiamento das eleições municipais deste ano. O parlamentar destacou que tramitam no âmbito do parlamento federal diversas sugestões que podem ser resumidas em três propostas muito parecidas.

A primeira propõe que as eleições sejam realizadas no mês de dezembro, sem prorrogação dos mandatos atuais. A segunda prevê o adiamento das eleições para meados do ano de 2021, mas não prorroga mandatos. Já a terceira proposta estabelece o adiamento das eleições e prorrogação dos atuais mandatos para 2022 com o objetivo de unificar as eleições em uma só data.

Periodicidade das eleições é cláusula pétrea

Porém, de acordo com o parlamentar, para que haja adiamento e prorrogação de mandatos é necessário que se faça uma nova Constituição Federal. Rocha destacou ser inconstitucional fazer qualquer tipo de mudança na atual constituição que resulte em aumento ou diminuição de mandatos populares.

“Não tem como mudar facilmente a data das eleições porque a periodicidade dos pleitos é clausula pétrea, está definida na nossa Constituição”, argumentou Hildo Rocha.

Falta legitimidade para prorrogar mandatos

Rocha explicou que os atuais parlamentares não tem legitimidade e nem poder para mudar as datas e prorrogar os mandatos. “Nós somos constituintes derivados não somos constituintes originários, portanto, nós não temos legitimidade e muito menos poder para mudar as datas e prorrogar mandatos. Para que isso aconteça é necessário ser eleita uma nova constituinte”, explicou o deputado.

Muitos prefeitos e vereadores merecem continuar

Embora seja um defensor da realização do pleito em outubro, em podcast do MDB o deputado Hildo Rocha frisou que muitos prefeitos e vereadores mereciam ter o mandato prorrogado por serem bons para a população.

“Eu conheço muitos prefeitos e vereadores no Maranhão e sei que alguns deles merecem continuar os seus mandatos porque realizam trabalhos maravilhosos, são bons para o povo, mas o meu desejo não é suficiente para fazer eu rasgar ou ajudar a rasgar a Constituição Federal”, assegurou Hildo Rocha.

Propostas de adequação das eleições

Hildo Rocha apresentou três propostas no sentido de adequar a estrutura eleitoral para as eleições deste ano, em função da pandemia causada pela Covid-19.

1) Realização de convenções partidárias para escolha de candidatos de forma virtual (remota);

2) Mudança na propaganda eleitoral presencial criando, por meio da autoridade sanitária nacional, normas para a realização de reuniões e comícios com toda a segurança sanitária. Cria também de forma alternativa as reuniões e comícios virtuais (por meio eletrônico).

3) Ampliação da quantidade de sessões eleitorais diminuindo assim o número de pessoas nos locais de votação.

“Não podemos deixar de fazer as eleições, a constituição deve ser respeitada. Caso a situação de pandemia se mantenha até outubro devemos criar meios que possibilitem a realização da eleição sem expor os eleitores e eleitoras aos riscos de contrair o novo coronavírus. Entendo que essas três propostas que apresentei são suficientes para que possamos evitar aglomerações e os cidadãos e cidadãos poderão exercer o sagrado direito de escolher os seus representantes municipais” afirmou Hildo Rocha.

https://youtu.be/5ZwadHZsN6c

http://hildorocha.com.br/site/hildo-rocha-diz-que-eleicoes-devem-acontecer-com-seguranca-sanitaria-na-data-ja-estabelecida-pela-constituicao-federal/

https://bit.ly/3chtIcW

  Publicado em: Política

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