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Movimento Acolhendo Heróis ganha força em São Luís
Publicado em 06/maio/2020
por Caio Hostilio
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Assistam ao vídeo!!! Em Caxias inova com projeto costurando pela vida…
Publicado em 06/maio/2020
por Caio Hostilio
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Buscando atender as necessidades de proteção dos caxienses nesse momento de Covid-19 e ao mesmo tempo dar condições de subsistência aos empreendedores informais, O prefeito de Caxias, Fábio Gentil, com o Projeto inovador “Costurando pela Vida”, vem atendendo a demanda de máscaras.
A prefeitura de Caxias implantou o projeto costurando pela vida, cuja iniciativa é a de fabricar e distribuir gratuitamente máscaras para a população caxiense, em diversos bairros e zona rural de Caxias.
O projeto vem tendo obtendo êxito e trazendo tranquilidade de segurança aos munícipes.
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Comércios não essenciais da Cidade Operária são orientados em operação da Blitz Urbana
Publicado em 06/maio/2020
por Caio Hostilio
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A Blitz Urbana, órgão da Prefeitura de São Luís, está orientando o comércio de serviços e produtos não essenciais sobre as medidas de restrições constantes em decisão judicial que determina o lockdown na região metropolitana. Na manhã desta quarta-feira (06), os fiscais estiveram na Cidade Operária, bairro de comércio popular intenso, disciplinando o funcionamento dos estabelecimentos que descumpriam os decretos estadual e municipal. Por meio de um trabalho de convencimento, todos os comerciantes de itens como roupas e calçados concordaram em suspender suas atividades.
As equipes de fiscalização verificaram um grande número de estabelecimentos comerciais não essenciais funcionando normalmente no bairro na manhã desta quarta-feira (06). Após serem informados que apenas estabelecimentos essenciais como a venda de alimentos, medicamentos, produtos de limpeza e higiene pessoal podem permanecer abertos, os lojistas do bairro concordaram em fechar suas portas.
A fiscalização do comércio de produtos e serviços não essenciais está sendo feita pela Blitz Urbana com o apoio da Guarda Municipal e Polícia Militar. A ação tem sido educativa. Durante as abordagens os fiscais informam sobre a determinação judicial e quais regras precisam ser cumpridas até o dia 14 de maio, quando encerra o período de lockdown na região metropolitana.
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Concurso – Projeto de Othelino Neto beneficia profissionais de saúde que atuam no combate à Covid-19
Publicado em 06/maio/2020
por Caio Hostilio
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Tramita na Assembleia Legislativa o Projeto de Lei 125/2020, de autoria do presidente Othelino Neto (PC do B), que estabelece normas de concursos públicos, no âmbito da Administração Pública Estadual do Maranhão, para profissionais da área de saúde que atuaram no combate à Covid-19. A matéria deve entrar na pauta de votação da próxima sessão extraordinária.
De acordo com o projeto, os concursos para profissionais da área de saúde, no âmbito da Administração Pública Estadual do Maranhão, deverão contar, como comprovação de título, o tempo de serviço prestado diretamente no combate à Covid-19 em hospitais públicos das redes municipal, estadual ou federal e, também, nos hospitais privados, durante o tempo de vigência do Estado de Calamidade.
O projeto prevê, ainda, que o tempo de serviço deverá ser de, no mínimo, 240 horas trabalhadas no combate direto à Covid-19 e atestado pelo diretor-geral do hospital da rede pública ou privada no qual o profissional tenha atuado.
Solidariedade
O Projeto de Lei 125/2020 é mais uma ação do presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto, em benefício dos profissionais da área de saúde que atuam no combate à Covid-19.
Esta semana, em parceria com o deputado Neto Evangelista (DEM), Othelino iniciou uma campanha de solidariedade em São Luís, que tem por objetivo viabilizar hospedagem em hotéis para aqueles que estão na linha de frente da pandemia, mas não têm condições de custear diárias, e com receio de voltar para casa e contaminar seus familiares.
O movimento intitulado “Acolhendo Heróis” já conta com o apoio de vários deputados e tem como objetivo facilitar minimamente a vida desses profissionais que estão mais expostos ao risco de contaminação pelo novo coronavírus.
Já aderiram à campanha os deputados estaduais Roberto Costa (MDB), Ricardo Rios (PDT), Cleide Coutinho (PDT), Wendell Lages (PMN), Carlinhos Florêncio (PCdoB), Mical Damasceno (PTB), Helena Duailibe (Solidariedade), Glalbert Cutrim (PDT), Andreia Rezende (DEM), Fernando Pessoa (Solidariedade), Pará Figueiredo (PSL), Thaiza Hortegal (PP), Rafael Leitoa (PDT), Marcos Caldas (PTB) e Zé Gentil (PRB).
Além deles, também apoiam a iniciativa o senador Weverton Rocha (PDT) e os deputados federais Juscelino Filho (DEM), Gil Cutrim (PDT) e Pedro Lucas Fernandes (PTB), bem como o vereador Osmar Filho (PDT).
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Publicado em 06/maio/2020
por Caio Hostilio
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Nos bastidores, outros delegados da PF descrevem Tácio como “competente e honesto”.
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A farra de Doria sem a licitação!!! Sem licitação, Doria gasta R$ 14 milhões com aventais
Publicado em 06/maio/2020
por Caio Hostilio
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Deputados que fiscalizam gastos emergenciais do tucano durante a pandemia estiveram ontem (05) no endereço da empresa de Neres, que é, na verdade, sua residência. Ao ser questionado, o empresário disse que a fabricação dos aventais foi terceirizada para quatro oficinas de costura, cujos endereços ele se negou a fornecer.
Em denúncia protocolada nesta quarta-feira (06), no Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP), os deputados Sargento Neri, Coronel Telhada e Márcio Nakashima informam que Marcelo Neres também não possui depósito com estoque de matéria-prima e tampouco soube informar onde está sendo feita a entrega da mercadoria.
“O Sr. Marcelo, proprietário, informou que já foram entregues entre 10.000 e 12.000 unidades, não sabendo precisar ao certo, onde a entrega está sendo feita no bairro do Bom Retiro, onde é localizada a Secretaria de Transportes; o proprietário negou a apresentação do contrato, endereço das oficinas e as Notas Fiscais de aquisição da matéria prima. O proprietário, Sr. Marcelo, informou que tratou com várias pessoas na Secretaria de Saúde, mas se recorda apenas do nome Cristiano.”
Na denúncia, os parlamentares ressaltam ainda que a empresa tem apenas três anos de existência, não possui expertise “na confecção” de aventais descartáveis e seu capital social (R$ 20 mil) é incompatível com o valor da compra.
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Publicado em 06/maio/2020
por Caio Hostilio
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Marco Aurélio Mello criticou a decisão de Alexandre de Moraes em barrar a posse de Alexandre Ramagem na diretoria-geral da Polícia Federal.
“Houve uma decisão de um integrante do Supremo, o mais novo integrante do Supremo, simplesmente afastando a eficácia de um ato do presidente da República, eleito com mais de 57 milhões de votos. Então, surgiu essa grande perplexidade”, afirmou o ministro.
Marco Aurélio criticou a “judicialização” da política, coisa que mostra a fragilidade do Legislativo,que para todo ato politiqueiro busca a Justiça… Pura canalhice!!!
“Não é o fato de o Supremo não ter um órgão em cima dele que o levará a forçar a mão em certas matérias, pelo contrário. Temos responsabilidade maior no exame das matérias. Eu penso que se avança um pouco, às vezes, e se invade uma área que não é designada ao Supremo.”
Mas todos os onze ministros fazem o mesmo, incluindo Marco Aurélio Mello, que já invadiu áreas que não são de responsabilidade Supremo.
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Publicado em 06/maio/2020
por Caio Hostilio
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Durante Sessão Virtual da Câmara dos Deputados, nesta segunda-feira, o deputado federal Hildo Rocha comentou sobre a assombrosa quantidade de infectados e de mortes provocadas pelo Covid-19, no Maranhão. De acordo com o parlamentar, o Governador Flávio Dino não conseguiu fazer o planejamento adequado para combater a pandemia.
“Não houve planejamento para enfrentar a pandemia. Digo isso porque estamos vendo que os números do Maranhão são muito diferentes de outros Estados da Federação Brasileira. As mortes e doenças, por causa do covid-19, no Estado do Maranhão, estão acima da média nacional. As pessoas estão sendo abandonadas à própria sorte nas unidades de saúde, isso é inaceitável. Recebo histórias de algum tipo de descaso todos os dias, fico impressionado e preocupado com tudo isso e não posso me calar diante de toda essa matança”, destacou o parlamentar.
Dino não preparou os profissionais da saúde
De acordo com Hildo Rocha a capacitação dos profissionais da saúde que seria competência do governo do estado não foi feita. O parlamentar lembrou que o governo tem um verdadeiro exército da saúde que está sempre à disposição das autoridades para ajudar a combater doenças, mas o governador não quis sequer preparar esses profissionais, que são os agentes comunitários de saúde e os agentes de combate às endemias.
“Todo o sofrimento que nós estamos vivendo no Maranhão é por falta de planejamento do governo do estado. A falta de planejamento é visível. O Governador Flávio Dino não fez planejamento para enfrentar essa pandemia. Ele não promoveu sequer uma capacitação para quem está no dia a dia da população tratando de saúde pública, em todos os bairros, que são os agentes comunitários de saúde e os agentes de combate a endemias. Esse é um verdadeiro exército que bem preparado, bem equipado e motivado pode ajudar no enfrentamento dessa ou de qualquer outra pandemia. Os profissionais da enfermagem também são tratados com desprezo pelo governador Flávio Dino, com salários irrisórios e sem condições de trabalho. Faltam até mesmo EPI’s”, argumentou o parlamentar.
Ação mesquinha
Rocha disse que além de não ter cumprido com as promessas de campanha, de não ter dado a mínima atenção para os agentes de saúde, Flávio Dino negou a capacitação e o fornecimento de equipamentos de proteção para esses valorosos profissionais da saúde pública. O deputado falou ainda que é melhor e menos dolorido fazer a prevenção da doença ou, no infortúnio dessa, fazer o tratamento clínico adequado de forma imediata do que o tratamento hospitalar em função do agravamento da Covid-19.
“Flávio Dino age de forma mesquinha, não promoveu a capacitação dos profissionais da saúde para não gastar, paga salários baixos para os profissionais da saúde com o objetivo de economizar dinheiro para poder gastar com o marketing da sua campanha a presidente da república. Com isso acaba deixando as pessoas morrerem e quando morrem ele bota culpa no presidente Jair Bolsonaro. Mas eu debito a Flávio Dino essa matança que está ocorrendo no Maranhão em decorrência da precariedade da rede pública de saúde estadual promovida pelo governo dele”, sentenciou Hildo Rocha.
Flávio Dino sucateou as UPAs e hospitais
O deputado Hildo Rocha lembrou ainda que o governador Flávio Dino fechou dezenas de hospitais no Maranhão inteiro, unidades de saúde que foram construídos em outros governos e sucateou as UPAS, e diversas unidades de saúde em todo o Estado.
“Se estão acontecendo muitas mortes no Maranhão, não é a Jair Bolsonaro que nós temos que culpar, a culpa é do Governador Flávio Dino, porque foi ele que deixou as Upas e hospitais serem sucateadas, foi o Flávio Dino que fechou os hospitais e precarizou os serviços de saúde no Maranhão inteiro. É Flávio Dino que não paga aos municípios a contrapartida do Estado para os programas de saúde do Sus. Até remédios básicos ele se nega a fornecer à população pobre, algo que nenhum governador do Maranhão jamais fez”, argumentou Hildo Rocha.
Decisão catastrófica
Rocha aproveitou, durante seu pronunciamento, para também, criticar a decisão de um juiz estadual que com o apoio do Governador Flávio, decretou o famoso lockdown. O parlamentar enfatizou que as consequências dessa decisão serão catastróficas.
“A decisão precipitada do juiz não deveria ter acontecido e a forma do anúncio da sua decisão ainda foi pior, foi uma tragédia, o ato dele. A decisão motivou uma multidão de pessoas a correrem para os mercados, supermercados, farmácias e comércios em geral, ao mesmo tempo. As filmagens mostram que em estabelecimentos comerciais que cabiam apenas trinta pessoas tinham pelo menos quinhentas. A Aglomeração de pessoas foi enorme, foi um ato insano, terrível. Com isso, sem dúvida nenhuma, vai aumentar a quantidade de pessoas infectadas com o novo coronavírus e consequentemente vai provocar a morte de pessoas. Eu vi nos vídeos vários idosos nessas aglomerações fazendo compras para proteger as suas famílias da fome. O culpado é Jair Bolsonaro? O governador Flávio Dino tem que amadurecer, crescer e assumir os seus erros”, concluiu Hildo Rocha.
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O menor índice da história!!! Copom deve reduzir taxa Selic para 3,25% ao ano nesta 4ª feira
Publicado em 06/maio/2020
por Caio Hostilio
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De acordo com analistas do mercado, a atividade econômica dá sinais de contração e o PIB (Produto Interno Bruto) deve ter forte queda no 1º trimestre de 2020 e ao longo do ano. Os impactos da pandemia de covid-19 são os principais fatores.
As medidas de confinamento começaram a ganhar força nos Estados na 2ª quinzena de março deste ano. O maior impacto deverá ser sentido no 2º trimestre do ano. Ainda é incerto o prazo das medidas e a intensidade do efeito que isso poderá gerar na economia.
As projeções do mercado para a atividade econômica indicam queda de 3,76% no PIB do Brasil em 2020. O FMI (Fundo Monetário Internacional) e o Banco Mundial estimam retração igual ou superior a 5%.
Quanto mais baixa a taxa Selic, maiores são os estímulos para a economia. Os juros básicos também são usados para controlar a inflação oficial, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).
O mercado financeiro estima que o percentual será de 1,97%, bem abaixo do centro da meta, que é de 4%. Para o governo federal cumprir o objetivo inflacionário, o índice precisa terminar o ano entre o intervalo de 2,5% a 5,5%.
Mesmo a Selic no menor patamar da história não está sendo suficiente para estimular a economia, tanto que a demanda baixa limita a alta de preços. Há uma discussão entre analistas do mercado sobre o possível fim do efeito da flexibilização da monetária.
Ou seja, cortes adicionais não seriam suficientes para elevar a inflação e elevar o crescimento do PIB.
Outro ponto visto como negativo é que a queda dos juros desestimula investimentos estrangeiros no país, o que eleva o preço do dólar. A moeda norte-americana está cotada a R$ 5,59 (às 16h15) nesta 3ª feira (5.mai.2020). Há 1 ano estava perto de R$ 3,96.
Por Poder 360
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Publicado em 06/maio/2020
por Caio Hostilio
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”O Supremo é o único dos três poderes que não tem voto; é legitimado indiretamente pelos que têm voto: o presidente que indica, e o Senado que aprova”. Porém, depois se tornam semi-deuses.
Ministro do Supremo, Marco Aurélio está propondo que decisões atingindo outro poder têm que ser do plenário dos 11 juízes, não em liminar monocrática, como foi a de Alexandre de Moraes, sobre o diretor da Polícia Federal, ou a do ministro Luís Roberto Barroso, impedindo a expulsão dos diplomatas venezuelanos. Em 5 de dezembro de 2016, o mesmo Marco Aurélio, por liminar, decidira tirar Renan Calheiros da presidência do Senado, e o Senado não cumpriu, argumentando ser interferência indevida, que feria a independência de poderes.
A Suprema Corte passou a tratar de tudo, muito além da interpretação da Constituição. Até os aditivos aromáticos de cigarro ocuparam os ministros. Às vezes, casos que deveriam ter ficado em juizados de pequenas causas, como de ladrão de galinha, por exemplo. Virou a corte das cortes, de todas as instâncias, cíveis e criminais. Ao mesmo tempo, passou a legislar, a pretexto de vácuos legais. Espraiou-se para um dos lados da Praça dos Três Poderes, e assumiu papéis legislativos, mesmo sem ter a procuração que o voto confere a deputados e senadores. Semana passada, entrou também no lado oposto da Praça, virou poder de veto em atos do chefe do Executivo. Um único ministro barrando poderes conferidos por quase 58 milhões de eleitores.O jurista Ives Gandra, do alto de seus 85 anos, afirmou não ter encontrado na Constituição nada que justificasse impedir a posse do nomeado diretor da Polícia Federal. A liminar pressupunha que o presidente e o delegado nomeado estariam em associação criminosa para cometer algum delito futuro. A decisão do ministro Moraes atendeu a pedido do PDT. O jurista Ives Gandra afirma que o Supremo não pode compensar partido que perdeu a eleição, dando-lhe poder que as urnas não deram.
O desembargador Ivan Sartori, que presidiu o Tribunal de Justiça de São Paulo, afirma que o Supremo tem extrapolado em seus poderes, inclusive, promovendo censura em benefício próprio. E critica a interferência da Corte em manifestações populares que são garantidas pelo direito de opinião. Para ele, isso nem é mais ativismo judicial; é atividade política.
O Supremo é o único dos três poderes que não tem voto; é legitimado indiretamente pelos que têm voto: o presidente que indica, e o Senado que aprova. O ministro Marco Aurélio deve ter ouvido a voz da Praça no domingo, com a crítica de que o Supremo não respeita a “independência e harmonia” entre poderes, como estabelece segundo artigo da Constituição. Voz que ecoou nas Forças Armadas, pois nota do Ministério da Defesa diz que o Exército, Marinha e Aeronáutica consideram a independência e harmonia entre poderes imprescindíveis para a governabilidade do país. A voz da simbólica praça, planejada para receber a origem do poder – o povo – pode estar resgatando o equilíbrio democrático, para que a Praça continue sendo dos Três Poderes.
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