Prefeito Edivaldo pagou abono a professores da rede básica de educação nesta quinta-feira (02)

Publicado em   02/abr/2020
por  Caio Hostilio

O prefeito Edivaldo Holanda Junior pagou abono salarial aos professores da rede municipal de ensino de São Luís nesta quinta-feira (02). Os valores já estão disponíveis em conta. O pagamento foi anunciado por Edivaldo em janeiro deste ano e dependia da aprovação de lei municipal para que fosse liberado. Medida injetará mais de R$ 12 milhões na economia local.

A concessão do abono ocorre com parcela extra do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e beneficia mais de 5 mil professores da rede municipal de ensino. O valor do abono varia de R$ 2 mil a R$ 4 mil reais, dependendo da carga-horária do docente.

O pagamento de salários, 13 salário e outros benefícios é um dos compromissos da gestão do pedetista. Quando assumiu a Prefeitura em 2013, Edivaldo encontrou a folha em atraso. Desde então, os pagamentos foram regularizados e mantidos sempre em dia. Em diversos momentos chegaram até a ser antecipados.

Agora, com o pagamento do abono, Edivaldo também garante a injeção de mais de 12 milhões na economia da cidade em um momento de crise decorrente da pandemia da Covid-19.

Embora não seja uma medida que integra o plano de contingência da Covid-19, o pagamento do abono deve contribuir para mitigar os efeitos da pandemia na economia local, já que serão mais de R$ 12 milhões em circulação. No momento em que o comércio em geral está de portas fechadas para evitar a aglomeração de pessoas, os pequenos negócios devem ser os principais beneficiados, mantendo a economia aquecida nos bairros.

  Publicado em: Política

Caxias: Secretaria de Assistência Social alerta população sobre golpes envolvendo auxílio emergencial

Publicado em   02/abr/2020
por  Caio Hostilio

Por Portal Guanaré 

A Secretaria de Assistência Social informa a toda população caxiense que ainda não existe cadastro ou solicitação do benefício de R$ 600 para o auxílio emergencial, anunciado pelo governo federal durante a crise do coronavírus.

A medida é uma forma de amparar as camadas mais vulneráveis à crise econômica causada pela disseminação da Covid-19 no Brasil, e o auxílio será distribuído por meio de vouchers (cupons).

O secretário de Assistência Social – Francisco de Assis, afirma que o governo federal não divulgou nenhuma data sobre o pagamento desse benefício em razão das etapas que ainda precisam ser concluídas.

“Iremos informar a todos quando este benefício estiver disponível e vamos esclarecer para os beneficiados como vai funcionar o recebimento. Portanto, para se informar sobre isso, os canais oficiais da prefeitura são as fontes confiáveis”, enfatiza.

A secretaria pede a atenção das pessoas para não caírem em golpes e informações falsas que correm em grupos de aplicativo de mensagem.

Orientações para se proteger de um golpe

  1. Ao receber uma mensagem deste tipo, desconfie sempre antes de clicar nos links compartilhados no WhatsApp ou nas redes sociais.
  2. Não compartilhe links duvidosos com seus contatos sem antes saber se são autênticos – você pode estar sendo usado por bandidos para espalhar o golpe e prejudicar outras pessoas;
  3. Nenhum órgão do governo federal se comunica solicitando dados e informações dos seus beneficiários ou servidores através de links via WhatsApp;
  4. Instale um bom antivírus em seu celular ou computador e tenha o sistema operacional do seu celular e computador atualizados;
  5. Nunca preencha nenhum cadastro, formulário ou pesquisa fornecendo seus dados financeiros ou pessoais através de links enviados pelo WhatsApp.

  Publicado em: Política

Assembleia prorroga por mais 15 dias suspensão das atividades na Casa em prevenção à pandemia da COVID-19

Publicado em   02/abr/2020
por  Caio Hostilio

Assembleia prorroga por mais 15 dias suspensão das atividades na Casa em prevenção à pandemia da COVID-19
Othelino prorrogou o prazo de suspensão das atividades do Parlamento por mais 15 dias, como medida preventiva contra a pandemia do novo coronavírus

O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), por meio da Resolução Administrativa 172/2020, publicada nesta quinta-feira (2), decidiu prorrogar, por mais 15 dias, a suspensão das atividades do Parlamento, uma vez que, decorrida a primeira quinzena de paralisação das atividades não essenciais da Casa, constatou-se, a partir de dados fornecidos pelos órgãos de Saúde, um acréscimo significativo na confirmação de casos da COVID-19 no Maranhão.

O novo prazo começa a valer no próximo dia 5 de abril e termina no dia 19 do mesmo mês.

“O Parlamento maranhense continuará seguindo as recomendações da Organização Mundial da Saúde, do Ministério da Saúde e do Governo do Estado, para enfrentarmos essa pandemia, garantindo a segurança e a saúde dos parlamentares, servidores, estagiários, terceirizados e demais colaboradores da Casa, bem como de toda a população”, afirmou Othelino Neto.

Serviços essenciais

A nova Resolução Administrativa determina que os demais artigos e dispositivos estabelecidos na Resolução Administrativa 159/2020, editada em 21 de março, permanecem inalterados, incluindo a continuidade do funcionamento dos serviços essenciais com regimes de rodízio, plantões, redução de expediente ou trabalho remoto, incluindo-se entre estes a Presidência, Gabinete Militar e as Diretorias Geral, de Saúde, de Comunicação, Orçamento e Finanças, de Administração e de Recursos Humanos.

O documento dispõe ainda que a suspensão das atividades poderá ser novamente prorrogada, mediante avaliação das circunstâncias e dos dados oficiais atualizados pelos órgãos de saúde e consoante às orientações técnicas das instâncias governamentais responsáveis pelo combate à pandemia.

A decisão fundamenta-se em todas as razões motivadoras para a edição da Resolução 159, de 21 de março de 2020, destacando-se principalmente a Declaração Pública de Pandemia divulgada pela OMS, em 11 de março de 2020, e, também, o Decreto Estadual 35.672, do Governo do Maranhão, que declara estado de calamidade pública no Maranhão. Além disso, considera que a segurança e a saúde de todos são prioridades nestas circunstâncias de enfrentamento à COVID-19.

  Publicado em: Política

E os governadores com os seus famigerados ICMS, nada? Governo zera IPI para suprimentos médicos de combate ao coronavírus

Publicado em   02/abr/2020
por  Caio Hostilio

Cadê vocês?

O chefe da Casa Civil, Braga Netto, anunciou hoje que Jair Bolsonaro decretou hoje a desoneração do Imposto sobre os Produtos Industrializados cobrados de suprimentos médicos a serem usados no combate ao novo coronavírus, como luvas e termômetros.

Informou também a liberação de R$ 9,5 bilhões para o Ministério da Saúde e de R$ 140 milhões para a Fiocruz construir um centro hospitalar com 200 leitos intensivos e semi-intensivos.

  Publicado em: Política

Assistam aos vídeos!!! Jornalista fala das dificuldades no Nordeste com o confinamento e o dono da Localiza diz que governadores são os responsáveis pela infestação do coronavírus ao promover o Carnaval… A mídia esconde porque faturou alto!!!

Publicado em   02/abr/2020
por  Caio Hostilio

Um Repórter da RBN notícia fez questão de ir para frente do Palácio da Alvorada expor o que viu no Nordeste, isso na frente do Presidente da Republica e dos jornalistas que fazem a cobertura no local. O jornalista expôs o que todos que vivem nos municípios nordestino vivem com toda essa falta de consciência de seus gestores, coisa que os jornalões quatrocentões e a Rede Globo sequer manda averiguar “in loco” o descaso com todos esses brasileiros. Simplesmente usam suas telas, sites e páginas para atacar e fazer politiquices.
No vídeo abaixo, fala o Dono da Localiza, que tem 71.000 veículos para aluguel com um faturamento de R$2,2bi. Ele traz em sua fala uma coisa que a mídia faz de conta que não existiu, inclusive a Rede Globo, que fatura altíssimo explorando o Carnaval. Segundo ele, todos os governadores já sabiam da pandemia provocada pelo coronavírus, contundo não deixaram de promover o Carnaval, cujo resultado foi uma infestação do vírus, pois turistas de todo o mundo estiveram aqui. Agora, querem dá uma de João sem braço!!!

Esse é o não é o país da patacoada e da politicalha?

  Publicado em: Política

Opinião: O jornalismo autoexpurgador, por Paula Schmitt

Publicado em   02/abr/2020
por  Caio Hostilio

Estamos presenciando a morte lenta do jornalismo, e não é por assassinato, mas por suicídio, escreve Paula Schmitt 

Por Paula Schmitt
Há muitos anos, na redação de um grande jornal em São Paulo, eu presenciei uma cena que iria para sempre se imiscuir na maneira como eu leio e entendo as notícias. Eu vi um colega voltando da cobertura de um acidente (de ônibus, se não me engano) enquanto outros colegas se comiseravam com ele. A comiseração –metade irônica, metade genuína– aconteceu porque o número de mortes não era suficientemente alto para dar àquela reportagem uma chamada de capa. A regra era clara: chamada de capa para aquele tipo de história, só com um número mínimo de mortes.

No dia de hoje, na ressaca de um Primeiro de Abril que já deixou de ser interessante porque todos os dias são da mentira, vale falar um pouco de como o jornalismo arrisca construir uma realidade falsa apenas com a revelação parcial de verdades. Foi por causa dessa crença que quando eu trabalhei como correspondente do SBT no Oriente Médio, eu me recusei a aceitar pagamento mensal, ainda que aquilo garantisse uma renda maior e mais segura. Eu preferi ser paga por matéria, porque me incomodava a ideia de ir ao ar falar coisas pouco relevantes simplesmente porque eu estava de plantão na região. Quanta história teria parecido erroneamente essencial só porque eu estava disponível?

O acomodamento de notícias a suas conveniências é resumido por uma anedota: jornalista americano vai para um campo de refugiados e fala “Tem alguma mulher aí que foi estuprada – e que fala inglês?” Eu ouvi isso de um colega em Berlim antes do escândalo que derrubou o editor da Rolling Stone Will Dana, e que acabaria servindo como exemplo clássico dessa fábula.

Will Dana estava no comando da revista quando uma de suas repórteres saiu em busca de material para uma reportagem sobre estupro em universidades. Deixando toda a sua incredulidade de lado, Sabrina Erdely procurou e naturalmente encontrou a história que já tinha escrito na sua própria cabeça, um caso assustador em que uma estudante é vítima de estupro coletivo em uma fraternidade. A história, contudo, era pura fabricação, e ela sim de fato vitimou pessoas inocentes com acusações falsas de estupro e destruição de reputações.

Aquele foi um caso emblemático de péssimo jornalismo. Mas quem o desmascarou? Bons jornalistas.

Jornais sempre se beneficiaram de tragédias, e isso não é novidade. O que é novo, e assustador nessa era pós-internet, é que a visibilidade de jornais e jornalistas aumenta quanto maior for o ultraje causado pela reportagem ou comentário. A reação agora é em tempo real, e quanto maior a reação, melhor, mesmo que a reação seja de repúdio.

Parem por um momento pra pensar nas implicações dessa realidade: provocar o repúdio e a aversão é algo agora diretamente associado ao aumento do faturamento de qualquer meio de comunicação. É o jornalismo pústula, que faz dinheiro baseado na curiosidade mórbida de quem gosta de assistir gente espremendo furúnculo. Anunciantes hoje nem sabem onde seus anúncios estão –eles são colocados lá por algoritmos que se baseiam quase exclusivamente na visibilidade e no perfil demográfico. A qualidade do que se está vendo é irrelevante.

Antes da internet, os anunciantes escolhiam onde seus anúncios seriam estampados, e vários critérios eram levados em consideração nessa escolha, inclusive a reputação do anunciante e do jornal. Hoje em dia, os anúncios são automáticos, distribuídos entre as páginas mais vistas –não as mais verdadeiras. De fato, o oposto ocorre: quanto mais absurda for a “notícia”, maior a chance de ela ter mais visibilidade, e atrair mais anúncios, e fazer mais dinheiro, em um ciclo perpétuo de uma máquina bem untada que facilita e estimula o pior de nós, e que destrói o que acredito ser uma das únicas salvações para o mundo onde a verdade perdeu o valor: o jornalismo sério e, acima de tudo, o jornalismo capaz de se corrigir e dizer que errou.

Uma das coisas mais maravilhosas na história do jornalismo brasileiro foi a iniciativa da Folha de S.Paulo em contratar uma pessoa para criticar o próprio jornal. O papel do ombudsman tinha um caráter único na redação, porque ele não podia ser demitido. Aquela garantia de permanência, independente da crítica que fizesse, dava ao cargo uma liberdade garantida em contrato.

Para mim, foi revolucionário. Não sei se ainda é assim, mas na época em que eu trabalhei na Folha, a coluna do ombudsman era semanal, mas suas críticas aos colegas eram distribuídas diariamente, mantendo todo mundo na ponta dos pés. Eu achava isso o máximo, e tenho enorme respeito por ao menos duas ombudsman que davam verdadeiras aulas de jornalismo, ética, decência, civilidade, humanidade, filosofia e coragem. Tava tudo ali no bom jornalismo –e jornalismo bom é tudo isso mesmo.

Pergunto-me, então, o que deve ter dito a nova ombudsman quando viu um tweet da Folha nesta semana reproduzindo mensagem supostamente apócrifa das redes sociais dizendo que o ministro Mandetta “amarelou” para o Bolsonaro, bem no dia em que ele fez um pronunciamento que deveria ter provocado alívio e admiração em quem entende que politicagem pode literalmente matar brasileiros.

E por que a Folha inventou um tal de “diz leitor” quando a coisa que menos se quer do jornalismo tradicional é saber o que o leitor pensa –para isso existe o Facebook, e é por isso que eu não uso.

Estamos presenciando a morte lenta do jornalismo, e não é por assassinato, mas por suicídio. Quantas reportagens sérias sobre a cloroquina deixaram de ser publicadas porque não interessa a jornais validar a opinião de Jair Bolsonaro? E quantas outras defendem o uso da cloroquina simplesmente porque os jornais são partidários do presidente? Quantas reportagens estão deixando de ser feitas sobre a subnotificação de casos da covid-19, ou sobre a sua super-notificação? Que jornalismo é esse que perde notícia de verdade –o inusitado, a chance de surpreender, de fazer mudar de opinião, de destruir convicções– em nome de agradar a um ou desagradar a outro?

Vejam só esse exemplo: você praticamente teria que ler jornais estrangeiros para conhecer as críticas legítimas que são feitas à Organização Mundial de Saúde. Isso porque jornais brasileiros, que com bastante razão criticam Bolsonaro pela sua irresponsabilidade, temem dar vazão às suas sandices se mostrarem ao leitor que a OMS tem muitos defeitos e tem cometido um rol interminável de incompetências no combate a essa pandemia. Não existe jornalismo que se sustente assim. Mas eu acredito que temos uma maneira de melhorar a qualidade dessa profissão que é, ou deveria ser, uma uma missão de fé: corrigirmos uns aos outros, e nos corrigir quando o ego permitir.

O corporativismo no jornalismo é uma das razões pela qual ele está morrendo. E esse corporativismo nasce de uma desvirtuação. Não existe nenhuma elegância em evitar criticar um colega, nem civilidade. Isso é equivalente à besteira destrambelhada que vez ou outra se vê por aí em se dizer que mulher não pode criticar mulher. Ora, eu não devo nada a mulher nenhuma, muito menos camaradagem. Eu devo, sim, a mulheres a quem eu respeito –como devo também a homens. Esse tipo de coleguismo infantilizado não é apenas idiótico, ele é contraprodutivo. Isso é algo que em inglês é descrito como “circle jerk”, uma expressão grosseira que ilustra perfeitamente a situação: um círculo de pessoas em que um masturba o outro.

A descrença na ciência também está acontecendo por causa desse corporativismo, dessa ausência de auto-limpeza. Cientistas, quando publicam estudos em revistas científicas, precisam que ter seu artigo “peer-reviewed”, ou seja, revisto pelos pares. Isso faz todo sentido. Quem melhor do que um cientista para achar erros no trabalho de outro cientista? Por que jornalistas deveriam estar isentos desse mesmo escrutínio? Por que jornalistas no Brasil se agruparam em defender o que acreditam, em vez de falar a verdade?

Um colega meu na época do Estadão uma vez me deu uma lição que nunca vou esquecer. Ele tinha escrito um editorial para o jornal sobre a legalização da maconha. Eu tinha até uma certa reverência por ele –tenho ainda– e fiquei decepcionada que ele tivesse usado tantos argumentos contra a legalização, apesar de sua conclusão ser favorável a ela. Fui falar com ele. Perguntei por que ele falou tanta coisa (plausível) contra a legalização. Por que ele não fez o papel “do outro lado”, combatendo toda a desinformação que existe sobre a maconha? Já tem tanta gente lutando contra a legalização, por que ele ajudaria essa turma? Meu colega então me respondeu que seu artigo tinha que ser honesto e completo o suficiente para conter o maior número possível de argumentos razoáveis, contra e a favor. Era ele, L.S., que deveria respeitar seu nome o suficiente para dar ao leitor a gama mais ampla de fundamentos e garantir ao leitor o direito de fazer seu próprio julgamento.

Os problemas do jornalismo são infinitos, claro, e acho que passa muito por problemas de personalidade. Uma das críticas que recebi de outros jornalistas amigos nesses artigos que agora escrevo para o Poder360 é reveladora do problema que acomete tantas pessoas nessa profissão. “Você fala eu demais”, me alertaram. Taí uma coisa que todo jornalista aprendeu na faculdade ou na redação –evite falar a palavra “eu”. Podem notar. Jornalista não tem eu. No máximo, quando a necessidade bate, ele se refere a si mesmo como “esse que vos escreve.”

Jornalista é um ser superior, acima de tudo e de todos, uma entidade omnisciente que lá de cima vê a realidade com uma objetividade sobre-humana e um distanciamento inalcançável para outros mortais. E eu acho que é aí que começam os problemas do jornalismo –nos jornalistas, e nessa impossibilidade psicológica em que você milagrosamente vê, interpreta e escreve despido de todo preconceito, desejo, vício e viés. Essa mentira na origem, essa liturgia falsa que veste o jornalista de uma aura desapaixonada e quase religiosamente equânime, é ao mesmo tempo protetora e destruidora de profissionais, porque se de um lado ela acalenta os egos mais fracos, por outro ela escraviza aqueles que passam a acreditar que jamais podem errar –e assim cometem mais erros em cima dos erros que querem encobrir, sem jamais admiti-los, reféns eternos da sua falsa infalibilidade.

Por isso, se faltar crítica externa ao jornalista, que não falte a crítica pessoal. Ou ao menos a admissão de erro. Para dar o exemplo, deixo aqui um momento inglório em que eu defendi publicamente minha crença na inocência do Cesare Battisti –alguns dias antes de ele confessar os crimes hediondos dos quais foi acusado.

Eu poderia ter deletado os tweets. Mas prefiro deixar lá. Sou humana, e erro bastante. Mas me sinto um pouco superior (a mim mesma) quando me corrijo. Pode me acusar de ser vaidosa –sou mesmo, mas espero, e luto sempre, pra ter vaidade sobre o que de fato importa. E outra vaidade que tenho: prefiro estar sempre (impossivelmente) certa, e pra isso sou obrigada –no mínimo– a corrigir, retificar, ou me desculpar pelo que errei.

  Publicado em: Política

Assistam ao vídeo e vejam a realidade dita por essa professora ao Bolsonaro…

Publicado em   02/abr/2020
por  Caio Hostilio


O que esse blog disse na matéria “Maranhão: Empresas que engordam o ICMS e não geram os empregos estão abertas e àquelas que não engordam tanto assim o ICMS mas geram empregos estão fechadas!!!” é exatamente o que se ver atualmente por todo o Brasil… Imposições que deixam milhões nesse país num desespero sem precedentes!!!

Contudo, os Ministérios Públicos Estaduais fecham os olhos para as presepadas dos governos estaduais, que no afã de fazer politiquices distribuem sesta básica, cujo resultado é uma aglomeração de pessoas com numa vista em shoppings, desobedecendo seus próprios decretos…

As demissões estão a todo galope… Empresas fechando as portas… Indústrias paradas… Uma realidade que a mídia quatrocentona e os politiqueiros de plantão fazem de conta que não existe… Pobre povo brasileiro!!!

Esse é o país da patacoada!!!

  Publicado em: Política

É tudo que o Congresso Nacional e o STF querem: uma macanda para impor a estratégia do Impeachment!!! “Vocês querem que eu cave minha sepultura”, disse Bolsonaro

Publicado em   02/abr/2020
por  Caio Hostilio

Jair Bolsonaro explicou hoje que enviará uma medida provisória ao Congresso para garantir a “legalidade” do pagamento do coronavoucher. Tem que se proteger das artimanhas ardilosas desses famintos pelo toma lá dá cá e, principalmente, com a volta da corrupção.

Questionado por que ainda não saiu no Diário Oficial a sanção à lei que cria o benefício, Bolsonaro respondeu:

  Publicado em: Política

Assistam ao vídeo!!! Hildo Rocha expõe caos da saúde pública maranhense: o governador não repassa a contrapartida para o custeio das UPAs, SAMU, CAPS, e Farmácias Básicas

Publicado em   02/abr/2020
por  Caio Hostilio


O deputado federal Hildo Rocha mostrou ao Brasil um “raio X” da saúde pública no Estado do Maranhão. Durante pronunciamento na tribuna da Câmara Federal na última terça-feira o parlamentar maranhense mostrou que a realidade é totalmente diferente do que diz o governador do estado. “Flávio Dino faz muita propaganda, muito marketing, mas ações efetivas em favor da saúde pública de qualidade ele não faz”, enfatizou.

Mortes por deficiência da estrutura hospitalar

O deputado enfatizou que a incompetência do governador Flávio Dino expõe os profissionais da saúde a inúmeros riscos e provoca mortes por deficiência das unidades hospitalares.

“No Maranhão as mortes que aconteceram, provocadas por influenza A, poderiam ter sido evitadas se o governo do Estado proporcionasse atendimento adequado. Este ano, a gripe H1N1 já levou mais de 20 pessoas ao óbito. O vírus H1N1 já está sendo combatido há muito tempo. Onde estava o Governador Flávio Dino que nada fez, que não impediu que pessoas que estavam no grupo de risco morressem? Por que ele não as vacinou? Por que ele não deu apoio às prefeituras? Ele não tem dado apoio às prefeituras. O governador Flávio Dino deve às Prefeituras repasses referentes ao Sistema Único de Saúde, que é tripartite, e os prefeitos têm bancado a saúde pública praticamente sozinhos, por isso a precariedade na saúde do Maranhão”, argumentou.

Repasses interrompidos

Rocha disse que há três anos o governador Flávio Dino não repassa os recursos para o custeio das UPAs que são administradas pelos municípios. “A manutenção do SAMU também é tripartite, união, estado e municípios. A união paga regularmente, mas o governo do Maranhão não paga em dia, deve 10 parcelas dos últimos dois anos. Os repasses para o Programa Farmácia Básica também estão atrasados”, denunciou

Dinheiro federal foi confiscado

Ainda de acordo com o deputado Hildo Rocha, o governo federal enviou R$ 20 milhões para que o governo do Maranhão distribuísse para todas as prefeituras. “Sabem o que ele fez com os 20 milhões? Distribuiu 16 milhões para as prefeituras e ficou com 20% para ele, ou seja 4 milhões de reais. Não se tem conhecimento de uma UPA que ele tenha construído ou instalado, nesses cinco anos. Como pode ele dizer que está defendendo a saúde pública? Ele não tem moral para dizer isso. Eu conheço a realidade do Maranhão, os prefeitos do Maranhão também sabem disso. Eles que estão levando a saúde nas costas”, afirmou Hildo Rocha.

Onde foi parar o dinheiro para compra de respiradores?

O parlamentar disse que recentemente o presidente Jair Bolsonaro enviou R$ 14 milhões para Flávio Dino comprar respiradores mecânicos, para equipar as UPAs. “Ninguém sabe o que ele fez. Inclusive morreu uma pessoa acometida do COVID-19, novo coronavírus, no último domingo, na UPA da Cidade Operaria. A morte está envolta de mistérios. Tudo indica que houve falhas por parte do governo do estado no atendimento do senhor que morreu”, destacou Hildo Rocha.

Deputados federais e senadores conseguem mais R$ 131 milhões para combate ao coronavírus no Maranhão

Em razão da crise do coronavírus o Governo de Jair Bolsonaro abriu a possibilidade de as emendas de bancada serem logo liberadas. “A bancada federal havia decidido que R$ 131 milhões seriam destinados para Atenção Básica (PAB) e Média e Alta Complexidade (MAC). Mas, cientes da gravidade que hoje vivenciamos, nós redirecionamos tudo para o combate ao coronavírus”, afirmou o parlamentar.

Ações dos prefeitos merecem reconhecimento

Hildo Rocha disse que ao contrário do governo estadual, que faz mal uso dos recursos da saúde, os prefeitos conseguem atender grande quantidade de pessoas. “Quando o cidadão adoece é o posto de saúde municipal que ele procura primeiro. Ele chegando ao centro de saúde dos Municípios sendo tratado de forma correta evita-se que ele vá para a UTI. Se você trata bem o doente na atenção básica, ele não vai precisar ser tratado para pneumonia ou qualquer outro tipo de agravamento provocado pelo coronavírus”, disse o deputado.

Hildo Rocha afirmou que o Ministro Mandetta está fazendo um bom trabalho porque conta com inúmeros servidores públicos capacitados. “Inclusive ocupantes de cargos comissionados, que foram colocados pelo presidente Jair Bolsonaro e estão ajudando o ministro a fazer um bom trabalho”, afirmou Hildo Rocha.

https://youtu.be/iPGhVxDJHSs

http://hildorocha.com.br/site/hildo-rocha-expoe-caos-da-saude-publica-maranhense-o-governador-nao-repassa-a-contrapartida-para-o-custeio-das-upas-samu-caps-e-farmacias-basicas/

https://bit.ly/2UYTc8g

  Publicado em: Política

“O momento é de solidariedade”, diz Neto Evangelista

Publicado em   02/abr/2020
por  Caio Hostilio

No último sábado, dia 28, o deputado estadual Neto Evangelista (DEM) anunciou, por meio de suas redes sociais, a doação de parte do seu salário, durante três meses, para ajudar as pessoas que mais sofrem com os impactos econômicos provocados pela pandemia do novo coronavírus.
Idealizador do movimento #toemcasamascontecomigo, lançado no dia 27, o parlamentar doou R$ 10 mil para a compra de cestas básicas a serem adquiridas em pequenos comércios e doadas às famílias de baixa renda e trabalhadores autônomos de São Luís. E se comprometeu a continuar doando parte de seu salário como parlamentar nos próximos meses.
“O momento é de solidariedade. Muitas pessoas estão passando por dificuldades. Os governos federal, estadual e municipal já anunciaram algumas medidas. Mas precisamos fazer a nossa parte. É hora de quem tem ajudar quem não tem”, ressaltou Evangelista.
O democrata acredita que a ação deve servir de exemplo e estimular as pessoas a ajudarem o próximo. “Todos os esforços para atuar frente a esta crise são válidos. Muitas famílias estão precisando da nossa ajuda. Algumas já não tem o que comer. Vamos juntos fazer com que o necessário chegue aos que mais precisam”, disse.
Todos os recursos arrecadados serão repassados ao Instituto “Amigos da Cidade”, que será responsável pela logística da campanha e compra das cestas básicas. A distribuição das cestas ficará aos cuidados da Arquidiocese de São Luís e da igreja Assembleia de Deus.
As doações podem ser feitas por meio de depósito ou transferência bancária em favor do Instituto Amigos da Cidade. Mais informações no site www.toemcasamascontecomigo.com.br.

  Publicado em: Política

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