Veja a força da pressão das ruas!!! Após execração pública, deputado muda e diz que não concorda com dinheiro da saúde e educação no Fundão

Publicado em   10/dez/2019
por  Caio Hostilio

Conforme disse a matéria “É idiotice achar que o povo não acompanha as manobras!!! Deputado que votou a favor do fundo eleitoral é execrado no aeroporto (veja o vídeo)“, não deu outra, o deputado mudou de ideia rapidamente.

Filiado ao PDT, detém o comando do partido em Mato Grosso do Sul e, assim, controla com mãos de ferro o malfadado fundo partidário que cabe ao partido no estado.

Com a grana sob seu controle, sempre foi favorável ao financiamento público de campanha e favorável ao absurdo aumento do fundo eleitoral.

Porém, após a execração pública a que foi submetido nesta segunda-feira (9) em pleno aeroporto de Campo Grande (MS), Dagoberto enviou nota para a nossa redação (Jornal da Cidade) onde declara textualmente o seguinte sobre o aumento do fundo eleitoral:

Quero deixar claro que não concordo em retirar dinheiro da saúde, educação ou qualquer outra área prioritária para a população.”

Esse novo posicionamento é uma clara demonstração de que a pressão popular realmente funciona.

Veja abaixo a íntegra da nota enviada pelo parlamentar do PDT:

Sobre o episódio que ocorreu na manhã desta segunda-feira (09) no aeroporto de Campo Grande, onde fui questionado sobre a votação do fundo eleitoral na Comissão Mista de Orçamento – CMO, gostaria de dizer, em primeiro lugar, que essa votação ainda não ocorreu no plenário da Câmara, o que só deve acontecer na próxima semana, juntamente com a votação do Orçamento 2020.

Talvez essa matéria nem seja votada neste ano.

Em segundo lugar, o PDT ainda não se posicionou sobre o aumento ou não do fundo eleitoral, e quero deixar claro que não concordo em retirar dinheiro da saúde, educação ou qualquer outra área prioritária para a população.

Por fim, sou favorável ao financiamento público de campanha, para que assim os parlamentares tenham independência em relação às empresas privadas. Lembramos que o financiamento privado de campanhas foi protagonista de um dos maiores escândalos de corrupção do país.

Dessa forma, entendo que o financiamento público traz, além de independência ao candidato, mais transparência às campanhas eleitorais. E, como defensor da democracia que sempre fui, respeito toda manifestação popular e considero o combate à corrupção uma das principais bandeiras do nosso mandato.

Na realidade, Dagoberto Nogueira votou na última semana pela aprovação da elevação do fundo eleitoral de R$ 2 bilhões para R$ 3,8 bilhões. O parlamentar de Mato Grosso do Sul é um dos 23 deputados que aprovaram a medida na Comissão Mista de Orçamento. Espera-se agora, diante destas declarações, que ele mude o seu voto no plenário da Câmara dos Deputados.

  Publicado em: Política

De Lavagem!!! CCJ do Senado aprova prisão em 2ª instância com placar de 22X1

Publicado em   10/dez/2019
por  Caio Hostilio

Mecias de Jesus (Republicanos)

Ciro Nogueira (Progressistas)

Esperidião Amin (Progressistas)

Fernando Bezerra Coelho (MDB)

Marcio Bittar (MDB)

Luiz Pastore (MDB)

Flávio Arns (Rede)

Jorge Kajuru (Cidadania)

Alessandro Vieira (Cidadania)

Leila Barros (PSB)

Otto Alencar (PSD)

Arolde de Oliveira (PSD)

Tasso Jereissati (PSDB)

Marcos do Val (Podemos)

Oriovisto Guimarães (Podemos)

Alvaro Dias (Podemos)

Major Olímpio (PSL)

Juíza Selma (Podemos)

Rodrigo Pacheco (DEM)

Marcos Rogério (DEM)

Jorginho Mello (PL)

Sergio Petecão (PSD)

O objetivo é simplificar o caminho para estabelecimento da prisão após condenação em 2ª instância com a modificação do Código de Processo Penal.

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Presidente da Famem, Erlanio Xavier recebeu o título de Cidadão de Imperatriz

Publicado em   10/dez/2019
por  Caio Hostilio

O presidente Erlanio Xavier recebeu hoje (10), na Câmara de Vereadores de Imperatriz, o título de Cidadão Imperatrizense.

A homenagem, proposta pelo vereador Alberto Sousa e aprovada por unanimidade pelos membros do legislativo municipal, reconhece o trabalho desenvolvido pelo presidente ao longo de sua carreira política.

  Publicado em: Política

E alguém tinha dúvida de que Lulinha era sócio da Oi? Mesmo diante de todas as provas, lulismo afirmava ser uma fake News…

Publicado em   10/dez/2019
por  Caio Hostilio

Trocas de emails entre a turma de Lulinha e diretores da Oi indicam claramente que o filho de Lula atuava como sócio da operadora de telefonia.

Em 6 de maio de 2008, por exemplo, Kalil Bittar encaminhou mensagem a Fernando, Lulinha, Leonardo Eid, André Vaisman, Jonas Suassuna e Marcho Schroeder com um documento em anexo intitulado “planejamento2008.pdf”.

Nesse contexto, que Demétrio Amono, diretor de Publicidade da Play TV, envia email para Jonas, Kalil, Fávio e Fernando com a apresentação de resultados obtidos pela equipe comercial nos 12 meses anteriores.

E descarta os valores obtidos junto à Brasil Telecom (Telemar), alegando que “por ser uma verba política poderia distorcer os resultados”.

Por outro lado, ao pedir a prisão de Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, e buscas e apreensões em diversos endereços ligados a sócios dele e a empresas de telecomunicação, o delegado Dante Pegoraro Lemos afirma que, apenas três meses após a Gamecorp receber valores de uma empresa ligada à Oi/Telemar, um consórcio liderado pela empreiteira Andrade Gutierrez assinou contrato com a Petrobras para a construção do gasoduto Urucu-Manaus.

“Parece-nos inegável que, devido a esse panorama de corrida para obter contratos para grandes obras na Petrobras, ainda que não sejam o único motivo, tenha sido conveniente aos interesses do grupo Andrade Gutierrez realizar, nesse período, às pressas, investimentos milionários em uma empresa que tinha como um dos sócios o filho do então presidente da República. E obviamente esses interesses não eram conhecidos nas apurações ocorridas antes da operação Lava Jato, iniciada em 2014”, afirmou o delegado na representação que deu início à Operação Mapa da Mina, deflagrada hoje.

  Publicado em: Política

Hildo Rocha diz que o governo do Estado é o principal culpado pelas mortes dos indígenas no Maranhão

Publicado em   10/dez/2019
por  Caio Hostilio

De acordo com o parlamentar “não havia essa violência toda nas aldeias indígenas antes do governo Flávio Dino”.

Os assassinatos de indígenas ocorridos no último final de semana, no município de Jenipapo dos Vieiras, repercutiram na Câmara Federal, nesta segunda-feira por meio de pronunciamento do deputado federal Hildo Rocha. Segundo o parlamentar, a questão da violência nas aldeias é decorrência da omissão do governo estadual.

“O governo do Maranhão não dialoga com os indígenas. O governador Flávio Dino, não proporciona segurança nos municípios onde estão as áreas indígenas, não age para evitar os conflitos que terminam ocasionando mortes como as que aconteceram no final de semana”, destacou o deputado.

Governador não dialoga com as comunidades indígenas

Rocha enfatizou que a população indígena foi completamente desprezada pelo governador Flávio Dino.  “Ele cortou todos os benefícios que os índios recebiam. Durante o atual governo os indígenas deixaram de ter até o transporte escolar”, afirmou.

Governo estadual é omisso

Ainda de acordo com Hildo Rocha, a grande ocorrência de roubos de cargas, assassinatos, assaltos a ônibus e veículos de passeios, sequestros e tráfico de drogas que ocorrem ao longo da BR-226, dentro das comunidades indígenas, são praticados por criminosos que se infiltram nas aldeias, ganham a confiança das comunidades e depois passam a praticar diversas modalidades de crimes.

“O governo estadual tem conhecimento disso, mas não faz nada, é omisso, deixa os indígenas sem assistência, sem segurança, sem nenhum tipo de apoio. O resultado dessa omissão está aí. Os assassinatos, roubos e outros tipos de crimes registrados nas aldeias aumentaram durante os cinco anos do governo de Flávio Dino”, destacou Hildo Rocha.

Caso Paulo Paulino Guajajara

Rocha lembrou que quando o líder indígenas Paulino Guajajara foi assassinado o governador prometeu que iria montar uma força de segurança, uma força tarefa, específica para atuar nas aldeias a fim de proporcionar segurança e evitar conflitos.

“Ficou só na promessa, era só mentira, tudo não passou de uma jogada de marketing para, diante da grande repercussão negativa, dizer para o Brasil e para o mundo que o governo estadual havia feito algo em defesa dos indígenas. É por isso que o governador do Maranhão não tem tido um bom relacionamento com os indígenas, não conversa com os índios, não é bem visto entre os indígenas do Maranhão. Então, se há um culpado pelas mortes esse culpado é o governo do Estado do Maranhão”, afirmou o deputado.

Conclusão do posto da PRF em Barra do Corda

O parlamentar durante seu pronunciamento pediu para o ministro Sérgio Moro concluir e colocar para funcionar imediatamente o Posto da Polícia Rodoviária Federal na entrada de Barra do Corda.

“A construção desse posto foi um pedido que fiz ao então presidente Michel Temer. Ele, conseguiu os recursos e a obra foi iniciada. A implantação desse posto é um desejo da população porque irá contribuir para melhorar a segurança nas rodovias, nas aldeias e nos municípios da região”, frisou Hildo Rocha.

https://youtu.be/x8v6XUFfQbQ

http://hildorocha.com.br/site/hildo-rocha-diz-que-o-governo-do-estado-e-o-principal-culpado-pelas-mortes-dos-indigenas-no-maranhao/

  Publicado em: Política

Depois de Gabigol, Ivete Sangalo se recusa a receber governador do Rio em camarim

Publicado em   10/dez/2019
por  Caio Hostilio

Invete Sangalo não recebeu Wilson Witzel (PSC), governador do Rio de Janeiro, em seu camarim na última sexta-feira (6). Segundo informações da coluna do jornalista Lauro Jardim, de O Globo, a recusa veio enquanto a artista se arrumava para participar do encerramento da festa de um escritório de advocacia na capital carioca.

Ao saber do pedido do político, Ivete teria avisado para a produção que não gostaria de recebê-lo. O evento, que ocorreu no hotel Copacabana Palace, reuniu cerca de 3 300 pessoas.

  Publicado em: Política

Moro responde a Maia sobre Paraisópolis: ‘Não podemos confundir as coisas’ e afirma: “Sem combate à corrupção, não há democracia”

Publicado em   10/dez/2019
por  Caio Hostilio

'Tanto no caso da menina Ágata como no episódio de Paraisópolis, não teria qualquer pertinência a aplicação da proposta de excludente de ilicitude constante no projeto anticrime', disse Sérgio Moro
O ministro Sérgio Moro respondeu ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, após o deputado ter afirmado que, se uma proposta do projeto de lei anticrime estivesse vigorando, não estariam sendo investigados os envolvidos na operação policial em Paraisópolis que terminou com a morte de nove pessoas no início do mês.Uma das propostas do pacote do ministro Sérgio Moro, a ampliação da chamada excludente de ilicitude, lista situações em que policiais em atividade e cidadãos em geral poderiam ficar sem punição mesmo se causassem mortes. O ministro afirmou, no entanto, que essa regra não poderia se aplicar no caso específico de Paraisópolis, bem como na morte da garota Ágatha Felix, no Rio de Janeiro, por um tiro de policial.

“Respeitamos a decisão da Câmara de rejeitar a excludente de ilicitude, mas não podemos confundir as coisas. Tanto no caso da menina Ágata como no episódio de Paraisópolis, não teria qualquer pertinência a aplicação da proposta de excludente de ilicitude constante no projeto anticrime”, disse Sérgio Moro.

As mortes foram descritas por Moro, na semana passada, como resultado de um “erro operacional grave”. Em participação em um debate na quarta-feira passada, Moro já tinha opinado também que não haveria chance de os policiais de Paraisópolis se beneficiarem da excludente de ilicite proposta no pacote anticrime. “Em nenhum momento ali existe uma situação de legítima defesa (a justificar a excludente de ilicitude”, disse.

O Ministro da Justiça, Sergio Moro, aproveitou a sessão solene na Câmara dos Deputados em homenagem ao Dia Internacional Contra a Corrupção para destacar a importância do combate à corrupção no Brasil. “No fundo, a corrupção é um crime que afeta mais do que nosso bem estar econômico, a confiança que é também um dos pilares da nossa democracia”, disse Moro.

O ministro também afirmou que a corrupção disseminada “corrói os fundamentos da democracia”. “Não existe nada radical em combater à corrupção, é basicamente nosso dever. Mas sem que tenhamos um combate firme, sem vacilações, sem querer retornar ao status quo antes, olhando para frente e não o passado, que queremos deixar para trás, não teremos uma verdadeira democracia, não teremos um governo do povo, para o povo e pelo povo”, completou o juiz considerado símbolo da luta contra a Corrupção no país.

 

  Publicado em: Política

Para Fux, o jornlismo praticado por Glenn Greenwald é lavagem de notícia espúria

Publicado em   10/dez/2019
por  Caio Hostilio

Na palestra em que defendeu a volta da prisão em 2ª instância, Luiz Fux também elogiou Sergio Moro e fez uma dura crítica aos veículos que publicaram mensagens roubadas da Lava Jato.

“Não se pode admitir que o jornalismo compre uma prova roubada e lave essa prova. Lavagem de notícia espúria”, afirmou.

  Publicado em: Política

Natal Iluminado de Caxias terá no dia 22/12 o futebol solidário com astros do futebol brasileiro…

Publicado em   10/dez/2019
por  Caio Hostilio

O Natal Iluminado tá recheado de estrelas, inclusive do esporte. Dia 22 de dezembro tem futebol solidário com grandes nomes do esporte nacional e internacional e no dia 23 a dupla sertaneja João Lucas e Marcelo.

  Publicado em: Política

Câmara Municipal de São Luís comemora 400 anos de história

Publicado em   09/dez/2019
por  Caio Hostilio

A Câmara Municipal de São Luís completou hoje, dia 09 de dezembro, 400 anos de existência.

Desde a sua fundação, em 1916, até sua configuração atual, o Poder Legislativo Municipal participou ativamente das transformações ocorridas na vida social e política da cidade.

Para marcar essa importante data, a Casa promove neste mês uma programação especial, que iniciou na última sexta-feira (06), com uma sessão especial no Senado Federal, a pedido do senador Weverton (PDT-MA).

As comemorações pelo quarto centenário do legislativo ludovicense tiveram continuidade nesta segunda-feira (09), com uma sessão solene que serviu para homenagear personagens que fizeram parte dessa história como, por exemplo, o ex-vereador José Joaquim (PSDB) e o desembargador aposentado Milson Coutinho, autor do livro “Legislaturas, Legisladores e Presidentes da Câmara Municipal de São Luís em Quatro Séculos”.

O presidente da Casa, vereador Osmar Filho (PDT), que comandou a solenidade especial, destacou em seu discurso que um dos principais objetivos de sua gestão é tornar a Câmara Municipal um órgão de referência que visa aproximar as pessoas do exercício do poder. O chefe do legislativo afirmou ainda que ao longo da história, a Casa sempre esteve atenta às necessidades da comunidade, que sempre foi um dos principais objetivos do órgão.

“A atual legislatura foi brindada com uma data tão relevante para o Poder Legislativo Municipal e para comemorar em grande estilo montamos uma programação com uma série de eventos que enaltecem sua rica e produtiva história e sua contribuição para a cidade”, afirmou. “Contar a trajetória da Câmara é reavivar sua história e seu compromisso com a cidadania, além do seu relevante papel na política local e nacional, por intermédio de suas atribuições documentadas ao longo dos quatro séculos de existência”, completou Osmar.

IMPORTÂNCIA HISTÓRICA
O clima de animação da manhã festiva foi acentuado nos discursos de vários vereadores que destacaram a importância do quarto centenário da Câmara de São Luís. Os vereadores Genival Alves (PTRB), Pavão Filho (PDT), Francisco Carvalho (PSL), Cezar Bombeiro (PSD) e Marcial Lima (PRTB) foram alguns dos parlamentares que se manifestaram na tribuna para destacar a grande importância da Casa na construção da democracia.

“Se hoje a democracia é uma regra, e não exceção, devemos a esta Casa, que ajudou a difundir os ideais de liberdade, igualdade e fraternidade”, disse Genival Alves.

Por sua vez, Pavão Filho, fez questão de destacar a verdadeira demonstração do Legislativo Municipal na construção da cidadania em São Luís, por meio dos ideais de igualdade, liberdade e fraternidade. “Sem dúvida nenhuma a celebração do quarto centenário da Câmara será um momento importantíssimo à capital de nosso Estado, pois sintetiza a luta por uma sociedade mais justa, mais democrática e mais cidadã”, disse o líder do governo na Casa.

O vereador Cezar Bombeiro, que é autor da proposta que pede a implantação de um espaço reservado à construção de uma biblioteca do Legislativo, para que a população tenha conhecimento da história do parlamento da capital maranhense, afirmou que é um privilegio poder fazer parte desse momento histórico para a Casa.

“Comemorar os 400 anos deste Parlamento será uma demonstração de reconhecimento aos que contribuíram para esse momento ímpar. A minha proposta de criar a biblioteca legislativa surgiu neste sentido: fazer com que a sociedade tenha acesso ao acervo histórico de fundação desta instituição”, argumentou o líder do PSD.

DE ESTÁCIO A OSMAR
Mais cedo, em entrevista ao Programa Câmara News, o vereador Francisco Chaguinhas (PP), já havia destacado a data histórica da Casa de Leis, enfatizando que essa é uma homenagem para a cidade. “A Câmara começou com Simão Estácio da Silveira e hoje tem à frente o vereador Osmar Filho, um jovem com visão empreendedora que começou desempenhando uma excelente gestão. Tenho certeza que os 400 anos de fundação desta Casa será uma programação importante. E que seja cada vez mais agradável à população que sempre busca uma cidade melhor para se viver”, finalizou.

AUTORIDADES PRESENTES
A sessão solene foi bastante concorrida e contou com a presença de diversas autoridades do município. O secretário Municipal de Assuntos Parlamentares, Raimundo Nonato Silva Júnior – Nonato Chocolate como é conhecido, representou o prefeito Edivaldo Júnior no ato solene.

Homenagem – Durante a sessão solene, a Câmara entregou ao ex-vereador José Joaquim, uma medalha em reconhecimento aos trabalhos prestados na Casa. Ele representou todos os ex-parlamentares que passaram pelo legislativo municipal e tiveram brilhante atuação no plenário Simão Estácio da Silveira, em homenagem ao seu primeiro vereador.

PANORAMA HISTÓRICO
A Câmara Municipal de São Luís foi instalada de forma efetiva em 1619, após a expulsão dos franceses, com a chegada de 200 casais açorianos. Por determinação do general Alexandre de Moura, foi doada uma légua de terra para a instalação da futura Câmara, o que iria ocorrer no governo do Capitão-mor Felipe Diogo da Costa Machado (1619-1622).

No período colonial, as câmaras municipais eram responsáveis pela manutenção da ordem e administração das vilas e cidades dos domínios coloniais de Portugal. Cabia a elas a coleta de impostos, regular o exercício de profissões e ofícios, regular o comércio, cuidar da preservação do patrimônio público, criar e gerenciar prisões, etc.

Até o século XVII, era composta por dois juízes ordinários, três vereadores e um procurador. A partir do século XVIII, surgiu o cargo de juiz de fora. No processo de eleição dos três cargos, os denominados homens-bons (normalmente proprietários de terra) escolhiam os eleitores e estes elegiam os membros da Câmara. Outros cargos que auxiliavam os membros da Câmara na administração da cidade eram: escrivão, almotacés, tesoureiro, alcaide, porteiro, afilador, arruador, dentre outros.

Atualmente, a Câmara Municipal fica localiza na Rua da Estrela, no Centro da cidade. Há um projeto de transferência da sede para o prédio da antiga Fábrica São Luís, mas a obra depende de recursos financeiros e autorização do IPHAN. No passado, funcionava no Palácio de La Ravardière, atual sede da Prefeitura de São Luís.

  Publicado em: Política

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