Já deveria ter saído!!! “Bolsonaro tem que sair do PSL”

Publicado em   24/out/2019
por  Caio Hostilio

Uma guerra inglória, além de um desgaste desnecessário com quem não representa nada. O Bivar é o dono do PSL, então que Bolsonaro e seus seguidores peçam para serem expulsos da legenda e procurem outros partidos. Que esvazie o PSL e deixe seu dono, que não tem expressividade alguma, continuar com os poucos deputados federais e estaduais, além do senador. Não compensa continuar lutando por uma legenda medíocre!!! 

O deputado bolsonarista Bibo Nunes disse, em vídeo gravado hoje, que Jair Bolsonaro “tem que sair do PSL”.

Para ele, a gota d´água é o pedido de expulsão de Eduardo Bolsonaro.

Nunes acrescentou que “o PSL não representa a nova política” e que o presidente da República precisa buscar um partido “que não tenha dono”.

  Publicado em: Política

O triunfo do bom senso: a notável atuação de Hildo Rocha na aprovação do acordo entre Brasil e EUA sobre uso da base espacial de Alcântara

Publicado em   24/out/2019
por  Caio Hostilio

Durante 15 anos, questões ideológicas, associadas a outros fatores, impediram a consolidação do acordo entre Brasil e Estados Unidos, para uso comercial do centro espacial de Alcântara, no Maranhão. A longa espera terminou. Nesta terça-feira (22), o Plenário da Câmara dos Deputados finalmente aprovou, por 329 votos contra 86, os termos do acordo que teve como relator, no âmbito da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, o deputado Hildo Rocha.

O Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST) para uso comercial do Centro Espacial de Alcântara trata sobre a autorização dos Estados Unidos da América (EUA) para que o Brasil possa lançar naves espaciais com tecnologia norte-americana a partir da Base de Alcântara. Para garantir o segredo industrial existem algumas cláusulas no acordo que tem que ser respeitados pelos dois países. O texto foi assinado em março deste ano, com autorização dos presidentes Jair Bolsonaro e Donald Trump.

Conhecimento do tema

Momentos antes da votação, Hildo Rocha fez um discurso histórico. O parlamentar destacou que ao aceitar o convite, pelo presidente da Credn, Eduardo Bolsonaro, tinha clareza do tamanho do desafio que iria assumir.

“Eu estudei bastante, me dediquei à causa para compreender melhor o acordo. Assim, pude perceber que os argumentos que a oposição usa não condizem com a realidade”, destacou.

Bem articulado, de posse de dados oficiais e demonstrando firmeza, Rocha explicou o acordo com riqueza de detalhes e destruiu todos os argumentos da oposição, Os principais pontos:

1)    O acordo garante soberania brasileira;

2)    por ser signatário do Regime de Controle de Tecnologia de Mísseis (MTCR, na sigla em inglês) o Brasil não poderá produzir mísseis balísticos;

3)    o Brasil poderá aplicar os recursos recebidos dos americanos, ou de outras nações que usarem o Centro Espacial de Alcântara, no desenvolvimento do programa espacial, mas não poderá usá-los em compra, pesquisa ou produção de foguetes de destruição em massa, que são proibidos pelo MTCR.

4)    não será necessário fazer remoção de comunidades quilombolas.

5)    Os termos do acordo foram elaborados por diplomatas brasileiros, por servidores de carreira do Ministério da Justiça e do Ministério da Ciência e da Tecnologia e especialistas das Forças Armadas.

“Jamais o Exército Brasileiro ficaria a favor de um acordo que tiraria a soberania do Brasil. A aeronáutica jamais iria ser a favor de algo que viesse tirar a soberania do nosso país, assim como a Marinha também não.  Portanto, esse acordo foi feito pelos servidores do Brasil, pelos servidores da república brasileira e, depois de 15 anos sem evoluir, o presidente Bolsonaro recolocou o tema em pauta. Esse acordo é muito bom para o Maranhão e para o Brasil pois a base de Alcântara é o melhor local do mundo para se fazer lançamento de foguete com economia de 30% do que se gasta com combustíveis nos lançamentos”, argumentou.

Patentes

Nesse acordo, o Brasil garante que os componentes com tecnologias americanas nos foguetes, lançados a partir de Alcântara, estarão protegidos de espionagem industrial. O ato protege equipamentos de qualquer país que, tenham tecnologia norte-americana, lançados da base brasileira e proíbe a divulgação de informações sobre os foguetes, veículos lançadores, satélites e outros equipamentos de fabricação norte-americana, a não ser que expressamente autorizado pelos Estados Unidos da América.

A exigência dos americanos decorre do fato de eles deterem oitenta por cento das patentes de componentes contidos nos lançadores, foguetes e satélites. Assim, qualquer lançador, foguete ou satélites construídos em qualquer país do mundo tem componentes de patente registrada em favor de empresas ou instituições norte-americanas por isso exigem que eles sejam protegidos. O texto ainda precisa ser analisado no Senado Federal.

“O acordo preserva a preocupação com o segredo industrial. Isso é normal, é uma praxe internacional. Inclusive, o mesmo acordo que foi assinado entre Estados Unidos e Brasil foi assinado, recentemente, pela Nova Zelândia; já foi assinado, há mais de 15 anos, pela China e pela Rússia”, disse o deputado.

Diante dessa realidade, fica evidenciado que a aprovação do acordo significa o triunfo do bom senso. Mais uma vez a capacidade de articulação do deputado Hildo Rocha fez a diferença.

https://youtu.be/ErrFzq3K_ck

http://hildorocha.com.br/site/o-triunfo-do-bom-senso-a-notavel-atuacao-de-hildo-rocha-na-aprovacao-do-acordo-entre-brasil-e-eua-sobre-uso-da-base-espacial-de-alcantara/

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Segunda edição do ‘Assembleia em Ação’ chega a Timon nesta sexta-feira

Publicado em   24/out/2019
por  Caio Hostilio

Segunda edição do

Presidente da Alema, Othelino Neto, conduzirá os trabalhos do Assembleia em Ação no município de Timon | Bieman Prado

Tudo pronto para a segunda edição do programa “Assembleia em Ação”, que acontece nesta sexta-feira (25), das 8h às 12h, no Centro de Convenções Maranhenses, em Timon. O evento, realizado pela Assembleia Legislativa do Maranhão, tem o objetivo de promover a troca de conhecimento e experiências entre o Parlamento e as Câmaras Municipais de Vereadores de diversas regiões do Estado.

Deputados estaduais, prefeitos, vereadores, líderes políticos e comunitários de 18 municípios da região Leste maranhense confirmaram presença. Além de Timon, os representantes são de Caxias, Coelho Neto, Duque Bacelar, Aldeias Altas, Afonso Cunha, São João dos Patos, Senador Alexandre Costa, Governador Luiz Rocha, São João do Sóter; Matões, Lagoa do Mato, Parnarama, São Francisco do Maranhão, Governador Eugênio de Barros, Barão de Grajaú, Codó e Passagem Franca.

Os trabalhos do Assembleia em Ação serão conduzidos pelo presidente da Assembleia, deputado Othelino Neto (PCdoB). “Nossa expectativa é que esse evento se transforme em uma grande ação, com a participação não somente da população de Timon, mas também dos outros municípios do entorno, para dialogarmos sobre os mais diversos assuntos de interesse do nosso Estado”, enfatizou.

PROGRAMAÇÃO

A programação do ‘Assembleia em Ação’ contará com palestras com temas atuais relacionados às eleições municipais.

Primeiro, às 8h, será realizado o credenciamento no local do evento. Em seguida, às 9h, o presidente Othelino Neto fará a abertura dos trabalhos. As palestras terão início às 9h30, com o diretor geral da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, Braúlio Martins, e o consultor legislativo de Direito Constitucional, Anderson Rocha, discorrendo sobre o tema “Processo Legislativo”.

Depois, o ciclo de palestras continua com a temática “Eleições 2020”, ministrada pelo diretor de Administração da Assembleia Legislativa, Antino Noleto. A partir das 11h acontecem os pronunciamentos e debates. Por fim, o encerramento, às 12h.

 

8h- Credenciamento

9h – Abertura

9h30 – Palestra: Processo Legislativo

10h15 – Palestra: Eleições 2020

11h – Debates e Pronunciamentos

12h – Encerramento

  Publicado em: Política

Ainda sobre o brilhante voto de Barroso!!! “Pobre não corrompe, não desvia dinheiro”

Publicado em   24/out/2019
por  Caio Hostilio

Em seu voto nesta quarta-feira (23) pela manutenção da prisão em segunda instância, Barroso foi de uma objetividade (ao contrário de seus pares) certeira, ao declarar que não era de pobres que se falava ali.

Esse é exatamente o cerne dessa questão, e em última análise, da própria sessão do STF que continua nesta quinta-feira (24), com o objetivo nítido de beneficiar criminosos ricos e poderosos.

Entre eles, o mais importante: luladasilva.

“NÃO SE PODE QUEBRAR O ESPELHO POR NÃO GOSTAR DA IMAGEM”.

Durante o longo voto, Barroso ainda colocou em cheque a própria ação do STF, ao argumentar que em todo o mundo decide-se a lei apenas uma vez, que não fica sendo mudada uma, duas, três vezes, com a perspectiva de jamais ser estabelecida definitivamente.

A insegurança jurídica decorrente é uma das consequências claras desse processo de vai e vem.

Barroso lembrou ainda a lentidão da justiça, que permite uma inacreditável quantidade de recursos a quem tem grana pra pagar.

Não é o caso dos pobres, que não tem dinheiro para ficar recorrendo.

Entre os casos citados pelo ministro, está o da missionária Dorothy Stang, assassinada em 2005.

Seus assassinos só foram finalmente condenados e presos em 2019.

Ou do político que roubou 160 milhões, entrou com mais de 20 recursos e só foi condenado três horas antes do processo prescrever, 14 anos depois.

Barroso deixa claro igualmente que em nenhum país do mundo, mesmo os mais atrasados, existe um padrão de justiça que deixa em liberdade um condenado em segunda instância.

Pelo contrário, condenados em primeira instância vão direto para a cadeia.

Além disso, depois da condenação em segunda instância, já não há possibilidade de apresentação de provas ou discussão sobre a condenação, além de agravos ou recursos extraordinários.

Para que, portanto, deixar esse condenado livre?

“AS PESSOAS TEM DIREITO À SUA PRÓPRIA OPINIÃO, MAS NÃO AOS PRÓPRIOS FATOS.”

As estatísticas apresentadas pelo ministro demonstraram claramente que, em casos de recursos extraordinários após a condenação em segunda instância, em apenas 0,035% desses casos houve absolvição.

Entre 25 mil recursos pesquisados, apenas 9 casos foram revertidos.

Ao citar os direitos dos acusados, Barroso destacou que não são só eles que precisam de justiça, suas vítimas têm direito à ela igualmente.

O que desmonta o conceito enviesado praticado no Brasil pelos Direitos dos Manos, que beneficia criminosos e esquece totalmente das vítimas, como se não existissem.

Os grandes beneficiados da morosidade da justiça brasileira, segundo Barroso, são os ricos, que não deixam o processo acabar nunca, à custa de recursos.

Recursos que o pobre não pode pagar.

O trânsito em julgado – após a segunda instância, como querem os que defendem seu fim – pioraria a situação porque é mais moroso ainda, e é quase impossível que eventualmente gere uma condenação.

Fácil entender porque os seguidores fanáticos do criminoso Lula defendem o fim da prisão em segunda instância com unhas e dentes, não é mesmo?

Isso garantiria a liberdade em estado de pretensa inocência ao homenzinho.

“DE QUE LADO DA HISTÓRIA NÓS ESTAMOS?”

Entre 180 países, estamos na metade mais corrupta, diz Barroso.

Há uma percepção aguda e desanimadora da população brasileira e do mundo sobre a corrupção e a impunidade no Brasil.

O desenvolvimento de um país tem muito a ver com essa percepção do mundo, diz ainda, citando a reação negativa da OCDE em relação ao Brasil.

Nenhum país pode ser uma ilha, muito menos uma ilha de impunidade.

Mudar a ideia de que o crime compensa, ou de que a integridade deve vir antes da ideologia, dando supremacia aos bons sobre os espertos – como quer Barroso em seu voto – parece ser uma tarefa impossível neste país.

Mas essas palavras, ouvidas no ninho de ratos que é o STF, tem seu peso.

Toffoli, Gilmar e Lewandowski que pensem bem sobre elas.

Estarão com elas na cabeça na hora de darem seu voto.

Esses votos é que decidirão se viveremos daqui pra frente num faroeste caboclo ou num país civilizado.

E, ainda, ao contrario do sugerido, a possibilidade de execução da pena após condenação em segundo grau diminuiu o índice de encarceramento no Brasil.

Barroso em seu voto a favor da manutenção do entendimento que permite a prisão após condenação em segunda instância, o ministro do STF, Luís Roberto Barroso, fez questão de desmontar uma das falácias mais patéticas utilizadas pelo ex-advogado de Dilma Rousseff, José Eduardo Cardoso em desfavor de tal entendimento.

Para o petista, a prisão em segunda instância seria uma das responsáveis pela superpopulação carcerária.

A afirmação é mentirosa, e Barroso a esmigalhou com números concretos do sistema penitenciário em seu voto. Confira:

  Publicado em: Política

Carta Aberta à Ministra Rosa Weber: O voto decisivo

Publicado em   24/out/2019
por  Caio Hostilio

Antes de mais nada, é devido expressar reconhecimento e louvar a trajetória de Vossa Excelência na Suprema Corte, marcada pelo diálogo, pela moderação e por um devotado empenho no resguardo de nossa Carta Maior, virtudes que encorajam este manifesto.

Pois bem, momento houve em que Vossa Excelência demonstrou inclinar-se contrariamente à “prisão em 2ª instância”, divergência com a sábia posição firmada pelo pleno do STF em 2016. Sim, haverá mentes muito respeitáveis com tal posicionamento. Todavia, é oportuno registrar que um expressivo número (quiçá, maioria) das grandes mentalidades do Direito considera imprescindível que o precedente do STF ora em vigência seja mantido, isto é, que a pena de restrição de liberdade siga sendo aplicada a condenados a partir da 2ª instância, o que se coaduna plenamente com o preceito constitucional (como se pretende aqui demonstrar).

Aliás, pela publicização que o assunto adquiriu, esse é também o anseio da maior parte da população brasileira.

Mas, o que levará doutos juristas a postularem que o precedente do STF seja preservado? Ora, a motivação iniludível é apenas assegurar a “efetividade da lei penal”. E quais serão os fundamentos? A isso vamos.

1. A que se destina a lei penal: ser instrumento da chancela estatal das relações sociais harmônicas (efeito amplo) ou dar garantias àquele que opta por adotar condutas antissociais (efeito restrito)? Eis a questão norteadora da presente sustentação, cuja resposta é indissociável dos valores insculpidos em nossa Carta Maior como justiça, liberdade e convivência social harmônica. Com efeito, não haverá justiça nem, por conseguinte, harmonia social sem uma lei penal de inelutável efetividade a garantir a conduta reta e a inibir o comportamento antissocial dos indivíduos.

2. Máxima cautela convirá para evitar-se a armadilha retórica que sustenta a insidiosa tese de que só existe “trânsito em julgado” após a impetração de todo e qualquer recurso admitido no regramento processual, tese com ares de fundamentalismo, que nega a Constituição como um “corpus” (que de fato é) para, fragmentando-a, apegar-se a uma distorção da literalidade do texto.

3. A Constituição, no art. 5º, combinados os incisos LXI e LVII, estatui: “ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente (…)”; e “ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória”. É malabarismo retórico, sem qualquer zelo pelo Direito, afirmar que, no referido dispositivo, a CF proíbe o início da pena de restrição de liberdade imediatamente ao acórdão da 2ª instância, no qual, sabe-se bem, ocorre o exaurimento de qualquer dúvida quanto à autoria do crime. Sendo que, aliás, o texto não faz alusão a “prisão”, “restrição de liberdade”, “grau de jurisdição” nem a “cumprimento da pena”.

4. Sabidamente, o “trânsito em julgado” é imprescindível à “segurança jurídica” (elemento definidor de um regime democrático). Ora, uma determinada matéria transita em julgado quando se torna insuscetível de alteração mediante recurso. Agora, é preciso ter em vista que os autos de um processo contêm diversas matérias, podendo cada qual transitar em julgado em diferentes momentos. Assim, a “autoria do crime” é apenas e tão-somente uma entre várias matérias nos autos de um processo penal; e tem obviamente seu “trânsito” antes e sem prejuízo doutras que a defesa poderá seguir questionando.

5. Assim, exaurida a matéria da “culpabilidade” (o que ocorre nas instâncias ordinárias), é teratologia retórica dizer que, ainda assim, persiste a “presunção de inocência”. Vale lembrar o que prelecionou o saudoso Ministro Teori Zavascki no sábio voto de 2016 (HC 126.292): “(…) tendo havido, em segundo grau, um juízo de incriminação do acusado, fundado em fatos e provas insuscetíveis de reexame pela instância extraordinária, parece inteiramente justificável a relativização e até mesmo a própria inversão, para o caso concreto, do princípio da presunção de inocência até então observado”.

6. É adequado asseverar-se, pois, que, havendo o tribunal confirmado a sentença condenatória, tornando-a irrevogável, é uma pretensão totalmente desprovida de razoabilidade manter em suspenso o cumprimento da pena de restrição de liberdade sob a alegação de ainda restar, à defesa, pelejar em instância extraordinária – onde unicamente poderá discutir a legalidade do processo. Sim, a Suprema Corte acertou, em 2016, ao reconhecer que a presunção da inocência vigora só até a “confirmação da sentença condenatória em segundo grau”.

7. Cabe indagar: qual seria o risco de injustiça em dar-se início ao cumprimento da pena a partir da condenação em 2ª instância, quando o condenado não mais poderá esquivar-se da culpa? Que direito é fraudado, na hipótese de o condenado estar preso enquanto tramitam recursos em instância extraordinária? Nenhum! Nenhum! Ao passo que são conhecidos os efeitos deletérios da impunidade suscitada pelo “instituto da procrastinação”.

8. Em artigo publicado no ano de 2011, criticando o “regime de impunidade” que vedava a “prisão em 2ª instância” (regime surgido em 2009 por puro casuísmo, sem dizer que, até 1973, a prisão podia dar-se na 1ª instância), o ministro Cezar Peluso, então presidente do STF, declarou: “O sistema atual produz intoleráveis problemas, como a ‘eternização’ dos processos, a sobrecarga do Judiciário e a morosidade da Justiça.”

9. Assegurar, como prevê a Carta Magna, o “contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes” é uma garantia à sociedade.

Contudo, absolutizar este, assim como qualquer outro princípio constitucional, desequilibra o sistema normativo e acarreta prejuízo do que é a essência de uma ordem jurídica democrática: uma justiça efetiva e apta a galvanizar a confiança da sociedade. Haverá, pois, grande dano se, para desfazer o que foi feito em 2016, for convalidada uma tortuosa exegese do texto constitucional, eis que o intuito da Carta Maior (vista como sistema normativo que perfaz uma unidade) é, em síntese, chancelar a justiça, desiderato que se torna inalcançável sem a efetividade da lei penal.

10. Saliente-se! A posição adotada pelo STF em 2016, cuja manutenção aqui se está requerendo, não interfere em nenhum dos direitos garantidos pela Constituição, como as liberdades individuais, o devido processo legal, a ampla defesa, o tratamento digno do réu. O que fica a utilização dos recursos para perpetuar processos e evitar o cumprimento das decisões.

Pelas razões ora expostas, vimos perante Vossa Excelência apelar a que, conservando a chama do judicioso espírito com que exerce a magistratura, se posicione no sentido de manter o precedente ora em vigência, rejeitando o insidioso regramento da procrastinação e da impunidade. O processo penal não pode ser uma espécie de “videogame” que, a jogadores especiais, ofereça o prêmio da prescrição.

A história recente do Supremo Tribunal Federal, que Vossa Excelência engrandece com seu magistério, é dignificada por ministros como Alvaro Ribeiro da Costa, Antônio Gonçalves de Oliveira, Antonio Carlos Lafayette Andrada e Adauto Lúcio Cardoso, que, postando-se como guardiões da ordem democrática, tiveram a coragem de enfrentar excessos autoritários do regime político de sua época. Integram eles uma galeria de vultos notáveis que, com a visão ampla do estadista que não se deixa ofuscar por aspectos periféricos – à qual souberam somar a despretensiosa simplicidade dos sábios -, ajudaram a aprimorar a ordem jurídica nacional, elevando a Constituição como um farol a orientar a nação, sem distinguir o brasileiro mais humilde do mais influente.

Pois o espírito republicano, a independência e a coragem de Vossa Excelência farão que seu nome figure no rol desses grandes luminares quando, no futuro próximo, a história desta Egrégia Corte for lembrada.

Creia! Em Vossa Excelência deposita-se a confiança de milhões de brasileiros que, com clara consciência cívica, percebem a gravidade destes tempos: nossas escolhas e nossos atos determinarão se vamos propulsar ou atrasar o futuro do Brasil.

Receba a gratidão de seus compatriotas democratas.

Por Jornal da Cidade

  Publicado em: Política

Fábio Gentil mostra popularidade na Feirinha da Gente…

Publicado em   23/out/2019
por  Caio Hostilio

Aí está uma peculiaridade do prefeito Fábio Gentil em que opositores não conseguem engolir. Fábio Gentil sabe que é empregado do povo e para o povo, não se colocando como uma autoridade intocável… É preciso ver essas atitudes como salutar para o desenvolvimento social e político de um povo, que se ver igual aos mandatários. O bom gestor é aquele que vai em encontro do povo!!! 

O último domingo (20) foi especial e inesquecível para centenas de famílias caxienses na Feirinha da Gente, onde foi comemorada a Festa das Crianças, promovida pela Prefeitura de Caxias. No local, as crianças receberam presentes, lanches e brinquedos gratuitos, além de prestigiarem apresentações musicais no palco principal. A banda Circo Elétrico e Tiririca Cover fizeram a alegria dos pequenos e dos pais, que se renderam à magia dos personagens.

A praça Vespasiano Ramos ficou pequena para tanta gente, mas o que chamou a atenção foi uma estrutura que lançava espuma nas crianças. Até mesmo o prefeito de Caxias, Fábio Gentil, fez questão de brincar junto com os pequenos e dividir com eles a alegria do momento.

“Não tem como não me contagiar com essa diversão, não sou prefeito apenas de gabinete, gosto de fazer a festa e curtir junto com o meu povo. Sou prefeito da cidade, mas a cidade não é feita só por mim, a cidade é de todos nós”, destacou Fábio Gentil.

Para o secretário municipal de Cultura, Turismo, Patrimônio Histórico, Turismo e Juventude, Arthur Quirino, a festa foi pensada com muito carinho, afinal, segundo ele, o povo merece respeito. “A festa não é só para as crianças, é para os pais também. A gente fica feliz, a família participando, é esse nosso intuito. Além dos brinquedos gratuitos e distribuição de lanches, temos pintura de rosto, e o melhor: a segurança para todos brincarem em paz”, acrescentou o secretário.

Os pais agradeceram pela promoção do evento e se sentiram felizes em ver o município proporcionar momentos agradáveis para os turistas e visitantes.

“Tá muito bom, ver os secretários e o próprio prefeito brincando com nossas crianças, eu nunca tinha visto isso na minha vida, isso prova que o prefeito é humano e sua equipe também”, pontuou Auricélia Lima, dona de casa.

“Tá muito bonito ver essa festa para nossas crianças. O prefeito está de parabéns, e que legal ver ele brincando e interagindo com o povo!”, destacou Deusa Guimarães, autônoma.

  Publicado em: Política

Assembleia Legislativa destina R$ 4,2 milhões em emendas à Fundação Antônio Dino para tratamento de câncer no MA

Publicado em   23/out/2019
por  Caio Hostilio

Assembleia Legislativa destina R$ 4,2 milhões em emendas à Fundação Antônio Dino para tratamento de câncer no MA

Por iniciativa do presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema), deputado Othelino Neto (PCdoB), a Alema destinou R$ 4,2 milhões em emendas parlamentares à Fundação Antônio Dino, instituição mantenedora do Hospital Aldenora Bello, referência no tratamento oncológico no estado. A carta compromisso foi entregue, nesta quarta-feira (23), ao vice-presidente da Fundação, Antônio Dino Tavares.

O documento entregue solicita a destinação de recursos do orçamento do Estado à Fundação Antônio Dino, com a indicação de emendas, no valor de R$ 100 mil, de cada um dos 42 deputados da Casa, para ajudar o Hospital Aldenora Bello a superar a crise por falta de recursos financeiros, que ocasionou a suspensão de alguns serviços aos pacientes em tratamento de câncer.

“Nós percebemos a crise por qual passa o Hospital Aldenora Bello que, embora seja um hospital gerido por uma fundação privada, tem um aspecto social muito forte. Então, o Poder Legislativo ajuda, como agente político, a mediar essa situação com relação, principalmente, à utilização de recursos do Fundo de Combate ao Câncer, que é um fundo cujas decisões de utilização não são exclusivamente do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Saúde, mas ele tem uma composição e a sua utilização precisa passar pela aprovação dessa composição, que inclui o Ministério Público e outros representantes”, explicou Othelino.

O presidente da Alema ressaltou que a destinação das emendas é uma forma objetiva de colaborar com a situação e fruto de uma decisão unânime de todos os 42 parlamentares, que se dispuseram a ajudar com suas emendas. “Serão R$ 4,2 milhões, que nós combinamos com o secretário de Saúde, Carlos Lula, que disponibilizasse em seis parcelas, tendo em vista a limitação financeira do Governo do Estado, e ficamos felizes em poder ajudar. Esperamos encontrar soluções definitivas para que não haja a suspensão dos serviços do Aldenora Bello”, afirmou.

Othelino informou, ainda, que alguns serviços que haviam sido suspensos já foram retomados, a exemplo das quimioterapias. “Os serviços de quimioterapia, por exemplo, já foram retomados, onde o Governo do Estado já mandou para o Aldenora Bello uma quantidade razoável de medicamentos que estavam em falta. Na semana que vem, os serviços de cirurgia também devem voltar a funcionar”, assegurou.

Agência Assembleia

Diversos parlamentares participaram do ato de entrega da carta compromisso à Fundação

Diversos parlamentares participaram do ato de entrega da carta compromisso à Fundação

Serviço relevante

O secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, pontuou que o Hospital Aldenora Bello é uma instituição privada e filantrópica, que presta um serviço relevante, que tem contado, ao longo dos anos, com a ajuda do Governo do Estado com emendas de custeio, equipamentos, com o Fundo Estadual de Combate ao Câncer e, agora, com as emendas parlamentares.

“Foi uma ideia de todos os deputados, tanto da oposição quanto da situação, com a destinação de R$ 100 mil, da emenda de cada um, que a Secretaria de Estado da Saúde vai repassar integralmente ao Hospital Aldenora Bello, para que ele tenha condições de se manter e continue provendo serviços públicos como tem feito ao longo dos anos”, assinalou.

O vice-presidente da Fundação Antônio Dino, Antônio Dino Tavares, destacou que a união de todos os parlamentares mostra a importância que o Hospital Aldenora Bello tem para o estado. “O reconhecimento da classe política é sempre muito importante. Vale ressaltar que todas as vezes em que a classe política fez convênios ou obteve algum tipo de repasse para o hospital houve saltos qualitativos no atendimento dos pacientes”, disse.

Participaram também da entrega os deputados Wellington do Curso (PSDB), Carlinhos Florêncio (PCdoB), Helena Duailibe (Solidariedade), Hélio Soares (PL), Fernando Pessoa (Solidariedade), Daniella Tema (DEM), Dr. Yglésio (PDT), Roberto Costa (MDB), Rafael Leitoa (PDT), Rildo Amaral (Solidariedade), Mical Damasceno (PTB), Rigo Teles (PV), Glalbert Cutrim (PDT), Duarte Jr. (PCdoB), Andreia Martins Rezende (DEM), Cleide Coutinho (PDT), César Pires (PV) e Dr. Leonardo Sá (PL).

  Publicado em: Política

A aula do Ministro Barroso em seu voto no STF sobre a segunda instância…

Publicado em   23/out/2019
por  Caio Hostilio

Cai por terra os comentários tendenciosos de que a condenação em segunda instância é inconstitucional…

Baseando-se em estatística e não em dados pautados no senso comum, Barroso lembrou de casos concretos do tempo em que a prisão só ocorria após o trânsito em julgado.

“O suplente de deputado que contratou pistoleiros para matar o titular e tomar a sua vaga e que só foi preso 13 anos depois”, lembrou.

“O caso do propinoduto do Rio de Janeiro, ocorrido entre 1999 e 2002, e que a pena só veio a ser executada em 2018.”

“O caso que motivou a virada jurisprudencial, em 2009, uma tentativa de homicídio praticada em 1991 que com a decisão do Supremo prescreveu em 2012 sem trânsito em julgado.”

O ministro trouxe, ainda, estatísticas concretas de quanto tempo dura um processo para chegar a última instância, cujos o réus aproveitam da liberdade, da convivência com as vítimas e até usufruindo do dinheiro roubado nos casos de corrupção.

Barroso: “Eu tenho que evitar o próximo estupro, o próximo homicídio, o próximo roubo”

Luís Roberto Barroso deu um banho em estrelados advogados, presentes no Supremo, que só querem livrar seus ricos clientes.

“Eu fui advogado muitos anos. O advogado só julga a causa uma vez, quando aceita. A partir dali tem um compromisso, de fazer tudo que é legal e eticamente possível para defender o interesse que ele patrocina”, ponderou.

“Quando você prende alguém, não é por prazer, é porque você está protegendo pessoas e instituições. Não é com regozijo que se troca de lado, é uma missão muito espinhosa. É mais bacana defender a liberdade que mandar prender. Mas eu tenho que evitar o próximo estupro, o próximo homicídio, o próximo roubo, quando isso seja perceptível dos autos”, finalizou.

Fica cada vez mais que o único objetivo dessa votação para derrubar a condenação em segunda instância é soltar o ex-presidente Lula… O povo que se cuide!!!

  Publicado em: Política

Câmara Municipal de São Luís realizará Dia do Descarte

Publicado em   23/out/2019
por  Caio Hostilio

A Câmara Municipal de São Luís realizará, na sexta feira, 25, o Dia do Descarte. De iniciativa do Setor de Gestão e Qualidade Administrativa da Casa, a atividade visa a adoção do sistema 5S. A exemplo de outros órgãos públicos, o Legislativo Ludovicense deu os primeiros passos para aprimorar seus processos administrativos, implantando um projeto de gestão que busca a qualidade, certificada através do ISO 9001.
Os diferentes setores da Câmara Municipal passaram por um processo de capacitação sobre a metodologia dos 5S, que mira o aprimoramento dos processos e ajuda a criar a cultura da disciplina, identificar problemas e gerar oportunidades para melhorias. A proposta do 5S é reduzir o desperdício de recursos e espaço, de forma a aumentar a eficiência operacional, promovendo a compreensão do indivíduo quanto ao seu papel dentro da organização.
O dia do descarte tem como slogan “Reduzir para Conscientizar” e consistirá em desfazer-se de tudo o que não tem mais serventia, desde móveis, aparelhos eletrônicos, papéis e documentos.
O descarte será realizado através de parceria com o Comitê Gestor de Limpeza Urbana, que ficou encarregado de encaminhar esse material para os Ecopontos espalhados na cidade, onde passarão pelo processo de reciclagem.
A metodologia implantada se divide em cinco partes (senso) sendo estas: Seiri, senso de organização; Seiton, senso de arrumação; Seisou, senso de limpeza; Seiketsu, senso de padronização e higiene; Shitsuke, senso de disciplina.
“Implantaremos o dia do descarte e, baseado na filosofia 5S, todos os setores estarão envolvidos em separar documentos, equipamentos e outras coisas que não tem utilidade e disponibilizá-las para descarte”, disse Bruno Lima, gestor de Qualidade do Legislativo Municipal.
“Traremos uma gestão mais eficiente para a Câmara, que estará alinhada ao cenário econômico brasileiro. No momento atual, o desafio na gestão pública é trabalhar de forma eficaz, produzindo mais com menos”, concluiu.
ISO 9001
É uma norma técnica internacional que estabelece um modelo de gestão de qualidade e oferece ferramentas de padronização de processos. Trata-se de recurso valioso para a administração, pois, agrupa um conjunto de práticas mundialmente testado em empresas do setor público e privado.
É um sistema de gestão que oferece a estrutura necessária para monitorar e aprimorar o desempenho em qualquer área de interesse, ajudando a obter sucesso através de uma melhora na satisfação dos seus clientes, da motivação dos colaboradores e da evolução contínua.
“Em tempos de crise, com arrecadação menor e custos crescentes, é preciso investir em inovação para aumentar a efetividade, a eficiência e transparência dos gastos públicos. Essas são obrigações legais e morais de qualquer gestor”, afirmou o vereador Osmar Filho, presidente da Câmara, que buscou a iniciativa de buscar a certificação do ISO 9001

  Publicado em: Política

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Publicado em   23/out/2019
por  Caio Hostilio

  Publicado em: Política

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