Hildo Rocha foi um dos articuladores da escolha de Tereza Cristina, indicada para Ministério da Agricultura

Publicado em   08/nov/2018
por  Caio Hostilio

Mais um nome do primeiro escalão do governo Bolsonaro foi definido ontem. Trata-se da presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) Tereza Cristina, deputada federal do Mato Grosso do Sul, indicada para o Ministério da Agricultura. O deputado Hildo Rocha, que também é integrante da FPA, exerceu papel importante na articulação em defesa do nome da deputada. A indicação teve o apoio da maioria dos parlamentares que integram a Frente Parlamentar da Agropecuária.

Hildo Rocha destacou que três deputados da FPA estavam cotados para o cargo. Depois de várias reuniões chegou-se ao nome de Tereza Cristina, escolhida por consenso.  “Desde a semana passada começamos a articular a indicação da deputada Teresa Cristina. Ontem, participamos de longa reunião com membros da FPA e representantes do presidente eleito; hoje tivemos novas rodadas de diálogos e, para o bem do nosso país, o presidente Jair Bolsonaro entendeu que a deputada Tereza Cristina preenche todos os requisitos para ocupar a pasta da agricultura e aceitou a nossa indicação”, explicou Hildo Rocha.

A deputada é o quinto nome confirmado para o primeiro escalão do governo Jair Bolsonaro. Estão definidos: Paulo Guedes (Economia); Onyx Lorenzoni (Casa Civil); Sergio Moro (Justiça) e o general Augusto Heleno, que inicialmente era cotado para a pasta da Defesa mas informou nesta quarta-feira, 7, que ocupará o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI).

Tereza Cristina é engenheira agrônoma. Exerceu o cargo de secretária de Desenvolvimento Agrário, Produção, Indústria, Comércio e Turismo de Mato Grosso do Sul entre 2007 e 2014. Foi reeleita neste ano para seu segundo mandado na Câmara com 75.068 votos, quarta maior votação para deputado em Mato Grosso do Sul. Atualmente é líder da bancada ruralista.

  Publicado em: Governo

Aumento de salário para STF vem mostrar que senadores não têm responsabilidade com o efeito cascata que atingirão seus estados e municípios

Publicado em   08/nov/2018
por  Caio Hostilio

Conforme já havia dito na matéria “Por isso a maioria não se reelegeu!!!Senado aprova aumento de 16% para ministros do STF e PGR; salários passarão a R$ 39,2 mil”, publicada ontem (08), observa-se que os maiores atingidos serão exatamente o próximo governo federal, que terá um impacto de R$ 4 bilhões em suas contas, fora o efeito cascata, que poderá impulsionar outras categorias, os governadores poderão sofrer o efeito cascata através dos judiciários estaduais e de categorias que seguirão os anseios dados aos ministros do STF.

A situação fiscal do governo federal e, principalmente, dos estados apresentam situações de colapso em suas economias e sequer tem condições de honrar a folha de pagamento. Esse efeito cascata interfere, ainda, nas gestões municipais e nos legislativos, inclusive o Senado!!!

Confira a lista de como os senadores votaram:

A favor do aumento:

Acir Gurgacz (PDT-RO)

Ângela Portela (PDT-RR)

Aécio Neves (PSDB-MG)

Antonio Anastasia (PSDB-MG)

Ataídes Oliveira (PSDB-TO)

Dalirio Beber (PSDB-SC)

Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)

Eduardo Amorim (PSDB-SE)

José Serra (PSDB-SP)

Tasso Jereissati (PSDB-CE)

Roberto Rocha (PSDB-MA)

Paulo Bauer (PSDB-SC)

Antônio Valadares (PSB-SE)

Edison Lobão (MDB-MA)

Eduardo Braga (MDB-AM)

Fernando Coelho (MDB-PE)

Garibaldi Alves Filho (MDB-RN)

Renan Calheiros (MDB-AL)

Zeze Perrella (MDB-MG)

Romero Jucá (MDB-RR)

Valdir Raupp (MDB-RO)

Eduardo Lopes (PRB-RJ)

Hélio José (PROS-DF)

Ivo Cassol (PP-RO)

Ciro Nogueira (PP-PI)

Jorge Viana (PT-AC)

Paulo Rocha (PT-PA)

José Agripino (DEM-RN)

Davi Alcolumbre (DEM-AP)

José Amauri (PODE-PI)

José Medeiros (PODE-MT)

Rose de Freitas (PODE-ES)

Otto Alencar (PSD-BA)

Raimundo Lira (PSD-PB)

Sérgio Petecão (PSD-AC)

Telmário Mota (PTB-RR)

Armando Monteiro (PTB-PE)

Vicentinho Alves (PR-TO)

Wellington Fagundes (PR-MT)

Cidinho Santos (PR-MT)

Walter Pinheiro (Sem partido-BA)

Votaram contra:

Airton Sandoval (MDB-SP)

Roberto Requião (MDB-PR)

Cristóvam Buarque (PPS-DF)

Fátima Bezerra (PT-RN)

José Pimentel (PT-CE)

Regina Sousa (PT-PI)

Givago Tenório (PP-AL)

Lídice da Mata (PSB-BA)

Lúcia Vânia (PSB-GO)

Randolfe Rodrigues (Rede-AP)

Reguffe (Sem partido-DF)

Ricardo Ferraço (PSDB-ES)

Maria do Carmo Alves (DEM-SE)

Ronaldo Caiado (DEM-GO)

Wilder Morais (DEM-GO)

Vanessa Graziottin (PCdoB-AM)

Abstenção:

José Maranhão (MDB-PB)

  Publicado em: Governo

Enquanto Bolsonaro visa a governabilidade, Haddad visita Lula para saber como deve agir…

Publicado em   08/nov/2018
por  Caio Hostilio

Só resta saber se os demais partidos de esquerda irão concordar em serem comandados de dentro de uma cela da Polícia Federal em Curitiba e como os brasileiros se comportarão!!! 

Haddad (PT) visita ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela primeira vez desde o segundo turno das eleições nesta quarta-feira (7). O corrupto cumpre pena por lavagem de dinheiro em Curitiba.

Haddad se reuniu durante horas com a presidente nacional do partido, Gleisi Hoffmann, na segunda (5), em São Paulo. O tema foi o futuro do ex-ministro da Educação e ex-prefeito de São Paulo. Ele vai ocupar o papel de líder da “Resistência” ao presidente eleito com ampla maioria e com enorme apoio popular Jair Bolsonaro (PSL).

A discussão do Partido dos Trabalhadores é como Haddad cumprirá a função na resistência, já que ele não está em nenhum dos três poderes brasileiros. A hipótese de assumir a presidência do PT em julho, quando termina o mandato de Gleisi, é tida como remota por interlocutores.

O final deste ano deve ser marcado por uma agenda de viagens, algo que Haddad deve continuar fazendo ao longo do ano que vem. Em cenário que com partidos de esquerda formando bloco sem o PT, a articulação do partido deve ser o principal tema da conversa com o presidiário Lula.

Com informações da Jovem Pan

  Publicado em: Governo

Enquanto rosnam, leve seu pet para vacinar…

Publicado em   07/nov/2018
por  Caio Hostilio

  Publicado em: Governo

Por isso a maioria não se reelegeu!!!Senado aprova aumento de 16% para ministros do STF e PGR; salários passarão a R$ 39,2 mil

Publicado em   07/nov/2018
por  Caio Hostilio

Agindo em benefício próprio e indo contra o Brasil e seus Estados!!!

Aí estão os porquês da maioria desses senadores não ter sido reeleita. Senadores foram derrotados nas urnas pelos brasileiros exatamente por suas ações politiqueiras, que visam apenas se protegerem dos processos que correm na Justiça. O senador presidente (derrotado nas urnas) colocou de surpresa esse aumento na pauta e aprovou, e todo tempo tentando justificar. Por outro lado, esses senadores que deveriam está representando seus Estados, simplesmente votaram a favor de um aumento que pode se transformar em efeito cascata e prejudicar ainda mais as combalidas economias de seus estados… Essa velha política já não é mais aceita pelos brasileiros, pois todos devem se unir em prol a recuperação da economia brasileira e juízes não pode ser os privilegiados… VERGONHA!!! Proposta foi enviada pelo próprio STF ao Congresso e já havia sido aprovada pela Câmara, mas estava parada desde 2016 no Senado. Atualmente, salário é de R$ 33,7 mil. A desculpa seria a substituição do auxílio moradia, mas todos esses magistrados possuem suas residências onde atuam…

G1

O Senado aprovou nesta quarta-feira (7), por 41 votos a 16, projeto que aumenta em 16% os salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A proposta segue agora para a sanção do presidente Michel Temer.

Com o reajuste, os subsídios dos magistrados passarão de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil. O aumento passará a valer a partir da sanção presidencial. É prerrogativa do presidente da República vetar a proposta, se assim desejar.

Os senadores também aprovaram um segundo projeto que também reajusta em 16% o salário para o cargo de procurador-geral da República – os vencimentos também passarão para R$ 39,2 mil. A proposta foi aprovada de forma simbólica, sem contagem de votos.

A proposta de reajuste foi encaminhada ao Congresso em 2015 pelo então presidente do STF, Ricardo Lewandowski. Um ano depois, a Câmara aprovou o reajuste, mas o aumento ainda não havia sido analisado pelos senadores. O texto estava parado desde 2016 no Senado e foi incluído na pauta da Casa nesta terça-feira (6).

O aumento nos salários dos ministros gera um efeito-cascata nas contas, porque representa o teto do funcionalismo público. Caso o limite seja alargado, aumenta também o número de servidores que poderão receber um valor maior de gratificações e verbas extras que hoje ultrapassam o teto.

Segundo cálculos de consultorias da Câmara e do Senado, o reajuste poderá causar um impacto de R$ 4 bilhões nas contas públicas.

Nesta quarta, o presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou que este não era o “momento” de se ampliar despesas. Ele também declarou ver o aumento de gastos “com preocupação”.

  Publicado em: Governo

Mais uma preocupação para muitos!!! Bolsonaro vai explodir a bomba BNDES na primeira semana de governo

Publicado em   07/nov/2018
por  Caio Hostilio

O presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou que vai abrir os dados do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) na primeira semana de seu governo.

“O BNDES, da minha parte, vamos abrir todos os sigilos para vocês. Todos. Sem exceção”, disse ele a jornalistas após almoçar com o presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), João Otávio Noronha.

O objetivo, segundo Bolsonaro, é tirar o sigilo dos dados do banco ainda em janeiro de 2019, logo após tomar posse.

“Na primeira semana, até para dar matéria, para vocês se preocuparem com outras coisas a não ser o presidente”, ressaltou.

Essa bomba promete sacudir o Brasil inteiro

  Publicado em: Governo

O governo Flávio Dino não pode atacar somente os servidores públicos para conter o colapso fiscal

Publicado em   07/nov/2018
por  Caio Hostilio

Diante do desequilíbrio de suas contas, o governo Flávio Dino não pode somente buscar alternativas colaterais com arrojo contra os servidores públicos, pois foi exatamente a gestão Dino que inchou os gastos com a folha de pagamento, onde teria recebido o estado com o comprometimento de 35% do orçamento com essa rubrica e elevou esse índice ao patamar de 57% de comprometimento com a folha de pagamento nesses últimos quatro anos, conforme a matéria “Maranhão no Limite para o colapso!!! Estudo indica que 16 Estados correm risco de insolvência”, publicada hoje (07), onde o limite de acordo com a LRF de 60%.

O desequilíbrio fiscal deve ser considerado o problema a ser enfrentado pelo Governo Dino, cujo objetivo terá que cortar outras despesas desnecessárias e não buscar aumentar ainda mais os tributos, principalmente com o ICMS, que em as linhas gerais chegará ao gargalo da insensatez que requer um  ajuste apropriado e que não atinja de morte a circulação de dinheiro, o fechamento de empresas, que geram o desemprego e, principalmente, a culpa recair mais uma vez sobre o contribuinte.

Vale ressaltar que arrojo que só estimula atingir o contribuinte, sem cortes na própria carne, com certeza agravará a elevada desigualdade de renda e piore os indicadores de pobreza.

Que a equipe econômica do governo Flávio Dino estimule a atração de investimentos, que estimule as empresas maranhenses a criar empregos, que estimule o comércio e, assim, veja a arrecadação subir, que corte os gastos desnecessários do poder público, que diminua a estrutura governamental e que aprenda a fazer o dever de casa…

Caso contrário o colapso o levará em coma para UTI!!!

  Publicado em: Governo

Hildo Rocha defende nova Constituição Federal

Publicado em   07/nov/2018
por  Caio Hostilio

Ardoroso defensor do regime democrático, o deputado federal Hildo Rocha participou da solenidade realizada nesta terça-feira (6), pelo Congresso Nacional, para comemorar os 30 anos da Constituição Federal que entrou em vigor no dia 5 de outubro de 1988.

Em entrevista à TV Câmara, o parlamentar disse que é a favor de uma nova constituinte para a elaboração de uma Constituição Federal adequada aos dias atuais. “As 99 emendas feitas a nossa Constituição  é um forte indicativo de que precisamos confeccionar uma nova Carta Magna para nosso país, pois ficar apenas remendando não irá torna-la eficiente”, argumentou o deputado.

De acordo com Hildo Rocha, o texto aprovado em 1988 é muito bom, mas já não condiz com a realidade atual. “Essa constituição foi elaborada em um momento em que o Brasil passava por grandes transformações. O país saía de uma ditadura para um ambiente democrático. Havia, portanto, um enorme desejo de mudanças, almejava-se um Brasil muito social, que pudesse atender a todos os anseios da população”, explicou.

Cláusulas conflitantes

Segundo o parlamentar, por ser muito complexa e abrangente, a atual constituição cria ambiente favorável para a judicialização de questões que dificultam a gestão pública. “Muitas vezes, o entendimento que há num capítulo é conflitante que o que consta em outro. Isso dificulta, cria traumas sociais, gera insegurança, torna o serviço público caro e ineficiente”, disse o deputado.

Pontos positivos

Hildo Rocha citou o SUS como exemplo de acerto da constituição de 1988 que precisa ser preservado e melhorado. “O Sistema único de Saúde (SUS), que foi criado nessa constituição, é o melhor do mundo, sob o ponto de vista da sua formatação. Entretanto, muitas vezes faltam recursos para atender as demandas na sua plenitude, conforme estabelece a lei. Isso cria dificuldades para o nosso país que atravessa uma crise fiscal grave”, declarou.

Marco histórico

A sessão solene, que aconteceu no Plenário Ulysses Guimarães, na Câmara, faz parte de uma série de ações que serão promovidas ao longo deste ano para comemorar o 30º aniversário da Carta Magna. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o presidente da República, Michel Temer, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, e o ex-presidente da república, José Sarney, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli e a Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge participaram da solenidade.

https://youtu.be/e23kPUpNPqU

 

  Publicado em: Governo

Viana. Sujeira, ratos e urubus afastam consumidores da Feira da Barra do Sol. Cadê a Vigilância Sanitária? Cadê o Ministério Público?

Publicado em   07/nov/2018
por  Caio Hostilio

Por Vianensidades 

Se o Brasil fosse um país sério, locais como o mercado público de Viana, na Baixada Maranhense, seriam fechados imediatamente, com direito a multa pesada ao Poder Público Municipal.

Localizado na Av. Walber Duailibe, Bairro Barra do Sol, ao lado do Hospital Dom Hélio Campos, administrado pela Prefeitura de Viana, há décadas o local se encontra fétido, sujo, insalubre e habitado por ratazanas, cães vadios e urubus, que se dividem entre os poucos consumidores que ainda se aventuram e colocam em risco suas saúdes ao adquirirem alimentos no mercado, que foi inaugurado nos anos oitenta.

Na avenida cheia de buracos, não existem sinalizações; o trânsito é intenso de carretas, caminhões, motos, bicicletas e carroças, que põem em risco a integridade física dos transeuntes e clientes.

Mesmo passando por uma reforma completa na gestão anterior, do prefeito Chico Gomes, a área que vende pescados já está deteriorada e, os vendedores se deslocaram para o pátio do mercado, onde comercializam seus produtos em cestos de palha colocados no chão, bacias de alumínio, carrinhos de mão enferrujados, em uma imundice só encontrada nos países mais miseráveis da África como o Congo e o Burundi.

Nos boxes internos, os urubus voam e bicam restos de carnes, couraças e ossadas, da forma mais natural possível, sem serem incomodados.

Na área externa, centenas de picapes latas-velhas, adaptadas como pau-de-arara, transportam diariamente milhares de passageiros em condições precárias, indignas do ser humano e sem a menos segurança.

A nossa reportagem percorrem durante uma semana a rotina da Barra do Sol e do mercado. No local não encontramos nenhum guarda de trânsito, serviços de limpeza ou agentes da gestão municipal. Também não obtivemos notícias se o Ministério Público local tenha tomado alguma atitude para obrigar a prefeitura a tomar as providências que o caso requer.

  Publicado em: Governo

Sérgio Moro: “PT usa ‘álibi falso de perseguição política'”

Publicado em   07/nov/2018
por  Caio Hostilio

‘Não é projeto de poder, é fazer a coisa certa’, diz Moro sobre ministério. Falou ainda que pretende implantar agenda anticorrupção como ministro da Justiça e responde acusações feitas pelo PT: ‘álibi falso de perseguição política’. É preciso de fato, através da CGU, fiscalizar o uso dos recursos federais, principalmente os do FUNDEB e do SUS, que são desviados!!! Só critica a indicação do Moro para o Ministério da Justiça e Segurança aqueles que comungam com a corrupção!!! 

O juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava-Jato na primeira instância, afirmou, nesta terça-feira (6/11), que assumir o superministério da Justiça que lhe ofereceu o presidente eleito Jair Bolsonaro “não é um projeto de poder”, mas uma forma de “tentar fazer a coisa certa”.

“A ideia aqui não é um projeto de poder, mas sim um projeto de fazer a coisa certa num nível mais elevado, em uma posição que se possa realmente fazer a diferença e afastar de vez a sombra desses retrocessos”, afirmou Moro, em entrevista coletiva na sede da Justiça Federal do Paraná.

“O objetivo é no governo federal realizar o que não foi feito, com todo respeito, nos últimos anos e buscar implantar uma forte agenda anticorrupção e aqui eu agregaria, porque é uma ameaça nacional, uma forte agenda também anticrime organizado.”

Resposta ao PT

Mais de 60 jornalistas compareceram à coletiva, para a qual foi montado um forte esquema de segurança, com policiais caracterizados e à paisana. Na abertura, o juiz, que deixará a magistratura para assumir o novo cargo, fez uma longa explanação sobre os motivos que o levaram a dizer “sim” ao convite de Bolsonaro. Ele rechaçou suspeitas levantadas pelo PT de que teria agido para favorecer a candidatura Bolsonaro. “Não posso pautar minha vida com base numa fantasia, com álibi falso de perseguição política.”Moro embarca nesta quarta-feira para compromissos no escritório de transição e no Ministério da Segurança Pública em Brasília. Será a primeira viagem à capital federal como futuro ministro da Justiça. A equipe de transição iniciou oficialmente os trabalhos nesta segunda-feira, 5.

Desde a quinta-feira, quando aceitou o cargo de superministro da Justiça, Moro tem conversado com aliados e estudado os dados sobre a pasta, que volta a abrigar a Polícia Federal. A sepração ocorreu em 2017 por decisão do presidente Michel Temer (MDB), que criou a Secretaria Especial de Segurança Pública, que será fundido ao ministério comandado por Moro no próximo governo.

  Publicado em: Governo

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