EDUCAÇÃO: segredos do ENEM

Publicado em   03/nov/2017
por  Caio Hostilio

A maioria dos jovens procura uma vaga nas universidades, mas muitos deles desistem depois de algum tempo. Confira algumas dicas para fazer bonito nas provas e conquistar a tão sonhada aprovação.

“Organização, exercícios, espaço de estudo e revisão são alguns dos pontos fortes para que o candidato tire uma boa nota no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM)”, explica Taís Plastina, professora de Filosofia e Sociologia, especialista em cursos e concursos preparatórios.

A educadora separou algumas dicas importantes para obter êxito nas avaliações e destacou a organização como uma das principais. “Montar uma estratégia de estudo é fundamental, visto que o tempo precisa ser bem administrado pelo aluno. Não adianta estudar incansavelmente se a forma de fazer isso não é eficaz. Além do cansaço físico e mental, o jovem ainda conta com a frustração na hora do resultado”, diz.

A dica da professora é que o aluno defina qual assunto será estudado a cada dia. Uma agenda, um quadro, um bloco de notas, tanto faz a maneira como isso será escrito, pois o importante mesmo é organizar tudo para que o estudo de cada tema não ultrapasse 2 horas e meia por matéria.

Fazer os exercícios também é fundamental para a aprovação no Exame. Provas antigas estão por toda parte e cada questão resolvida é mais uma forma de desenvolver o pensamento crítico, a interpretação de texto e o raciocínio lógico. “Além do conteúdo, claro, os alunos terão a dimensão do tipo de prova que enfrentarão e se adaptarão com o curto tempo para responder cada questão”, acrescenta.

A revisão pode ser uma das dicas mais importantes, segundo ela. “Como o próprio nome já diz, o aluno irá revisar todo o conteúdo e poderá fazer isso também com os exercícios. “A prova não se limita ao dia de aplicação do exame, e sim ao processo de construção para esse dia”, conclui.

O Exame acontecerá em dois domingos seguidos, sendo 05 e 12 de novembro as datas escolhidas.

  Publicado em: Governo

O PCdoB: O partido mais capitalista do Brasil

Publicado em   03/nov/2017
por  Caio Hostilio

É certo afirmar que o Partido Co­munista do Brasil (PCdoB) é uma aberração que só as liberdades democráticas permitem existir. Ora bolas!!! É o partido comunista mais capitalista existente… Como adoram o dinheiro fácil e a vida nababesca, sem pensar no proletariado.

Seu nascimento já é duvidoso, pois o PCdoB nasceu de uma divisão do “Partidão”, o Partido Comunista Brasileiro (PCB), em 1962, cujos integrantes não seguiram as doutrinas dialéticas.

Os devotos do PCdoB, esse partido-seita no Brasil, tiveram como paradigma de nação a miserável e sofrida Albânia, o país mais atrasado da Europa, que, ao fim de 49 anos de ditadura, viu-se diante de um espetáculo inimaginável: toda sua população tentava emigrar para a Itália, e abandonar de uma vez por todas o “paraíso comunista”. Belo paraíso!

Aqui, no governo do PCdoB, não é diferente, basta ler a matéria “Falta de perspectiva está levando milhares de maranhenses como mão de obra barata para cidades do Goiás (para ler a matéria basta clicar no título)”, publicada em 09 de outubro de 2017.

O PCdoB sempre julgou um péssimo defeito burguês roubar dinheiro público. Não é que o Ministério dos Esportes (do PCdoB) adotou esse feio hábito da burguesia decadente, de surrupiar o tesouro nacional?

Logo viriam coisas mais volumosas, como o desvio de dinheiro para o partido e membros importantes usando as ONGs “camaradas”, das quais pelo menos oito a Polícia Federal conseguiu detectar. Coisa aí, apenas como ponta de iceberg, na casa dos 40 milhões de reais.

E Jandira Feghali, com fome de dinheiro, resolve se tornar capitalista, pois é dona do famoso restaurante La Fiorentina, na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, seu restaurante de elite, o Líbano Rio Express, especializado em comida árabe, já que a ex-proletária deputada é de ascendência libanesa. Jandira já fala em abrir mais duas casas.

No Maranhão, os “comunistas/capitalistas” estão se dando bem de várias maneiras e fazendo um desgoverno em todos os sentidos.

O PCdoB deveria ser chamado de Partido Capitalista do Brasil, pois não representa o povo, já que seu quadro é um aglomerado de pseudo revolucionários, democratas burgueses e todo o tipo de oportunistas.

  Publicado em: Governo

Júnior Verde destaca esforços para regulamentação dos limites entre os municípios maranhenses

Publicado em   02/nov/2017
por  Caio Hostilio

O deputado estadual Júnior Verde (PRB) destacou nesta quarta (01), na Tribuna da Assembleia Legislativa, os esforços que vem empreendendo para a regulamentação dos limites territoriais entre os municípios maranhenses. No início da semana, o parlamentar se reuniu com representantes do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (IMESC) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para discutir aspectos técnicos para a consolidação desses limites.

“Nós sabemos das dificuldades históricas que existem entre as divisas dos municípios. Os serviços básicos que atendem à população que vive no entorno, às margens desses municípios, às vezes, não chegam. Então, entendemos a necessidade de legitimar, de definir as competências, para assim, chegarem os serviços necessários aos municípios maranhenses”, justificou Júnior Verde.

O parlamentar fez referência ao Projeto de Lei nº 293/2017, que já foi publicado e atualiza as divisas intermunicipais de Santa Inês nos termos da Lei nº 10.888, de 22 de julho de 2015. O texto dispõe sobre as alterações cartográficas das divisas intermunicipais do Estado do Maranhão. Segundo Júnior Verde, o projeto vai resolver uma problemática séria entre os municípios de Santa Inês, Satubinha e Vitorino Freire, e principalmente, Altamira do Maranhão.

“O projeto vai atingir sua eficácia necessária porque é um acordo firmado entre os prefeitos e não deverá haver divergências políticas. Deve haver comunhão, realmente, de uma iniciativa que visa definir competências, porque nós estamos falando de limites e, claro, dentro desses limites, o que cabe a cada município. Significa dizer que as pessoas vão saber onde residem”, pontuou.

Durante o discurso, Verde enalteceu o trabalho pelo IMESC e pelo IBGE, e destacou ainda a atuação do deputado Bira do Pindaré, que é o presidente da Comissão das Cidades da Assembleia Legislativa. “Então, a união de esforços aqui é fundamental. Continuaremos nessa luta e assim como nós fizemos história resolvendo os problemas dos limites territoriais entre São Luís, Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa, mais uma vez avançamos para o interior do Estado, resolvendo um problema histórico entre Santa Inês e Altamira”, finalizou.

  Publicado em: Governo

Marcial Lima propõe recuperação e manutenção de praças

Publicado em   02/nov/2017
por  Caio Hostilio

Nos últimos anos, a prefeitura tem investido na recuperação de algumas praças em bairros de São Luís. Áreas que estavam em estado de abandono foram revitalizadas e se tornaram importantes espaços de lazer, diversão e para a prática de atividades físicas.

Mas, ainda, há muitos espaços que não foram aproveitados e dezenas de bairros onde a população não dispõe de locais assim. Há, também, bairros que receberam novas praças, mas a falta de manutenção levou à depredação do patrimônio público, como é o caso do Bairro Habitacional Turu.

Pensando em recuperar esses espaços e criar áreas de lazer, o vereador Marcial Lima (PEN) propôs, na Câmara Municipal de São Luís, que a prefeitura crie um programa de recuperação e manutenção de praças.

A proposta do vereador é que seja ampliada a parceria com associações comunitárias, para que a própria comunidade se sinta responsável pelo bem público, ajudando a cuidar das praças. “É de fundamental importância que a população tenha acesso ao lazer, à diversão sadia e ao esporte. Contribuir para a preservação dessas praças é obrigação de todos. Então, a prefeitura poderia criar mais espaços assim, com parquinho, bancos, equipamentos para ginástica e fazer parcerias com cada comunidade para a preservação das praças”, explica Marcial Lima.

  Publicado em: Governo

Uma foto que retrata a pobre e medíocre política da conveniência…

Publicado em   02/nov/2017
por  Caio Hostilio

Olhem essa foto e vejam as figuras que nela estão… Vejam políticos que vivem da conveniência, que estão sempre na busca do poder para sobreviver de migalhas e joguinhos medíocres e imundos desse mundo politiqueiro.

Na verdade, a política tende a englobar vertentes variadas que vão da parceria ao jogo imundo da política, usando das argumentações conceituais e seus significados e a dimensão ontológica do mundo real despojado da mera opinião vinda do senso comum, presa às aparências e a realidade empírica.

Essas politiquices são marcadas no mundo “político”… Coisa asquerosa!!! E a convivência nessa trama engloba aqueles que só sabe sobreviver do dinheiro público.

Que os maranhenses saibam mensurar toda essa imundice…

NOJENTO VER ISSO!!!

  Publicado em: Governo

Vêm aí 2018!!! Ano da politicalha, da mentira e dos ataques frenéticos por querer ser ético e moralista

Publicado em   02/nov/2017
por  Caio Hostilio

De início o joguinho imundo de interesses existentes na política, cujo objetivo é o de buscar apenas seus interesses pessoais e nunca o interesse coletivo, revela o quanto a política partidária está longe de seguir os anseios democráticos e republicanos…

Fico impressionado com o alcance da hipocrisia humana quando dou uma parada e olho o mundo ao redor. Senhores, doutores e corruptores batem a mão no peito e defendem suas posições como se fossem exemplares perfeitos da mais pura ética e moral, dignos de fundarem qualquer religião que salve de modo cabal a alma de seus seguidores.

Não se muda a cultura de um povo. Isso é processo Milenar. O que se faz é adaptar-se à cultura de um povo. É graças ao “jeitinho” que somos criativos e competitivos no mercado… A arte de enganar.

Conscientizar é a solução? Não! Não é a conscientização que irá fazer de nosso país e do estado do Maranhão uma república melhor. Isso é conto de fadas!

Enquanto formos hipócritas, jamais teremos condições de construir um Estado que seja Estado. A falta de ética não é um problema de berço ou religioso como acredita o vulgo, é um problema de educação pública. As escolas privilegiam uma educação técnica, voltada para o ensino de ciências, mas despreza aquilo sem a qual nenhum conhecimento técnico produz bons frutos: ética. Aliás, temos outro problema sério. No nosso sistema atual, quem for ético não tem chance na política, nem nas empresas privadas. É a hipocrisia de nosso sistema. Fala-se de ética como se todos fossem exemplos impecáveis dela; mas se você quiser realmente praticá-la, será punido pela sociedade. Dois pesos, duas medidas! Quanta hipocrisia!

Se quisermos um país ou um estado melhor, devemos aprender a diminuir nossa hipocrisia. E podemos começar admitindo que queremos levar vantagem em tudo. Que mal tem nisso? Você gosta de ser passado para trás o tempo todo? Você gosta de fazer parte de um país ou estado de bobocas?

Hipocrisia política: nas eleições, os políticos sempre sorriem e é “boa gente”. Mas tão logo elas passam, eles enfiam a faca nas nossas costas. O motivo é o mesmo de sempre: o interesse deles prevalece e, infelizmente, não coincide com os da sociedade.

O que dizer sobre tudo isso? Somos hipócritas!! Conhecemos o que precisa ser feito, sabemos como fazê-lo, mas não fazemos nada porque estamos brutalmente anestesiados para “tolerar” o fedor da latrina que é a nossa política e o seu joguinho medíocre!!!

A minha decepção diante de tanta mentira, da falta de compromisso e, principalmente, do reconhecimento, faz-me enojar de uma sociedade que fica omissa a tudo isso!!!

Agora, é aguardar e conferir… Que os maranhenses se lembrem de 2014, quando as promessas mirabolantes, as mentiras e a hipocrisia tomaram conta de uma eleição recheada de patacoadas!!!

  Publicado em: Governo

A desigualdade no Brasil e a utopia da transformação… No Maranhão a utopia não passou de enganação!!!

Publicado em   01/nov/2017
por  Caio Hostilio

Por Celso Luiz Tracco

A sociedade brasileira vem enfrentando enormes dificuldades nos últimos anos. Corrupção endêmica, violência urbana, altas taxas de desemprego, uma grave crise ética, falta de confiança em sua classe política são sinais claros da falta de esperança em um futuro promissor. Como resultado imediato, aumenta o número de jovens e mesmo de famílias constituídas que decidem construir suas vidas no exterior, refazendo o caminho inverso de seus antepassados, 100 anos atrás.

Mas, será que a nossa sociedade tem consciência de que esta crise não é de agora? Será que ela procura refletir as verdadeiras causas de seu infortúnio? Mais ainda, será que ela, tomando consciência das causas reais, tem condições de combatê-las transformando esse cenário caótico?

Não tenho a pretensão de dar uma solução definitiva à grave crise vivenciada pela nossa população, mas gostaria de refletir sobre três pontos que considero fundamentais e que estão na raiz de nossos problemas sociais. Claro que nossa crise não é de hoje. Nosso flagrante atraso social vem de muito tempo, mesmo comparado a países cujos recursos são infinitamente menores que os nossos. Minha proposta, aqui, é debater sobre temas como a baixa escolaridade, a enorme desigualdade social e o paquidérmico tamanho do Estado brasileiro.

A baixa escolaridade vem desde os tempos de nossa colonização europeia. Colonização essa que foi exploradora, predatória e oportunista. Nossos primeiros colonizadores não vieram para se estabelecer na terra, criando uma nova vida, construindo uma nova sociedade. Vieram explorar as riquezas naturais, utilizar mão de obra escrava, juntar o máximo de dinheiro possível e voltar para a metrópole enriquecidos. Sob esta visão, a educação nunca atingiu um papel relevante, afinal os nobres exploradores preocupados com a educação de seus filhos, envia-os para estudos na Europa. E para quê escravos precisavam ler e escrever?

A independência política não modificou substancialmente esse quadro. O Brasil faz censos regulares desde 1872 e, desde 1890, a cada 10 anos. Em 1890, início do período republicano, a taxa de analfabetismo no Brasil beirava os 90%.

Nossos primeiros cursos de estudos superiores só foram instalados no início do século XIX e nossas primeiras universidades, apenas, em 1934, por decreto do então presidente Getúlio Vargas. A partir da década de 70, há um enorme declínio na qualidade da escola pública de ensino básico, com gravíssimas consequências para a nossa população. Hoje, estima-se que em torno de 30% dos brasileiros maiores de 15 anos são analfabetos ou analfabetos funcionais (não têm capacidade de interpretar um texto).

A escola básica nunca foi uma verdadeira prioridade na política de Estado; ao contrário, é apenas usada como propaganda eleitoral de governos inescrupulosos. Não há saída para uma sociedade evoluída sem uma educação básica e massiva de qualidade.

O segundo ponto é a nossa enorme desigualdade social. De novo, um mal histórico. Evidente que a economia brasileira cresceu e se diversificou muito desde o final do século XIX, quando terminou a escravidão. Claro que ela permite uma ascensão social, exemplificada em milhares de imigrantes que aqui chegaram sem nada, e se tornaram industriais, banqueiros, empresários de sucesso. Sem dúvida, existem oportunidades, mas são para a maioria da população?

Na sua essência, a escorchante distribuição de renda não muda, não importa a época, não importa se há crise ou se a economia cresce muito ou pouco. A distribuição de renda no Brasil é imutável, infelizmente. Os 10% mais ricos detêm cerca de 55% da renda nacional, não importando o tipo de governo de plantão, enquanto os 50% mais pobres respondem por 10% da renda. As poucas e esparsas políticas sociais, sempre com objetivos eleitoreiros, são políticas assistencialistas, paliativas que não buscam uma real e verdadeira transformação da situação existente.

Evidentemente, uma enorme parcela da população está condenada a viver em condições de miséria e extrema pobreza, em estado de contínua degradação. Quanto mais essas condições perdurarem, mais a sociedade brasileira estará condenada a viver no atraso e em descompasso com os países mais avançados.

Sem uma distribuição de renda consistente, não teremos uma evolução em relação a emprego, nem melhores condições de moradia, de transporte, de saúde, de uma melhor oferta de bens e de serviços. O urgente avanço na distribuição de renda não é apenas uma questão humanitária, é uma questão econômica, fundamental para o futuro de todos.

Finalmente, a terceira parte de nossa reflexão: A gigantesca máquina pública, aqui englobando os governos federal, estadual e municipal e os poderes executivo, legislativo e judiciário.

A cultura latina, de onde somos originários, é famosa por seu grau de apadrinhamento, nepotismo e burocracia. Esses elementos, sordidamente combinados, fizeram a máquina pública inchar mais e mais, sem parar, ao longo de décadas. Este inchaço traz como agravante, a necessidade insaciável de arrecadação de impostos. Além disso, o governo em geral, proporciona uma má qualidade de serviços, penalizando quem quer produzir.

As empresas estatais, ainda que necessárias quando da sua criação, ao longo do tempo, mostraram-se ineficientes, caras e com focos contínuos de corrupção, um cabide de empregos disputados por políticos e apaniguados. Não por acaso, o Brasil possui o pior retorno sobre impostos arrecadados, entre as trinta principais economias do mundo.

A máquina pública brasileira já se revelou obsoleta, ineficaz, lenta, burocrática e corrupta. Os recursos despejados em impostos são gastos com folha de pagamento, por meio de vultosas aposentadorias e pensões, mordomias nababescas, cargos de confiança, entre outros, faltando dinheiro para a segurança, a saúde, a educação, a infraestrutura, o que afeta a vida de milhões de brasileiros.

Nunca se ouve falar em redução de gastos, mas sempre na necessidade de arrecadação de mais impostos. O governo brasileiro é uma vergonha.

A sociedade brasileira precisa enfrentar esses três pontos de frente. Qual a saída? A sociedade civil deve estar comprometida com as mudanças estruturais. Claro que estamos acostumados a depender do governo como um salvador da pátria, mas já tivemos muitos e nenhum resolveu, e ninguém resolverá.

Devemos fazer a parte que nos cabe, sermos protagonistas de nosso destino, procurar incentivar e apoiar toda e qualquer medida que favoreça a educação. Não devemos explorar o próximo e contribuir de todo modo para uma maior e mais equitativa distribuição de renda.

Lutar, com todas as forças, para pressionar o governo a não aumentar a carga tributária, na verdade deve diminuí-la. Assim estaremos, efetivamente, trabalhando para uma transformação de nossa sociedade. Utopia? Pode ser, mas lembre-se que utopia é algo muito difícil, mas não impossível, de ser alcançado.

 

  Publicado em: Governo

Vereador Marcial Lima entrega quadra reformada no Filipinho

Publicado em   01/nov/2017
por  Caio Hostilio

Um novo espaço de lazer para a população do Filipinho. O vereador Marcial Lima (PEN) atendeu a uma solicitação antiga dos moradores do bairro, que reivindicavam a reforma da quadra poliesportiva. Em solenidade realizada na noite dessa terça-feira (31), Marcial entregou a quadra do Filipinho devidamente reformada para a comunidade

Em seu discurso, o vereador destacou a importância deste novo espaço de lazer, que será utilizado pela comunidade para atividades esportivas voltadas para crianças, jovens, adultos e idosos.

“A quadra é um espaço importante para o desenvolvimento de prática esportivas e, também, um lugar de lazer no dia a dia de uma comunidade. O mais importante hoje não é só entregar a quadra, mas que as pessoas possam preservar este ambiente e que este ambiente possa servir de exemplo para muita coisa. Sou vereador com o intuito de fazer o desenvolvimento de São Luís”, afirmou Marcial Lima.

Para os moradores do Filipinho, a nova quadra poliesportiva do bairro é uma ação bastante significativa. “A reinauguração desta quadra é muito importante para nós. Com esta reforma, podemos utilizar esta quadra para atividades esportivas, para aulas de zumba, atividades para idosos. Isso é muito importante”, declarou a moradora Fátima Moura.

Após conseguir a reforma do bairro, Marcial Lima garantiu que continuará atuando em prol da comunidade. “Nossas reuniões no bairro do Filipinho com muitas pessoas da comunidade já alcançam resultados. A grande luta é pelo asfaltamento das ruas, mas outros serviços estão chegando pela unidade da população. Vamos continuar a luta pelo asfalto novo no Filipinho, pela infraestrutura e pela segurança”, concluiu.

  Publicado em: Governo

Eleições no Cofen: Hildo Rocha diz que Manoel Neri “emprenhou” urnas

Publicado em   01/nov/2017
por  Caio Hostilio

Em pronunciamento na tribuna da Câmara Federal, o deputado federal Hildo Rocha, disse que as eleições do Conselho Federal de Enfermagem foram contaminadas por irregularidades. “Antigamente, os fraudadores emprenhavam urnas. Mas, quem pensa que isso é coisa do passado está equivocado. Na eleição do Cofen a vitória do presidente Manoel Neri foi alcançada por meio desse artifício, as urnas foram emprenhadas digitalmente”, denunciou o parlamentar.

De acordo com Hildo Rocha a fraude não se limitou apenas às eleições do Conselho Federal. “Tenho em meu poder provas de irregularidades praticadas nas disputas dos conselhos regionais. Por meio de eleições fraudulentas nos Estados, o Sr. Manoel Neri conseguiu eleger somente candidatos que tinham o compromisso de perpetuá-lo no comando do Cofen. ”, afirmou o deputado.

Dinâmica da fraude

De acordo com Hildo Rocha, houve manipulação das urnas. “Há registros de inúmeros votos gerados no mesmo IP. Quando os profissionais iam votar recebiam mensagem informando que estes já haviam votado. Isso jamais poderia acontecer. É a prova maior de que houve fraudes”, argumentou o deputado.

Rocha disse que a fraude possibilitou a eleição de chapas completamente descompromissadas com as causas da categoria. “O objetivo era apenas garantir que os conselhos estaduais elegessem somente pessoas alinhadas com a diretoria do Conselho Federal. Isso gerou descontentamento e motivou os profissionais a denunciarem as irregularidades praticadas pelo presidente do Cofen”, frisou.

Escândalos

Rocha enfatizou que o presidente do Cofen é contumaz na prática de irregularidades. O parlamentar lembrou que o Cofen foi alvo de auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) que confirmou irregularidades na gestão do Sr. Manoel Neri. A investigação constatou irregularidades em diversos Conselhos estaduais, entre os quais o do Maranhão. “Como se não bastasse esse escândalo, agora o Sr. Manoel Neri volta a protagonizar outro vexame nacional”, lamentou o deputado.

  Publicado em: Governo

Esse blog já havia chamado a atenção para a apropriação de obras do ex-governo por Flávio Dino

Publicado em   01/nov/2017
por  Caio Hostilio


Esse blog já havia chamado atenção, conforme a postagem “Flávio Dino quer se apropriar das obras do governo Roseana Sarney (para ler basta clicar no título da Matéria), publicado no dia 09 de agosto de 2016, onde disse entra outras coisas: Vale ressaltar primeiramente, que um verdadeiro gestor não se apropria de ações dos outros! Flávio Dino vem se apropriando de todas as obras feitas pelo governo Roseana Sarney. A estratégia foi a de demorar o máximo possível para terminar obras que já estavam com mais de 90% prontas e depois terminá-las como se fosse dele o feito. Vimos isso em diversas obras, como exemplos: Hospital de Pinheiro e o de Caxias.

Agora, Flávio Dino pegou o costume antidemocrático, antiético e nada republicano, coisa que não condiz com os princípios de um gestor realmente preocupado com a coisa pública.

 

  Publicado em: Governo

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