Chinesinho queria todas da mesma família!!! Chinês é flagrado traindo a esposa com a cunhada em estacionamento

Publicado em   19/dez/2014
por  Caio Hostilio

G1 São Paulo

Como vingança, mulher deixou dupla nua no estacionamento.
Outros clientes fotografaram casal nu e postaram fotos nas redes sociais.

traicaoA chinesa Ting Su, de 29 anos, flagrou o marido a traindo com a irmã dela em um estacionamento lotado de um shopping na China. O marido e a irmã de Su estavam nus no carro.

Segundo a imprensa chinesa, Su usou um rastreador de celular para encontrar o marido, mas ficou em choque ao flagrá-lo tendo relações sexuais com a cunhada.

Como vingança, Su entrou no carro e foi embora, deixando o marido Cheng e a irmã dela nus em pleno estacionamento. A mulher pediu o divórcio do marido.

Outros clientes do shopping fotografaram o casal nu e postaram fotos nas redes sociais, como o Weibo.

 

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A importância da humanização nas unidades de saúde é fundamental…

Publicado em   19/dez/2014
por  Caio Hostilio

É preciso que se tome como base primordial a utilização das práticas humanizadas nos hospitais, mais precisamente nos leitos de UTIs cujos pacientes precisam não só da presença de profissionais da área médica, mas também de voluntários que tragam o afago psicológico, espiritual, familiar, de alegria e paz, harmonia e lúdico, amor e esperança…

Que deem continuidade a essa iniciativa e que ela sirva de exemplo aos demais hospitais públicos e privados… Como eu e entes meus (enfermos) já sofremos com essa falta de humanização!!!

humanização

  Publicado em: Governo

Discurso de despedida do Senador Cafeteira…

Publicado em   18/dez/2014
por  Caio Hostilio

senador na midia4Discurso do Senador Epitacio Cafeteira

18.12.2014

Senhor Presidente,

Senhoras Senadoras e Senhores Senadores,

Venho hoje à tribuna, ao final da presente Legislatura, para despedir-me do Senado Federal, bem como dos nobres e estimados Colegas Senadores.

Tenho 90 anos: 52 anos de vida pública.  Enquanto a saúde me permitiu, neste segundo mandato que cumpri no Senado, de 2007 até hoje, procurei o convívio fraterno e respeitoso com os parlamentares desta Casa, obtendo deles reciprocidade e carinho.  Procurei aprender com os bons, e talvez alguma coisa ensinar, extraída de uma longa e proveitosa experiência de vida.

Disse Plínio, o Jovem, — orador, jurista e político da Roma Antiga: virtutes habet abunde qui alienas amat. Traduzindo-se para o português: tem virtudes em abundância aquele que ama as virtudes alheias.  Seguindo, portanto, o que é dito no adágio, admirei as virtudes de muitos dos ilustres Pares e Amigos que encontrei no Senado.

Fui quase tudo na vida pública.  O ano de 1963 já me encontrou suplente do deputado federal Pedro Braga. Convocado, a certa altura, a exercer o mandato, o exerci.  Segui, desde essa estreia na vida pública, o propósito de bem servir ao Brasil e ao Maranhão.

Em 1965, fui eleito Prefeito da cidade de São Luís, capital do Maranhão.  Imposto o bipartidarismo pelo regime militar, ingressei no saudoso MDB (Movimento Democrático Brasileiro).  Por esse partido de oposição aos militares, fui eleito três vezes consecutivas deputado federal, a começar da emblemática e decisiva eleição de 1974, aquela que viu crescer o apoio eleitoral às forças de oposição ao governo federal, tendo sido, ali, plantada, talvez, a primeira semente que nos levaria à restauração da normalidade democrática.  Presidi, também, o diretório regional do MDB no Maranhão.

Reporto-me, — Senhor Presidente, — às vitórias que obtive na carreira política.  Houve, certamente, — como sempre há na vida dos políticos, — algumas derrotas.

Em 1986 cheguei ao governo do meu estado.  Fui governador do Maranhão, de 1987 a 1990.  De 1991 a 1999, exerci o meu primeiro mandato nesta Casa.  E de 2007 a 2014, o segundo mandato como senador, eleito pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), mandato que ora se encerra, encerrando-se, com ele, um longo percurso político.

Foi essa,  — Senhoras e Senhores Senadores, — a vida que vivi; a vida política que trilhei, descrita aqui em linhas gerais; a vida que dediquei aos brasileiros em geral, e aos maranhenses em particular.  Dela saio vitorioso.  Dela me orgulho.

Àqueles pouco mais de um milhão de eleitores maranhenses aos quais devo o presente mandato de senador que ora se encerra, quero dizer que procurei retribuir a confiança em mim depositada por meio da diuturna defesa, nesta Casa, dos interesses de nosso querido estado.  Fi-lo até o ponto em que não fui estorvado por problemas de saúde que me afligiram nestes últimos anos.

Aos brasileiros, digo que procurei atender ao mais legítimo interesse nacional, que deve pairar soberano acima de quaisquer particularismos.  Entre os projetos de lei da minha autoria, apresentados neste último período de oito anos como senador, destacaria dois:  dois projetos voltados aos interesses do cidadão trabalhador.  Ambos ainda aguardam aprovação.

O Projeto de Lei do Senado n.º 152, de 2008, isenta da obrigação de pagar Imposto de Renda os servidores públicos do quadro efetivo que tenham sido aposentados em virtude de acidente sofrido em serviço ou que sejam portadores de moléstia profissional.  Trata-se de matéria de evidente motivação humanitária.  Já tendo sido aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais, aguarda parecer da relatoria na Comissão de Assuntos Econômicos.

E o segundo projeto que gostaria de mencionar é o Projeto de Lei do Senado n.º 35, de 2011, que objetiva permitir ao trabalhador movimentar a sua conta do FGTS com a finalidade de custear os seus estudos.  Com a intenção de incentivar a qualificação profissional do trabalhador brasileiro, em especial o trabalhador de baixa renda, o projeto exige que tais cursos sejam profissionalizantes, de capacitação ou de especialização.  A matéria está tramitando na Casa, em conjunto com outras matérias que versam sobre o mesmo assunto.

Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Senadores:

Como todos sabemos, senado vem do latim senatus, que, por sua vez, forma-se a partir do substantivo latino senex, que quer dizer velho, idoso.  Na condição de senador mais idoso desta Casa, devo dizer que o Brasil de hoje evoluiu bastante em relação ao Brasil de cinquenta e dois anos atrás, quando eu comecei a disputar eleições.

É claro: não se anda hoje com a mesma tranquilidade pelas ruas, pois o País infelizmente foi assolado pela violência urbana, devido isso a vários fatores, entre os quais o processo de urbanização acelerado e desordenado, e a falência das forças de segurança pública e do sistema prisional.  A vida corre, hoje, também, mais rápida, e as pessoas parecem ter-se tornado mais impacientes:  com elas mesmas e com os outros.

Mas institucionalmente, que é a perspectiva que o homem público costuma escolher para avaliar o mundo, o Brasil melhorou.  Não resta dúvida de que melhorou.  Na construção de instituições democráticas e no valor que a elas dá o povo brasileiro.  E quando digo povo, digo todo o povo, do mais humilde brasileiro ao mais rico e mais poderoso, incluída aí a classe dirigente.  Tivemos uma formação social e histórica autoritária, e esta é a verdadeira herança maldita que temos de superar para alcançar a modernidade.  Mas avançamos demais nos últimos cinquenta anos.

O Golpe Militar de 1964, por exemplo, foi uma solução autoritária para se contrapor a um governo democraticamente eleito, o de João Goulart, mas que também, este, ensaiou seus passos em direção à via autoritária quando lhe conveio, indicando que poderia governar por decreto, passando por cima das autoridades constitucionalmente eleitas do Congresso Nacional, e dando apoio aberto à quebra da hierarquia militar, o que lhe foi fatal.

E assim fomos mergulhados em vinte e um anos de arbítrio, perseguições, cassações de mandatos e, especialmente a partir de 1968, tortura e execução de presos políticos.  Brasileiro contra brasileiro, irmão contra irmão.

A tudo isso, a Constituição de 1988 veio redimir.  E desde então, assistimos ao mais longo período democrático republicano que o País já conheceu.  Porém, talvez mais importante até mesmo do que o avanço jurídico-institucional que já dura, para os padrões brasileiros, longos vinte e seis anos, é o fato de que a mentalidade e os valores do nosso povo e da nossa elite também avançaram, no que diz respeito à disposição de tolerar opiniões políticas divergentes e com elas conviver de modo pacífico, em respeito às leis do País.  Hoje ninguém mais pensa em ruptura! — excetuadas minorias ridiculamente inexpressivas.

Então, — Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Senadores, — é uma satisfação para mim encerrar meu mandato de senador contemplando um Brasil melhor, naquilo que é permanente e fundamental, do que aquele no qual iniciei minha vida parlamentar.

Ficará no peito a saudade desta insigne Casa, habitada por ilustres representantes do povo brasileiro.  Peço que me desculpem por qualquer coisa, — que é a fórmula de cortesia que usa o brasileiro simples quando se despede de alguém.  Agradeço, emocionado, a todos os meus Pares pelo convívio elevado e respeitoso com que sempre me brindaram no Senado Federal da República.

E por fim, agradeço àquele que foi a causa de todo o meu percurso de homem de Estado: que é o povo maranhense!

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Sarney: Deixa aprovado o Novo Código de Processo Civil e reapresentará o seu projeto “Estatuto das Empresas Estatais”

Publicado em   18/dez/2014
por  Caio Hostilio

20141218174028492412eO senador José Sarney (PMDB-AP) fez nesta quinta-feira (18/12) seu último discurso na tribuna do Senado. Embora seu mandato encerre apenas no dia 1º de fevereiro, Sarney aproveitou o último dia com maior presença de senadores para sua despedida após 60 anos ocupando cargos públicos.

“Levo o fato de ser o senador, o parlamentar mais longevo da história política do País. São 60 anos”, disse ao iniciar o discurso. Na fala, Sarney aproveitou para lembrar fatos históricos e defender temas atuais, como a reforma política, mudanças no controle das empresas estatais e na legislação penal para diminuir a violência no país.

Ex-presidente da República e ex-governador do Maranhão, Sarney disse que se arrepende de ter voltado ao Congresso depois que deixou o Palácio do Planalto e defendeu que o Brasil se torne um país parlamentarista. “Eu também tenho um arrependimento – até fazendo um mea culpa: penso que é preciso proibir que os ex-presidentes ocupem qualquer cargo público, mesmo que seja cargo eletivo”, disse.

“Já expressei minha convicção de que precisamos caminhar a passos mais largos para o parlamentarismo. O parlamentarismo é uma forma mais alta, nas crises que a democracia sempre tem, cai o governo, mas não se cria a crise institucional de cair o presidente, de termos o trauma de se fazer aquilo que o povo já fez, que é a Presidência da República”, complementou.

Ainda sobre crises institucionais, o senador fez referência ao delicado momento vivido pelo governo em meio à crise da Petrobras e lembrou que já apresentou há anos um projeto de lei para criar um Estatuto das Estatais. Segundo ele, seu último legado ao Senado será reapresentar a proposta.

“Eu vou reapresentar, deixar como última presença minha no Legislativo brasileiro, no Senado, vou reapresentar esse projeto que é o Estatuto das Empresas Estatais e, com ele feito, nós não teremos a repetição que estamos vendo com essas coisas que têm acontecido nas estatais”, anunciou.

Por fim, o senador criticou o instituto das medidas provisórias e disse que elas contribuem para baixar a qualidade da legislação. “Ainda no espaço da reforma política, temos de ter a coragem de acabar com as medidas provisórias. Elas deformam o regime democrático. O Executivo legisla, e o Parlamento fica no discurso. As leis são da pior qualidade, e as MPs recebem penduricalhos que nada têm a ver com elas, para possibilitar negociações feitas por pequenos grupos a serviço de lobistas”.

Sarney criticou ainda o baixo tempo de prisão aplicado aos homicidas no Brasil e o excesso de recurso a que eles têm direito, permanecendo livres enquanto o processo não é concluído. Nesse aspecto, elogiou o novo Código de Processo Civil, aprovado nesta quarta-feira (17/12) no Senado e que foi originado por comissão de juristas convocada por ele, quando foi presidente da Casa. Para Sarney, o baixo rigor aplicado aos crimes violentos, associados à maioridade penal apenas aos 18 anos são incentivos à violência.

  Publicado em: Governo

Ajude o Disque Denúncia do Maranhão…

Publicado em   18/dez/2014
por  Caio Hostilio

procurados

  Publicado em: Governo

Faz-se necessário num estado que é regido pela politicalha canalha e safada, que orquestra factoides!!!

Publicado em   18/dez/2014
por  Caio Hostilio

imagesNOTA – Subsídio ex-governador

Sobre as interpretações equivocadas acerca do subsídio concedido à ex-governadora Roseana Sarney, o Governo do Estado do Maranhão esclarece:

1-  Roseana Sarney reassumiu o Governo do Estado em 2009 e em 2011, já reeleita, abriu mão do subsídio de ex-governadora e optou por receber o subsídio de governadora.

2-  Agora, ao renunciar ao cargo, referente ao mandato 2011/2014, Roseana Sarney tem direito novamente a requerer o subsídio na condição de ex-governadora.

3-  O subsídio trata-se de um benefício especial concedido a ex-governadores, assegurado pela Constituição Estadual, que não se aplica ao teto constitucional, não interferindo, portanto, na sua aposentadoria pelo Senado, conforme o parecer da Procuradoria Geral do Estado (PGE), de no591, de 22 de junho de 2005, que diz: “A pensão vitalícia concedida ao ex-governador é um benefício de natureza adjutória pelo exercício da função pública relevante que não se confunde com os vencimentos percebidos pelos servidores públicos decorrente da contraprestação de serviços, razão pela qual referida pensão não se submete a regra proibitiva de vinculação prevista no art. 37, XIII, da Constituição Federal”.

4-  A legalidade do benefício, embora tenha sido questionada por meio de Ação Direta de Inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF), em 2005, ainda não tem decisão, seja de caráter liminar ou de mérito.

  Publicado em: Governo

O que estaria levando a esse fenômeno? A corrida consumista do capitalismo? 10% dos domicílios em que família passa fome têm computador

Publicado em   18/dez/2014
por  Caio Hostilio

Estadão

BBgX8NBDez por cento dos domicílios com insegurança alimentar grave – situação que pode chegar à fome – tinham microcomputador com acesso à internet em 2013, afirma o Suplemento de Segurança Alimentar da PNAD 2013. A situação surpreendente se repete quando são examinados os porcentuais referentes a lares nessa situação que tinham outros eletrodomésticos. Em 13,8%, havia micros sem web; em 88,4%, televisão; em 21,8%, máquina de lavar roupa; em 85,8% geladeira; e em 93,5%, fogão. Esses porcentuais cresceram na comparação com 2009, quando foram 3,3%, 6%, 86%, 11,9%, 75,5% e 93,6%. Nas demais situações (segurança alimentar e insegurança leve e moderada) também houve aumentos.

A situação se repete em relação à posse de outros bens de consumo. Entre os lares com insegurança grave, a proporção daqueles que tinham motocicleta, de 2009 a 2013, foi de 7,1% para 12,95%. Os domicílios nessa situação com automóvel foram de 5,8% para 8,9%. As residências desse tipo apenas com celular cresceram de 47,3% para 64%. E os domicílios nessa situação com telefone fixo passaram de 61,8% para 75,9%. Também nesses itens houve aumento generalizado nos respectivos porcentuais, entre os dois anos examinados.

O acesso facilitado ao consumo contrasta com as condições sociais encontradas pela pesquisa. Elas pioraram assim como se agravaram as condições de alimentação, da situação de segurança alimentar para a insegurança grave, passando pela leve e moderada.

“Em relação aos serviços (…), quanto mais intensa a situação de insegurança, menor era a proporção de domicílios”, diz o estudo do IBGE. “Os domicílios em IA leve apresentaram proporcionalmente menos domicílios atendidos pela rede coletora de esgotamento sanitário (44,2%) do que aqueles em segurança alimentar (63,2%). Para aqueles em IA grave a proporção de domicílios atendidos por este serviço era ainda menor (34,4%). Entre os domicílios que não tinham qualquer preocupação com restrição a quantidade de alimentos, 92,0% tinham lixo coletado diretamente; 87% contavam com a rede geral de abastecimento de água e em 98,8% existia banheiro, para aqueles em IA grave os porcentuais foram 75,2%; 73,6% e 87,5%, respectivamente.”

Renda

O exame por rendimento domiciliar per capita mostra que em 2013 a houve “ligeira concentração” de domicílios nas classes mais elevadas. Segundo a pesquisa, 53,3% dos lares em SA tinham renda per capita de mais de um salário mínimo. Só a faixa de mais de dois mínimos tinha quase um quarto dos lares, 23,9%. No outro extremo, 78,9% dos domicílios em IA moderada ou grave pertenciam à classe de até um salário mínimo per capita e apenas 2,2% ganhavam mais de dois salários mínimos no ano passado.

  Publicado em: Governo

Parabéns as mulheres!!! Plenário aprova inclusão de feminicídio no Código Penal

Publicado em   18/dez/2014
por  Caio Hostilio

Assassinato de mulheres passa a ser classificado como uma das formas de homicídio qualificado. Projeto segue para a Câmara

Congresso em Foco

femininaO Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (18) a inclusão do feminicídio no Código Penal como circunstância qualificadora do crime de homicídio (PLS 292/2013). O projeto seguirá para votação na Câmara dos Deputados.

O projeto estabelece o feminicídio como uma das formas de homicídio qualificado. O crime é definido como o homicídio praticado contra a mulher por razões de gênero, quando houver violência doméstica ou familiar, violência sexual, mutilação da vítima ou emprego de tortura. A pena definida pelo Código Penal é de 12 a 30 anos de reclusão.

O projeto é oriundo da CPI Mista da Violência contra a Mulher. Na justificativa da proposta, a comissão observa que a aprovação da Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006) foi um ponto de partida, e não de chegada, no combate à violência contra a mulher. Daí a defesa da inclusão do feminicídio no Código Penal, em sintonia com recomendação da Organização das Nações Unidos (ONU).

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) apresentou substitutivo para aperfeiçoar o projeto, mas manteve a essência da proposta apresentada pela CPI. Ela rejeitou emenda apresentada pelo senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), que abrangia de forma ampla crimes “por preconceito de raça, cor, etnia, orientação sexual e identidade de gênero, deficiência, condição de vulnerabilidade social, religião, procedência regional ou nacional; ou em contexto de violência doméstica ou familiar”.

Para Gleisi Hoffmann (PT-PR), a aprovação do projeto é uma resposta do Parlamento a casos recentes de violência contra a mulher, a exemplo da declaração do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) de que só não estupraria a deputada Maria do Rosário (PT-RS) porque ela “não merece”. A conduta do deputado é objeto de apuração pelo Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara e foi denunciada pela Procuradoria-Geral da República ao STF.

— O Congresso não pode ficar impassível diante de tanta barbárie e silenciar sobre o assunto. Por isso é importante a votação do projeto — afirmou Gleisi.

Gleisi Hoffmann disse que emenda apresentada pela senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) melhorou a redação do projeto, ao redefinir as circunstâncias do feminicídio e ao prever o aumento de pena quando o crime for praticado contra gestante, idosas, menores de 18 anos, entre outras.

Segundo a senadora, há um anseio da sociedade por punições mais duras, diante do aumento dos homicídios de mulheres. A tipificação do feminicídio também visa a impedir interpretações jurídicas anacrônicas, como a associação entre o assassinato de mulheres e crimes passionais, ressaltou Gleisi.

Gleisi Hoffmann lembrou ainda que países como México, Chile e Argentina já incorporaram o feminicídio às legislações penais.

A senadora Ana Rita (PT-ES), relatora da CPI Mista, também saudou a aprovação do projeto. A votação da proposta foi acompanhada por representantes de diversas entidades, como a União Brasileira de Mulheres (UBM), a Via Campesina, a Marcha Mundial das Mulheres e a Contag.

  Publicado em: Governo

Maluf é ficha limpa… Merecido? Ao menos não recebeu doação da OAS mesmo seu partido ser o mais envolvido no Petrolão!!!

Publicado em   18/dez/2014
por  Caio Hostilio

TSE reverte decisão e autoriza Maluf a assumir novo mandato em 2015. Uma coisa chama a atenção!!! Maluf calou a boca de muito falso moralista e terão que engoli-lo na Câmara dos Deputados.

G1

Blog-do-Mesquita-PL-Paulo-Maluf-RisoO Tribunal Superior Eleitoral decidiu ontem (17) aprovar o registro de candidatura do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP), o que o autoriza a assumir um novo mandato na Câmara, a partir de 2015. A decisão derruba decisão anterior do próprio TSE e do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), que haviam barrado o parlamentar com base na Lei da Ficha Limpa. O Ministério Público ainda pode recorrer da decisão no TSE ou no Supremo Tribunal Federal (STF).

Em setembro, por um placar apertado, de 4 votos a 3, o TSE havia negado recurso de Maluf e barrado a sua candidatura à reeleição na Câmara dos Deputados com base na Lei da Ficha Limpa. O parlamentar, no entanto, ainda podia recorrer da decisão no próprio TSE e no Supremo Tribunal Federal (TSE), o que permitiu que ele pudesse continuar em campanha.

O procurador-geral eleitoral, Rodrigo Janot, chegou a enviar, em setembro, parecer ao TSE recomendando que a Corte negasse o registro eleitoral para o parlamentar.

Na decisão desta quarta, o resultado anterior do TSE foi revertido pelo ministro Tarcísio Vieira, que substituiu Admar Gonzaga na sessão. No julgamento feito em setembro, além de Gonzaga e da ministra relatora do caso, Luciana Lóssio, votaram contra Maluf os ministros Luiz Fux e Maria Thereza de Assis Moura. A favor de Maluf haviam votado o presidente do TSE, Dias Toffoli e os ministros Gilmar Mendes e João Otávio de Noronha.

Como Maluf foi o candidato mais votado de sua coligação, a validação de sua candidatura deve mudar a relação de deputados federais por São Paulo inicialmente divulgada. Isso ocorre porque é a soma dos votos dos candidatos e dos partidos da coligação que determina o número de cadeiras que cada uma delas obtêm na Câmara. Com mais votos oriundos de Maluf, a coligação formada por PMDB, PROS, PP e PSD deverá ter direito a mais vagas.

Após a decisão, Maluf agradeceu aos eleitores pelo Twitter e disse que dedicará “todas as forças” ao novo mandato. “Meus queridos como sempre tenho dito, minha ficha é limpa e mais uma vez a Justiça, através do TSE por ampla maioria assim decidiu e minha candidatura foi registrada”, comemorou.

  Publicado em: Governo

Governo do Estado avança no processo de adesão do Maranhão ao programa Brasil Mais Seguro

Publicado em   18/dez/2014
por  Caio Hostilio

9c089d5651e68d08b50515cf1b767ea1_MO Governo do Estado, por meio da Secretaria de Segurança Pública (SSP), está concluindo o envio de informações que irão garantir ao Maranhão aderir ao programa Brasil Mais Seguro, desenvolvido pelo Ministério da Justiça. Semana passada, o secretário Marcos Affonso esteve em Brasília, onde tratou do assunto com a secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki, a qual confirmou que está bem encaminhada a implantação do Projeto Brasil Mais Seguro no Maranhão.

Seguindo a orientação de que todas as iniciativas deste governo sejam repassadas de forma transparente equipe de transição da próxima gestão, Marcos Affonso fez questão que o acompanhasse em Brasília o futuro secretário da SSP, delegado Jeferson Portella.

Também presente o secretário adjunto de Desenvolvimento e Articulação Institucional (Sadai), coronel Antônio Roberto dos Santos Silva.

“Estamos finalizando a entrega de informações e de tudo o que o Governo Federal solicitou para nossa adesão ao Brasil Mais Seguro e aproveitamos essa visita para apresentar o futuro secretário de Segurança ao comando da Força Nacional e à Secretaria Nacional de Segurança Pública”, disse Marcos Affonso.

O programa integra o Plano Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, que realiza ações voltadas para o fortalecimento das fronteiras, o enfrentamento às drogas, o combate às organizações criminosas, a melhoria do sistema prisional, a segurança pública para grandes eventos, a criação do Sistema Nacional de Informação em Segurança Pública e a redução da criminalidade violenta.

Atuação
O Brasil Mais Seguro prevê três eixos de atuação: a melhoria da investigação das mortes violentas; o fortalecimento do policiamento ostensivo e de proximidade (comunitário); e o controle de armas.

Marcos Affonso também fez questão de levar Jeferson Portella à Rede Nacional de Altos Estudos em Segurança Pública (Renaesp), que se trata de um projeto de educação permanente voltado aos profissionais de segurança pública, bem como aos demais interessados e atuantes nesta área. A Rede se constitui a partir da parceria com Instituições de Ensino Superior (IES) que promovem cursos de pós-graduação lato sensu, na modalidade presencial, sobre diferentes temas relacionados à Segurança Pública.
Segundo Marcos Affonso, na visita à Renaesp foi confirmada a realização de cinco cursos de pós-graduação para os profissionais da segurança pública do Maranhão, no próximo ano. “Fomos o estado que mais aprovou cursos para seus profissionais”, ressaltou o secretário.

Outra boa notícia é que o Governo do Estado aprovou projeto de polícia comunitária, que garantirá aquisição de motos para patrulhamento de área e vans equipadas para realização de cursos destinados à comunidade. Além disso, foi aprovado o projeto de um Stand Virtual, que será instalado na academia integrada de Segurança Pública do Maranhão, para treinamento constante dos policiais.

“Em todas as visitas fomos acompanhados do futuro secretário de Segurança, apresentando-o e informando sobre todos os projetos que serão implantados em 2015 e os que estão em andamento”, concluiu Marcos Affonso.

Investimentos em Segurança

Somente este ano, o Governo do Estado investiu mais de R$ 100 milhões na Segurança Pública, recursos que tem assegurado melhores condições de trabalho e capacitação das polícias militar, civil e Corpo de Bombeiros.

Durante este governo, os investimentos totais resultaram no reaparelhamento das policias com entrega de 1.700 veículos, beneficiando todos os municípios do estado, além de armamento.

Também houve aumento no efetivo da Segurança. Dois mil novos policiais concursados foram nomeados. Para se ter uma ideia, diante da demanda da Polícia Civil, o governo promoveu aumento, em média, de 60% a mais do número de vagas previstas no edital – que era de 229 vagas.

O acréscimo no efetivo geral de profissionais na Polícia Judiciária chegou a mais de 20%. Para o cargo de investigador de polícia foram convocados 206 aprovados, 80% acima do total de 120 vagas.

E o incremento também alcançou o incentivo financeiro e a capacitação dos profissionais, que participaram de vários cursos de aperfeiçoamento e pós-graduação no Maranhão e fora do estado.

  Publicado em: Governo

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