Sobre assassinatos, drogas, Justiça e sociedade…

Publicado em   11/nov/2014
por  Caio Hostilio

Do blog do Marco D’Eça

Assassinato de médico por quadrilha que deveria estar presa expõe mais uma vez a leniência do sistema judiciário, que liberta bandidos horas depois de serem presos, pondo em risco tanto os policiais que o prenderam quanto a sociedade e o próprio Judiciário

Editorial

Nixon: favorecido pela leniência judicial

Nixon: favorecido pela leniência judicial

Os criminosos Nixon Richardson e L.M.P., acusados pela morte do médico Luiz Alfredo Guterres, deveriam estar na cadeia.

Eles foram presos em janeiro, também por assalto a residências – e já respondem a outros dois processos – mas foram postos em liberdade pouco tempo depois, por uma dessas estranhas ações da Justiça maranhense.  (Leia aqui)

Mas a ação que libertou é mais comum do que se imagina nos meios judiciais do Maranhão.

Quem não se lembra do bandido Big-Big, preso mais de vezes  pela polícia e solto outras dez vezes pela Justiça, para voltar a roubar e matar em São Luís? (Relembre aqui)

Não há dúvidas de que há uma promiscuidade social em relação às drogas e seus operadores no Maranhão.

Policiais militares e civis se expõem diariamente para botar atrás das grades bandidos que comandam o tráfico, mas por conta desta permissividade social em relação a estes bandidos, muitos deles acabam libertos rapidamente.

E voltam para matar policiais e pais de família.

Muitos dos juízes que  que dão “habeas corpus” a traficantes são os mesmos que vão atrás do “tapa” naquele “pó” em festa de granfino.

E muitos advogados que libertam assassinos veem os filhos morrerem nas mãos do crack em becos fétidos da periferia dos grandes centros.

Jornalistas que fazem verdadeiros tratados sobre a falta de Segurança Pública, estão à noite, alimentando bocas-de-fumo em ruelas apodrecidas do Centro Histórico.

O problema das drogas, que resulta em roubos e assassinatos, não se acaba por causa desta permissividade hipócrita da sociedade.

Leia também:

A mãe de todas as corrupções é a corrupção no Judiciário…

Mais um fim de semana na ilha dos favores…

Tremei, bandidos de toga…

A mesma hipocrisia que faz proteger um bandido das luzes da mídia pelo fato de ele ser “de menor”, embora sua periculosidade seja maior que a de muito senhor de idade.

A mesma hipocrisia que faz levantar defensores dos Direitos Humanos e das causas sociais, que só atuam financiados e sob holofotes, mantendo segura distância daqueles que dizem proteger, enquanto as famílias das vítimas destes calhordas seguem abandonadas à própria sorte.

É lamentável que marginais como Nixon Richardson ainda consigam perambular pelas ruas, sob os olhos de juízes mais preocupados com o novo carango que comprou, ou mesmo com a ajuda de custo que reivindica para bancar a escola do filho – enquanto os filhos dos desassistidos são jogados em escolas-lixo nas periferias.

Luiz Alfredo Guterres foi mais uma vítima classe A do sistema que financia o tráfico de drogas e abastece a mesma classe A que ora chora a morte de um dos seus.

Mas haverá outros, infelizmente, resultado direto da combinação entre traficantes endinheirados, advogados corruptos, sociedade drogada e juízes interessados apenas na próxima viagem ao exterior.

E a vida segue, com a mesma hipocrisia e anteontem.

Hoje e amanhã…

  Publicado em: Governo

Relação PT-PMDB, reforma política e radicalismo pós-eleitoral‏

Publicado em   11/nov/2014
por  Caio Hostilio

Ministro-chefe da SAC fala do radicalismo pós-eleitoral, da reforma política e da relação PT-PMDB

07/11/2014 por Tereza Cruvinel

moreira francoApesar das tensões entre o PMDB e o Governo, o ministro da Aviação Civil, Moreira Franco, pede um crédito à promessa de diálogo da presidente Dilma e acredita que prevalecerá o espírito do governo de coalizão. Alerta, entretanto, que o governo precisa apresentar seu programa para o próximo período, evitando surpreender os aliados com projetos não discutidos previamente.  O diálogo, diz ele, tem que ser com o Congresso mas também com a sociedade, que sempre contamina o parlamento quando está insatisfeita ou inquieta.

​Em defesa da reforma política, Moreira acha que ela proporcionará ao Brasil o salto que ainda lhe falta, depois da conquista da democracia, da estabilidade monetária e da redução das desigualdades e da pobreza. “Será o salto da política do século XIX para a política do século XXI”, diz ele,  advertindo que a nova política será fruto de uma pactuação, como nas outras conquistas do Brasil,  e não da vontade ou da imposição de uma personalidade ou de uma única força política.

Leia a entrevista:

P – Como o senhor está vendo ambiente pós-eleitoral tão radicalizado, com a oposição recusando-se ao diálogo e bolsões radicais falando em impeachment e em saudades da ditadura?

R – Depois de uma disputa eleitoral tão acirrada, é preciso algum tempo para que as emoções se dissipem. Tudo tem seu tempo: na natureza, na vida, na política. Houve uma disputa acirrada entre propostas distintas mas ela terminou às 19hs39m do dia 26 de outubro, quando a presidente foi tecnicamente reeleita. É legítimo que o PSDB queira fazer uma oposição combativa mas o partido tem governadores, tem responsabilidades institucionais para com o pais. A presidente tem reiterado que buscará o diálogo com todas as forças políticas e sociais, o que não pressupõe cooptação nem submissão. Alguns governadores tucanos até já conversaram com ela por telefone. Como eu já disse, fazer da divisão eleitoral uma permanente luta política é algo temerário e grave.  Mas não creio que o PDSB, tendo em seus quadros muitos dos que lutaram contra a ditadura dentro do MDB/PMDB, endosse as posições extremadas. A primeira regra da democracia é respeitar a maioria. Agora precisamos todos olhar para a frente, para permitir ao Brasil dar um salto que ainda falta em nosso processo civilizatório…

P – Que salto é este?

R – Nós superamos a ditadura e adotamos uma das constituições mais modernas e avançadas do mundo mas continuávamos a  enfrentar um flagelo do atraso, que era a hiperinflação. Tivemos uma vitória épica, conquistando a estabilidade da moeda, e com ela vieram os fundamentos macroeconômicos: equilíbrio fiscal, câmbio livre, inflação controlada. Depois avançamos muito, a partir dos governos Lula e Dilma, no combate às desigualdades e na redução da miséria, com políticas que se tornaram fundamentos sociais. Tanto é que, na disputa eleitoral, nenhum candidato falou em aboli-las, apenas em aprimorá-las. Agora nós precisamos lançar os fundamentos políticos da nossa civilização democrática, com um sistema que seja transparente, comprometido com a representação e a representatividade, que amplie as possibilidades de participação e tenha sintonia com a ética e com a tecnologia.  Neste sentido, a reforma política será o salto da política do século XIX para a política do século XXI.  Quando fizermos isso, teremos uma nova política, mas ela não virá pela vontade de uma pessoa ou de um partido. Será, como de outras vezes, decorrência de uma pactuação negociada. Este é o desafio colocado para todos nós.

P – O PMDB, na reunião de seu conselho político, anunciou que apresentará uma proposta de reforma política. Não está se antecipando à presidente, que fez do tema uma bandeira de sua campanha?

R – Não. Esta reforma é urgente, é para o ano que vem. Como disse o vice-presidente Michel Temer, se ela não sair até setembro de 2015, para que já possa ser aplicada nas eleições municipais, novamente será difícil sair no resto da legislatura. A presidente será a principal protagonista nesta matéria mas os partidos precisam dizer o que pensam, o que desejam, para que possa haver no Congresso o debate e o acordo possível. O PMDB está colaborando para acelerar o debate. Certamente não haverá coincidência entre a nossa proposta e a do PT e dos demais partidos mas todos precisam apresentar a sua,  para que possa haver o debate e o entendimento necessário.

P –  O senhor tem falado muito na necessidade de o governo ouvir também a sociedade. O PMDB fará isso para definir sua proposta de reforma política?

R – Sim, queremos discutir com a nossa militância e em todos os fóruns da sociedade, cumprindo nosso papel como partido politico, que é o de fazer a mediação, trazendo para o ambiente público os sonhos e aspirações da sociedade civil para que o Congresso, com sua legitimidade, delibere por maioria.  O PMDB e seu antecessor MDB fizeram isso durante a ditadura, realizando o mais sagrado dos sonhos, que era a restauração da democracia. O PMDB fez travessia, como dizia Dr. Ulysses Guimarães, dialogando, remando contra a corrente mas sem dar tiros. E o fará novamente agora.

P – Mas o partido já tem alguns pontos da reforma definidos, não?

R – A proposta do PMDB não está pronta mas qualquer pessoa de bom senso sabe que não podemos mais continuar com esta estrutura partidária pulverizada, carente de representação. E isso começa lá nas câmaras municipais, onde muitas vezes cada vereador é um partido. A liberdade partidária é um direito constitucional, e o PMDB, fruto do bipartidarismo imposto pela ditadura, lutou muito por ela.  Mas os partidos precisam ser representativos, pois partido sem base social acaba virando agência de negócios. Nossa legislação hoje confere representação a quem não tem.  Para ter assento no Congresso, um partido precisa ter uma representação nacional mínima. Não basta eleger uma celebridade aqui e um poderoso ali.   Neste sentido, alguma cláusula de desempenho precisa ser adotada.  Quando o foi, o Supremo derrubou mas acho que hoje a corte tem outro entendimento a respeito.

P – E sobre o financiamento das campanhas?

R- Precisamos enfrentar esta discussão sem mistificação. É falso dizer, por exemplo, que só temos financiamento privado. Temos na verdade um sistema misto. Existe financiamento público mas falta transparência. O horário eleitoral, chamado de gratuito, em verdade é pago, através de abatimentos fiscais, com recursos do erário.  Todos os partidos recebem cotas do Fundo Partidário, alimentado por recursos públicos.  Aliás, o fato de todos receberem, não importando quantos votos tenham dito, é um estímulo à proliferação de partidos. Pessoalmente acho que só deveriam ter acesso os que tivessem representatividade mínima.  Há divergências entre os partidos? Há, mas temos que enfrentar o assunto, seja fixando limites de doações privadas, seja normatizando o acesso aos recursos públicos  ou adotando regras para as doações de pessoas físicas…

P – No dia seguinte à eleição o PMDB, através do senador Renan Calheiros, divergiu da proposta da presidente de realizar um plebiscito sobre a reforma política.  O senhor acha que a consulta popular neste caso é necessária?

R – Acho que é importante, porque esta reforma vem sendo cobrada pela sociedade.  Pode ser plebiscito ou referendo. Isso será discutido. Tivemos o plebiscito sobre o sistema de governo em 1993, quando prevaleceu o presidencialismo, e tivemos o referendo à proibição do porte de armas em 2005, duas experiências que devem subsidiar o debate.

P – E o sistema eleitoral, o senhor acha que será possível mudar, adotar o voto distrital, ou distrital misto, ou o sistema de listas…

R – Vamos deixar o debate fluir, tanto no Congresso como na sociedade. Agora, vamos olhar para a frente, enfrentar os grandes problemas do país. Vamos dar um crédito à proposta de diálogo da presidente pois o governo precisa governar.

P – Em sua opinião quais os grandes desafios do governo no segundo mandato Dilma?

R – São muitos mas eu tenho resumido o problema num enunciado. Os governos existem para resolver os problemas das pessoas, não para lhes criar mais problemas, com burocracias, inoperâncias e mesmo a corrupção, que desvia recursos das necessidades fundamentais. Tivemos todas as conquistas que enunciei pouco antes: moeda estável, aumento de renda, democracia. Mas quando as pessoas saem à rua, enfrentam problemas de mobilidade, infraestrutura urbana obsoleta, problemas de segurança, serviços precários, tudo isso. O empreendedor, por sua vez, enfrenta custos altíssimos para produzir, comercializar ou prestar serviços.  Precisamos dotar o país de uma infraestrutura adequada, moderna e competente, que reduza os custos. Veja que a localização das nossas indústrias não se deu por um estudo de custo de logística. Quase sempre foi determinada pelos pela oferta de incentivos fiscais por parte dos governos estaduais. A guerra fiscal. . Um exemplo, na área da aviação.  Há uma empresa, a GE, que fica em Petrópolis. Ela recebe motores em Viracopos, leva-os de carreta até Petrópolis, monta-os e os transporta novamente em carretas até o Galeão, onde são testados numa unidade específica. Em quase tudo é assim. Nos portos, há vantagens que fazem com que um produto siga para este ou para aquele, e dali para outro ponto, às vezes muito distante. Sem falar na irracionalidade tributária, com sua burocracia e seus custos. Tudo isso está no radar do próximo período de governo da presidenta Dilma. Ela tem muita clareza disso e seus aliados também precisa estar sintonizados com estes desafios.

P – Mas seu próprio partido, o PMDB, que é aliado, tem ministros e o vice-presidente, vem criando problemas. Liderou a derrubada de um decreto da presidente e está lançando um candidato a presidente da Câmara, contrariando o acordo de revezamento com o PT…

R – O decreto sobre participação social nos conselhos foi polêmico desde o início e sua derrubada terá consequências inócuas. Logo, não vejo tanta gravidade no episódio.  Quanto à presidência da Câmara, eu pessoalmente acho que o acordo de revezamento deveria ser mantido, desde que negociado com clareza para o próximo quadriênio, com assinatura de um protocolo, como já foi feito no passado. A eleição será em fevereiro, falta muito tempo. Ate lá, vamos exercitar o diálogo dentro do PMDB e com o PT e o Governo. O vice-presidente Michel Temer já está conduzindo o diálogo interno.

P – O primeiro mandato de Dilma deixou o PMDB muito ressentido. É possível superar estas mágoas ou elas ameaçam a manutenção a aliança no Congresso?

R – Todos têm que compreender que estamos num governo de coalizão. Isso significa compartilhar responsabilidades em nome de um projeto comum e da governabilidade. Por isso tenho dito que o governo precisa apresentar seu programa para a próxima etapa, unificar sua base a partir de novas prioridades e compromissos, tanto na ação política como nas políticas públicas.  Num governo de coalizão os partidos não têm propostas necessariamente iguais, pois cada partido tem sua identidade própria. Mas precisam chegar a um mínimo denominador comum.

P – Mas existe ambiente no PMDB para continuar apoiando o governo, que precisa de maioria para governar?

R – Vou repetir algo que aprendi ao longo de uma vida pública que já vem de longe.  Um governo só consegue maioria sólida e eficaz se atender a duas exigências.  A primeira, é o governo ter lastro e sintonia com a sociedade.  Não é mera retórica dizer que o Congresso é caixa de ressonância da sociedade. Ele fica nervoso e inquieto quando percebe nervosismo e inquietação na sociedade que representa. A casa pode não ser um convento, tem seus problemas,  mas não é composta por vendilhões do templo. Estamos falando de uma instituição que vem do Império e ao longo da República desenvolveu aguda sensibilidade para captar os humores e demandas da opinião pública.  Então, a primeira condição para um governo ter maioria, estar bem como Congresso, é estar bem com a sociedade. Obviamente não é possível atender a todas as demandas mas é preciso manter portas abertas, buscar sintonia e diálogo. A presidente Dilma tem reiterado esta disposição e precisamos lhe dar um crédito.

P – E a segunda condição? Boa parte do Congresso cobra é nomeações, liberações de emendas, atendimento dos pleitos dos partidos…

R – O segundo ponto importante na formação de maiorias é que haja uma discussão política. O programa político do governo tem que ser apresentado e discutido.  Não se pode governar com pratos feitos. Por exemplo, nós do PMDB não aceitamos quebra da liberdade de imprensa. Isso é inegociável. Isso precisa ser tratado. Há um mundo de outras questões a serem discutidas. Então o governo precisa mandar um documento dizendo: nossas diretrizes econômicas são estas, as sociais, estas, a reforma política que propomos é esta…Quando cada projeto chega sem discussão prévia, os conflitos estressam a aliança.  Costumo brincar que a aliança é como casamento. Se todo dia o casal tem um conflito porque um toma posições isoladas, faltou amor, e a relação não aguentará. Assim é também nas alianças políticas. Não pode faltar confiança política. É preciso um engajamento no mesmo projeto, ainda que existam divergências sobre alguns pontos, mas no essencial, é preciso que exista um pacto prévio. Quando estas duas condições para a maioria são atendidas, fica bem mais simples administrar o dia a dia da relação com o Congresso, negociar a pauta ou administrar demandas de aliados…

P – Mas é possível unir o PMDB, evitar que um grupo vá para um lado, liderado pelo Michel Temer, e outro fique contra o governo, seguindo Eduardo Cunha?

R – Não acho que seja razoável ficar impondo o centralismo democrático a quem discorda mas também não pode haver lassidão, cada um fazendo o que quer. Temos que ampliar a discussão política interna, debater e decidir. Tomada a decisão, quem se sentir incomodado pode sair. O PMDB acaba de reeleger seu presidente como vice da Dilma. Logo ele é governo! Mas também na relação diária com o Governo, como já disse do casamento, não só o PMDB teve problemas. O PT também teve e se queixou e se dividiu algumas vezes.  Isso se resolve fazendo política, como já disse, com a discussão franca entre o partido e seus aliados, com a apresentação do programa de governo, esclarecendo seus objetivos e suas razões. Governos de coalizão existem em quase todas as democracias do mundo, nas pluripartidárias, e é assim que funcionam.

  Publicado em: Governo

O povo não quer aprender e por isso gosta de ser enganado!!!

Publicado em   11/nov/2014
por  Caio Hostilio

O melhor fiscal do dinheiro público é o povo!!!

O melhor fiscal do dinheiro público é o povo!!!

Isso acontece de dois em dois anos no Brasil, isso através das eleições. Olha que tivemos uma eleição nesse ano de 2014 e os políticos já estão pensando nas eleições de 2016…

Quem tem visto os últimos processos eleitorais já se acostumou com os candidatos aos cargos proporcionais (deputados e vereadores) e aos cargos majoritários (governador e prefeito) informar a população do Maranhão, sobre a origem dos recursos para a gestão do Estado e os destinados as gestões dos 217 municípios maranhenses, assim como as verdadeiras prerrogativas dos legislativos.

É candidato proporcional dizendo que vai fazer obras e mais obras, sem ser esta a sua prerrogativa constitucional.  É candidato majoritário dizendo que vai construir aquilo e aquilo outro, mas que depois de eleito a única coisa que pode fazer nos 3 primeiros anos é dizer que está “arrumando a casa”, mesmo a cada mês recebendo recursos destinados ao bem comum da coletividade.

Interessante avaliar um importante Estudo em nível nacional, elaborado por determinado órgão de fiscalização do Governo federal, destacando que a população brasileira não sabe o que é e para que sirva os recursos públicos e como devem ser aplicados corretamente.

O povo tem que aprender que ele é o melhor fiscalizador do seu próprio dinheiro!!!

  Publicado em: Governo

Tudo em casa!!! Alinhado com Planalto, PMDB escolhe Vital do Rêgo para vaga no TCU

Publicado em   11/nov/2014
por  Caio Hostilio

João Valadares

Paulo de Tarso Lyra

20141110223223339827uO senador Vital do Rêgo (PMDB), alinhado ao Palácio do Planalto na condução da CPI mista da Petrobras, é o nome escolhido pelo partido, em acordo com o governo, para ocupar a vaga do ministro José Jorge no Tribunal de Contas da União (TCU), que se aposenta em 18 de novembro. O aliado, cuja indicação deve ser confirmada em reunião de bancada do PMDB nesta semana, vai herdar a relatoria do processo que investiga a estatal petroleira. A ideia inicial do governo era emplacar a ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Ideli Salvatti, no entanto, diante da resistência dos senadores, havia o risco de a Casa não aprová-la em votação secreta. Segundo apurou o Correio, Ideli pode ainda sonhar com uma vaga no TCU, no lugar de José Múcio Monteiro, caso antecipe a aposentadoria para assumir a Secretaria de Relações Institucionais (SRI) com o aval do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Cotado para ser líder do governo no Senado ou ainda candidato à presidência da Casa caso Renan Calheiros (PMDB-AL) realmente desistisse da reeleição, Vital do Rêgo teria ainda quatro anos de mandato como senador, no entanto, já confidenciou a alguns colegas de partido que desejaria ir para o TCU. Ontem, um senador do PMDB informou que a saída de Vitalzinho, como é chamado, ajudaria o partido a resolver internamente outras questões.

O líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), que deseja comandar um ministério na segunda gestão da presidente Dilma Rousseff, é um dos principais articuladores. A ida para o TCU do senador paraibano, que seria o nome forte do PMDB para comandar o Ministério da Integração Nacional, deixaria o caminho aberto para Braga. Apesar do desejo do peemedebista, o comando da pasta deve ficar com algum político do Nordeste.

  Publicado em: Governo

A política brasileira pode ser resumida ao samba do crioulo doido!!!

Publicado em   11/nov/2014
por  Caio Hostilio

samba_crioulo_doidoAlguém acredita em partidos políticos ou até mesmo nos políticos? Mas quem criou essa crise de falta de credibilidade foram os próprios partidos e seus membros (políticos), que sequer conseguem chegar a um consenso para modificar essa balburdia generalizada.

Ao invés de melhorar as coisas, fizeram foi piorar ao retirar a verticalização nessas eleições de 2014. Aí é Stanislaw Ponte Preta deve ter se contorcido no túmulo, pois gostaria muito de está vivo para assoviar o famoso “Samba do Crioulo Doido”… O modelo já estava exausto, deixando a sociedade distante e sem entender quem era quem!!!

Era tal fulano se aliando com seu arqui-inimigo sicrano, que, por sua vez, apoiou o seu desafeto beltrano, que não irá apoiar seu colega de partido fulano, que os programas de governo são todos iguais e nenhum presta. Que aquele é mais ladrão que esse… No frigir dos ovos, ninguém ama ninguém, muito pelo contrário, todos se amam de paixão até que as próximas eleições os separem.

Aí vêm as promessas mirabolantes, como se não houvesse esferas governamentais, recursos limitados, orçamento e contabilidade pública dentro dos princípios da LRF.

Mas como esse é o país das artimanhas, os gestores passam a de apoderar das brechas existentes na Administração Pública, que permitem o aumento dos desvios e possibilita o elevado prejuízo aos cofres públicos.

São tantas as manobras políticas que não interessam a coletividade, que dariam para milhares de refrões para o “Samba do Crioulo Doido”.

O certo é que nesse “samba” de jogo de interesses quem endoidece é o povo, que sequer sabe dizer a referência político-ideológica do seu candidato, tornando-se, com isso, uma vítima da politicalha esdrúxula praticada pelas hipocrisias maléficas do sistema político brasileiro.

Sabe o que sobra de tudo isso? A maldita amnésia, pois os eleitores passam a dizer que não votaram no eleito e o eleito se esquece de tudo que prometeu!!!

  Publicado em: Governo

150 pacientes estavam esperando por Luiz Alfredo, quem falará pelos Direitos Humanos com essas pessoas?

Publicado em   10/nov/2014
por  Caio Hostilio

Cirurgião-Luís-Alfredo-Neto-Júnior-e1415542361824Ou isso não está dentro dos princípios dos direitos humanos? 150 pessoas estavam aguardando ansiosas para se livrarem de suas enfermidades de longo tempo num mutirão de cirurgias que aconteceria a partir dessa quinta-feira (13).

A maioria esmagadora de pessoas carentes, sem condições financeiras para pagar por uma cirurgia.

Nesse caso, especificamente, a coletividade foi quem perdeu por erros da própria conjuntura judiciais brasileiras e pelo falso apoio dos “Direitos Humanos” que sequer sabe distinguir que para se ter direitos e preciso cumprir os “Deveres”.

Não se pode agora pensa que ali estavam racionais e excluídos, que ainda podem ser reintegrados a sociedade, quando não passar a pensar que houve do outro lado dezenas de pessoas de bem prejudicas e até centenas como foi nesse caso.

Agora é preciso saber quem vai amenizar o sofrimento dessas pessoas que pensavam que iam se livrar de suas enfermidades.

  Publicado em: Governo

Afinal, quem ainda é governista?

Publicado em   10/nov/2014
por  Caio Hostilio

Que continue liderando

Que continue liderando

Então, Roseana Sarney só tem a oferecer agora a sua renúncia!!! Isso valeria politicamente o que? Fortaleceria o seu resto de governo em que sentido? Melhoraria em que a situação política dos deputados que sequer ainda não tomaram posse? Implicaria em que na composição de um grupo forte de oposição no futuro governo Flávio Dino?

NADA!!! ABSULUTAMENTE NADA!!!

Sabe-se que a governadora não teve a maioria na Assembléia quando precisou nos momentos mais importantes politicamente para assegurar a força do seu grupo político, que foi fulminante para a derrota em 2014.

Um governo que não teve liderança na Assembléia, tanto que as defesas foram feitas desordenadas e falhas.

Por outro lado, não vejo a menor possibilidade de montarem uma estratégia para que possam superar o candidato do governo em 2015 pela presidência da Assembléia Legislativa.

Pelo andar da carruagem, parece que a luta se restringe apenas na manutenção de um acordo de que membros da oposição possam fazer parte da Mesa Diretora da Casa, com isso garantindo mais alguns cargos.

Será se vale a pena toda essa patacoada?

É preciso separar o joio do trigo e recriar o grupo com aqueles que realmente querem mostrar as diferenças!!!

  Publicado em: Governo

De quem é a culpa pela morte de Luiz Alfredo se os bandidos que o executaram já haviam sido preso?

Publicado em   10/nov/2014
por  Caio Hostilio

nixon1Por diversas vezes critiquei os debates na Assembléia Legislativa do Maranhão sobre a criminalidade, haja vista que observava mais um entrave politiqueiro que propriamente a busca para solucionar o problema.

Sempre mantive conversas com policiais militares e civis que efetuaram diversas vezes a prisão do mesmo bandido mais de cinco vezes no mesmo ano, sendo que já não havia mais o que fazer, pois passavam a ser ameaçados de morte, uma vez que os bandidos tinham resguardo das aberturas jurídicas favoráveis a eles no Brasil.

lmp1Agora, leio que o Nixon Richardson, e o menor L. M. P, dois dos homens já reconhecidos como praticantes do assassinato de Luís Alfredo, após invasão de sua residência, já haviam sido presos pela PM, em janeiro deste ano, por assalto da natureza, em duas residências no Araçagi, inclusive publicada no blog do Neto Ferreira.

Aí cabe o questionamento:

De quem é a culpa por esses bandidos estarem soltos, se o aparelho de segurança pública já havia feito seu papel?

  Publicado em: Governo

O país da impunidade!!! Desobedecer às leis é ‘fácil’ para 81% dos brasileiros, diz pesquisa

Publicado em   10/nov/2014
por  Caio Hostilio

Estadão

chega de impunidadeA desconfiança diante das instituições públicas do país faz com que 81% dos brasileiros concordem com a afirmação de que é “fácil” desobedecer às leis. O mesmo porcentual de pessoas também tem a percepção de que, sempre que possível, os brasileiros escolhem “dar um jeitinho” no lugar de seguir as leis.

Os dados são de uma pesquisa feita pela Fundação Getúlio Vargas para o Fórum Brasileiro de Segurança Pública e revelam ainda que 32% da população confia no Poder Judiciário. Já a confiança na polícia fica um ponto porcentual acima, com 33%. Apesar de baixos, esses índices já foram menores – 29% e 31% respectivamente – em pesquisa anterior.

O levantamento mostra ainda que a ruptura entre os cidadãos e as instituições públicas ligadas à Justiça leva 57% da população a acreditar que “há poucos motivos para seguir as leis do Brasil”, segundo o levantamento. “Isso está relacionado à desconfiança que as pessoas têm no comprimento das leis”, explica a pesquisadora da FGV Luciana Ramos.

O Índice de Confiança na Justiça Brasileira (ICJBrasil) está em sua 8ª edição e será apresentado, nesta terça-feira (11). Ele faz parte do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. A pesquisa ouviu 7.100 pessoas em oito Estados, de abril de 2013 a março de 2014. Elas foram convidadas a assinalar desde “discordo muito” a “concordo muito” nas afirmações propostas.

Os moradores do Distrito Federal foram os que mais disseram acreditar na saída do “jeitinho” como regra nas relações. No total, 84% dos brasilienses disseram concordar ou concordar muito com a afirmação. Quem menos acredita no desrespeito às regras são os baianos, mas ainda assim, a porcentagem é alta: 71% deles responderam que concordavam com a percepção de que todos dão “um jeitinho”, sempre.

A pesquisa também fez um corte por renda. Quanto maior o rendimento da pessoa, mais alta é a sensação de que as leis não são cumpridas. De acordo com o estudo, 69% dos entrevistados que ganham até um salário mínimo concordaram que o “jeitinho” é a regra, porcentual que cresce para 86% na população que ganha mais de oito salários mínimos.

Já sobre a polícia, a renda não influencia a má avaliação. Entre as pessoas que ganham até um salário mínimo, 52% concordam que “a maioria dos policiais é honesta”. Para quem ganha oito salários ou mais, o porcentual é de 50%.

Luciana, no entanto, lembra que nem Justiça nem polícia são bem avaliadas. “Se a polícia faz algo muito errado, isso reflete rapidamente na população, na confiança que se tem da polícia. No Judiciário, como as coisas são muito mais demoradas, esse erro demora mais, não tem reflexo imediato na confiança. Na minha opinião, acho que isso é o que conta.”

Impunidade

Para o aposentado Carlos Afonso Santos, de 87 anos, a impunidade faz com que as pessoas também passem a desafiar as leis. “Se não tem punição para dar exemplo e fiscalização, a sensação para quem faz algo errado é de que nada vai acontecer”, afirmou Santos. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.

  Publicado em: Governo

O debate sobre a criminalidade é superficial…

Publicado em   10/nov/2014
por  Caio Hostilio

550Observa-se que existem demais debates sobre o crime, o criminoso e a criminalidade em sociedade, principalmente nas igrejas, nas escolas, nas instituições políticas, no judiciário, por organizações… Porém, com focos diferenciados e cada corrente puxando a problemática para sua concepção.

Enquanto esses grupos se debatem na busca das causas, a criminalidade cada vez mais vem crescendo em todo o mundo, principalmente em países em desenvolvimento e aqueles que mesmo desenvolvidos que perderam os princípios sociológicos e antropológicos. Com isso, são detectados índices alarmantes de crimes que são realizados diariamente em toda parte do mundo.

Na verdade, o homem é um animal, como outro qualquer, sujeito às mesmas leis que regem todos os seres vivos, no destino da sobrevivência e a perpetuação da espécie.

É preciso entender que nesse embate, surge no espírito do homem todos os maus sentimentos: a soberba, a ira, a luxúria, a ganância, a ânsia de poder. Selvagem e egoísta, todo homem é um criminoso em potencial.

A criminologia constata o aumento da criminalidade, a conseqüente perturbação da vida social, a má conduta humana.

Por isso, estudiosos dizem que existem criminosos que nunca deveriam ser encarcerados e outros que nunca deveriam ser soltos.

Mas surge os Direitos Humanos sem que exija dos infratores os Deveres Humanos!!!

Diante disso é necessário medidas novas e leis mais rígidas e não coisas arranjadas e repetição de experiências atrasadas de um presente e de um passado não tão distante.

  Publicado em: Governo

Contatos

hostiliocaio@hotmail.com

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

Busca no Blog

Arquivos

Arquivos

Arquivos