Cadê os bilhões e bilhões vindos para os municípios maranhenses, que é sete vezes mais que o orçamento do Estado, e questionar aos politiqueiros canalhas e safados se esses bilhões e bilhões estivem sendo aplicados corretamente se os índices desse estado estariam péssimos. Os politiqueiros se calam porque precisam desses prefeitos para se eleger. O Maranhão acha que a responsabilidade por tudo é de apenas um gestor, o governador, quando esse estado tem 218 gestores, que são eleitos e recebem milhões e milhões para cumprir com suas prerrogativas na saúde, na educação (ensino infantil e fundamental).
É por esse motivo que concordo com o senador Cristovam Buarque: A educação deve ser urgentemente federalizada.
A verdade sempre vem à tona!!!
Vou citar algumas matérias desse blog cobrando transparência e as verdades dos fatos:
No dia 12 abril de 2013, “Por que debatem tanto sobre o IDH do Maranhão na politicalha?”, onde inicie dizendo: Quando será que veremos um debate franco sobre o IDH do Maranhão, cujas verdades sejam mensuradas e ditas os fatores reais?Ontem (10), mas uma vez esse debate voltou a ser discutido na Assembléia Legislativa de uma forma canalha e recheado de politicalhas, hipocrisias, falsa ética e na base da falsa moralidade. “Os representantes do povo” – meu não!!! – usam do discurso falacioso para jogar para debaixo do tapete as verdades sobre o IDH do Maranhão. Debatam com honestidade e seriedade sobre o assunto!!!
No dia 23 de junho de 2013, “A administração pública é clara em seus princípios… O problema é politiqueiro querer jogar suas imundices para debaixo do tapete.” Eu disse: Tanto na administração pública quanto na privada, os princípios estão pautados no planejamento, organização e controle. A administração segue os ritos dos organogramas lineares e funcionais, os fluxogramas, que determinam suas rotinas e fluxos. Por isso não existe mistério, como querem fazer confundir os politiqueiros safados e canalhas. Na constituição de 1988, foi aprovado que o Brasil seria administrado por três esferas governamentais, com se ver abaixo:
No dia 02 janeiro de 2013, “O Maranhão precisa de mudança?”. Comentei: Urgentemente!!! Mas não é só político, ou seja, politiqueiro, mas de mentalidade e abrir os olhos para realidade que sempre assolou este estado: O discurso canalha de que tudo de errado que ocorre nesse lugar a culpa é do Sarney ou do governador da tal oligarquia, que já foi estaque por diversas vezes.
No dia 29 de abril de 2013, “Enfim, a luta contra a politicalha no Maranhão ganhou notoriedade nacional e internacional”. Falei: “Para quem passou quatro anos numa faculdade para conseguir com muita luta se graduar em administração pública, ter se aprimorado em várias especializações, ter dado aula por anos e, principalmente, ter trabalho em diversos órgãos públicos, em especial na antiga Fundação das Pioneiras Sociais (Rede Sarah de Hospitais), eu não poderia me calar diante da forma canalha que é utilizada no Maranhão, através de seus políticos, para jogar a culpa de tudo de ruim nesse estado a um só gestor público, quando ele é constituído por 218 gestores públicos independentes.
No dia 25 de abril de 2013, “Enfim, um político fala sobre os bilhões vindos para municípios!!!”. Foi dito: Primeiramente, quero parabenizar o deputado Bira do Pindaré, quanto ao seu discurso sobre o desvio de verbas públicas federais que são desviadas, tirando, com isso, a educação e a saúde dos munícipes. Mas precisou que viesse à tona o esquema de agiotagem praticada no Maranhão. Eu, como administrador público, sempre critiquei a falta de esclarecimento dos políticos maranhenses quando aos bilhões e bilhões que vêm para os municípios maranhenses, que é o 6º estado a receber mais verbas federais, além do dinheiro recebido pelos 217 gestores municipais serem cinco vezes o orçamento do Estado.
Agora, vamos aos principais trechos da matéria do Fantástico:
Cidades com piores IDHs do Brasil têm suspeita de corrupção
Fantástico foi até Melgaço, no Pará; Fernando Falcão, no Maranhão; Atalaia do Norte, no Amazonas; Marajá Lucena, também no Maranhão e Uiramutã, em Roraima
Melgaço, no Pará; Fernando Falcão, no Maranhão; Atalaia do Norte, no Amazonas; Marajá Lucena, também no Maranhão e Uiramutã, em Roraima. Esses são os piores lugares pra se viver no Brasil.
E sabe o que eles têm em comum, além da pobreza? Suspeitas de corrupção!
Ao andar pelas ruas de Melgaço, o Fantástico encontrou várias obras paradas. No local, a de uma creche, no valor de 1 milhão e 323 mil reais, que deveria ter ficado pronta 11 meses atrás.
De acordo com o estudo divulgado segunda-feira passada pelo programa das Nações Unidas para o desenvolvimento, Melgaço tem o pior IDH do Brasil. O Índice de Desenvolvimento Humano leva em conta a renda, a educação e expectativa de vida dos moradores.
“Quanto mais pobre o lugar, piores são as condições de controle e maior é a chance de você ter corrupção”, disse o diretor da Transparência Brasil, Cláudio Weber Abramo.
O Fantástico apurou que em melgaço – e nas outras 9 cidades com os piores Idhs – há denúncias de desvio ou mau uso do dinheiro público.
“As consequências da corrupção são mais graves para os mais pobres, porque quem tem menos dinheiro precisa mais daquele pouco que tem”, destaca o diretor.
Fernando Falcão, no Maranhão: o segundo pior IDH do Brasil.
A estrada de terra – rodeada de lixo – é o único acesso a Fernando Falcão, que tem cerca de 9000 habitantes.
Em 2000, o Governo Federal mandou R$ 583 mil para um programa de geração de renda, que poderia ajudar pessoas como Franciele. Até hoje, o Ministério Público Federal quer saber o que foi feito com o dinheiro. Na época, o prefeito era Zeferino Almeida.
Agora, vamos para a cidade com o terceiro pior IDH do Brasil: Atalaia do Norte, Amazonas, cerca de 15 mil habitantes.
Segundo a Justiça Federal, existem pelo menos nove processos para apurar irregularidades no município, como desvio de dinheiro da merenda e do transporte escolar.
A cidade com o quarto pior IDH do Brasil também fica no Maranhão. É Marajá do Sena, cerca de 8 mil habitantes. Luís Abreu foi prefeito entre 1997 e 2004 e tem duas condenações por irregularidades no uso do dinheiro público. Ele ainda responde a cinco processos na Justiça Federal.
Um deles envolve um convênio, de 1998, com o Governo Federal para a implantação de um sistema de abastecimento de água potável na cidade.
O Ministério Público Federal investiga onde foi parar a verba, de R$ 75 mil.
Na comunidade, por exemplo, falta saneamento básico. Também não há posto de saúde por lá, e água encanada, não tem. Cada morador precisa cavar o seu próprio poço nos fundos de casa.
“A corrupção diminuirá quando houver menos pobreza”, destaca o diretor da Transparência Brasil.
O desenvolvimento traz uma necessidade maior de haver eficiência no gasto público.
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Publicado em: Governo