Eis a questão!!! Tudo não passa de uma manipulação pra lá de safada essas pesquisas feitas ao gosto do contratante.
Como pode de uma hora para outra, Flávio Dino está lá na frente e o Roberto Rocha o mesmo?
Vamos clarear a memória dos “pesquisadores” que dentro das concepções sociológicas não teriam motivos plausíveis para mudar de pensamento rapidamente. No caso de Flávio Dino, todos em Imperatriz sabem que foi ele e seu mentor intelectual que macularam a imagem de quem de fato tinha os votos de Imperatriz, Dr. Jackson Lago. Logo não transfeririam de graça essa popularidade a quem destruiu quem era amado naquele município.
Por outro lado, o candidato de Flávio Dino em Imperatriz, o deputado Carlinhos Amorim, saiu mais que derrotado nas eleições de 2012, mesmo usando e abusado da tática e da presença de Flávio Dino.
No que se refere a Roberto Costa, quando foi que ele teve votos em Imperatriz ou tenha feito algum trabalho em prol daquele município? Nenhum!!! Portanto, são números que não condizem com a realidade, principalmente pelo péssimo governo que vem fazendo em São Luís.
Vale ressaltar que na última eleição, esse instituto de “pesquisa” fez várias presepadas no Piauí, cujo resultado foi ver seus pesquisadores serem agredido por falsear a intenção de voto, coisa que levou o promotor de Justiça da 5ª Zona Eleitoral do Piauí pedir à PF que investigasse as presepadas da Amostragem.
Por outro lado, a Revista Veja fez uma matéria bem interessante sobre pesquisas eleitorais, que vai de encontro a vários métodos de consulta. Vamos ver:
Em ano de eleição, as pesquisas de intenção de voto orientam estratégias partidárias, determinam os rumos das campanhas políticas e despertam grande interesse no eleitor. A três meses das eleições municipais, a VEJA.com consultou dois dos principais institutos de pesquisa brasileiros, Datafolha e Ibope, para entender como são feitos os levantamentos e quais dados podem realmente refletir a realidade do eleitorado. Saiba como funcionam as sondagens:
1. Como � feita uma pesquisa de inten��o de voto?
Uma vez contratada a pesquisa, define-se seu foco, prazos, conteúdo, abrangência, identificação da amostra (tamanho, técnica de amostragem, seleção da amostra). Depois são estabelecidos os instrumentos de pesquisa (questionário, cartões, planilhas), o treinamento dos pesquisadores, a coleta dos dados, checagem, processamento e análise dos dados. A última etapa é a divulgação dos resultados e acompanhamento de seus desdobramentos.
2. Como � definida a amostra de uma pesquisa?
Várias técnicas amostrais podem ser utilizadas em pesquisas eleitorais. Nos levantamentos nacionais ou estaduais, em geral os grandes institutos trabalham da seguinte forma: num primeiro estágio, são sorteados ou escolhidos os municípios que farão parte do levantamento; depois, os bairros e pontos onde serão aplicadas as entrevistas. Por fim, os entrevistados são selecionados aleatoriamente de acordo sexo, faixa etária e grau de instrução. Os dados utilizados para composição da amostra são obtidos junto ao IBGE, Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).
3. Por que eu nunca respondi a uma pesquisa?
As pesquisas têm amostras médias de 2.500 entrevistas e no país há mais de 127 milhões de eleitores, segundo o TSE. Assim, em um levantamento nacional, apenas um eleitor em cada grupo de aproximadamente 50.000 é entrevistado, ou seja, seriam necessários 50.000 levantamentos com essa amostra para atingir o total do eleitorado, sem que nenhum indivíduo seja pesquisado mais de uma vez.
4. Nas eleições municipais, as pesquisas são realizadas em todas as cidades do país? Como elas são escolhidas?
Não. Segundo o Ibope, as pesquisas são realizadas apenas nos municípios determinados pelo órgão de imprensa, entidade, empresa ou partido que contrata a pesquisa. Assim, nem todas as 5.563 cidades do Brasil têm essas informações.
5. Existe uma quantidade mínima de pessoas que têm que ser entrevistadas em cada cidade?
Usualmente a amostra mínima é de 300 pessoas. Entretanto, o tamanho depende do grau de segmentação e de precisão desejados nos resultados. Para as pesquisas municipais, o Ibope faz a seleção em dois estágios: no primeiro, escolhe-se os bairros; depois os entrevistados. Na segunda fase a seleção é feita por cotas proporcionais, de sexo, idade, grau de instrução e setor de dependência econômica. As proporções são feitas com base em dados do IBGE.
6. Qual é o número mínimo de entrevistados para uma pesquisa de eleição presidencial?
Segundo o Datafolha, as amostras nacionais têm entre 2.000 e 2.500 entrevistas, mas não há tamanho mínimo ou ideal para uma amostra eleitoral. O mais importante é a sua representatividade, ou seja, como são selecionados os entrevistados. Da mesma forma, para o Ibope o mais importante é o grau de similaridade da pesquisa com o universo pesquisado. O tamanho é calculado com base no grau de precisão que se deseja, no nível de detalhamento na análise dos resultados e dependendo do tempo e recursos disponíveis. Costuma-se utilizar amostras entre 2.000 e 3.000 entrevistados.
7. Existe alguma diferença entre as pesquisas para eleições municipais e as para eleições presidenciais?
Na elaboração dos levantamentos as diferenças são poucas, mas, de maneira geral, os resultados das pesquisas municipais e federais podem ter características distintas. Segundo o Ibope, percebe-se que as mulheres são mais críticas nas questões relacionadas ao município, pois os assuntos debatidos durante a campanha estão mais presentes em seu dia-a-dia, como questões relativas à educação e saúde dos filhos.
8. Como funciona o cálculo da margem de erro das pesquisas eleitorais?
Todas as pesquisas, por elas utilizarem amostra probabilística, têm margem de erro amostral. Esse erro é calculado em função do tamanho e da heterogeneidade da amostra e dos resultados obtidos. A margem de erro normalmente divulgada refere-se a uma estimativa de erro máxima para uma amostra aleatória simples. Assim, considerando o erro amostral, fica estabelecido um intervalo de confiança — limites para mais e para menos em relação ao valor obtido.
9. Qual tipo de intenção de voto é mais importante numa reta final de eleição: a espontânea ou a estimulada?
Segundo o Instituto Datafolha, o ideal é observar conjuntamente os resultados. As taxas obtidas na intenção de voto espontânea podem indicar o grau de consolidação do voto em um candidato, mas os resultados da pergunta estimulada são mais utilizados pelos analistas, pois apresentam menor taxa de indecisão e quanto mais próxima a eleição, maior é a tendência de que se aproximem dos resultados apurados. De acordo com o Ibope, os dois tipos de respostas são importantes: a espontânea mostra quem já está “firme com cada candidato” e a estimulada mostra como o eleitor se comportaria se tivesse de decidir naquele momento da entrevista.
10. Qual é o intervalo de tempo necessário para um determinado fato refletir-se no resultado da pesquisa?
Não há regra para determinar tal intervalo, pois depende de fatores como o grau de importância que o eleitor atribui ao fato, o destaque que ele terá no noticiário, o grau de conhecimento que o eleitor terá sobre o fato, entre outros. Existem fatos que podem alterar o resultado da intenção de voto muito rapidamente, até mesmo na véspera das eleições, e outros que levam mais tempo.
11. Que fatores garantem a credibilidade de uma pesquisa?
Pesquisas dependem das técnicas utilizadas e da eficácia com que são aplicadas, questionários e amostras bem elaborados, entrevistadores treinados e análises isentas dos resultados e identificação do contratante. Também asseguram a qualidade da pesquisa o modo de apresentação e divulgação dos resultados. E no caso de eleições, há regras importantes, como o registro no TRE ou no TSE.
12. Que fatores podem comprometer a credibilidade de uma pesquisa?
Amostras e questionários não muito claros, divulgação parcial dos resultados, divulgação dos resultados muito tempo depois do levantamento, divulgações malfeitas dos resultados pelos veículos de comunicação e a falta de registro no TSE ou TRE.
Diante desses fatos, como confiar numa pesquisa em que suas perguntas estão ao gosto do contratante? Mostre um quesito dessas “pesquisas” que possa refletir cientificamente, dentro dos princípios sociológicos e antropológicos, como demonstração do verdadeiro sentimento do povo?
Por isso, não divulgo “pesquisas” que vão para consumo da mídia, porém toda pesquisa que reflete as verdades, coisa que somente é para consumo do contratante, essa eu poderia fazer uma avaliação científica e divulgar!!!
Publicado em: Governo