Opinião: Quem manda aqui? Concordo, visto que a The Economist é uma revista caça prêmio$

Publicado em   08/jun/2013
por  Caio Hostilio

JB

imagesCAG5KO0F“The Economist” surgiu no auge da desapiedada exploração dos trabalhadores britânicos, e por iniciativa da indústria têxtil de Manchester – a vanguarda daquele old liberalism, que inspirou Marx e Engels a redigirem seu Manifesto Comunista. Bons tempos eram aqueles, nos quais os operários – entre eles crianças de 8 e 10 anos – trabalhavam de 12 a 16 horas por dia e, quando faltavam aos domingos, pagavam multa pela ausência. O mundo tem mudado, menos “The Economist”. Naqueles tempos magníficos, a revista acompanhava os investimentos britânicos no Brasil e aplaudia o punho de ferro do imperialismo em nossas terras.

Em nossos tempos atuais, na defesa dos bancos ingleses e dos especuladores da City, a publicação pretende nomear o Ministro da Fazenda de nosso país: um ministro que faça tudo o que o governo britânico está fazendo hoje contra seu próprio povo, com o arrocho fiscal e o corte até o osso nos gastos sociais, para que sobre para o capital financeiro.

A revista, depois de haver sugerido (em nome de que e de quem?) a demissão de Guido Mantega em dezembro do ano passado, volta a fazê-lo agora. Esquecem-se seus editores de que a Inglaterra é hoje um leão desdentado, que vive à sombra do poder de sua antiga colônia americana, e se tornou o grande valhacouto de banqueiros bandidos, como os fraudadores do Barclay’s, e confessos lavadores de dinheiro do narcotráfico, como os senhores do HSBC.

O Brasil é um país soberano, com suas instituições democráticas recuperadas há quase trinta anos, e quem manda aqui é o seu povo, mediante o parlamento e a Chefia do Estado, eleitos diretamente pelos cidadãos. Aqui mandamos nós, e os ministros são escolhidos e nomeados por quem tem o poder constitucional de fazê-lo: a chefia do poder executivo.

Assim, e, por favor, Shut Up!.

  Publicado em: Governo

Reajuste Salarial de 7,5% não é aprovado pela categoria dos municipais

Publicado em   08/jun/2013
por  Caio Hostilio

Em Assembleia Geral, servidores e sindicalistas são taxativos ao não consensuar com reajuste.

O Sindicato dos Funcionários e Servidores Públicos Municipais de São Luís – SINFUSP/SL realizou na manhã desta sexta-feira (07) uma Assembleia Geral com servidores do município, onde puderam discutir o reajuste salarial de 7,5% oferecido e chancelado pela Prefeitura de São Luís. O ato aconteceu no Auditório do SINDSEP (Monte Castelo).

“Entendemos este reajuste como algo discriminatório. Para o grupo de Magistério (professores), o aumento foi de 9,5% e para os demais servidores, somente o 7,5%. A categoria esperava que todos fossem tratados sem diferença. A lei prevê tratamento igualitário em matéria de reajuste salarial. Nós não concordamos com esta situação”, criticou o Secretário de Finanças do Sinfusp – Cristovam Araújo.

Além das propostas e encaminhamentos que vão ser direcionados ao Executivo Municipal, o Sindicato vai solicitar o apoio da Câmara Municipal de São Luís, a fim de quê, com a ajuda dos vereadores, possam melhorar o valor do reajuste. O Sinfusp/SL entende que a Prefeitura vai ter condições financeiras para que a partir do 2° quadrimestre possa conceder um reajuste complementar (de acordo com a variação/aumento da Receita).

Alguns dos servidores presentes propuseram movimento grevista demonstrando total insatisfação com a proposta indecorosa do Governo.

Evitando qualquer descontentamento entre os funcionários municipais e a Prefeitura, o Sinfusp/SL propôs traçar estratégias de mobilizações até o mês de Setembro e afirma que apesar de aceitar o valor de 7,5%, quer um maior percentual de reajuste salarial. Entre as partes está a insatisfação devido aos percentuais não serem consensuais.

Desta forma, face às inúmeras contestações acerca do reajuste salarial 2013, a Entidade quer tratar também de questões cruciais que devem ser levadas em conta pelo Governo Municipal, pelos Parlamentares e também pelas Centrais Sindicais nesse debate, entre elas: a continuidade permanente da Mesa de discussão para que outras pautas possam ser tratadas – a Implementação do PCCV (Plano de Cargos, Carreiras e Salários), os 40% dos cargos comissionados, assistência médica e de formação aos servidores, além de uma valorização e incentivo ao servidor para que este possa oferecer um serviço de qualidade à população.

  Publicado em: Governo

Sinfra contabiliza grandes obras rodoviárias e de mobilidade urbana em todo o Maranhão

Publicado em   08/jun/2013
por  Caio Hostilio

foto 5 - obras Sinfra[1]O Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra), vem desenvolvendo um grande programa rodoviário, que inclui construção, restauração e conservação de estradas em todo o estado. Também realiza obras civis e de mobilidade urbana de relevância estruturante, como o Espigão Costeiro da Ponta d’Areia e a Via Expressa, em São Luís.

“São obras estruturantes realizadas por determinação da governadora Roseana Sarney e em todo o Maranhão. O governo está levando asfalto a todos os municípios, melhorando a qualidade de vida da população, facilitando o deslocamento das pessoas e melhorando o escoamento da produção”, declarou o secretário de Infraestrutura, Luis Fernando Silva.

Segundo o secretário, dos 4 mil km do total de estradas pavimentadas até hoje em todo o estado, 2 mil km foram obras da governadora Roseana. “Por sete anos não houve restauração ou conservação de estradas, no Maranhão. Com o retorno dela ao governo, em 2009, esse trabalho foi retomado e também ampliado com obras de pavimentação de estradas, interligando todos os municípios”, assinalou Luis Fernando.

Nessa grande ação o governo priorizou 14 municípios, que em breve serão interligados, via pavimentação, a importantes eixos rodoviários – MAs ou BRs. Serão mais 500 km de malha viária que receberão asfalto, com investimentos de R$ 600 milhões, obras que beneficiarão mais de 3 milhões de habitantes. “O Maranhão se tornará o primeiro estado nordestino a garantir acesso por asfalto a todos os seus municípios”, afirmou o secretário, ao informar que as estradas deverão ser inauguradas até abril de 2014.

Outras duas grandes obras estruturantes e fundamentais para o desenvolvimento econômico do estado, de responsabilidade da Sinfra, são o Anel da Soja e a Estrada do Arroz, que irão beneficiar municípios das regiões tocantina e sul do Maranhão.

Em visita à Agrobalsas, no mês de maio, durante ações do Governo Itinerante, a governadora Roseana Sarney assinou edital de licitação para construção do Complexo do Anel da Soja, essa que é uma antiga reivindicação dos produtores da região sul do Maranhão. Serão 300 km de circuito rodoviário pavimentado, que irá facilitar o escoamento da produção de grãos e reduzir o custo com frete. “Essa obra dará um novo salto na produção de grãos, criando mais emprego e renda na região”, afirmou o secretário.

Já a Estrada do Arroz, que liga os municípios de Imperatriz e Cidelândia, terá seus 51 km de extensão pavimentados pelo Governo do Estado. Os recursos já estão assegurados e a obra será iniciada no segundo semestre de 2013, com prazo de entrega no fim de 2014. Além de grãos, a pavimentação da estrada irá facilitar o escoamento da produção leiteira da Região Tocantina, em torno de 300 mil litros de leite/dia. “Essa é outra obra importante que viabilizará o escoamento da produção”, frisou Luis Fernando.

Obras civis e de mobilidade urbana

Uma das grandes obras civil que a Sinfra vem realizando, em São Luís, é o projeto de urbanização do Espigão Costeiro da Ponta d’Areia, orçada em 32 milhões, e que irá transformar aquela área no novo cartão postal da cidade e num espaço de lazer para a comunidade local e turistas.

O projeto teve início com a construção do quebra-mar com a finalidade de conter a erosão no local. Agora, as obras de urbanização estão a todo vapor, com a construção do braço do espigão, de 128 metros de extensão e 8,2 metros de largura, que proporcionará a edificação da Marina da Ponta d’Areia e garantirá a chegada das embarcações na região de forma mais segura.

A urbanização prevê a instalação de quiosques de conveniência, bancos e um grande calçadão que pode ser utilizado para práticas esportivas, como ciclismo, corrida e caminhada. Inclui ainda a construção de um deck feito a partir de madeira reaproveitada, que contará com palmeiras imperiais como item de ornamentação, além de iluminação, pavimentação, fixação de proteção lateral, locais para coleta de lixo, pontos de observação, entre outros espaços paisagísticos.

Outra obra de impacto infraestrutural realizada pelo Governo do Estado na capital maranhense é a Via Expressa, cuja primeira etapa já foi entregue, compreendendo trecho de 2,5 km ligando a Avenida Carlos Cunha ao bairro Cohafuma, com três faixas, sendo uma exclusiva para ônibus, além de ciclovia. A obra avança agora até o Maranhão Novo. 

A integração viária da Ilha, abrangendo os quatro municípios – São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa – é outro projeto impactante: o chamado Anel Metropolitano, cujo primeiro já teve elaboração de projeto autorizado e corresponde à obra de duplicação da MA-203, a partir do trecho do colégio Marista, no Araçagi até a Raposa.

Na semana passada, em Raposa, o Governo do Estado entregou o Porto do Braga, que foi totalmente reconstruído e urbanizado, com investimentos de R$ 3.951.716,81. A obra beneficia cerca de 10 mil pescadores que trabalham no município, responsáveis por uma produção de 10 mil toneladas/dia de pescado.

O secretário Luis Fernando destaca ainda como obras civis de grande relevância as reformas do Estádio Castelão e a Biblioteca Pública Benedito Leite, em São Luís, além de mercados e estações rodoviárias no interior do estado.

  Publicado em: Governo

E a crise continua no Socorrão I…

Publicado em   08/jun/2013
por  Caio Hostilio

Apenas um adendo: Afinal, por que o prefeito Edivaldo Holanda Junior insiste em manter um diretor que não consegue gerir dentro dos princípios administrativos, principalmente em relações humanas, que confunde o público com o privado e que faz do serviço médico do Socorrão uma patacoada generalizada? Por que tentam jogar para debaixo do tapete todas as presepadas desse diretor? Por mais que a saúde do município esteja em péssimas condições, não se houve falar de tanta coisa ruim sobre o diretor do Socorrão II, que já mostrou serenidade, seriedade e compromisso com a coisa pública!!!

Do Blog do Ronaldo Rocha

enfermeirosO prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PTC) tem um grave problema no Hospital Municipal Djalma Marques, o Socorrão I, que precisa de solução imediata. A conturbada gestão do midiático diretor Yglésio Moyses, já resultou em pelo menos três paralisações este ano.

Na história recente dos hospitais municipais, não há registro de tanta rejeição de uma diretoria-geral, quanto à ocupada pelo doutor Yglésio.

Ontem, todos os técnicos de enfermagem da unidade de saúde cruzaram os braços, para reivindicar melhores condições de trabalho, pagamento de gratificações e uma solução do Município em relação ao tratamento que é dispensado pelo diretor geral do Socorrão I.

Yglésio anda em corredor tomado por macas com pacientes em situação humilhante

Release enviado pela Prefeitura à imprensa tenta minimizar o fato e destaca que houve apenas reivindicação da categoria em relação ao pagamento das gratificações. No texto, Yglésio afirma que valor da bonificação é oscilante e depende da receita do hospital. “Complementamos o salário dos nossos servidores através do nosso repasse do SUS. Este mês infelizmente tivemos uma arrecadação menor, logo a bonificação reduziu”, disse.

Os profissionais não aceitaram as justificativas – consideradas inconsistentes -, e prometerem paralisar novamente os trabalhos caso não haja a regularização do pagamento. Eles alegam que o valor das gratificações caiu de R$ 150,00 para 120,00.

Em março, funcionários do Socorrão I já haviam pedido a saída de Yglésio, após terem sido chamados de porcos pelo diretor. Para justificar, na ocasião, à comissão de Saúde da Câmara o fato de o hospital estar sujo, ele disse que os funcionários gostavam de trabalhar em chiqueiro.

Yglésio também foi denunciado esta semana pelo blog de Daniel Matos, por ter colocado a namorada [Juliana Brito, segundo o jornalista] para dirigir um setor importante do hospital. Ele já havia sido denunciado à polícia há poucos dias por um servidor, por causa da ausência de testes biológicos e o não funcionamento de toda a Central de Material de Esterilização (CME), unidade de apoio técnico que assegura o controle, preparo e esterilização de materiais médicos hospitalares, com o objetivo de evitar contaminações. O servidor agora é alvo de um processo administrativo interno e pode ser excluído dos quadros do Município.

Além disso, Yglésio ganhou destaque nacional na mídia – negativamente é obvio – na ridícula e desnecessária campanha de doação de alimentos para o Socorrão I. Uma campanha que ficará para a história do serviço médico público do país.

  Publicado em: Governo

Concordo em número, gênero e grau!!! Pois eu fui umas testemunhas ouvidas…

Publicado em   07/jun/2013
por  Caio Hostilio

Não poderia deixar de me manifestar favoravelmente à matéria do jornalista Jorge Aragão “Juiz Márcio Brandão, uma atuação digna de registro”, haja vista que sou uma testemunha ocular dos procedimentos dignos do juiz Márcio Brandão, uma vez que eu fui uma das testemunhas ouvidas nessas oitivas comandada pelo citado juiz, que mostrou muita serenidade, perspicácia e uma visão jurídica extraordinária, além da lisura em seu trabalho.  

Vamos ao texto de Jorge Aragão:

juizO Blog tem conversado com muitas pessoas que acompanharam todas as oitivas do Caso Décio Sá e uma coisa tem sido destacada de maneira unânime, a atuação do juiz Márcio Brandão, da 1ª Vara do Tribunal do Júri.

O magistrado tem demonstrado conhecer o processo inteiro a fundo, com questionamentos sempre pertinentes, Márcio Brandão tem conquistado reconhecimento tanto da parte dos inúmeros advogados de defesa quanto da acusação.

Márcio Brandão tem sido tão preciso e ido direto ao ponto, que muita das vezes os advogados e o promotor ficam praticamente sem ter o que acrescentar nas oitivas. A atuação do magistrado foi praticamente perfeita, em certos momentos inibindo até mesmo a atuação, que na opinião do Blog foi apagada, do promotor Luís Carlos Duarte.

Pela seriedade demonstrada, fica claro que se o magistrado errar será por excesso e não por omissão, tanto que acatou pedido do advogado Adriano Cunha, para que a polícia investigue o possível envolvimento do empresário Pedro Teles no Caso Décio Sá.

Sendo assim, ninguém tem nenhuma dúvida que quando se pronunciar, Márcio Brandão fará justiça e atenderá a expectativa da sociedade maranhense.

  Publicado em: Governo

Coisas absurdas devem perder de lavagem!!! Site da Câmara dos Deputados faz enquete sobre a PEC 37

Publicado em   07/jun/2013
por  Caio Hostilio

pec 37Enquete disponibilizada no site da Câmara dos Deputados quer saber a opinião dos internautas sobre a Proposta de Emenda à Constituição nº 37/2011, que limita o poder de investigação do Ministério Público, e cuja votação no plenário da casa está prevista para o dia 26 de junho.                 

Diante da pergunta “Você concorda que investigações criminais sejam realizadas somente pela Polícia e não mais pelo Ministério Público (PEC 37/11)?”, o internauta tem três opções de resposta:

1- Sim, concordo

2- Não. Acho que o MP deve poder investigar quando julgar necessário;

3- Em parte. Acho que o MP deve investigar somente casos específicos.

Até a manhã desta sexta-feira, 7, mais de 52 mil pessoas já tinham se manifestado, sendo 82% contrárias à PEC 37, 16% a favor e 2% disseram concordar em parte com a proposta.

Para opinar na enquete virtual promovida pela Câmara dos Deputados, acesse o endereço:.http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/.

MOBILIZAÇÃO

Na próxima segunda-feira, 10, os membros do Ministério Público do Maranhão vão se reunir, às 10 horas, no auditório da Procuradoria Geral de Justiça, com o objetivo de discutir estratégias de mobilização contra a PEC 37 até a votação no dia 26.

No Maranhão, outras ações já foram realizadas para combater a iniciativa, como as audiências públicas em mais de 50 cidades, no mês de abril, e as moções de repúdio  aprovadas pelas Câmaras de Vereadores.

Os legislativos municipais de Itapecuru-Mirim, São José de Ribamar, Açailândia, Zé Doca, Vila Nova dos Martírios, Imperatriz, Codó, Rosário, João Lisboa, Santa Inês, Parnarama, Timon e Balsas se manifestaram contra a PEC por meio das moções.

  Publicado em: Governo

Com certeza os incautos vão esculhambar!!! BNDES aprova projeto da Sema no valor de R$ 20 milhões

Publicado em   07/jun/2013
por  Caio Hostilio

Os incautos ficarão roxos de raiva!!!

Os incautos ficarão roxos de raiva!!!

Projeto apresentado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema) com o objetivo de fortalecer a gestão da política ambiental no estado, no valor de R$ 20 milhões, foi aprovado pela diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Os recursos são do Fundo Amazônia.

O projeto é uma iniciativa pioneira da Sema.”Foram dois anos de trabalho dos técnicos da Sema, acompanhados por uma equipe do BNDES, que supervisionou todas as etapas até a aprovação do projeto, no final de maio”, explica o secretário de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais, Victor Mendes.

De acordo com o secretário, o projeto pactuado com o BNDES é um dos mais expressivos resultados do processo de reestruturação técnica e administrativa implementada na Sema, por determinação da governadora Roseana Sarney. “Pela primeira vez o Maranhão é contemplado com recursos do Fundo Amazônia, o que sinaliza um processo de maturidade do Órgão Ambiental Estadual e da política estadual de meio ambiente. Até então, somente os estados melhor estruturados nesse sentido vinham sendo contemplados com recursos do Fundo”, assinalou Victor Mendes.

Ele disse ainda, que nos últimos anos o governo investiu em melhorias no órgão estadual, que foram importantes na aprovação do projeto. “Trata-se de uma conquista importante, que vai fazer muita diferença na execução da política ambiental estadual”, completou.

Objetivos

Os recursos, concedidos a título de compensação financeira não reembolsável, serão liberados gradativamente nos próximos dois anos e aplicados conforme plano de trabalho específico já pactuado com o BNDES, em ações prioritárias na política estadual de meio ambiente.

Dentre essas ações se destacam o combate ao desmatamento; valorização do ativo florestal; implementação do Cadastro Ambiental Rural, medida importante para disciplinar o licenciamento de atividades rurais, especialmente no âmbito da agricultura familiar; elaboração de Planos de Recomposição de Áreas Degradadas e Alteradas; além do fortalecimento institucional da Sema.

Conforme o secretário Victor Mendes, esse conjunto de ações foi proposto levando-se em conta o grau de prioridade para o estado. “São áreas que exigem atenção imediata e que o estado esteja preparado para agir nas soluções”, frisou Mendes.

A aplicação e o processo de prestação de contas serão acompanhados pelo BNDES. Vários relatórios de avaliação de resultados estão previstos no Plano de Aplicação dos Recursos, programados ao longo do tempo de duração do contrato como medidas para a correta aplicação dos recursos.

A primeira parcela deve ser liberada logo após a assinatura do contrato entre a Sema e o BNDES, o que deve acontecer nos próximos dias.

  Publicado em: Governo

Não se debate no senso comum!!!

Publicado em   07/jun/2013
por  Caio Hostilio

O Maranhão tem, em minha concepção, os políticos mais despreparados para debater assuntos relacionados à administração pública, haja vista que se concentram em debates medíocres, sem consistência científica e, principalmente, sem embasamentos que comprovem o que estão dizendo. Simplesmente um fracasso.

Para quem escuta os debates na Assembléia Legislativa e que tem o mínimo de conhecimento em gestão pública, ver de imediato o quanto os nossos representantes são fraquíssimos no contexto do debate que traga os efeitos, as causas e as ações que possam melhorar tal situação. Simplesmente são ruins!!!

Mas quando é para fazer politicalha, canalhices e safadezas, nossos políticos apresentam discursos que não condiz com a realidade da essência do assunto a ser debatido.

Discutem educação sem ter o mínimo de conhecimento em gestão educacional, na essência do ensino/aprendizagem, nos conceitos de avaliação, na importância de cada etapa do ensino básico e as responsabilidades de cada uma das instâncias governamentais: Federal, Estadual e Municipal… Uma falácia que causa urticárias!!!

Quando tentam debater sobre modalidades licitatórias… Meu Deus!!! Como são tapados, chegando a confundir “dispensa de licitação” com “sem licitação”.

O pior de tudo é ver o debate sobre saúde pública, cujo desconhecimento dos ditames do SUS e suas responsabilidades ultrapassam a margem da ignorância… Prevalece sempre a politicalha, pois apenas se baseiam nela para discorrer suas incompetências e falta de conhecimento na essência do objetivo real do Sistema Único de Saúde.

Portanto, Ricardo Murad foi muito feliz em seu comentário no Facebook, pois mostrou o quanto os politiqueiros maranhenses desconhecem de saúde pública e que são incapazes de debater um assunto de tamanha importância no campo científico, pois sabem que serão engolidos por suas faltas de conhecimentos.

Ricado murad

  Publicado em: Governo

Vale criar novos municípios?

Publicado em   07/jun/2013
por  Caio Hostilio

imagesCAVN0XFCDesde que sejam cumpridas as exigências aprovadas na Câmara dos Deputados, com certeza valerá a pena!!!

É preciso partir do pressuposto de que os maiores povoados são os mais distantes da sede do município, com isso ficam a mercê da própria sorte, cujos serviços básicos não chegam, tais como: saúde, educação e infraestrutura.

É preciso que a Assembléia Legislativa adote mais exigências, que possam fundamentar a criação, não se baseado apenas no número de habitantes (8 mil pessoas), mas que verifique “in loco” a situação sócio-econômica, as condições logísticas, visando a atração de investimentos e, principalmente, o potencial geoeconômico e o ambiental. Caso contrário, serão criados municípios que não passarão meros aglomerados de desempregados, de famintos e miseráveis.

Foi nesse sentido que escrevi no dia 28 de abril de 2011, o artigo “As Vantagens e desvantagens em criar novos estados e mais municípios!!!”   

No artigo busquei uma fala do Senador Mozarildo Cavalcanti, que discorria sobre a criação de novos estados. Ele mencionou a divisão do Estado do Maranhão. “Não posso concordar com essa divisão, pois é claro que a região Sul do Estado tem todas as condições de desenvolvimento, enquanto que a parte norte não demonstra qualquer tipo de atividade que possa progredir em diversas áreas de produção”.

Escrevi na época, que os defendem a criação de novos estados e municípios, a criação traz uma dinâmica maior, porque muitos passam a ser exemplos nas suas regiões e que os municípios mães terão que acompanhar esse novo ritmo de desenvolvimento. Os defensores afirmam que inovações ocorrerão, como também melhorias nas administrações, com criação de novos modelos, novas maneiras mais efetivas de atuação. Eles garantem ainda que os estados tenham maiores desenvolvimentos com as emancipações. Os defensores dizem ainda que não haverá problema algum para o município mãe a divisão proporcional dos recursos com o município filho, visto que o governo federal e estaduais não criarão recursos para os novos, eles terão que dividir com o município mãe. Contudo, os defensores dizem que os municípios novos pequenos não têm um peso tão grande na economia do Estado, em termos de PIB eles não representam tanto. De qualquer forma, eles deram uma melhoria na economia, em função dessa dinamicidade, dessa desenvoltura, dessa criatividade que tiveram e que fez com que o Estado melhorasse sua administração, tornando-a, em muitas situações, mais responsável.

Disse, que valeria ressaltar que o Brasil rural ainda não encontrou seu eixo de desenvolvimento. Em minha opinião, mais importante é procurar uma explicação econômica para essas tendências demográficas. Afinal, um dos raros pressupostos que desfrutam de unanimidade entre os economistas é que a distribuição espacial da população corresponde, em última instância, ao rearranjo espacial das atividades econômicas.

E é aqui que aparece outro dos grandes obstáculos à renovação das idéias sobre o desenvolvimento da sociedade brasileira: a poderosíssima, embora anacrônica, confusão que continua a se fazer neste país entre economia rural e economia agrícola, ou agropecuária. É assustador perceber quanto os intelectuais brasileiros – a começar pelos economistas – têm dificuldade de entender que no espaço rural também existem os setores secundário e terciário. Há mesmo quem tache de urbanas todas as atividades extra-agropecuárias, mesmo que ocorram em zonas classificadas como rurais.

Essa confusão é gravíssima, pois as melhores pesquisas sobre a economia rural indicam que a renda de suas atividades primárias já é bem inferior à de seus outros dois setores. Apesar de não terem como evitar a amputação do enorme contingente de pessoas que residem em sedes de municípios e distritos inequivocamente rurais, que querem se transformar em municípios. Enquanto prevalecer essa dupla trapalhada – que combina o mito de um Brasil hiperurbanizado com a ignorância sobre o peso dos serviços e da indústria na economia rural – continuarão muito precárias todas as tentativas de formular uma nova agenda de desenvolvimento para o país.

Diante dos fatos, observa-se que esse assunto precisa de muita discussão, audiências públicas e, principalmente, de estudos científicos que comprovem a eficiência e a disposição de crescimento econômico, político e social desses novos estados e municípios.

Portanto, que se verifique “in loco” todas as perspectivas, isso através de pesquisas científicas de fato e não pesquisas de cunho político.

  Publicado em: Governo

E aí, já fizeram a pesquisa de quantas vezes a Polícia prendeu os mesmos bandidos?

Publicado em   07/jun/2013
por  Caio Hostilio

crime-compensaComo é fácil se basear apenas por percentuais de um lado!!! Coisa típica do positivismo, que afirma a ciência sem buscar alternativas que possam derrubá-la. Caso os politiqueiros, a mídia, os sociólogos, juristas, antropólogos e os demais seguimentos dessa sociedade hipócrita buscassem a Dialética, que ao inverso do positivismo nega a ciência, haja vista que busca alternativas mais claras, com certeza veriam que o foco do aumento da criminalidade nesse país está totalmente pautada na impunidade e não tão somente da deficiência do Aparelho de segurança.

Seria necessário que todos esses seguimentos acima fossem – levando consigo milhares de pessoas – ao Congresso Nacional exigir a votação com urgência do Novo Código Penal Brasileiro, que parece ter se perdido nos corredores do Legislativo.

É preciso lutar contra o condigo penal caduco que ainda está em vigor nesse país. Dois dias depois que escrevi aqui o texto “O crime compensa? No Brasil compensa!!!”, no dia 31 de maio de 2013, onde cito como os bandidos e os adolescentes conhecem seus direitos e usam os menores para assumir toda autoria de um crime, no Rio de Janeiro, o bandido que atirou num turista alemão, na Rosinha, arrumou um menor para assumir o crime, coisa que a polícia carioca descobriu ser uma farsa.

Mostrei aqui, ainda, depois do texto, como o ex-dono do Banco Econômico se livrou de todas as denúncias contra ele.

Isso não interessa, visto que os seres humanos se tornam cada vez mais neoliberais, filho nefasto do positivismo.

Vamos repedir o texto:

Uma das coisas que mais me irrita é escutar de politiqueiros e da mídia que o índice de criminalidade aumentou assustadoramente, porém não buscam a historicidade, baseada na dialética, para saber os reais motivos.

O que estimula a criminalidade no Brasil é a impunidade, coisa que do criminoso do colarinho branco ao analfabeto conhecem como ninguém.

Pergunte a um adolescente que ele resolva um calculo de matemática ou interprete um texto? Com certeza não saberá nem resolver o calculo e sequer a interpretação de um texto, porém tem decorado seus direitos constitucionais e usam desses direitos para a delinqüência, assim como são bem usados pelos bandidos por esse país afora.

A culpa encontrada pelos politiqueiros e pela mídia é o Aparelho de Segurança dos Estados e até o federal, porém são incapazes de buscar uma estatística em que mostrem quantos bandidos e assassinos foram presos pela polícia e em pouco tempo estão soltos.

Observa-se que muitos bandidos não ficam presos sequer por 24 horas, voltando, com essa facilidade, a praticar seus delitos.

Tive o desprazer de testemunha isso em diversas ocasiões. Tenho um amigo policial civil aqui no Maranhão, que vez por outra ele prende diversos traficantes, isso com flagrante, e no outro dia eles estão soltos e ainda gozam do policial.

Por isso, muitos policiais aderem à criminalidade, pois vêem que suas ações não surtem o feito desejado, com isso passam a fazer acordo$ com os bandidos.

Eu presenciei a invasão do Hotel Nacional, no Rio de Janeiro, por bandidos do Morro do Cantagalo, cujos hospedes foram usados como reféns e escudo.

Depois vi, pelo Jornal Nacional, um desembargador colocar todos soltos dizendo que os mesmos não traziam perigo à sociedade. Dos 19 bandidos, quatro já morreram em confronto com a polícia, cinco voltaram para prisão por outros delitos.

Surpreendi-me quando ex-delegado geral do Maranhão, Nordiman, disse-me que aquela quadrilha considerada a mais perigosa em assalto a bancos no Nordeste, presa no mês de março desse ano pela Polícia maranhense, já havia sido presa pela própria polícia maranhense em Imperatriz a menos de três anos, pude ver que a impunidade é o combustível para a criminalidade no Brasil dentro do seu contexto do estrato social.

Por outro lado, vêm os direitos humanos, que na verdade ampara os bandidos e crucifica os cidadãos de bem. Que país é esse?

As leis brasileiras são caducas e cheias de aberturas, embargos e outras futricas que ajudam muitos a ingressarem no mundo do crime.

É de transitado e julgado e até que se acabem todas as alternativas de defesa, isso com todas as provas mostrando o delito, fez com que no ano passado muitos políticos corruptos fossem reeleitos e eleitos nos mais diversos municípios desse país.

Estive em Istambul, Turquia, e em diversas cidades daquele país. Sempre busco informações sociais, políticas e econômicas dos países que já visitei. Istambul é uma cidade com 15 milhões de habitantes, mas que você não ver roubos, assaltos, crimes e demais delitos. Vi isso também no Chile. Sabem o porquê disso? As leis nesses países são duras, não dão brechas e sequer dão os mais diversos esgotamentos de defesa, principalmente quando o crime já foi mais que desvendado.

O certo é que o aparelho de segurança e o Poder Judiciário comungam dos mesmos princípios e seguem a risca todos os ditames.

É preciso mudar as leis brasileiras e impor segurança pública e justiça nesse país.

Portanto, antes de discutirem sobre aumento da violência, busquem primeiro saber a historicidade de todos que estão praticando esses delitos. Com certeza vão se surpreender o número de vezes que esses bandidos já foram presos e soltos!!!

  Publicado em: Governo

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