Afinal, por que essa matéria abaixo chama tanto atenção?

Publicado em   01/abr/2013
por  Caio Hostilio

A matéria “As vantagens e desvantagens em criar novos estados e mais municípios!!!”, publicada no dia 28 de abril de 2011, de repente se tornou uma das matérias mais acessada nesse blog. O número de acesso diário para uma matéria tão antiga chama a atenção, chegando a 200 acessos por dia.

Vamos a matéria:

 mozarildocaval-300x189Hoje (28), como de costume, estava ligado na TV Senado, e fiquei atento ao discurso do senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) cobrando que seja realizado plebiscito para questionar às populações de Amazonas, Pará e Mato Grosso se desejam ver seus territórios divididos em novos estados. Segundo o senador, cada um dos três entes tem praticamente o tamanho das regiões Sul e Sudeste juntos, o que dificultaria seu desenvolvimento. Mozarildo pediu agilidade na aprovação, pela Câmara, de propostas já analisadas pelo Senado sugerindo a consulta. Os textos defendem a criação dos estados do Tapajós, a oeste do Pará (PDC 731/00, na Câmara); e do Araguaia, na parte do norte de Mato Grosso (PDC 850/01). O PDC 725/00, que sugere a divisão do Amazonas, foi aprovado com substitutivo do então senador Jefferson Peres (1932-2008) propondo a divisão do território em três: Rio Negro, Solimões e Juruá.

Segundo sua avaliação, nenhum estado ou território fruto de uma redivisão territorial deu errado. Foi bom para ambos os lados, para o estado-mãe e para o estado-filho. Então como é que queremos eliminar desigualdades regionais com Estados verdadeiros latifúndios, como são o Amazonas, o Pará e o Mato Grosso? – questionou. Por outro lado, ele mencionou a divisão do Estado do Maranhão. Não posso concordar com essa divisão, pois é claro que a região Sul do Estado tem todas as condições de desenvolvimento, enquanto que a parte norte não demonstra qualquer tipo de atividade que possa progredir em diversas áreas de produção.

aaaaaarnaldomelopresid1Também, hoje (28), conversei com o presidente da Assembléia Legislativa, deputado Arnaldo Melo, sobre o projeto que estabelece critérios para a criação de novos municípios no Maranhão.

Em minha opinião, os estados do Amazonas e do Pará mostram que as divisões não afetarão a economia e as diferenças regionais, cujas regiões não demonstram qualquer tipo de diferenças estruturais e de condições que possam trazer transtornos sociais, econômicos e políticos ao Estado mãe.

Para os que defendem a criação de novos estados e municípios, a criação traz uma dinâmica maior, porque muitos passam a ser exemplos nas suas regiões e que os municípios mães terão que acompanhar esse novo ritmo de desenvolvimento. Os defensores afirmam que inovações ocorrerão, como também melhorias nas administrações, com criação de novos modelos, novas maneiras mais efetivas de atuação. Eles garantem ainda que os estados tenham maiores desenvolvimentos com as emancipações. Os defensores dizem ainda que não haverá problema algum para o município mãe a divisão proporcional dos recursos com o município filho, visto que o governo federal e estaduais não criarão recursos para os novos, eles terão que dividir com o município mãe. Contudo, os defensores dizem que os municípios novos pequenos não têm um peso tão grande na economia do Estado, em termos de PIB eles não representam tanto. De qualquer forma, eles deram uma melhoria na economia, em função dessa dinamicidade, dessa desenvoltura, dessa criatividade que tiveram e que fez com que o Estado melhorasse sua administração, tornando-a, em muitas situações, mais responsável.

Os defensores dizem também que apóiam as divisões por ser mais democrático, visto que assegura a maior aproximação entre governantes e governados, tendo o povo contato mais direto através dos poderes locais.

Por outro lado, vale ressaltar que o Brasil rural ainda não encontrou seu eixo de desenvolvimento. Em minha opinião, mais importante é procurar uma explicação econômica para essas tendências demográficas. Afinal, um dos raros pressupostos que desfrutam de unanimidade entre os economistas é que a distribuição espacial da população corresponde, em última instância, ao rearranjo espacial das atividades econômicas.

E é aqui que aparece outro dos grandes obstáculos à renovação das idéias sobre o desenvolvimento da sociedade brasileira: a poderosíssima, embora anacrônica, confusão que continua a se fazer neste país entre economia rural e economia agrícola, ou agropecuária. É assustador perceber quanto os intelectuais brasileiros – a começar pelos economistas – têm dificuldade de entender que no espaço rural também existem os setores secundário e terciário. Há mesmo quem tache de urbanas todas as atividades extra-agropecuárias, mesmo que ocorram em zonas classificadas como rurais.

Essa confusão é gravíssima, pois as melhores pesquisas sobre a economia rural indicam que a renda de suas atividades primárias já é bem inferior à de seus outros dois setores. Apesar de não terem como evitar a amputação do enorme contingente de pessoas que residem em sedes de municípios e distritos inequivocamente rurais, que querem se transformar em municípios. Enquanto prevalecer essa dupla trapalhada – que combina o mito de um Brasil hiperurbanizado com a ignorância sobre o peso dos serviços e da indústria na economia rural – continuarão muito precárias todas as tentativas de formular uma nova agenda de desenvolvimento para o país.

Hoje, o Brasil possui 5.564 municípios. Esse número, na avaliação dos que não aprovam a criação de novos municípios, como o próprio governo federal, é mais do que suficiente. Para eles, liberar a criação de mais municípios, neste momento, é um contra-senso, visto que haveria um inchaço na máquina administrativa. O certo é dar maior autonomia e visibilidade às localidades já existentes, valorizando os órgãos e servidores municipais. Para isso, o governo federal precisa ser o indutor de políticas públicas que valorizem essas localidades.

Os contrários afirmam que a criação de novos municípios geraria ônus incalculável aos cofres públicos, uma vez que as despesas oriundas com novos cargos públicos e com os Poderes Legislativo e Judiciário locais seriam absurdas. Para os contrários, a emancipação de estados e municípios não representa garantia de crescimento social e econômico.

Diante dos fatos, observa-se que esse assunto precisa de muita discussão, audiências públicas e, principalmente, de estudos científicos que comprovem a eficiência e a disposição de crescimento econômico, político e social desses novos estados e municípios.

  Publicado em: Governo

Os bodes expiatórios da gestão Holanda Junior…

Publicado em   01/abr/2013
por  Caio Hostilio

BODEAntes mesmo de tomar posse, verificava-se que a briga por cargos e poder entre os partidos que “apoiaram” Holanda Junior era algo que transcendia os limites da incoerência, tanto que a formação do seu secretariado se completou na marra no apagar das luzes da ex-gestão.

Aí é que entra o grande desafio do que é realmente o “Novo e a Mudança”. Simplesmente tudo não passou de uma frase de efeito, porém sem objetividade alguma, haja vista que sequer tinham programas e projetos que pudesse modificar alguma em prol dos ludovicenses.

A educação continua com os mesmos problemas, sendo ceifados das escolas os pedetistas. Essa foi a ação encontrada para modificar a educação em São Luís!!! Rsrsrsrsrs. Até hoje o secretário não me respondeu os meus 10 questionamentos. Isso só vem mostrar que não havia projeto algum para essa área. As mazelas? Como já se passaram três meses de governo, a culpa será depositada na conta dos diretores das escolas. O bode expiatório é o PDT.

Na saúde as coisas vão de mal a pior, podendo ser classificada como pior que a oferecida pelo ex-gestor João Castelo. Ao menos não saiu pedindo alimentos para a população e sequer tentou fazer uma parceria esquisitíssima para reformar hospital. A culpa? Ora bolas!!! É a falta de recursos, que vem sendo usada pelo diretor irresponsável do Socorrão I – fala como um porta-voz -, porém seria providencial perguntar onde já foram aplicados os R$ 220 milhões que a saúde ludovicense teria que aplicar na saúde. Que esse irresponsável do diretor do Socorrão I não venha com a canalhice de que estão pagando conta do ex-gestor.

Assim como ele disse que o orçamento não havia sido aberto para comprar alimentos, esse mesmo argumento vale para não pagar os débitos que ficaram em restos a pagar. Portanto, o bode expiatório é a falta de recursos e as contas do ex-gestor… Só que as contas do ex-gestor ainda não foram pagas.

A SMTT virou casa mãe Joana, pois existe todo tipo de negociata ilícita e irregular naquela pasta. O bode expiatório aí são as armações de campanha eleitoral!!!

Na secretária de Agricultura e Abastecimento, o secretário da pasta tomou posse e sequer procurou saber dos programas ali existentes. Veio à denúncia do encerramento do programa “Bom Peixe” e o secretário saiu com uma nota completamente maluca, mostrando seu despreparo, incompetência e responsabilidade com a coisa pública. Como viu que sua nota saiu pior que soneto, ele tratou de encontrar um bode expiatório, e mais uma vez caiu sobre os ombros do PDT.

Só espero que essa gestão fique o tempo todo procurando bodes expiatórios para sua falta de capacidade de gerir uma administração pública como a de São Luís. Recursos? Tem muito!!!

  Publicado em: Governo

Cadê o líder de consenso da oposição?

Publicado em   01/abr/2013
por  Caio Hostilio

Era evidente que com a morte de Jackson Lago a “oposição” se dilacerou e para uni-la é algo difícil, haja vista que ficou órfã de um líder de fato, coisa que vem cada vez mais se evidenciando, isso até dentro da própria gestão de Edivaldo Holanda Junior, onde é verificada a luta por espaço e atropelações que ultrapassam a sensatez, como se ver na Educação, cujo PDT foi ceifado pelo PCdoB. O PDT também vem sofrendo represarias na Secretaria de Agricultura e Abastecimento pelo PSB, que não assumiu o erro com o sumiço do Programa Bom Peixe.

jackbiografia1No dia 06 de abril de 2011, postei o artigo “A oposição está órfã de líder”, leia abaixo alguns parágrafos do artigo e diga se esse blog não tinha razão!!!

Com a morte de Jackson Lago a oposição maranhense fica órfã de líder.

A oposição maranhense sempre teve Jackson Lago como maior líder, cujo alcance nunca foi sequer ameaçado ou que aparecesse outra figura com o seu histórico.

Flávio Dino, apesar de ser um homem de perspectivas eleitorais, mesmo iniciando muito tarde na política, está sem comando e não é aceito por vários seguimentos da oposição. Como prova disso foi sua atitude nas eleições de 2010, cujo principal foco foi o de atacar a candidatura do líder Jackson Lago.

A liderança de José Reinaldo – ex-sarneysista por mais de 40 anos – mantém apenas sua liderança forçada no PSB, partido dos Tavares. Jamais terá cacife para substituir politicamente e ideologicamente Jackson Lago.

Domingos Dutra, por sua vez, sempre manteve sua postura antisarney, contudo não tem capacidade de aglutinação e posição de liderança.

Os novatos, tais como Rubens Junior, o próprio Flávio Dino e outros que se intitulam oposicionistas, sempre viveram nababescamente à custa da tal oligarquia. Com isso, não possuem histórico que possa levá-los a substituir Jackson Lago.  

Durante as últimas duas décadas, Jackson Lago exerceu reconhecida liderança política em São Luís, onde governou por três vezes e fez seus sucessores. Isso lhe deu força política e liderança nas oposições.  

lidernasce1No dia 07 de abril de 2011, publiquei o artigo “Afinal, quem substituirá Jackson Lago?”, leia os principais parágrafos:

Alguns concordaram com o meu artigo: “A oposição está órfã de líder”, outros acham que esse posto caberá ao ex-deputado Flávio Dino ou a Roberto Rocha.

Contudo, por unanimidade, os jornalistas não vêem um histórico político em Flávio Dino, além de sua arrogância de ex-juiz. Enquanto que vêem em Roberto Rocha um bom articulador e de fácil comunicação.

Em minha opinião, não se faz um líder, ele nasce líder. Também é certo afirmar que não se faz um líder de uma hora pra outra!!!

Por isso, não vejo ninguém hoje com perfil de líder para congregar suas opiniões entre os partidos que se dizem de oposição no Maranhão. Aqui não entram os partidos de esquerda. Estamos falando do grupo oposicionista ao grupo Sarney.

Por isso, a oposição ficará órfã até que apareça alguém com o verdadeiro perfil de liderança e poder de aglutinação. Por enquanto, vamos ver a divisão de grupos com pensamentos e objetivos diferentes.  

Com isso, para se tornar um líder é primordial a capacidade de mobilizar as pessoas em torno de um objetivo comum.  Para isso, o líder precisa ter uma visão capaz de inspirar, mobilizar e criar um senso de propósito capaz de aglutinar os liderados em torno do objetivo comum.

O líder precisa saber esclarecer, motivar, educar e também saber ser humilde nas horas certas… O teste decisivo da qualidade da liderança reside na capacidade do líder institucionalizar mudanças e reformas que constituem o seu legado para os seus liderados.

Portanto, para ser líder não é necessário ser robusto, falar alto e achar que só ele é o dono da verdade. O verdadeiro líder é aquele que mesmo sem subir a voz, com fala mansa, com tom meigo, tem o dom da persuasão, que leve seus liderados a acreditar em suas palavras.

Diante do exposto, após a morte de Jackson Lago, temos visto uma oposição desunida com alguns se achando “lideres”.

  Publicado em: Governo

Prefeitura implanta Plano de Capacitação dos Profissionais da Saúde

Publicado em   31/mar/2013
por  Caio Hostilio

Iniciativa da gestão Gil Cutrim tem como público-alvo todos os funcionários do setor e terá início nesta próxima semana. Visa oferecer aperfeiçoar o atendimento em prol dos ribamarenses.

FOTO SAUD..[1]Com o objetivo de aperfeiçoar o atendimento em prol dos ribamarenses, a administração do prefeito Gil Cutrim (PMDB) implantou o Plano de Capacitação dos Profissionais de Saúde do município de São José de Ribamar, cujas ações terão início nesta próxima semana e se prolongarão até o mês de novembro.  

Criado pelo Departamento de Educação Continuada da Secretaria Municipal de Saúde de Ribamar (SEMUS), o Plano será aplicado nas unidades de saúde da cidade (Unidades Básicas, Centros, além da própria sede da Secretaria) e terá como público-alvo todos os profissionais do setor – médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, agentes comunitários de saúde, agentes de endemias, profissionais da área administrativa, dentre outros.  

A primeira etapa acontece nos dias 03, 04 e 09 de abril com a realização, no auditório da SEMUS, dos cursos de Acolhimento e Humanização direcionados para turmas formadas por Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Endemias.  

Ao longo dos meses, serão promovidas diversas outras ações, tais como PMAQ e Apoio Institucional; Oficinas de Especialidades em Dermatologia e Psiquiatria; capacitação em Sinais e Sintomas de Hanseníase; Capacitação em Visita Domiciliar na 1ª Semana de Vida; Oficina de Implantação dos fluxos de Atendimento/ Planejamento da PAS – 2013; Oficina de Atualização em Profilaxia da Raiva Humana; Oficina de Especialidades (Urologia/Otorrino) em Assistência Farmacêutica; Monitoramento das Diarreias; Capacitação do Programa Saúde e Prevenção nas Escolas; Capacitação em Atenção Integral as Doenças Prevalentes – AIDIPI; Capacitação em Ações Básicas de Vigilância Epidemiológica, Profilaxia da Raiva, Animais Peçonhentos e  Leishmaniose; Capacitação em Hepatites Virais, DST’S, Uso do Preservativo (PLAN); Capacitação em Ações de Prevenção de Incapacidades em Hanseníase; Capacitação de Prevenção de Lesões e Morte no Trânsito; Qualificação em Assistência ao Parto e Preenchimento de DNV; dentre várias outras.

“Trata-se de mais uma iniciativa do prefeito Gil que visa capacitar dos profissionais do setor e avançar no oferecimento de bons atendimentos direcionados ao povo”, explicou o secretário municipal de Saúde, Rodrigo Valente.

  Publicado em: Governo

Tem que correr!!! Marina contrata pessoal para acelerar coleta de assinaturas

Publicado em   31/mar/2013
por  Caio Hostilio

Estratégia de usar apenas voluntários foi abandonada pela Rede Sustentabilidade a fim de tentar cumprir os prazos da Justiça Eleitoral

Estadão

marinasilvaCom dificuldades para conseguir as mais de 500 mil assinaturas necessárias para criar um partido que possa disputar as eleições de 2014, o grupo capitaneado pela ex-senadora Marina Silva resolveu profissionalizar o processo e contratar pessoas para fazer esse trabalho. Até agora, as assinaturas estavam sendo recolhidas apenas por voluntários.

“A ideia é colocar essas pessoas contratadas nas ruas já a partir da semana que vem. A combinação desses dois atores, com a preponderância do voluntariado, é que vai produzir o resultado que esperamos”, afirmou Cassio Martinho, um dos porta-vozes da Rede Sustentabilidade.

Para bancar esse custo extra com a contratação de pessoal, serão realizados eventos para arrecadar fundos. O primeiro deles vai ser um café da manhã, em São Paulo, na próxima quinta-feira. No dia seguinte, em Brasília, haverá um jantar. Os convites estão sendo vendidos a R$ 100. O local escolhido, um restaurante na asa norte da capital federal, tem capacidade para aproximadamente 300 pessoas.

O sentimento entre os fundadores da sigla, que foi lançada no dia 16 de fevereiro, é o de ser necessário acelerar o processo de coleta para que a Rede saia do papel dentro dos prazos legais. A Justiça Eleitoral estabelece que todas as assinaturas sejam encaminhadas e analisadas pelo Tribunal Superior Eleitoral até um ano antes das eleições, o que, no calendário eleitoral, significa a data limite de 4 de outubro.

“Os nossos mobilizadores e companheiros ativistas precisam ficar espertos, acordar, ter senso de urgência, dar um grau a mais no esforço de mobilização”, afirmou Martinho.

Segundo ele, além de intensificar o número de mutirões para a coleta de assinaturas, novas estratégias estão sendo elaboradas para alcançar a meta. No próximo fim de semana, os 6 mil voluntários cadastrados no site da Rede foram convocados a entregar, cada um, 30 assinaturas nos postos de coletas dos seus respectivos Estados. C0m isso, o movimento pretende garantir 180 mil assinaturas de uma só vez.

Metáfora. Martinho, no entanto, diz considerar natural que a coleta de assinaturas ainda não tenha “engrenado” e compara o processo com a aceleração de um carro: “Um amigo usa uma metáfora que eu gosto muito para esse caso. É como um carro que começa um processo de aceleração lento e com marchas diferenciadas conforme cada estágio. Primeiro você passa a primeira, depois a segunda, até o carro atingir uma velocidade de cruzeiro. Por isso que se você fizer uma análise a partir da velocidade de um carro, você percebe que, neste momento, nós estamos mais lentos, o que é natural. O que a gente precisa conseguir é dar um empurrão na velocidade neste mês de abril”.

  Publicado em: Governo

Isso é um país sério? Custo para manter a base aliada no Congresso é 160% maior na atual gestão

Publicado em   31/mar/2013
por  Caio Hostilio

Correio Braziliense

eleitorbrasileiroAo retomar amanhã com o PR as negociações para escolher o novo ministro dos Transportes na vaga de Paulo Sérgio Passos, a presidente Dilma Rousseff mantém uma negociação que explodiu ao longo do governo do PT e tem se tornado mais cara com o passar do tempo. Como os presidentes eleitos não conseguem maioria com os próprios partidos aos quais são filiados no parlamento, são obrigados a lotear cargos na Esplanada entre os pseudoaliados, em uma matemática exponencial de 1999 para cá: no segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso, o custo de cada voto governista no Congresso ficou em R$ 718 milhões, em valores atualizados. Em 2013, a mesma equação custará R$ 1,87 bilhão aos cofres públicos para cada sim ao Planalto registrado nos painéis de votação do Congresso. O Correio levou em conta para chegar a esse cálculo o custeio mais os investimentos dos ministérios desde 1999 e dividiu o valor entre o total de integrantes da base de apoio dos respectivos governos ao longo desses anos.

A conclusão é preocupante. A presidente Dilma Rousseff tem de pagar quase R$ 1 bilhão a mais que o tucano Fernando Henrique Cardoso para obter o mesmo grau de fidelidade de deputados e senadores. Alguns elementos são levados em consideração nesse cálculo. Quando FHC foi reeleito em 1999, a Esplanada tinha 23 ministérios. Fortalecido por uma vitória em primeiro turno contra Luiz Inácio Lula da Silva, no ano anterior, Fernando Henrique — que ainda colhia os louros da confiança do eleitorado e dos políticos pela implantação do Plano Real quatro ano antes — tinha uma base de apoio congressual de 482 deputados e senadores que lhe davam maioria folgada na tramitação de projetos de interesse do Planalto.

  Publicado em: Governo

José Sarney representou o “Novo e a Mudança”

Publicado em   30/mar/2013
por  Caio Hostilio

sarney2012[1]

Pode espernear, descabelar e até se rasgar, mas apenas José Sarney, quando governou o Maranhão, gerou perspectivas e não decepcionou o povo, isso desde que se candidatou ao governo do Estado.

Mas o que fez Sarney para não decepcionar e trazer de fato as perspectivas que o povo esperava?

A humildade, a determinação, o empenho e, principalmente, uma equipe pensante, fato esse que Sarney nunca negou.

Sarney nunca se colocou como um “deus”, pois tinha consciência que era preciso uma equipe que pensasse, tanto intelectualmente quanto tecnicamente. Citar nomes? Basta se lembrar da visão de Bandeira Tribuzi.

Sarney e sua equipe conseguiram transformar o Maranhão, cujos resultados em poucos anos podem ser considerados como os de melhor índice crescimento, a comparar com os demais estados brasileiros naquela época.

Essa equipe conseguiu ligar o Maranhão com o resto do país, isso com a BR 135 e estradas estaduais.

Não sei se eles visaram o Itaqui como um dos portos mais bem localizado no Brasil numa estratégia logística, olhando para o mercado internacional. O certo é que esse Porto, hoje, logisticamente é o que dar condições para indústria e a agropecuária de disputar no mercado internacional com preços compensadores, ainda mais com a ferrovia Norte/Sul. Essas duas obras é sem sombra de dúvida o maior legado deixado por um governante desse Estado.  

Trouxe a Universidade Federal do Maranhão e criou a UEMA, além do programa João de Barro para educação básica.  

Idealizaram a mobilidade urbana de São Luís, com o Anel Viário, além da Barragem do Bacanga e a ponte do São Francisco, obras essas que abriram as portas para o desenvolvimento imobiliário.

Foram diversas realização de Sarney e sua equipe. Eles tinham um planejamento detalhado, com uma organização que pudesse fluir os objetivos.

Como não citar Juscelino Kubitschek e sua equipe? Basta saber que nessa equipe figuraram Bernardo Sayão e Oscar Niemeyer, tanto quando governou Minas Gerais e quando presidiu o Brasil. Juscelino, assim como Sarney, sempre falava de sua equipe e que sem ela não poderia ter construido Brasilia.

Então, quando se fala em “Novo e Mudanças” é necessário que se diga quais pessoas estarão à frente, haja vista que não existe um epistemico, como quer fazer crer os seguidores de Flávio Dino e até ele mesmo pensa assim. Daí veio a denominação: “Professor de Deus”.

Exemplo? Cadê a equipe de transformações e novidades na gestão de Edivaldo Holanda Junior? Caso Flávio Dino tivera realmente algo de novidade a ser apresentado, isso já era para está sendo colocado em prática e vale ressaltar que se trata apenas de municipio e não de um estado.

Vejam a algazara em que se encontra a gestão atual, coisa que não condiz em nada com o que prometeram de mudança e novidade.

Novidade? Para dizer que é o “Novo e a Mudança” é preciso que se diga os projetos e quem são os homens e mulheres capazes de fazer essas tão sonhadas mudanças… Mas que mudança é essa que tanto o Flávio Dino alardeia, cujo discurso não fala em nenhum momento em projetos e equipe.

Por isso, Sarney foi quem de fato trouxe um modelo novo e de mudança para o Maranhão quando esteve no Palácio dos Leões.

  Publicado em: Governo

CEF verifica as áreas que serão construidas as residências do Programa Minha Casa, Minha Vida?

Publicado em   30/mar/2013
por  Caio Hostilio

Imagem 724Segundo o que diz o Programa Minha Casa Minha Vida  – Recursos FAR é um programa do Governo Federal, gerido pelo Ministério das Cidades e operacionalizado pela CAIXA – que consiste em aquisição de terreno e construção ou requalificação de imóveis contratados como empreendimentos habitacionais .

Mas será que a Caixa Economica Federal vem cumprindo o seu papel corretamente?

Imagem 725Ontem (29), estive em Zé Doca e algumas pessoas pediram para que eu fosse ver o terreno onde estão sendo construidas 1.250 casas, sendo parte pela Viluma Engenharia e Contrução Ltda e a outra Angra.

Na placa diz que ali ficarão a Nova Zé Doca (etapa 2) e Nova Zé Doca (etapa 3).

Imagem 723O certo é que observando o terreno, observa-se que o lamaçal é muito grande, que não serão oferecidos os complementos essenciais de um programa como esse, haja vista que sua localidade é distante das escolas, postos médicos e, principalmente, de infraestruta adequada.

Imagem 722Verifiquei que o terreno tem tudo para causar grandes transtornos ao futuros moradores das 1250 casas, pois a tendencia é que ali haverá invação de pluvial nas residencias, e deixará as pessoas impossibilitadas de sair de suas casas, que podem sofre muito em suas estruturas.

Seria providêncial que uma equipe técnica da CEF fosse a Zé Doca e fizesse uma estudo mais profundado e, assim, poder tranquilizar as pessas que aguardam suas moradias.

  Publicado em: Governo

Qual é a sua opinião? Quem é o seu representante?

Publicado em   30/mar/2013
por  Caio Hostilio

 

bicha

As justificativas desse panfleto não pode mensurar o pensamento do povo….

 

  Publicado em: Governo

Não sei o porquê de tanto alardeio, o culpado foi o Marcelo de Araújo Costa Coelho

Publicado em   30/mar/2013
por  Caio Hostilio

bom-peixe-300x200Administração se resume em planejar, organizar e controlar, logo se teve o não teve vício e irregularidades no programa Bom Peixe – podendo criar mais e mais desculpas esfarrapadas -, não seria esses o problemas que levaria a Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento a não oferecer a população mais carente peixes com valores mais acessíveis.

Se tinha irregularidade, o trabalho da secretária era abrir procedimentos administrativos para apuração e ao mesmo tempo planejar outra fórmula para que não deixasse a população mais carente sem proteínas e Omega 3.  

Querem encontrar um jeito apenas para encobrir a incapacidade, a irresponsabilidade com a coisa pública e a incompetência do secretário atual “responsável” pela pasta que inclui abastecimento.

Por isso, fico com a minha opinião sobre esse assunto tal como escrevi no dia 26/03/2013 “Por que só agora?

Caso existia irregularidades, vícios no contrato vigente com a empresa fornecedora do Programa Bom Peixe, por que somente agora a Prefeitura se manifestou sobre esse assunto? Por que não se manifestou com antecedência e, assim, não deixasse a população carente esperando que esse programa fosse cumprido agora na “Semana Santa”?

Ora bolas!!! Não justifica. O certo é que o secretário da pasta mostrou total incapacidade, incompetência, inoperância e, principalmente, desrespeito com os munícipes, além do desrespeito com a coisa pública.

  Publicado em: Governo

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