É preciso a exposição das estruturas de governo!!!

Publicado em   19/out/2012
por  Caio Hostilio

Holanda Junior fala em mudanças, porém não disse que estrutura administrativa adotará para efetuar tais mudanças, enquanto que Castelo não diz se mudará a estrutura administrativa atual, que não correspondeu às expectativas para uma gestão salutar.

Essa deveria ser uma exigência do eleitor, haja vista que subprefeituras não quer dizer mudança numa estrutura administrativa e, ainda, provoca conflitos pelo fato dos subprefeitos não terem o poder de tomar as decisões, uma vez que as deliberações estarão exatamente nas mãos do Prefeito de fato e de seus auxiliares de confiança.

Com certeza servirá apenas para atravancar e dificultar a rotina dos processos, pois será criado mais um fluxo sem necessidade.

É preciso saber que administrar é fazer planos concretos, saber organizar e, principalmente, controlar as rotinas e os fluxo enxutos e não complicados.  

A importância de mostrar a estrutura de governo pelos dois candidatos é um fator preponderante para que o eleitor conheça as rotinas que serão tomadas pelos dois candidatos, Holanda Junior e João Castelo. Não existe estrutura que não foi constituída de forma deliberada e organizada. Falar por falar não quer dizer que tudo aquilo condiz com os princípios administrativos.

É necessário que os candidatos exponham suas estruturas de governo, haja vista que os conflitos entre os interesses de seus aliados e os objetivos de suas gestões estejam de acordo com as necessidades da coletividade. Vale ressaltar que conflitos nunca serão resolvidos em sua totalidade, mas é preciso saber buscar alternativas pra amenizá-los.  

Que os dois candidatos, Holanda Junior e Castelo exponham quais serão suas estruturas de governo!!!

  Publicado em: Governo

Quase 90 cidades poderão ter novas eleições… Na lista dois municípios do MA

Publicado em   19/out/2012
por  Caio Hostilio

A eleição para prefeito em aproximadamente 90 cidades não terminou com a coleta e contagem de votos em 7 de outubro. Levantamento do Congresso em Foco, com base em dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), aponta que pelo menos 87 municípios, espalhados por 23 estados, correm o risco de ter um novo pleito. Isso por causa do alto número de votos anulados na corrida para as prefeituras.

De acordo com o Código Eleitoral, uma nova eleição deve ser convocada caso 50% ou mais dos votos sejam anulados. A legislação faz uma distinção importante: para que haja nova eleição, é preciso que os votos sejam anulados pela justiça. Se mais da metade de uma cidade votar nulo, isso não invalida a eleição. Assim, só há nulidade se houver, por parte da Justiça Eleitoral, uma decisão nesse sentido.

Em boa parte dos casos, existe a espera por uma decisão definitiva do TSE. A presidenta da corte, Cármen Lúcia, já declarou que os casos que podem influenciar no resultado têm prioridade de julgamento. Na próxima semana, ocorre o segundo turno. Se houver necessidade de uma nova eleição, ela terá de ser marcada entre 20 e 40 dias depois do esgotamento da possibilidade de recursos.

Os dois municípios maranhenses:

AMARANTE DO MARANHÃO MA – Votos anulados pela Justiça 9.678 e os validados 8.972, o percentual de votos anulados é 51,89%, superior ao percentual dos votos validados.

BOA VISTA DO GURUPI MA  –  Votos anulados pela Justiça 2.080 e os validados 1.849, o percentual de votos anulados é 52,94%, superior ao percentual dos votos validados.

  Publicado em: Governo

Sou contra todo tipo de baixaria em campanhas eleitorais…

Publicado em   18/out/2012
por  Caio Hostilio

Não vejo o candidato Castelo atacando em nenhum momento a honra da família do candidato Edivaldo Holanda Junior, ele apenas questiona o porquê de esconder o ex-deputado Edivaldo Holanda, assim como cobrar que sejam mostrados os aliados do candidato da preferência de Flávio Dino.

Flávio Dino sim atacou Roseana Sarney na eleição de 2010 e, ainda, entrou na justiça para esconder seus aliados, coisa que foi negado pela Justiça, pois ele mesmo chama Humberto Coutinho como seu co-piloto.

Essa é a nova forma de fazer política tão alardeada pelo espertalhão Eduardo Campos e de seu seguidor Flávio Dino?

Veja o vídeo abaixo:

  Publicado em: Governo

O que refletiu essa pesquisa do IBOPE?

Publicado em   18/out/2012
por  Caio Hostilio

Fica evidente que a queda da diferença para 10% é o reflexo das alianças que o candidato Edivaldo Holanda Junior fez para alcançar o poder, deixando claro, com isso, que vários ludovicense conseguiram mensurar que não existirá mudança alguma e que a Prefeitura será fatiada pelas mesmas figuras que saquearam o governo de Jackson Lago e do próprio Castelo.

No primeiro turno não ficou evidenciado essas alianças, haja vista que ainda não tinha chegado ao eleitor, de forma didática, tais coligações acostumadas as “velhas práticas”, principalmente a da traição, coisa que o povo brasileiro não suporta.

Outro fator preponderante foi o pula-pula, que o próprio candidato Edivaldo Holanda fez questão de mostrar. Isso mostrou que os novos aliados mudaram de lado exatamente para se beneficiar da governabilidade, práticas velhas e hipócritas.

Na verdade, a indecisão voltou com força e tudo pode acontecer até o dia da eleição, caso os números do Ibope, que garante apenas 3% erro, estejam de acordo com a realidade.

A fala do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, é outra falácia, principalmente quando ele diz que voltou a confiar na nova geração de políticos que está surgindo no Nordeste. Ele mesmo é um exemplo das “velhas práticas”, pois vem formando uma oligarquia em Pernambuco e tem hoje como aliado o peemedebista Jarbas Vasconcelos. Eles se juntaram para derrubar a gestão petista em Recife.

Por outro lado, Eduardo Campos sabe que não consegue fazer sua jogada oligarca nos demais estados, principalmente os do sudeste, principalmente no Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo, mas só alcançou a Prefeitura de Belo Horizonte com a ajuda do PSDB do Castelo.

Por isso, fiz o artigo “A reflexão se faz necessária: Existe mudança com práticas velhas? Eis a questão!!!”

E nesse artigo digo que vejo a disputa pela Prefeitura São Luís entre Castelo e Holanda Junior sem diferenças, pois as “velhas caras” que estavam com Castelo anteriormente, agora estão todas com Holanda Junior, que se intitula como o novo. Não se pode esquecer que o “novo” pode ser apenas o “testa de ferro” de grupo tradicional!!!

Por outro lado, vale ressaltar que a suposta “nova cara” pode não ser fruto de um novo grupo. Então vejamos: Quem são os apoiadores de Flávio Dino? Humberto Coutinho, Tema, José Reinaldo, Roberto Rocha, Rubens Pereira etc. Na verdade, o “novo” é aquele que representa um grupo nunca inserido no poder.

Então, Holanda Junior e Flávio Dino, a vinculação aos políticos tradicionais, que se desvinculou do grupo tradicional que detinha o poder e como num passe de mágica se engajaram ao sentimento do novo e da mudança, fica claríssimo que o rumo é os interesses das práticas velhas.

O certo é que a alternância de poder só é válida quando de fato existirem mudanças de gestão, coisa que não estar diretamente ligada a “Cara Nova”, mas sim a um grupo que ele escolheu para gerir sua administração.

Se o povo sentir que Castelo foi traído e que seus traidores foram todos para o lado de Holanda Junior, ele pode sair como vítima!!!

Se essa onda pegar, ela engole toda a pretensão de Flávio Dino.

  Publicado em: Governo

Diretoria da OAB distancia jovens advogados da Instituição, diz Roberto Feitosa

Publicado em   18/out/2012
por  Caio Hostilio

Mais de 70% dos advogados ativos no Estado são jovens e a maioria não se identifica com a atual gestão da seccional maranhense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/MA). A afirmação é do candidato à presidência da entidade, Roberto Feitosa, que se reuniu, nesta quarta-feira, 17, com parte dos 60 integrante da chapa “A Ordem é o advogado”, com a qual concorre às eleições, previstas para o dia 23 de novembro.

“Pretendemos abrir a OAB aos jovens advogados, que possuem significativa e crescente participação na profissão, mas pela falta de apoio dos atuais dirigentes da Ordem têm enfrentado grandes dificuldades no mercado de trabalho”, aponta Feitosa, que é candidato às eleições para presidência da Ordemo dos Advogados do Brasil (OAB-MA).

APOIO – Feitosa disse que é obrigação da OAB apoiar os advogados que ingressam no mercado de trabalho. “A direção da Ordem não cumpre o seu papel e não é sem razão que está existindo pela primeira vez, no Maranhão, a proletarização da profissão, ou seja, os profissionais em início de carreira não conseguem se estabelecer no mercado de trabalho e sobreviver dignamente”, critica.

Segundo o candidato, por conta da omissão da diretoria da Seccional, o jovem advogado enfrenta inúmeras dificuldades na carreira. “Se a profissão tem sido dificultosa para todo e qualquer profissional de advocacia, ela é maior ainda para os jovens advogados, que não vêm recebendo da OAB o suporte necessário para impulsionar a carreira”, frisa.

Ele aponta, no entanto, que os jovens profissionais não devem desistir, pois, afinal, a profissão está para todos. “O sol nasce para todos, desde que se queira e se ouse ser acalentado pelo próprio sol. Não desistir, essa é a regra básica. Cada vez mais é necessário o advogado se reunir e se somar aqueles que querem uma OAB melhor”, assinala.

O advogado disse que o militante jovem não pode ser um advogado isolado, ou seja, o profissional do “eu sozinho”, e sim buscar a companhia, a solidariedade e a união com os que lutam por uma OAB forte e voltada para a classe.

CHAPA – Ao registrar a chapa “A Ordem é o advogado” na terça-feira (16), Roberto Feitosa agradeceu as manifestações de apoio e destacou a participação do advogado  Charles Miguez Dias – que concorre como favorito na eleição da subseção de Imperatriz, segundo maior colégio eleitoral do Maranhão.

A chapa – a primeira a ser registrada – é integrada por 60 advogados, alguns atuam na atual direção da OAB, mas chegaram a romper com o presidente, por discordarem da sua gestão.

  Publicado em: Governo

A reflexão se faz necessária: Existe mudança com práticas velhas? Eis a questão!!!

Publicado em   18/out/2012
por  Caio Hostilio

“Tu tá de sacanagem!!!”

Os brasileiros têm em mente que não se discute política, futebol e religião, mas jamais dizem de fato por qual motivo. Contudo, quando se aproxima de um clássico no futebol o debate é intenso. O mesmo ocorre quando os dogmas religiosos entramem conflito. Napolítica, basta a aproximação de uma eleição, para que os debates ganhem força em favor de um ou de outro grupo político.

Desde que os homens passaram a disputar politicamente posições, uma das atmosferas mais utilizada foi sempre a questão que envolve a escolha dos mesmos políticos ou de novos nomes que surgem, com um discurso de mudança e de novo, mas se observarmos as práticas são velhas. 

Vale ressaltar que a alternância de poder é importante para democracia. Contudo, muito das vezes, tal afirmação vem carregada de um desejo de mudanças, mas sem embasamentos estruturais, coisa que não garantirá melhorias.

A população se fascina de que uma “nova cara” estaria ligada a uma nova forma de governar e, “velhas caras” sendo entendidas como sinônimo de continuidade das antigas práticas.

Aí é que entra o fator de mensuração, haja vista que nem as caras tradicionais e nem tampouco as novas estão correlacionadas ao modelo de gestão perfeita, com isso não podendo ser associada às mudanças ou  às permanências.

O sentimento de novo não garante que novas práticas serão postas em práticas, uma vez que, estas mudanças podem está inserida em um grupo de velhas práticas. Como os tradicionais podem se abrir para novas práticas.

É nesse contexto, que vejo a disputa pela Prefeitura de São Luís entre Castelo e Holanda Junior, pois as “velhas caras” que estavam com Castelo anteriormente, agora estão todas com Holanda Junior, que se intitula como o novo. Não se pode esquecer que o “novo” pode ser apenas o “testa de ferro” de grupo tradicional!!!

Por outro lado, vale ressaltar que a suposta “nova cara” pode não ser fruto de um novo grupo. Então vejamos: Quem são os apoiadores de Flávio Dino? Humberto Coutinho, Tema, José Reinaldo, Roberto Rocha, Rubens Pereira etc. Na verdade, o “novo” é aquele que representa um grupo nunca inserido no poder.

Então, Holanda Junior e Flávio Dino, a vinculação aos políticos tradicionais, que se desvinculou do grupo tradicional que detinha o poder e como num passe de mágica se engajados ao sentimento do novo e da mudança, fica claríssimo que o rumo é os interesses das práticas velhas.

O certo é que a alternância de poder só é válida quando de fato existirem mudanças de gestão, coisa que não estar diretamente ligada a “Cara Nova”, mas sim o grupo que ele escolheu para gerir sua administração.

  Publicado em: Governo

A luta de Chiquinho Escórcio por Imperatriz chegou até na inauguração da Hidrelétrica de Estreito

Publicado em   18/out/2012
por  Caio Hostilio

Em visita oficial realizada pelo deputado federal Francisco Escórcio (PMDB-MA) à inauguração da Barragem de Estreito, numa reunião onde participaram o presidente José Sarney, o ministro Marcelo Crivela e o ministro Gastão Vieira, o deputado Chiquinho Escórcio, como é do seu jeito, contrariou a pauta e cobrou: “Ministro Crivela, vossa excelência esteve em Imperatriz e anunciou a construção do Mercado do Peixe há quase um ano”.

O ministro, em resposta ao deputado, foi enfático. “Chiquinho, me leve a doação do terreno e a sua escritura, que eu quero fazer de imediato o convênio”, afirmou.

A resposta do ministro causou uma gargalhada geral, por ter colocado em xeque o parlamentar.

Escórcio, imediatamente, ligou pra o prefeito Madeira, que se encontrava em Brasília juntamente com o secretário Roberto Alencar, e cobrou: “Madeira, cadê o terreno para a construção do Mercado do Peixe?”. E na sua irreverência, continuou: “O ministro está dizendo para você que o Mercado do Peixe não saiu até agora porque não tem a doação do terreno”.

O prefeito, mais que depressa, pediu para Chiquinho marcar uma audiência com o ministro para segunda ou terça-feira da próxima semana, em Brasília, para tratar do assunto.

Prolongamento da Beira Rio em Imperatriz

O deputado federal Francisco Escórcio, nesta mesma reunião, cobrou do ministro Gastão Vieira. “Ministro Gastão, e você, o que tem para Imperatriz?”.

Em resposta ao parlamentar, o ministro explicou. “Chiquinho, eu estive em entendimento com o prefeito Madeira e ele optou pelo prolongamento da Beira Rio até a ponte. Você, Chiquinho, precisa levar o Madeira, juntamente com o secretário de Obras, para nós fazermos o convênio de parte desta obra para este ano e o restante para o ano que vem”.

Imediatamente, Escórcio acertou com o prefeito Madeira, por telefone, que estará em Brasília na próxima terça-feira (23) para tratar do assunto.

Ao final, arrematando a conversa, Chiquinho Escórcio dirigiu-se ao presidente Sarney. “Presidente, o senhor sabe que eu sou rápido, rasteiro e ligeiro”, arrancando mais gargalhadas.

Gastão, juntamente com o secretário Luís Fernando, que estavam ouvindo a conversa, perguntou: “Tem mais alguma coisa Chiquinho?”.

E Chiquinho respondeu: “Tem, mas agora é com o presidente Sarney. Presidente, cadê a duplicação da BR-010?”. E todos caíram novamente na gargalhada.

Em tom de brincadeira, Sarney respondeu: “Chiquinho, sobrou pra mim?”.

E quando a presidenta Dilma Rousseff, ao lado do presidente Sarney, encontrou com o deputado Francisco Escórcio, o mesmo a cumprimentou: “Minha chefe!” (Dilma foi chefe de Escórcio na presidência da República por um ano e meio).

Ao conversarem, o parlamentar ressaltou: “Não se esqueça da duplicação da BR-010. Eu e o presidente Sarney estamos pedindo muito para a senhora, principalmente a população de Imperatriz”.

E batendo no peito de Sarney, Dilma brincou: “Chiquinho, não mexa com o meu velhinho, você sabe que eu tenho Sarney no meu coração”.

“Mas Presidenta, eu não estou mexendo, eu estou pedindo”, disse o parlamentar.

  Publicado em: Governo

Uma pergunta que não pode calar:

Publicado em   18/out/2012
por  Caio Hostilio

Por que a presidenta Dilma não trouxe nenhum ministro petista em sua comitiva para inauguração da Hidrelétrica de Estreito? Por que ela fez questão somente em trazer os ministros Gastão Vieira (Turismo) e Marcelo Crivella (Pesca)?

Ministro do Turismo, Gastão Vieira, por exemplo, que acompanhou a presidenta Dilma Rousseff e o presidente do Senado José Sarney na inauguração da Hidrelétrica de Estreito, disse que o turismo pode multiplicar o ganho da sociedade com a obra. Ele promete dar atenção a projeto que fomentem o setor na região.

O PT Nacional teria barrado a vinda de qualquer de seus ministros exatamente por não comungar com nenhuma das duas candidaturas em São Luís? Eis a questão!!!

  Publicado em: Governo

São Luís não queria Castelo e ele errou na sua estratégia? Não existia estratégia… A reeleição já estava perdida!!!

Publicado em   18/out/2012
por  Caio Hostilio

Por diversas vezes disse aqui que São Luís não tinha opção e que a maioria dos ludovicenses não queria mais Castelo como prefeito de São Luís. Mostrei, ainda, por várias vezes, que o povo não estava nem aí para programas de governo dos candidatos, mas sim com alguém que tivesse força para tirar Castelo da cadeira de prefeito.

Mesmo não sendo uma boa opção, Holandinha foi fabricado para fazer esse papel e, assim, dar continuidade a obsessão de Flávio Dino em chegar ao poder estadual.

Por isso, no dia 17/09/2012 fiz a seguinte matéria “O erro de João Castelo não foi de gestão, mas sim político… Isso no mundo politiqueiro maranhense!!!”, que retrata bem o cenário da eleição para prefeito em São Luís.

Vamos a matéria:  

A política adotada no Maranhão é a mais espúria que se ver no Brasil. Qualquer pessoa que chega aqui observa de imediato que tudo de ruim que acontece nesse estado foi culpa do “Sarney” e as boas foi por um acaso da própria sorte. Virou costume e ficou condicionado na mente de parte dos maranhenses…

Lembro-me que ao chegar aqui em 1995, às pessoas diziam que Sarney só não era dono da fábrica do Cuscuz Ideal e da de “Pipa” – chamada aqui de papagaio – do Caveira.

Qualquer empreendimento que chega ao Maranhão ouem São Luísé do Sarney, isso é condicionado na mente até daqueles que tiveram o privilégio de sentar um dia numa cadeira de uma universidade. Um espanto!!!

Os políticos, ou melhor, politiqueiros, tanto do grupo Sarney quanto da “oposição”, sempre deitaram e rolaram com isso para se elegerem, seja aquiem São Luíse no resto do Estado.

São tão canalhas!!! Se essa prática nefasta fosse praticada em outro estado, esses politiqueiros estariam ferrados com esse discurso safado e mentiroso…

Esses politiqueiros culpam Sarney pelo péssimo índice do IDH, pela péssima qualidade no ensino, pela péssima qualidade saúde oferecida… São canalhas e continuarão canalhas!!!

Quase que diariamente o MPMA, o TJMA e o TCMA, num trabalho brilhante, mas que não modifica esse pensamento condicionante, cassa, afasta, multa e aplica outras penalidades contra diversos gestores públicos municipais por improbidade administrativa… Os politiqueiros se calam, pois isso atrapalharia seus intentos sórdidos pelo poder e não pela coletividade. São canalhas!!! Aqui são 218 gestores públicos, sendo que os 217 municipais recebem cinco vezes mais que o orçamento do Estado e são eles os responsáveis pela educação infantil (não creches para servir de depósito de crianças) e o fundamental, responsáveis por suas complexidades na saúde, além de diversas outras verbas…

Ora bolas!!! Jackson Lago sempre foi eleito aquiem São Luíssem sequer fazer uma obra, mas sabia utilizar bem esse discurso… Nunca saiu dos dois Socorrões, que não fora ele que construiu. O I pertencia a Cruz Vermelha (prédio com mais de 80 de anos) e o II foi adquirido do ex-deputado Remi Trinta. Jackson Lago era um líder que também não deixava falsos aliados fazer parte de suas gestões… Era expurgado!!!

Ele sabia que as obras de São Luís ficariam por conta do governo do Estado e que delas tiraria proveito, isso através das críticas e dos efeitos contrários… Rsrsrsrsrsrsrsrs.

Castelo errou!!! Errou feio ao buscar alianças nefastas. Conchavos que só sugaram sua gestão e depois jogaram fora. Todos foram beneficiados e atiraram pedra no Castelo!!! Castelo foi vítima do Castelo… Não aprendeu nada com o Jackson Lago!!!

Vendo-se numa situação difícil partiu para mostrar obras… Mas que obras? As obras não são de responsabilidade da Prefeitura!!! Essa é a regra no Maranhão!!! É de responsabilidade do Sarney!!! Aeroporto caiu? Que porra de Infraero nada!!! Vamos pra cima do Sarney!!! Não tem duplicação da BR 135? Que porra de Denit nada!!! Vamos fazer politicalha culpando o Sarney!!! Não tem saúdeem São Luís? Que a culpa é da prefeitura porra nenhuma!!! É do Sarney!!! Os professores municipais estão em greve? Vamos culpar o Sarney!!! E assim por diante…

Então, prefeito Castelo, quem disse que o povo queria obra? Os seus “aliados” lhe fizeram de laranja… Sugaram o que puderam e jogaram o bagaço fora!!!

  Publicado em: Governo

Outro texto que serve bem para o emaranhado de partidos que estava com Castelo e agora pulou para o lado de Holanda…

Publicado em   18/out/2012
por  Caio Hostilio

No dia 22/02/2011 publiquei “Cadê os articuladores políticos?”. Esse texto eu fiz para chamar a atenção do governo do Estado, mas vou retirar os nomes citados e colocar aqueles que se encaixam nessa disputa pela Prefeitura de São Luís. Castelo no início do seu governo se preocupou mais em acomodar o maior número de partidos de “oposição”, para garantir sua eleição, que propriamente com uma gestão voltada para a coletividade… Estou vendo essa história se repetir!!!

Vamos ao texto:

Cadê os articuladores políticos?

Costurar alianças talvez seja uma das expressões mais usadas na política. Em tempos de eleição então nem se fala. Depois, costuram-se alianças para garantir a governabilidade e a ingovernabilidade também. As alianças nem sempre são feitas de um mesmo metal. Tem ouro e lata. A arte da ourivesaria política é conseguir fazer dar liga entre materiais incompatíveis e de preferência que o resultado final guarde características de tudo que foi usado na confecção da obra, sem deixar que a lata destrua o ouro e vice-versa.

É bastante simples fazer política não estando na política. De fora, tudo é nítido. O conservador, o esquerda, o direita e o volver. Verde que te quero verde, o corrupto, o canalha, o idealista, o padre sem batina, o pastor do dízimo com quem andas que eu te direi quanto vales. De perto é que o foco começa a perder a nitidez.

Ganha um doce qualquer político ou eleitor do Brasil que conseguir dizer em dez minutos o nome de todos os partidos existentes na atualidade. Se conseguir decifrar a ideologia de cada um aí tem direito a passar 24 horas sendo o Eike Batista.

Aqui vai uma mostra para quem estiver interessado: panpcopc-dobpcbpdtdemphsprpmdbpmnpp-pronappsprtbprp-prbpsbpscpsdcpslpsdbpsolps-tuptptbptcptdobptnpv… e por aí vai.

Essa lista é de2011. Aesta hora algum já pode ter sido criado. Mas se quer ganhar o prêmio vá pesquisar.

Pois bem. É com essa matéria-prima que se constroem as alianças políticas. E, também com ela, a governabilidade. Contudo, para que isso aconteça, é preciso uma liderança que consiga conduzir todo esse emaranhado de pensamentos, desejos, cobranças e por aí vai.

A falta de uma liderança que articule tem foi o grande problema do governo Castelo. Essa liderança foi o alvo necessário, pois sem ela o governo não alcançou o consenso, mesmo tendo a maioria no Legislativo.

Um líder deve procurar incrementar, um melhor relacionamento entre os vereadores da base, os secretários de governo, incentivando um trabalho compartilhado, motivando os aliados e proporcionando um ambiente de consenso.

Quem tem esse perfil no grupo heterogêneo de Edivaldo Holanda?

  Publicado em: Governo

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