Comentário do Blog: O Sistema Único de Saúde é um programa revolucionário e inovador. Suas atenuantes são de grande valia para o bem-estar e o oferecimento de saúde de qualidade a todos os cidadãos brasileiros. Os problemas estão pautados nos agravantes, cujos objetivos e responsabilidades dos gestores públicos estão pautados em desviar os recursos e não cumprir com suas obrigações dentro de suas prerrogativas de acordo com a complexidade a ser oferecida, mesmo recebendo os repasses mensalmente. É necessária maior fiscalização!!!
Dois debates sobre a privatização da saúde pautarão os debates na Universidade Federal do Maranhão (UFMA), nesta sexta-feira, 27/07, com a presença das com a presença das professoras, doutoras e pesquisadoras Maria Ines Souza Bravo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e Maria Valeria Costa Correia, da Universidade Federal de Alagoas. Pela manhã, às 9h, a discussão será auditório do Hospital Universitário Materno Infantil (UFMA), com o tema: “A Privatização da Saúde através da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSHER)”.
O segundo debate, uma mesa-redonda, coordenada pelo José Menezes Gomes (UFMA), acontece à tarde, a partir de 15:30h, no miniauditório – Sala 109 Asa Sul, do Centro Paulo Freire, com o tema “O SUS e os processos de privatização da saúde” e integra a programação da 64ª Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que acontece até amanhã,em São Luis, sediada pela UFMA.
Profissionais da área da saúde, no Brasil, organizados pela frente nacional contra a privatização da saúde tem manifestado preocupação e desenvolvido lutas no sentido de reverter o processo de privatização do setor, ampliar os recursos e continuar a implantação de um Sistema de Saúde nacional, público e universal. O SUS, 23 anos depois de sua criação, vem sendo objeto de desmonte por meio do estrangulamento orçamentário e acelerada privatização de serviços públicos de saúde, citam. A criação da EBESERH significa não somente um “novo modelo de gestão” para a saúde pública, similar aos das Organizações Sociais, mas, a destruição dos princípios da Constituição Federal de 1988.
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