O prefeito João Castelo sabe que a Prefeitura de São Luís não tem a menor condição de administrar uma companhia de economia mista completamente deficitária como é o caso da Caema, que ao longo dos governos foi sucateada e usada indevidamente politicamente, quando ainda recebia recursos do Ministério da Saúde.
Atualmente as empresas de abastecimento e saneamento não recebem mais esse quinhão da área de saúde e deve sobreviver de seus recursos próprios e convênios federais, que devem ser aplicados corretamente, coisa que não condiz com as perspectivas políticas de Castelo.
Aqui em São Luís se ouve os políticos alardearem sempre que querem água de qualidade e esgotamento sanitário a contento, porém muitos acham que isso deve ser um serviço grátis, coisa que não se ver em outras cidades brasileiras, onde são cobradas as taxas para que as companhias possam prestar um serviço de qualidade realmente.
Castelo blefa quando diz que reverá a concessão da Caema. Ora bolas!!! Ele quer afastar do debate político o seu grande problema: A SAÚDE PÚBLICA OFERECIDA POR SEU SISTIMA MUNICIPALIZADO E PLENO, QUE RECEBE MILHÕES MENSAIS E NÃO CONSEGUE CUMPRIR AS EXIGENCIAS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE.
Ele tentou usar como mote o caso do SAMU, mas quando viu que sua competência e responsabilidade seria bem explorada e mostrada, principalmente com a reunião que acontecerá amanhã, com os municípios integrantes da Grande São Luís e com a Bipartite, tratou de imediato de mudar o foco e trouxe a baila o caso da Caema.
Por outro lado, a Caema investirá em esgotamento sanitário a ordem de R$ 120 milhões e mais R$ 250 milhões a partir de agosto, além de investimento para o abastecimento de água na ordem de R$ 150 milhões.
O tendão de Aquiles de Castelo são as UPAs 24h, que tem contribuído para desafogar o sistema de saúde de São Luís, sendo uma boa opção para quem precisa recorrer ao SUS na capital.
Essas UPAs estão sempre lotadas, as cinco unidades espalhadas pela capital atendem pacientes provenientes dos bairros de São Luís e do interior do estado que vêem no atendimento rápido, bem como na qualidade dos serviços prestados, os grandes diferenciais das unidades.
As UPAs do Vinhas e a da Cidade Operária foram construídas e equipadas com recursos do Tesouro Estadual, coisa que perturba o prefeito Castelo, que ainda não conseguiu entregar uma na Zona Rural.
A UPA Cidade Operária – um dos maiores colégios eleitorais – registrou um total de 29.925 atendimentos no último mês, coisa que deixa Castelo preocupado, haja vista que o sistema de saúde da Prefeitura oferece os corredores do Socorrão II.
Castelo e José Reinaldo sabem que o governo está oferecendo aos maranhenses um serviço de alta qualidade, com equipamentos moderníssimos, estrutura física completamente nova e adequada e profissionais competentes e compromissados, coisa que compromete a péssima gestão de Castelo.
Para completar a dor de cabeça de Castelo, o Sistema de Saúde oferecido pelo governo do Estado supera todas as expectativas e exigências do Ministério da Saúde e da Organização Mundial de Saúde, visto que suas unidades são dotadas de modernos equipamentos.
As UPAs são estruturas de complexidade intermediária entre as unidades básicas de saúde e as portas de urgência hospitalares, com acolhimento e classificação de risco, em conformidade com a Política Nacional de Atenção às Urgências. Nas UPAs os pacientes são estabilizados e, dependendo da situação, são encaminhados para casa, para o Centro de Medicina Especializada (Cemesp) ou para um dos hospitais de referência até a completa resolução dos seus problemas.

Como se ver, Castelo não terá como justificar sua ineficiência na área de saúde durante esses quase quatro anos de gestão… Falta de dinheiro não foi… Papo de terreno para construção de um hospital não cola, uma vez que sua gestão não conseguiu entregar sequer uma UPA na Zona Rural… Ainda quer tomar conta da Caema?
Politicalhas têm limites!!!
Publicado em: Governo