Mexidas ou remexidas?

Publicado em   09/maio/2012
por  Caio Hostilio

Um organograma funcional é a peça chave para que qualquer seguimento, seja ele público ou privado, possa ter condições de funcionamento dentro das perspectivas que se espera de uma gestão.

É natural que no decorrer de qualquer administração as modificações sejam necessárias, haja vista que os ajustes se fazem necessários para que os fluxos e as rotinas entrem em sintonia e, assim, os resultados finais possam surtir o efeito desejado.

Nessa nova reformulação do governo Roseana, vi que o principal acerto foi a separação das pastas de Orçamento da de Administração.

Jamais poderia dar certa essa junção. Era evidente que a pasta de Orçamento engoliria a de Administração, haja vista que a tendência do responsável pelo Orçamento de qualquer seguimento é o de seguir a risca certas técnicas tecnocratas que sempre esbarraramem descontentamentos. Ocontrolador sempre nunca terá uma visão empreendedora, mas sim controladora. Por isso, o perfil dele é o de seguir regras.

O Planejamento é outra área que jamais poderia ficar em consonância com o Orçamento, visto que quem planeja não pode controlar, isso é de praxe para uma boa administração.

As demais remexidas, em minha opinião, são descompensadas. Olga Simão na Cultura… Sinto que foi por falta de opção. Cleber Verde nas Cidades ou Pesca… Pressão Política. Pedro Fernandes, excelente parlamentar, grande técnico nas áreas relacionadas à engenharia, mas na educação? Essa pasta precisa de um educador que conheça educação básica urgentemente!!!

O Pedro Fernandes tem até um perfil para melhorar de fato a educação, não como educador, porém como gestor. Porém, para que isso aconteça, o governo teria que lhe dar carta branca para efetuar as mais diversas modificações naquela secretaria, principalmente trocando os educadores ultrapassados que ali se estabeleceram, eliminar os vícios maléficos que estão incrustados há décadas, ou seja, fazer uma limpeza geral.

  Publicado em: Governo

Investigação: A paciência… A impaciência… As prerrogativas…

Publicado em   09/maio/2012
por  Caio Hostilio

A polícia judiciária, investigativa ou repressiva possui, historicamente, a vocação e o ofício de investigar criminalmente. Outras instituições podem investigar: Ministério Público, os tribunais de justiça e o Poder Legislativo. O Ministério Público, como titular da ação penal, possui prerrogativas de investigador criminal; os tribunais de Justiça podem investigar quando se trata de crimes praticados por seus componentes e o Poder Legislativo através das CPIs (Comissões Parlamentares de Inquérito) também praticam a investigação.

Contudo, é inegável que tais instituições esbarram em limites para seus procedimentos investigatórios, limites estes ligados à prática da investigação em si. Além de interrogatórios e de uma pesquisa documental e cartorária e, talvez, da facilidade que certas instituições possui de solicitar interceptação telefônica, a investigação não evolui muito, pois não é praticada por investigadores de polícia. Estes profissionais são habilitados a desenvolverem as atividades investigatórias que incluem atividade de campo, tais como a campana, o reconhecimento e a identificação dos locais em que os fatos ocorreram, a dinâmica entre circunstâncias, motivações e autorias dos delitos.

Apenas para contextualizar tais fatos, Silva (2006) num artigo sobre a condução de investigações específicas por membros do Supremo Tribunal Federal ponderou:

A investigação criminal pré-processual exige um dinamismo e informalismo para os quais nossas cortes não estão preparadas. Com efeito, além das medidas tomadas em gabinetes, a investigação criminal exige agentes preparados para sair nas ruas, entrevistar pessoas, colher informações nos mais diversos bancos de dados, realizar vigilância e filmagens, atos estes que, muitas vezes, não são registrados nos autos e cuja realização não pode simplesmente ser determinada ao órgão policial através de cotas ou despachos do Juiz, por serem realizadas, às vezes, de forma imediata após a constatação de sua necessidade.

Apesar do inconformismo de alguns membros de outras instituições, que afirmam que a Polícia Civil é ineficiente quanto ao esclarecimento de crimes, parece que a falta de maior eficácia no esclarecimento de crimes está muito mais associada a fatores conjunturais que uma contestação à capacidade e à prática da investigação.

Constitucionalmente a apuração de infrações penais, exceto os crimes militares [49] e as de competência da Polícia Federal [50], é atribuição das Polícias Civis [51]. Não se confunde a apuração de infrações penais com a função de polícia judiciária, ainda que uma dependa da outra; a primeira é atividade de investigação e inteligência policial, enquanto a outra é a formalização de indícios de autoria e materialidade delitiva em procedimentos pré-processuais (inquéritos policiais).

Elucidar um crime não vai ser com a mera interceptação telefônica ou com a simples pesquisa documental: um crime que exige um tratamento mais apurado, interdisciplinar, no qual o brilho da inteligência, do exercício da lógica, da persistência do trabalho de campo se interagem para -primeiramente, entendê-lo -e, posteriormente, desvendá-lo. É atividade para quem foi treinado neste mister. É atividade para o investigador de polícia, que tem como princípio básico a paciência e não a impaciência pelo resultado como se fosse um vendedor que precisa cumprir metas…

O mundo mudou nas últimas décadas e o crime também. Além do crime cotidiano, que faz parte do dia-a-dia do cidadão, tais como furtos e roubos, novas formas cruéis de criminalidade foram se desenvolvendo. Estas novas formas não possuem as mesmas características dos crimes até então conhecidos, pois envolvem uma atividade organizada por grupos que agem -muitas vezes -em vários países e fazem circular o dinheiro das atividades ilícitas no sistema financeiro internacional.

A própria ONU já vem debatendo sobre esse assunto, quando diz que o crime está mais bem organizado no mundo que o Aparelho de Segurança.

Ficar em salas com ar condicionado ouvindo fitas – ou o que é pior, mandando alguém ouvir e transcrevê-las -e depois tentar identificar conversas dúbias como se fossem grandes provas criminais, interpretando conversas pontuais, parece não ser a melhor prática investigatória. Profissionais especializados em investigação podem -certamente -conduzir melhor tal empreitada, buscando elementos sólidos que promovam a efetiva prisão e condenação dos envolvidos.

Por outro lado, existe outro problema da criminalidade globalizada quem vem tirando o sono dos governos: o tráfico de armas. As fronteiras terrestres brasileiras não são bem guardadas e a costa marítima brasileira é muito extensa e vulnerável.

O certo é que o investigador de polícia tem sido desvalorizado nas últimas décadas, por problemas variados. Denúncias de corrupção, violência e certo desvirtuamento de suas funções básicas, acabaram por transmitir uma idéia errônea da função para a sociedade.

Aquele investigador cujo principal instrumento era as faculdades mentais, o exercício da indução e da dedução, parece ter sido esquecido. Talvez a dinâmica dos novos tempos já não permita aquele trabalho metódico, sistemático, que permitia desvendar cada passo de um crime.

De qualquer modo, considero que a Policia ainda dispõe de grandes investigadores, com o pensamento lógico, com habilidades interpessoais e disposição interdisciplinar para conciliar conhecimentos teóricos e práticos de diversas áreas, além de uma certa flexibilidade no teatro de operações.

A sociedade brasileira e mundial deve esperar uma quantidade cada vez maior e mais variada de crimes complexos que não são resolvidos com simples tomadas de decisão… Os grandes centros, principalmente aqueles com mais 1 milhão de habitantes,  precisarão de grandes investimentos que facilitem o trabalho desses investigadores… Para isto algumas providências devem ser pensadas!!!

Pautado num trabalho de Herbert Gonçalves

  Publicado em: Governo

Prefeitura concede novo prazo para professores solicitarem progressões e promoções

Publicado em   08/maio/2012
por  Caio Hostilio

A Prefeitura de São José de Ribamar concedeu, em caráter especial, novo prazo para que os professores da rede municipal de ensino apresentem os documentos necessários para obtenção dos benefícios de progressão e promoção.

A concessão do novo prazo para requerer os benefícios faz parte das ações de valorização dos profissionais do magistério desenvolvidas desde o ano passado pela administração do prefeito Gil Cutrim (PMDB). Desde a implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários dos Profissionais do Magistério, em 2011, os professores já obtiveram os seguintes ganhos: posicionamento e reposicionamento, este último com reconhecimento do tempo de serviço prestado no município; dois reajustes salariais em menos de um ano (o primeiro de 15% e o segundo de 22%); e promoção, beneficiando a mais de 400 professores.

O novo prazo teve início nesta última segunda-feira (07) e se prolongará até o dia 08 de junho.  A entrega dos documentos (requerimento – disponível no local do recebimento — cópia autenticada do diploma, cópia do contracheque, cópia do termo de posse e cópia dos documentos pessoais) está sendo feita no Conselho Municipal de Educação de São José de Ribamar, localizado na Rua Menino Deus, s/nº, sede do município, nos horários das 8h às 13h e 15h às 18h.

Tem direito a promoção, o professor médio que tenha concluído curso de graduaçãoem Licenciatura Plenaem qualquer área, desde que reconhecido pelo MEC, e cumprido o estagio probatório em efetivo exercício do magistério (Classe I e II para a Classe III). Já o professor médio, com especialização, passa da classe III para a classe IV, precisa: ter concluído curso de pós-graduação em nível de especialização, com carga horária mínima de 360 horas, na área de atuação do profissional da educação no município.

Já o professor superior terá que ter concluído curso de pós-graduação em nível de especialização, com carga horária mínima de 360 horas, na sua área de atuação no município e cumprido o estágio probatório em efetivo exercício do magistério, passando da classe I para a classe II.  E da classe II para a classe III o professor que tenha concluído curso de pós-graduação em nível de especialização na sua área de atuação no município, com carga horária mínima de 720 horas, cumulativas ou não.

Os benefícios solicitados este ano serão pagos pela Prefeitura em janeiro de 2013, conforme disposto no Plano de Cargos, Carreiras e Salários dos Profissionais do Magistério – PCCS, Lei 900/2010.

  Publicado em: Governo

Recebida denúncia contra prefeito de Governador Archer

Publicado em   08/maio/2012
por  Caio Hostilio

A 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão recebeu nesta terça-feira (8) denúncia oferecida pelo Ministério Público Estadual (MPE) contra o prefeito do município de Governador Archer, Raimundo Nonato Leal.

Leal foi denunciado em razão de suas contas relativas à administração de 2005 terem sido reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), com a constatação de irregularidades como a ausência de processo licitatório referente ao aluguel de uma pá carregadeira mecânica  e de comprovação do efetivo pagamento de serviço contratado pela administração municipal.

O relator do processo, desembargador Raimundo Melo, ressaltou que o recebimento da denúncia constitui-se em mero juízo de admissibilidade, não se fazendo necessário um profundo exame dos indícios trazidos aos autos, mas apenas a verificação, por meio dos elementos apresentados, como a tipicidade da conduta atribuída ao gestor municipal.

Para Melo, a denúncia está formalmente perfeita e preenche os requisitos exigidos pelo artigo 41 do Código de Processo Penal, contendo a exposição do fato criminoso e todas as suas circunstâncias – a qualificação do acusado, a classificação do delito; além do rol de testemunhas.

“O fato indica a existência de crime em tese, o qual aliado aos indícios de autoria, autorizam o recebimento da denúncia”, diz o desembargador, esclarecendo, ainda, que “se o fato em tese constitui crime e se existem indícios da prática descrita é necessário apurar as irregularidades denunciadas, mediante instrução do processo e a irrecusável recepção da inicial acusatória”.

Os desembargadores Bayma Araujo e Benedito Belo, seguindo parecer da Procuradoria Geral de Justiça, acompanharam o relator.

  Publicado em: Governo

Governadora Roseana entrega 170 veículos para intensificar trabalho da Aged no combate à febre aftosa

Publicado em   08/maio/2012
por  Caio Hostilio

A governadora Roseana Sarney, ao lado do secretário de Agricultura, Pecuária e Pesca, Cláudio Azevedo, entregou 170 veículos aos escritórios da Agência de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged), nesta terça-feira (8), na área externa do Palácio Henrique deLa Rocque. Oato contou com a presença do diretor geral da Aged, Fernando Lima, além de secretários de Estado, deputados, prefeitos e funcionários da Agência.

Os veículos vão garantir a renovação da frota das unidades regionais da Aged, sendo 92 carros e 78 motos. Além disso, foram adquiridos também aparelhos de GPS, equipamentos de informática e mobiliário destinados à reestruturação dos escritórios da Aged. “Há mais de 10 anos que o Maranhão não registra nenhum foco de aftosa e os investimentos estão voltados para a certificação de Zona Livre da Aftosa este ano”, declarou Roseana Sarney.

A governadora explicou que a aquisição de veículos e equipamentos integra as ações de fortalecimento da defesa agropecuária do Maranhão. Os automóveis e motos foram adquiridos por meio de um convênio plurianual celebrado entre o Ministério da Agricultura (Mapa) e a Aged, órgão vinculado à Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca (Sagrima).

“O Ministério da Agricultura considera a Aged a melhor agência do país, na atualidade, e temos procurado cumprir com todas as determinações para avançarmos e conquistarmos o título de livre da aftosa”, destacou. O Governo do Estado realizou concurso público e aprovou o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração dos Técnicos de Fiscalização Agropecuária da Aged, beneficiando 318 servidores.

O trabalho foi reconhecido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que atribuiu ao Maranhão a maior nota na auditoria realizada, no ano passado, em sete estados do Nordeste e no Pará. O Maranhão cumpriu com 89% das exigências acordadas em 28 itens avaliados pelo Mapa.

“O Maranhão tem cumprido integralmente com as exigências feitas pelo Ministério da Agricultura devendo garantir a certificação de Livre da Febre Aftosa com vacinação no mês de outubro ou novembro”, revelou o superintendente federal de Agricultura, Antonio José dos Santos. Garantida a certificação nacional, o Maranhão deve confirmar a certificação internacional, em maio de 2013, com reconhecimento pela Organização Internacional de Episotias (OIE).

Sorologia

Segundo o secretário de Agricultura, Claudio Azevedo, os veículos serão essenciais no trabalho dos técnicos que vão realizar a sorologia (coleta de sangue) no rebanho maranhense. “A coleta de sangue será feita em mais de 18 mil cabeças de animais em 146 municípios maranhenses, a exigência do Mapa é para observar se ainda circula o vírus da aftosa no Maranhão”, explicou.

No Maranhão, foram sorteadas inicialmente 340 propriedades em 146 municípios, onde parte do rebanho será selecionado para a coleta de sangue e análise laboratorial. Após o término do envio de todo o material coletado para laboratórios credenciados pelo Mapa, estima-se que o Ministério realizará a análise sorológica em um período de 60 dias, que coincidirá com o prazo final para a conclusão dos relatórios de auditoria realizada nos estados candidatos à zona livre de aftosa.

A constatação da inexistência do vírus da doença faz parte das ações do Projeto de Ampliação da Zona Livre de Febre Aftosa, desenvolvido pelo Mapa, em parceria com os governos estaduais.  

Vacinação

Por conta deste procedimento a I Etapa da Campanha de Vacinação contra a Febre Aftosa, que aconteceria em todo o estado do Maranhão, no período de 1º a 31 deste mês, será realizada de 1º a 30 de junho. A Sagrima e a Aged estão seguindo determinação do Mapa, que alterou o período de realização da campanha não só no Maranhão, mas também nos estados que estão sendo avaliados (Alagoas, Ceará, Pará, Pernambuco e Piauí).

O diretor geral da Aged, Fernando Lima, ressaltou que os animais das propriedades selecionadas para o processo de sorologia não vão poder participar da campanha de vacinação. “Essas propriedades ficam de fora da campanha de vacinação para que não haja um comprometimento do resultado final da sorologia”.

  Publicado em: Governo

Câmara do TJ decide que reprovação de contas de ex-prefeita de Açailândia não teve vício

Publicado em   08/maio/2012
por  Caio Hostilio

A 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) reformou, nesta terça-feira (8), sentença de primeira instância e julgou improcedente ação que pedia a declaração de nulidade de ato administrativo do Tribunal de Contas do Estado (TCE/MA), que reprovou as contas do município de Açailândia, no período de janeiro a outubro de 2003, épocaem que Gleide Santosera prefeita. O entendimento unânime do órgão foi de que o ato de reprovação não teve qualquer vício.

A sentença da Justiça de 1º grau havia acolhido a justificativa de Gleide, de que já não ocupava o cargo de prefeita na época da conclusão do parecer do TCE, em 2007, e, por isso, deixou de ter acesso aos documentos comprobatórios da inexistência de falhas apontadas pelo Tribunal de Contas. A ex-prefeita pleiteava a elaboração de novo parecer sobre as contas. O Estado contestou a alegação de Gleide, defendendo a regularidade da manifestação do TCE, que apontou uma série de irregularidades.

A desembargadora Anildes Cruz (relatora) entendeu que a alegação da ex-prefeita não era suficiente para invalidar o ato do TCE. Lembrou que a maior parte das contas só é apreciada após o término dos mandatos e acrescentou que foram dadas todas as oportunidades de defesa à ex-prefeita, entre 2004 e 2007. Os desembargadores Paulo Velten (revisor) e Jaime Araújo acompanharam o voto.

Caxias – A 4ª Câmara Cível negou razão a recurso do município de Caxias e manteve sentença de primeira instância, que havia julgado improcedente ação de improbidade administrativa contra a ex-prefeita Márcia Marinho.

O município alegou que a ex-prefeita teria contratado empresa para fornecimento de material para oficinas escolares, no valor de R$ 17 mil, sem realização de processo licitatório.
A relatora, Anildes Cruz, disse não ter ficado demonstrado ato ilícito, mas a ocorrência de erro formal na nota de empenho do processo licitatório, na qual constou erroneamente licitação do tipo de dispensa, quando deveria estar escrito carta-convite.

Ressaltou que o próprio recurso do município informou não ter o ato resultado em lesão ao erário ou enriquecimento ilícito.

Bacabeira – Os desembargadores também julgaram improcedente a ação civil pública por ato de improbidade atribuído ao prefeito de Bacabeira, José Reinaldo Calvet, que teria deixado de prestar contas do exercício financeiro de 2001.

O entendimento unânime foi de que não houve elementos suficientes para considerar ter o ex-prefeito praticado o ato, pois ele apresentou contas com, aproximadamente, quatro meses de atraso, porém mais de três anos antes da ação judicial, o que afastou a existência de dolo ou má-fé de Calvet, segundo o voto da relatora Anildes Cruz.

O desembargador Paulo Velten lembrou que, na área cível, a hipótese não configura dolo, embora, na área penal, exista posição de que a prestação teria que ser no prazo.

  Publicado em: Governo

PF prende homem a apreende 16,5 kg de cocaína com o apoio da PRF

Publicado em   08/maio/2012
por  Caio Hostilio

A Polícia Federal prendeu hoje, 08/05, com o apoio da Polícia Rodoviária Federal, J.R.N.D, 21 anos, que transportava aproximadamente 16,5 kg de cocaína.

Policiais Federais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes receberam a informação de que a cocaína estava sendo transportada em um veículo que vinha de Mato Grosso com destino a São Luís, e que chegaria pela BR 135 nesta madrugada. Foi solicitado apoio à PRF para abordagem do veículo, tendo em vista que não era sabido o horário em que ele trafegaria pela BR 135. De posse da descrição do veículo e placa, a PRF permaneceu de prontidão e fez a abordagem do veículo a 01h00 na altura do município de Santa Rita. Foram localizados 20 pacotes de cocaína no interior do tanque de gasolina do veículo em compartimento separado.

O homem, natural de Mato Grosso, responderá pelo crime de tráfico interestadual de drogas, com pena de reclusão de 5 a 15 anos. Ele será encaminhado ao Presídio de Pedrinhas, onde permanecerá à disposição da Justiça.

 

Polícia Federal prende homem com CNH falsa

A Polícia Federal prendeu em flagrante na manhã de hoje, 08/05, um homem que portava uma Carteira Nacional de Habilitação falsa em seu nome.  

O.B.S., 38 anos, pedreiro, trafegava com sua motocicleta pela BR 135 quando foi parado pela Polícia Rodoviária Federal em fiscalização de rotina na altura do km 14 no Posto de Pedrinhas. Ao conferir a CNH apresentada, os Policiais Rodoviários Federais notaram que o homem demonstrava bastante nervosismo e desconfiaram que pudesse haver montagem na foto do documento. Em consulta ao sistema, tanto pelo CPF quanto pelo registro da CNH apresentada, verificou-se que o número da referida CNH era inexistente. Questionado sobre o documento, o homem informou que pagou R$ 800,00 pela CNH falsa.

O homem foi encaminhado para a Superintendência Regional de Polícia Federalem São Luís, onde foi autuadoem flagrante. Eleresponderá pelo crime de uso de documento falso (art. 304 do Código Penal), com pena de 2 a 6 anos de reclusão. Conforme dados da Polícia Rodoviária Federal, desde janeiro de 2012, já foram apreendidas dez Carteiras Nacionais de Habilitação falsas em fiscalizações no estado do Maranhão.

O preso foi encaminhado ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas onde permanecerá à disposição da Justiça.

  Publicado em: Governo

Por que tanta frescura, se a imprensa já divulgou mais de 80% de tudo? Presidente da CPMI do Cachoeira decide aumentar estrutura de acesso a dados

Publicado em   08/maio/2012
por  Caio Hostilio

Agência Brasil

Depois de ouvir muita reclamação de deputados e senadores que integram a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira, o presidente da comissão, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), decidiu aumentar para dez o número de computadores destinados à consulta dos dados.

Hoje (7) foi o primeiro dia de funcionamento da sala com segurança montada exclusivamente para uso dos parlamentares. O espaço, de 15 metros quadrados, funcionou apenas com três computadores, número que não foi suficiente para atender à demanda.

“A partir de amanhã teremos dez computadores funcionando para melhor acomodar os membros da CPMI”, garantiu o presidente, que descartou a possibilidade de que a CPMI envie para cada parlamentar uma cópia dos documentos recebidos das operações Vegas e Monte Carlo, realizadas pela Polícia Federal, sobre as relações do empresário goiano Carlinhos Augusto Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira.

A ideia inicial era fornecer senhas para que os deputados pudessem acessar a documentação, que inclui 15 mil páginas, dos próprios gabinetes. “Esse modelo é inseguro”, afirmou Vital do Rego depois de consultar técnicos do serviço de processamento de dados do Senado Federal.

O empresário Carlinhos Cachoeira, preso desde fevereiro, é acusado de envolvimento com jogos ilegais e de liderar uma rede de influência envolvendo políticos e administradores públicos.

  Publicado em: Governo

Os maranhenses acham que tudo de ruim só acontece aqui…

Publicado em   08/maio/2012
por  Caio Hostilio

Recebo diversos emails de professores universitários de várias localidades do Brasil mostrando as mazelas de seus respectivos estados nas mais diversas áreas da administração pública. Muitos deles público e outros simplesmente eu descarto, por ver que não farão diferença alguma, haja vista que já foi condicionado na memória dos maranhenses que as mazelas existentes no mundo só acontecem aqui.

Mas o email do prof. heitor scalambrini costa , heitorscalambrini@gmail.com , eu não poderia deixar de publicar, visto que mostra o quanto no Brasil é preciso que seja revisto a atuação da ANEEL.

Vamos ao artigo:

A CELPE e o ranking da ANEEL

Heitor Scalambrini Costa

Professor da Universidade Federal de Pernambuco

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) publicou recentemente o ranking das distribuidoras de energia do país em relação à qualidade do serviço prestado. No período de janeiro a dezembro de 2011, foram avaliadas 63 distribuidoras divididas em dois grupos, sendo 33 no mercado de energia elétrica que fatura anualmente acima de 1 TWh (TeraWatt hora), e 30 no mercado anual abaixo de 1 TWh.

O ranking foi elaborado com base no Indicador de Desempenho Global de Continuidade (DGC), formado a partir da comparação dos valores apurados do DEC (Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora) que indica o número de horas em média que um consumidor fica sem energia elétrica durante um período, geralmente o mês ou o ano, e o FEC (Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora) que indica quantas vezes, em média, houve interrupção na unidade consumidora (residência, comércio, indústria, etc) em relação aos limites estabelecidos pelas Resoluções da ANEEL. Dessa forma, a expectativa é poder comparar distribuidoras entre si, e afirmar que as mais bem colocadas possuem, na média, melhor continuidade do serviço em relação às demais. 

A Companhia Energética de Pernambuco (CELPE), enquadrada no grupo de distribuidoras, que atende ao mercado acima de 1 TWh, pois faturou em 2011 a quantia de 10,16 TWh, ficou classificada neste ranking em 4º lugar, abaixo da Coelce (Ceará), Cemar (Maranhão), Caiuá Distribuidora (que atende 24 municípios paulistas) pertencente a Rede Energia.

 Ao analisar a Nota Técnica n° 0054/2012-SRD/ANEEL de 25 de abril, que trata dos resultados da apuração do DGC, é mostrado neste documento que o cálculo do índice de desempenho relativo global, consiste na média aritmética simples entre os desempenhos relativos anuais dos indicadores DEC e FEC, cujos valores relativos são obtidos pela razão ente o valor apurado e o valor limite. Os valores apurados são fornecidos pela distribuidora, certificando seu processo de coleta e apuração. Já os valores limites são determinados pela própria regulação da ANEEL.

 No caso da CELPE para o ano de 2011, o DEC apurado foi de 16,79 horas de interrupção média que o consumidor ficou sem energia ao longo ano, sendo o valor limite estipulado de 18,66 horas. Já o FEC apurado no ano foi de 6,83 interrupções em media na unidade consumidora, sendo o valor limite de 15,88 interrupções. Portanto verifica-se que em relação ao DEC absoluto apurado, e em relação ao FC absoluto apurado, a Companhia Energética ficou classificada em 18º e 8º lugar respectivamente.

Diante dos números apresentados oficialmente o consumidor pernambucano fica indignado, pois na verdade não representam a realidade dos fatos. Situações cada vez mais recorrentes têm mostrado a queda na qualidade dos serviços de fornecimento de energia elétrica no Estado. E que tanto a duração quanto a frequência das interrupções no fornecimento de energia são muito superiores, aquelas que mensalmente vêm estampados na conta de energia elétrica. E ai fica a indignação. A quem reclamar da baixa qualidade dos serviços fornecidos pela Companhia, além das altas tarifas; pois o consumidor, que sofre com os transtornos da falta de energia elétrica, não dispõe de mecanismos independentes de verificação se os DEC´s e FEC´s apurados e fornecidos pela Celpe são representativos do que ocorre no dia a dia.  Energia com qualidade e preço justo ainda permanecem no campo das promessas.

  Publicado em: Governo

Você confia em alguém? Juiz aposentado é preso acusado de estuprar garoto de 11 anos

Publicado em   08/maio/2012
por  Caio Hostilio

Estado de Minas

Maldito o homem que confia no homem, apoiando-se num ser carnal.

O juiz aposentado Mário José Pinto da Rocha, de 65 anos, foi preso em flagranteem Belo Horizonteacusado de estuprar um garoto de 11 anos. O menino foi encontrado na casa do ex-magistrado, na região da Pampulha. Rocha, segundo a Polícia Civil, já era investigado porque havia sido denunciado pelo mesmo crime.

A prisão ocorreu na noite de ontem, domingo, após vizinhos denunciarem o suspeito. O próprio acusado, que mantém escritório de advocacia na capital mineira, permitiu a entrada dos policiais, que encontraram a criança escondida debaixo da cama do ex-juiz. O menino cuida de carros no bairro onde mora Rocha e confirmou que havia acabado de manter relações sexuais com o suspeito.

O menino contou também que não foi a primeira vez que o fato ocorreu e que o ex-juiz pagava cerca de R$ 15 por relação. De acordo com a polícia, Rocha já teria sido preso duas vezes por atentado violento ao pudor. Ele foi exonerado do cargo de juiz em 2003, mas o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) não informou o motivo. No escritório de Rocha, ninguém atendeu as ligações da reportagem nesta segunda-feira.

Algumas horas após a prisão, já na manhã de hoje, um professor de futebol também foi preso suspeito de abusar de um garoto de 12 anos. A mãe do menino foi quem fez a denúncia e acusou o professor de ter abusado de outras crianças que têm aula na escolinha de futebol.

  Publicado em: Governo

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