Fazer o quê? Greve de servidores federais deve se intensificar hoje

Publicado em   11/jun/2012
por  Caio Hostilio

A greve que já abrange 51 instituições federais de ensino deve ganhar novos adeptos a partir de hoje, segunda-feira. Conforme a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), que reúne 37 sindicatos em todo o País, amanhã entrarão em greve os trabalhadores técnico-administrativos em educação nas universidades federais e os funcionários federais do setor de geografia e estatística. Na quarta-feira, será a vez dos servidores do Judiciário Federal, do Ministério Público da União e dos servidores federais da educação básica, profissional e tecnológica.

A greve dos professores das universidades federais, que puxou a mobilização das outras categorias, completou mais de 20 dias e não tem data para terminar. Segundo a Condsef, a greve geral dos servidores federais deve começar em 18 de junho. Os profissionais reivindicam reajuste salarial, recebimento de gratificações e reestruturação de carreiras, entre outras demandas. As informações são da Agência Brasil.

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Assim pensa o Brasil sobre assassinatos??? Por quê???

Publicado em   11/jun/2012
por  Caio Hostilio

Diversas pesquisas vêm apresentando e a imprensa vem divulgando dados larmantes sobre os homicídios e sobre os baixos índices de elucidação e de condenação nestes crimes. O Brasil é o primeiro no mundo em número absoluto de mortes violentas (pesquisa da ONU).

As investigações, na maior parte das vezes, não chegam à elucidação do crime – arquiva-se mais do que se denuncia (Inqueritômetro – CNMP). Os dados, apresentados de forma consolidada, realmente são chocantes. Mas a situação não é nova, tem origem na história da segurança pública brasileira. A verdade é que nossa capacidade de indignação em face do homicídio está adormecida.

E por quê? Um problema que é de toda a sociedade e do Estado vem sendo tratado, historicamente, de forma absolutamente fragmentada, numa constante atribuição recíproca de culpas, sob a premissa de que “o problema não é meu”, ou de que “eu faço a minha parte”. Fazer cada um a sua parte, neste contexto, é insuficiente. É preciso saber o que toca aos outros agentes e órgãos, saber de que forma as ações se impactam reciprocamente, já que a atuação de todos é interdependente.

Aí está a origem da Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública – ENASP. Partindo do pressuposto de que a criminalidade é problema de todos e de que é necessário substituir o discurso da culpa pelo da co-responsabilidade, os Conselhos Nacionais de Justiça e do Ministério Público e o Ministério da Justiça constituíram a ENASP com o objetivo ampliar a comunicação e desenvolver medidas concretas e integradas entre os órgãos do sistema de justiça e segurança para redução da criminalidade e da impunidade.

Dentre as ações eleitas como prioritárias pela ENASP está a de dar maior efetividade e agilidade às investigações, denúncias e julgamentos dos crimes de homicídio, que gerou a já conhecida Meta 2, que consiste em concluir todas as investigações por homicídio instauradas até dezembro de 2007, com prazo de execução fixado em 30 de abril de 2012.

Diagnóstico realizado em cada um dos estados, pelos gestores locais da ENASP (delegados e promotores) aponta para a necessidade urgente de estruturação das polícias civis. É preciso romper definitivamente, mediante investimentos de peso, com a histórica negligência dos Governos para com a sua polícia judiciária ou investigativa.

A roda movimentou-se, fruto da fixação conjunta de estratégias e da consciência quanto ao tamanho dos desafios a enfrentar e a importância da integração, resultado da percepção, já tardia, de que a impunidade é causa direta do aumento da criminalidade e de que, no Brasil, matar é ainda um crime que compensa.

Aí o delegado Wagner Adilson Tonini faz uma reflexão bem interessante sobre as consequêncis e as seqüelas para os familiares que sofre com um de seus entes assassinados: “A prescrição é o instituto que mais caracteriza o interesse Estatal pelo esquecimento, para estabilização das relações sociais. Mas uma vítima de roubo sofre um trauma emocional e outro patrimonial, que poderá superar até com certa facilidade. Dinheiro se pode ganhar outro e patrimônio se reconstrói. Mas familiares de uma vítima de homicídio ou latrocínio não terão a mesma facilidade, não dependerão de sorte ou habilidade. A perda é indiscutivelmente irreparável. Daí que a prescrição, nestes casos, poderá não servir à estabilização emocional, social, jurídica. Será, quem sabe, a legalização da injustiça pelo esquecimento, ou simplesmente a não realização da justiça”.

Será que é de interesse a elucidação de vários assassinatos cometidos no Brasil?

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São Luís se escafedeu!!!

Publicado em   10/jun/2012
por  Caio Hostilio

Como já era de se esperar a politicalha deu lugar a verdadeira política… O povo e a cidade? Que se dane!!! Precisamos mesmos é de uma máquina azeitada para eleições de 2014.

Essa é a pretensão do engenheiro político José Reinaldo… Como ele é o líder dos antisarneys, o consórcio de pré-candidatos de tal “oposição” criada nas coxas de uma anda não ia a lugar algum… Tudo não passava de um blefe, para enganar os eleitores otários de São Luís.

José Reinaldo não tem voto em São Luís, mas soube usar e abusar das principais famigeradas “lideranças” de uma “oposição” que vai acabar quando findar o grupo Sarney. Ele morre, pois perderá o discurso medíocre que sempre tomou conta desse Estado, ou seja, aqui são 218 gestores públicos independentes, porém o culpado de tudo é somente um gestor, o governador… Eles não dão um pio sobre o destino dos bilhões e bilhões que vem todos os anos para os outros 217 gestores.

O prefeito Castelo faz parte desses 217 gestores, sendo um dos piores a dirimir corretamente os recursos recebidos pelo município de São Luís nesses últimos três anos e meio… Alguém em sã consciência poderia informar corretamente onde foram investidos esses bilhões e bilhões? Alguém viu mudanças na educação, na saúde, na infraestrutura? Alguém sabe que incentivo foram feitos para estimular investidores para cá? Alguém sabe se houve algum tipo de incentivo para geração de emprego e renda aos ludovicenses?

Claro que Flávio Dino jamais escolheria um candidato que realmente atrapalhasse os planos de José Reinaldo em dar continuidade à gestão castelista… Tadeu Palácio? Não!!! Esse ia para disputa com gosto de gás e atrapalharia tudo e nunca se submeteria a exercer o papel de laranjão!!!

Brigar pelo PPS? Pra quê? Eliziane Gama fica com a legenda, pois as lideranças já estavam todos com Castelo.

Roberto Rocha? Um peixe fora d’água. Perdeu o rumo e o time político. O PSB segue José Reinaldo, com isso não teria a menor chance de ser o escolhido.

O PTC. Esse é dominado por uma raposa chamada Edivaldo Holanda, que conhece todas as artimanhas politiqueiras de José Reinaldo e João Castelo, com isso puxou para si o PDT e soube negociar bem. Ele sabe que seu filho será usado como laranja, tanto que manteve seus 300 empregos na prefeitura de Castelo.

Edivaldo Holanda tem em mente que o seu filho será o candidato oficial de Flávio Dino 2014 sua reeleição à Câmara dos Deputados e que ele (Edivaldo pai) volta para a Assembléia Legislativa pelos braços dos castelistas/pedetistas/reinaldistas+flavistas… Aí mora o perigo!!! Tudo certo para essa eleição, mas 2014 está muito longe e não se pode esquecer que muitos foram para o sacrifício por essa engenharia reinaldista, principalmente Rubens Junior!!!

Só resta dizer: Parabéns Castelo!!! Como nesse Maranhão tem emplumado disfarçado de comunista, trabalhista e até de Dialético!!!

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Veja o que gera a corrupção e a impunidade… Prisão de Cachoeira leva crise econômica a Anápolis. É mole?

Publicado em   10/jun/2012
por  Caio Hostilio

Em Anápolis a queda nas vendas do comércio não costuma ser associada à crise na Europa. Nas ruas e lojas da mais dinâmica economia do Centro-Oeste, a crise é chamada de Carlinhos Cachoeira. Foi a partir da prisão, em fevereiro, de Carlos Augusto Ramos, contraventor que começou aqui seus negócios na área de jogos eletrônicos, que o desânimo dos 5 mil comerciantes e lojistas aumentou.

“É só soltar o Cachoeira para o dinheiro voltar”, diz Sebastião Carlos do Couto, dono de uma banca de DVDs na Avenida Brasil, uma das principais. “Parece brincadeira, mas a crise do Cachoeira deu uma balançada. O pessoal está cismado. Acabaram os bares que tinham máquina de jogos e derrubaram os empregos”, relata. Ele diz que vendia antes da crise cem DVDs. Agora, vende 40.

A Câmara dos Dirigentes Lojistas de Anápolis registra uma queda de cerca de 30% nas vendas nos últimos três meses em relação ao mesmo período do ano passado. Ninguém se arrisca a associar esse porcentual de queda ao caso Cachoeira, mas o sentimento na cidade de 350 mil habitantes está mais perto de problema local que resultado de uma conjuntura internacional.

“Após a crise política, as pessoas ficaram com medo de gastar”, diz o comerciante Reginaldo Regis, dono de uma loja de máquinas de costura na cidade. “O caça-níquel dava emprego, movia a economia. Agora, queira ou não, o comércio de Anápolis e de toda as cidades próximas caiu”, avalia.

Nos primeiros dias após a prisão de Cachoeira, a Polícia Civil de Goiás apreendeu 1.801 máquinas caça-níqueis em Anápolis e nas cidades vizinhas. Açougues, padarias, salões de beleza tinham suas despesas de aluguel, água e luz pagas pelas máquinas, que ficavam escondidas nos fundos das lojas. Os comerciantes ficavam com 10% a 15% da arrecadação das máquinas. A maioria se acomodou.

A Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, resultou no fechamento de bares e lanchonetes que lucravam com os jogos na Praça do Bom Jesus e nas ruas em volta do terminal rodoviário, onde nos anos 1970 o então desconhecido cantor sertanejo Mirosmar de Camargo, agora Zezé di Camargo, se apresentava.

Empresários da região avaliam que a crise política, mesmo que atinja apenas o humor dos comerciantes, ainda deverá trazer mais desgaste para a imagem de Anápolis, que aposta no setor de logística e no comércio interestadual. Embora a CPI do Cachoeira instalada no Congresso não avance nas investigações da PF, os empresários dizem que ainda é incerta a situação do governo do Estado, por exemplo, nesse processo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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“Zé Reinaldo e Flávio Dino a cada dia estão mais parecidos”, diz Murad

Publicado em   10/jun/2012
por  Caio Hostilio

Do Blog gilbertoleda

Apenas um adendo à matéria: O certo é que a politicalha sempre vai se sobrepuser a tudo no Maranhão. O Flávio Dino enquanto não cortar o cordão umbilical que tem com José Reinaldo e seus vícios vai sempre tecer comentários idiotas e sem propósito, exatamente se aproveitando da falta de conhecimento do povo em administração pública. O pior de tudo isso é ver que o próprio Flávio Dino demonstra que desconhece tudo em administração pública e totalmente dos ditames do SUS… Como pode querer chegar ao poder dessa forma? Só se for através das politicalhas e canalhices que sempre estiveram nessa disputa pelo poder!!! Como esse Maranhão é pobre de políticos realmente interessados no bem-estar e na qualidade de vida dos maranhenses. Apenas se ligam em seus interesses e superego!!!

O secretário de estado da Saúde, Ricardo Murad, finalmente se pronunciou pessoalmente sobre o reportagem do programa “Profissão Repórter” que criticou, semana passada, o Governo do Estado por construir hospitais e equipá-los em pequenas cidade do interior (reveja).

E a reação veio em tom de crítica ao presidente da Embratur, Flávio Dino (PCdoB), que usou os dados da reportagem para criticar o programa Saúde é Vida.

Segundo Murad, Flávio Dino é “autoritário, arrogante e elitista” e “aproveita a matéria veiculada pelo Profissão Repórter da Globo, para demonstrar sua aversão aos mais carentes”.

O secretário também afirma que Dino está cada dia mais parecido com o ex-governador José Reinaldo: “almas pequenas com coração de pedra”.

Veja abaixo o desabafo do secretário:

 “Flávio Dino, como sempre, autoritário, arrogante, elitista – tem ojeriza a povo – aproveita a matéria veiculada pelo Profissão Repórter da Globo, para demonstrar sua aversão aos mais carentes. Ele não consegue se segurar, e externa todo o seu desprezo e arrogância contra o maior projeto de saúde pública em construção no Brasil, voltado para atender a todos, sem qualquer distinção, com o melhor que a medicina pode oferecer. 

Se volta contra os pequenos hospitais construídos e equipados para atender aos maranhenses abandonados nos mais de cem pequenos municípios que não tinham direito a saúde alguma. As mães tinham que viajar para ter seus nenens, as pessoas também tinham de se deslocar para outros municípios por qualquer doença que sofressem, e ele do alto de sua arrogância e prepotência se volta contra esses maranhenses que hoje estão felizes e satisfeitos porque podem contar com assistência 24 horas, no lugar onde moram e com médico de plantão. Sei que se ele chegasse ao poder mandaria fechar esses hospitais, mas o povo não é bobo não. Zé Reinaldo e Flávio Dino a cada dia estão mais parecidos – almas pequenas com coração de pedra. 

Nós vamos em frente e eles dois podem esperar a reposta do povo. Ela virá no tempo certo. 

Flávio não se mistura, vive na arrogância, na vaidade e se acha acima de tudo e de todos. Acho até que é doença e que podemos tratá-lo, na rede pública que estamos construindo, se ele desejar.”

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Em que mundo social nós estamos vivendo?

Publicado em   10/jun/2012
por  Caio Hostilio

Primeiramente devemos observar que o que se distingue no cenário social contemporâneo são a velocidade e o caráter permanente das transformações. Mudanças que antes teriam levado décadas ou mesmo séculos hoje se completam num espaço muito curto de tempo. Além disso, as transformações tornaram-se permanentes, gerando um estado intermitente de crise ao qual o homem ainda terá de se acostumar. Para isso, o homem necessita especializar-se, fazer opções, escolher recortes sempre mais restritos da realidade sobre os quais concentra seus conhecimentos.

Portanto, para que existam mudanças, é necessário que se reflita sobre a essência da sociedade e do próprio ser humano, a ponto de parecer justificado perguntar se ainda é possível falar da sociedade ou do ser humano no mesmo sentido como se fazia há algumas décadas. Pois é verdade que conceitos fundamentais como a sociedade de classes, trabalho, proletariado etc. parecem cada vez mais obsoletos, inadequados para descrever a realidade social dos nossos dias.

 Neste surto de mudanças, assistimos também a profundas transformações nas formas de governo com a redução do Estado e a interferência cada vez contundente de condicionantes internacionais que ditam normas de comportamento e de ação não só para as nações do mundo inteiro, mas também, privadamente, para todos os indivíduos.

Diante do exposto, verifica-se que a importância de organizações e entidades no contexto social, principalmente em países em desenvolvimento, é crucial em áreas em que o Estado se abstêm de dar apoio e incremento em suas ações, uma vez que homem excluído da sociedade, maioria no Brasil, não participa ativamente e não têm acesso ao bem-estar, a qualidade de vida, a geração de emprego e renda, a segurança, a educação e a saúde de qualidade.

 Por isso, a responsabilidade social, nesse contexto adotado neoliberal, fica a cargo mais da iniciativa privada… Cadê as políticas públicas? Resumiram-se em promessas mirabolantes, que não conseguem sair das propagandas e das maquetes… Como ajudar a melhorar os índices péssimos nos quais o Brasil e tantos outros países vêm atravessando na atualidade, haja vista que as concepções atuais para o Estado estão voltadas exclusivamente aos parâmetros poder e do capital?

 Com isso, espero que o Estado volte a buscar ações decisivas aos ditames sociais em conjunto com toda sociedade e organizações socais, não somente em programas dentro do clientelismo, mas sim através de programas realmente voltados para o homem poder sobreviver dentro da sociedade.

Espero, ainda, que este artigo sirva para que o eleitor ludovicense reflita sobre as promessas e os programas dos candidatos que querem governar nossa cidade.

  Publicado em: Governo

Sema comandará comitiva maranhense que participará da Rio + 20

Publicado em   10/jun/2012
por  Caio Hostilio

Parte dos 115 integrantes da comitiva maranhense que participará da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável – a Rio+20, embarca a partir do dia 13 para o Rio de Janeiro. A delegação estadual é organizada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema)

Os primeiros a embarcarem serão 50 representantes da Área de Proteção Ambiental (APA) dos Morros Garapenses, parceria entre a Sema e o Conselho Gestor da APA, que sairão de ônibus nesse dia com destino ao Rio de Janeiro. Dia 15, será a vez de 14 membros dos conselhos estaduais de Meio Ambiente (Consema) e de Recursos Hídricos (Conerh), especificamente os conselheiros que representam a sociedade civil, que deixarão São Luís para participar da Rio + 20 com o apoio financeiro do Estado.

E para completar, nos dias 15 e 16, embarcam os técnicos da Sema e palestrantes indicados pelo órgão. O secretário de Estado de Meio Ambiente, Victor Mendes, confirmou sua ida para o dia 17. Além destes, também estarão na Rio + 20, representações das Universidades Federal (Ufma) e Estadual do Maranhão (Uema), comitivas organizadas pelas próprias instituições.

“A nossa participação na Rio + 20 é fruto de quatro meses de trabalho da equipe da Sema. Além de técnicos do órgão, com o nosso apoio estarão no evento,  representantes da sociedade civil, que terão a oportunidade de participar dos debates e de levar propostas para a questão ambiental. Nosso desejo é que a Conferência possa resultar em decisões práticas e compromissos concretos em favor do meio ambiente, abrindo caminhos para que possamos equacionar o desenvolvimento local com a necessária sustentabilidade”, assegurou o secretário Victor Mendes.

O Maranhão participa da Conferência junto com outros oito estados membros do Fórum da Amazônia. No Parque dos Atletas (instalado na Barra da Tijuca), o estado terá um estande onde serão apresentados alguns de projetos relevantes relacionados aos temas da Rio + 20, tais como: a apresentação do documento final do Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas no Estado do Maranhão; Plano Estadual de Combate à Desertificação – PAE/MA; além do lançamento do aplicativo OMS (Olhos sobre o Maranhão), solução tecnológica pioneira para smartphones, distribuída gratuitamente que permitirá a denúncia de crimes ambientais de forma ágil, associada a mecanismos de geolocalização.

O Maranhão também marcará presença em um círculo de palestras que acontece em auditório viabilizado pelo Itamaraty, em que serão relatados alguns projetos e experiências maranhenses relevantes para a construção da sustentabilidade no estado, empreendidos pela Sema, Ufma e Uema, Assembleia Legislativa e  sociedade civil, por intermédio do Conselho Gestor da APA dos Morros Garapenses.

Além disso, com apoio financeiro do Estado, 14 membros do Consema e Conerh participam da programação da Cúpula dos Povos, evento paralelo à Rio + 20, que reúne representantes da sociedade civil organizada do mundo inteiro.

Já o secretário Victor Mendes tem como principal compromisso a participação, no dia 18, no evento de apresentação e assinatura da Carta da Amazônia, documento que consolida as propostas da região e resulta de discussões prévias organizadas pelo Fórum de Governadores da Amazônia, cuja plenária final aconteceu em Manaus, em evento preparatório para a Rio + 20. “Esse documento será apresentado e defendido pelos governadores da Amazônia como resultado de um processo de vanguarda, que mostra a união dos estados da Amazônia em favor do desenvolvimento sustentável”, destacou o secretário.

Victor Mendes e representantes da Sema também devem acompanhar os debates sobre o Pacto Nacional pela Água,sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos, além dos eventos organizados pela Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio – Abema.

Palestras que serão ministradas por membros da comitiva maranhense

Auditório – Estande dos Estados da Amazônia

Parque Dos Atletas

  Publicado em: Governo

Agora é definitivo??? Governo e sindicato finalizam texto do novo Estatuto do Educador

Publicado em   10/jun/2012
por  Caio Hostilio

O texto consensual da nova proposta revisada do Estatuto dos Trabalhadores da Educação Pública Básica do Maranhão foi finalizado. O documento, que foi concluído na semana passada, foi construído a quatro mãos pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores da Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma), em mais de um ano de negociações. Agora, a proposta será encaminhada, nos próximos dias, à governadora Roseana Sarney e, posteriormente, enviada para análise e aprovação na Assembleia Legislativa.

Para o secretário de Educação, João Bernardo Bringel, a consolidação da proposta do novo texto do Estatuto do Educador representa avanços para os trabalhadores e o Governo do Estado, que assumiu o compromisso de garantir aos profissionais do magistério uma moderna e nova regulamentação. Bringel frisou ainda que a Seduc e os sindicalistas se reuniram com regularidade durante quase um ano para dar este importante passo favorável ao ensino de qualidade.

Com a aprovação da proposta entre Seduc e sindicato, o texto passará por revisões ortográficas e por uma redação de técnica legislativa. O secretário agradeceu a participação na formatação do texto final do Estatuto do Educador à supervisora de Desenvolvimento e Capacitação de Recursos Humanos da Seduc, Maria de Deus Nely Figueiredo; do jornalista J.França; e da supervisora de Gestão e Controle Docente da Seduc, Maria dos Remédios Coimbra.

Bernardo Bringel salientou ainda que o texto consensual, composto por 22 laudas, cria avanços como o incentivo ao deslocamento do professor que lecionar em áreas consideradas de risco; a proposta de enquadramento dos servidores administrativos; a regulamentação do horário de trabalho; a abertura para uma segunda jornada e a dedicação exclusiva de professores.

Para João Bernardo Bringel, o texto do estatuto cria regras estáveis, que darão mais tranquilidade aos profissionais da educação, e um conjunto de diretrizes que resultará na melhoria da qualidade de educação ofertada na rede estadual de ensino.

De acordo com o presidente do Sinproesemma, Júlio Pinheiro, a formatação do texto do novo estatuto do educador foi um momento salutar do processo de construção com um desfecho positivo. Ele explicou que o documento reúne direitos consolidados dos trabalhadores e agrega outros pontos positivos como gratificações e possibilidade de progressões automáticas por tempo de serviço.

Pinheiro destacou, ainda, como avanços no texto finalizado a ampliação das gratificações e a manutenção de direitos conquistados, como a redução da carga horária por tempo de serviço para garantia da qualidade de ensino. O novo texto, segundo o presidente do Sinproesemma, conta com um conjunto de diretrizes que moderniza o estatuto em vigor há 18 anos, com a inclusão da atual legislação do Conselho Nacional de Educação (CNE), que é importante para a carreira dos trabalhadores.

  Publicado em: Governo

Nota oficial do Ministério do Turismo

Publicado em   10/jun/2012
por  Caio Hostilio

Brasília – Sobre matéria publicada na data de hoje (09) “Diretor do Turismo é investigado por beneficiar entidade ligada a parentes”, no jornal O Estado de S. Paulo, informamos que em setembro de 2011, quando o Ministro do Turismo, Gastão Vieira, tomou posse, o assunto já estava sendo apurado por sindicância interna do referido Ministério. Os convênios são objeto de Tomada de Contas Especiais e os repasses estão suspensos desde dezembro de 2010.

Naquela ocasião, ao tomar conhecimento do resultado da sindicância interna e buscando esclarecimento dos fatos, Vieira determinou abertura de Processo Administrativo Disciplinar para apurar eventual desvio de conduta dos servidores. Na tentativa de tornar o processo transparente, o ministro solicitou ainda que as investigações passassem a ser conduzidas pela Controladoria Geral da União, onde está tramitando no momento.

O Ministro do Turismo, Gastão Vieira, enviará solicitação, ainda nesta segunda-feira (11), pedindo agilidade nas investigações por parte da CGU para que, a partir do resultado da apuração, sejam tomadas as medidas cabíveis.

  Publicado em: Governo

Despedida de um partido que sobrou apenas a sigla: “PDT”

Publicado em   09/jun/2012
por  Caio Hostilio

Desde a partida de Leonel Brizola e Darcy Ribeiro, o PDT deixou de lutar por seus ideais, além de perder uma das qualidades que se sobrepunha sobre os demais partidos brasileiros, a intelectualidade e o compromisso real de liberdade e, principalmente, de uma educação que realmente pudesse mudar os rumos desse país…

São Luís, 08 de junho de 2012.

À

Comissão Provisória Estadual do PDT

Nesta

Senhores Dirigentes,

Na última reunião política que participei sob a liderança do ex-governador Jackson Lago, na casa do companheiro Clodomir Paz, na véspera da viagem que fez a São Paulo para tratamento de saúde, de onde voltou sem vida, disse a ele que o PDT Nacional já não tinha projeto de poder, que se transformara num partido de aluguel, tanto que, em minha opinião, se o Serra tivesse sido eleito Presidente, a Direção Nacional o buscaria para entregar-lhe a legenda em troca de favores.

Na sequência, sugeri que, sob sua liderança, saíssemos todos do PDT em busca de um partido mais próximo dos nossos ideais, tendo o cuidado de afirmar que, se a minha sugestão não tivesse acolhida, continuaríamos com ele, Jackson Lago, na luta e na mesma trincheira partidária, ainda que ela já tivesse perdido a razão de existir dignamente.  Do alto de sua experiência, o companheiro Jackson nos disse que já não tinha idade para isso. Passou-nos, então, as suas últimas orientações sobre como deveríamos conduzir o Partido na sua ausência.

A propósito, a historiadora Marly da Silva Motta, da FGV, declarou recentemente que o PDT “manteve o nome, mas perdeu a alma”, desaparecida esta com a morte de Brizola.

O PDT foi o único partido político da minha vida. No entanto, sinto que chegou a hora de pôr fim à agonia de permanecer num corpo sem alma. A principal razão de comunicar a V. Sas. a decisão de afastar-me  desta agremiação partidária,  para a qual dei a minha humilde parcela de contribuição ao longo dos últimos 26 anos, é a já exposta. Sozinha, já seria suficiente para esta tomada de decisão.

Todavia, ela não está solteira. Os últimos acontecimentos envolvendo o Partido a nível local embrulham-me o estômago. Não me sinto representado pelos atuais dirigentes, até pela forma antidemocrática como assumiram a direção partidária. Cansei de dialogar e de mostrar que o caminho tomado não interessa à democracia interna do PDT, nem às forças progressistas do Estado.  Assim, antes que nos aconteça o pior, tomo a decisão de afastar-me do estéril rumo que a agremiação insisteem trilhar. Emponto menor, existe ainda outra razão para o meu afastamento, adiante descrita. (Devo informar que esta decisão foi transmitida pessoalmente a Dra. Clay Lago, por quem nutro especial admiração, respeito e gratidão).

Trata-se das dívidas remanescentes do PDT. Devo relembrar-lhes que elas foram constituídas ao longo de nossa caminhada e junto a parceiros que sempre estiveram conosco na luta pela redemocratização do Maranhão. Como sempre acontecia, o signatário as contraía, em nome do Partido, por autorização do seu então Presidente Dr. Jackson Lago. Os credores ainda hoje me perguntam se/e quando vão recebê-las. Perguntam a mim, e a ninguém mais, justamente porque fui o avalista moral das avenças. Sempre lhes respondi que tivessem paciência, pois que o nosso Partido era uma agremiação séria e nada afeita a calotes. Continua sendo? Conhecem a natureza das dívidas, entre outros, os companheiros Clodomir Paz, Chico Leitoa e Antonio Carlos Lago, que tudo fizeram para resolver as pendências. 

Não poderia afastar-me sem dizer-lhes que, há cerca de dois anos e mais, venho sendo acusado de três coisas dentro do PDT: de incompetente; de mandar no governo do saudoso companheiro Jackson Lago; e de improbidade. Em relação à incompetência, a minha vida profissional fala por mim – são 47 anos de trabalho em várias frentes; sobre mando de governo, quero dizer que jamais tomei uma decisão sequer que não tenha sido autorizada pelo ex-prefeito e ex-governador Jackson Lago. Só mesmo quem não conheceu o Dr. Jackson é que pode pensar que alguém se sobrepunha à sua marcante autoridade; sobre insinuações maledicentes e cínicas de improbidade no trato da coisa pública, chegou a hora de dizer a quem possa interessar (militantes e/ou dirigentes partidários): ofereçam provas de um único ato de improbidade que eu tenha praticado em meus 47 (quarenta e sete) anos de trabalho. Não precisam dois, basta um. Não vão encontrar.

Ah! A Gautama, processo em que o Jackson Lago, Wagner Lago, eu e tantos outros fomos indiciados. Espero há 5 (cinco) anos que a Justiça me convoque para eu oferecer a minha defesa. Processo sem pé e sem cabeça, armado pelos nossos inimigos para macular a honra dos que se mantêm de pé. O Dr. Jackson morreu e não teve a oportunidade de se defender.

A minha contribuição para a democratização e o desenvolvimento do Maranhão vai continuar a ser dada, ao lado das oposições, ao meu modo e dentro de minhas possibilidades, independentemente de estar militando em partido.

No PDT construí amizades que muito prezo. De minha parte, tudo farei para mantê-las.

Afasto-me sem dor nem saudades. Simplesmente, afasto-me.

Abdelaziz Aboud Santos.

  Publicado em: Governo

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