Hoje (2), no período da noite, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) deverá apresentar à executiva do Democratas explicações para as denúncias, divulgadas há duas semanas, de que teria ligação criminosa com o empresário Carlos Cachoeira, preso sob a acusação de explorar jogos ilegais em Goiás.
De acordo com a assessoria da liderança do Democratas no Senado, Demóstenes pediu para avisar ao líder e presidente da legenda, senador José Agripino (RN), que está pronto para se defender.
A defesa, ainda sem horário e lugar marcados, ocorrerá um dia antes do prazo estipulado pelo líder do partido na Câmara, deputado ACM Neto (BA), para que Demóstenes apresente suas explicações.
Nem todos os integrantes da executiva do Democratas estão em Brasília. Na reunião desta noite, está confirmada a presença de José Agripino, do deputado federal Ronaldo Caiado (GO), que é vice-presidente da legenda, e de ACM Neto. O senador Jayme Campos (MT), vice-presidente do Conselho de Ética do Senado, também não estará na reunião.
No domingo (1), o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, defendeu a renúncia de Demóstenes a seu mandato.
Ao ler a entrevista concedida do presidente da Embratur Flávio Dino e da Deane ao Correio Braziliense, verifica-se que o Hospital Santa Lúcia quer fazer crer fatos que nem sua diretoria, seu corpo médico e mesmo o mais leigo em medicina, possa acreditar.
Então vamos às incoerências:
Correio: Marcelo tomava medicamentos de forma contínua?
Flávio Dino: Ele tomava Combivent, a bombinha, quando precisava, e um remédio oral chamado Singulair. Queremos mostrar que não existiu asma fatal, ocorreu asma que matou por conta de erros do Santa Lúcia.
Obs.: Asma fatal? Como? Não se morre por conseqüência da Asma, mas por procedimentos errados com medicamentos, como já disse num post aqui nesse blog… O que pode ter causado é uma medida superior ao peso e as condições física do paciente. Por que só agora, o hospital afirma que os medicamentos foram administrados de forma correta, com tempo e dose adequados? Cadê a ficha “verdadeira” de evolução do paciente? Será que a entregue a Polícia é a que estava quando Marcelo chegou a ser medicado ao dar entrada no hospital? Por que um paciente com crise asmática teria que ir para UTI, mesmo sendo uma crise aguda? Em qualquer enfermaria tem oxigênio… UTIs são para pacientes em risco de morte e se o Marcelo estava nesse quadro não foi pela crise de asma, mas sim pelos medicamentos ministrados… Quem enganar quem???
Correio: Quais são os questionamentos com relação à conduta do hospital?
Flávio Dino: A médica Izaura Costa Rodrigues Emídio, que deveria ser a responsável pela UTI onde o Marcelo estava internado, já havia feito um plantão de 12 horas no Hospital Regional de Taguatinga. Ela disse, em depoimento, que foi contatada para cobrir a ausência de um colega no plantão do Santa Lúcia. Às 6h10, quando foi chamada para atender a emergência do Marcelo, estava trabalhando de forma ininterrupta havia mais de 23 horas. Ela não tinha condições orgânicas de prestar um serviço de qualidade.
Obs.: Essa é a maior incoerência do hospital Santa Lúcia nesse episódio. O diretor disse no Jornal da Globo – reproduzido nesse blog – que a médica Izaura teria deixado seu posto para ir fazer um parto e que teria deixado outro médico em seu lugar. De repente o Marcelo passa mal e a auxiliar de enfermagem vai chamar a Dra. Izaura e não o médio que teria ficado em seu lugar… Pior, largaram uma UTI nas mãos de um auxiliar de enfermagem…
Deane… Continue lutando ao lado de Flávio Dino, para mostrar a hipocrisia e a falta de respeito e o amor a vida humana… Continue usando sempre os dois anéis de coco na mão esquerda, que simbolizam seus filhos… O com desenho de um peixinho, saiba que o seu filho estará sempre ao lado em espírito…
“Vou lutar até minha morte para que tudo seja esclarecido. E não é só a perda do nosso filho que nos move. Estamos nos rebelando contra essa naturalização da morte nas mãos de pessoas que deveriam salvar. Nossa luta é para que isso não aconteça, pelo menos não como aconteceu com o Marcelo. Nenhum dinheiro vai nos calar”, Deane.
Ed Ferreira/AE “Renúncia do senador Demóstenes Torres foi cobrada no domingo pela OAB” Em um esforço para evitar a cassação e a consequente perda dos direitos políticos , o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) convocou uma reunião com seu advogado, Antonio Carlos de Almeida Castro, para avaliar a possibilidade de renunciar ao mandato. A renúncia imediata foi cobrada neste domingo, 1, pelo presidente da Ordem dos Advogados do Brasil.
Alvo de grampos telefônicos em que demonstra intimidade com o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, a quem chegou a chamar de ‘professor’, Demóstenes complicou-se ao tentar explicar as relações com o chefe de esquema de jogos de azar investigado pela Polícia Federal na Operação Monte Carlo.
A reunião entre o senador e o advogado ocorreu no domingo à noite. Nenhum dos dois se manifestou após o encontro. À tarde, o presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, pediu uma ‘medida extrema’. ‘O teor das conversas telefônicas mantidas com o empresário, divulgadas pela imprensa, evidenciam uma situação mortal para qualquer político’, afirmou, ao defender a renúncia.
Mas a eventual renúncia de Demóstenes não o livra, automaticamente, do risco de se tornar inelegível. Pela Lei da Ficha Limpa, declarada constitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF), os políticos que renunciarem ao mandato após o oferecimento de representação por quebra de decoro ficam inelegíveis pelo período restante do mandato e pelos oito anos seguintes.
Controvérsia. Na semana passada, o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) protocolou no Conselho de Ética do Senado uma representação contra Demóstenes por quebra de decoro. No entanto, a peça ainda não foi formalmente recebida, porque o colegiado está sem presidente desde setembro do ano passado. Como o vice-presidente do conselho, Jayme Campos (DEM-MT), se declarou incompetente para receber a representação, ela foi encaminhada para a consultoria jurídica do Senado.
‘A não instauração do processo pela ausência do presidente abre uma brecha jurídica’, avalia Randolfe. Essa brecha permitiria ao senador escapar do enquadramento como ‘ficha suja’. Mas outra corrente de juristas entende o contrário, porque o texto da lei é expresso ao afirmar que o político fica inelegível se renunciar ‘desde o oferecimento de representação ou petição capaz de autorizar a abertura de processo’.
Ultimato. Demóstenes vive momento de forte tensão. O DEM deu um ultimato a ele até terça-feira, 3, sob ameaça de expulsão do partido. Familiares do senador não escondem preocupação com o seu equilíbrio emocional. Ele passou os últimos dias em casa, recluso, sem conversar com ninguém.
Irmão do senador e procurador-geral de Justiça de Goiás, Benedito Torres afirmou ao Estado que não tem conversado com ele. ‘Ele tem evitado conversar. Não comunicou nada aos familiares sobre uma possível renúncia’, afirmou. As investigações que deram origem à Operação Monte Carlo começaram no Ministério Público do Estado de Goiás.
O líder do DEM na Câmara, deputado ACM Neto, afirmou neste domingo que ainda aguarda a manifestação do senador. ‘Demos a ele até a manhã de terça. Queremos uma explicação sobre fatos tão graves antes de dar início ao processo de expulsão.’ Sobre uma possível renúncia, ACM Neto disse que é uma decisão pessoal. ‘Não cabe ao partido comentar uma atitude individual.’ Demóstenes, no entanto, já estaria conversando com seus suplentes sobre a possibilidade, segundo o Estado apurou.
Hoje licenciado do Ministério Público de Goiás, Demóstenes poderá reassumir o cargo em caso de renúncia ao mandato.
Se voltar para o MP, a investigação contra ele, que atualmente tramita no Supremo Tribunal Federal, poderá passar para o Tribunal de Justiça de Goiás, que é a Corte responsável pelo julgamento de procuradores. Demóstenes também estará sujeito a uma investigação pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).
Na última sexta-feira (30/03), o senador paranaense Roberto Requião (PMDB) fez um discurso dos mais contundentes e comoventes que já tive a oportunidade de assistir. Nele [discurso] RR mostrou-se “desencantado”, e mesmo indignado, com os últimos atos e fatos da Política brasileira, que ocorrem no Congresso Nacional, em Brasília,
porque os partidos brasileiros, supostamente de “esquerda”, afastaram-se de suas histórias e ideias ao adotarem os programas produzidos pela “direita”.
Na última sexta-feira (30/03), o senador paranaense Roberto Requião (PMDB) fez um discurso dos mais contundentes e comoventes que já tive a oportunidade de assistir. Nele [discurso] RR mostrou-se “desencantado”, e mesmo indignado, com os últimos atos e fatos da Política brasileira, que ocorrem no Congresso Nacional, em Brasília, porque os partidos brasileiros, supostamente de “esquerda”, afastaram-se de suas histórias e ideias ao adotarem os programas produzidos pela “direita”.
Antes, contudo, de entrar no mérito da retórica de RR, penso ser de fundamental importância termos bem claros os conceitos dos vocábulos desencantado, esquerda e direita, utilizados em seu discurso, pelo senador paranaense. Estes termos, sobretudo os dois últimos, nos tempos atuais, assim como no espaço que se lho é específico – o Congresso Nacional -, sofrem de uma tipologia de descrédito, seja público; seja privado.
Desencantamento
Em verdade, o axioma desencantado (ou desencantamento, ou ainda desencanto) utilizado por RR, vem na trilha da expressão “Desencantamento do Mundo” cunhada por Max Weber. Este utilizara-se da expressão, para indicar o processo de intelectualização e racionalização do mundo, próprio da modernidade. Processo acompanhado pela renúncia aos aspectos mágico-religiosos e metafísico-sagrados da vida e que se equipara à redução do existente a “objeto” cientificamente compreensível e tecnicamente manipulável: “Já não é preciso recorrer à magia para dominar ou para agradar os espíritos, como faz o selvagem, para o qual existem semelhantes poderes.
Isso é suprido pela razão e pelos meios técnicos” (La scienza come professione, 1919, em Il lavorointellettuale come profissione, trad. it., Einaudi, Turim, 1966, p. 20). Tal racionalização, que se identifica com “a consciência ou a fé de que basta apenas querer para poder” (ibid.), é feita de uma mentalidade imbuída da eficiência capitalista, que, privilegiando a dimensão instrumental do agir, identifica na indústria, na administração burocrática e na ciência as suas vigas mestras. Mas desse modo o homem ocidental, o homem-sujeito, acaba por se fechar numa “gaiola de aço” de resultados duvidosos:
“Ninguém sabe ainda quem, no futuro, viverá nessa gaiola e, se ao final desse enorme desenvolvimento surgirão novos profetas ou renascerão os antigos pensamentos e ideais ou, caso não aconteça nenhuma coisa nem outra, se haverá alguma espécie de empedernimento na mecanização…” (L’etica protestante e lo spirito del capitalismo, 1905, trad. it. em “Sociologia delle religione”, Utet, Turim, 1976, p.332). De qualquer modo, todos aqueles que, incapazes de viver num mundo “sem Deus e sem profetas”, preferirem voltar para os braços das antigas igrejas, deverão preparar-se para um inevitável “sacrifício do intelecto” (La scienza come professione, cit., p. 40).
A noção de Desencantamento (ou “desencanto”) do mundo é uma das mais recorrentes da linguagem filosófica hodierna e costuma funcionar como código da modernidade e das suas tendências profundas (cf. S.Givone, Disincanto del mondo e pensiero tragico, 1988) – In Abbagnano, Nicola, 1901-1990.
Direita e Esquerda
Nos dias atuais, principalmente depois da queda do Muro de Berlim (1989/1990), os vocábulos esquerda e direita foram gradualmente sendo desconstruídos para, assim, fortalecer a ideia e o pensamento do Capitalismo. E um dos momentos cruciais que trataram dessa desconstrução fora, exatamente, o aparecimento do artigo O fim da história (1989) e, posteriormente O fim da história e o último homem (1992), ambos de autoria do norte-americano Francis Fukuyama. Em verdade o autor resgatara, de certa maneira, essa teoria, lá do século XIX, de Georg Wilhelm Friedrich Hegel. Mas, este, sugerira o fim dos processos históricos caracterizados como processos de mudanças, que aconteceria no momento em que a humanidade atingisse o equilíbrio, representado, de acordo com ele, pela ascensão do liberalismo e da igualdade jurídica. Por sua vez, Fukuyama desenvolvera uma abordagem na qual salientara a ideia de que o capitalismo e a democracia burguesa constituiriam o coroamento da história da humanidade. Assim, e para os seus olhos, após a destruição do facismo e do socialismo, a humanidade, à época, teria atingido o ponto culminante de sua evolução com o triunfo da democracia liberal ocidental sobre todos os demais sistemas e ideologias concorrentes. Desse modo, o autor concluira que a democracia liberal ocidental firmara-se – com a queda do Muro de Berlim – como a solução final do governo humano, significando, pois, o fim da história.
O discurso de Roberto Requião
O senador RR é, aos meus olhos, um político dos mais aguerridos e, possivelmente, hoje, aquele a quem poder-se-ia denominar de esquerdista puro sangue da Política do Brasil. Quem o conhece – como eu o conheço aqui do Paraná, mesmo sem nunca ter trocado, sequer, um “bom dia” com o mesmo – sabe do conjunto postural que ele assumira desde os tempos mais remotos em que passara a se ter como sujeito-político. Por essas bandas de cá, RR é tido e havido a partir de vários olhares: se por um lado é amado; por outro é odiado ferrenhamente. É um homem que não foge ao embate político porque tudo nele é Política. Sua biografia político-partidária comprova o que aqui digo. Poderia mesmo, aqui e agora, desfilar seu histórico de “brigas” protagonizadas por ele, mas este não é o meu propósito, posto que, o que interessa mesmo, é analisar, ainda que minimamente, a sua retórica.
O desencanto, portanto de RR, neste seu discurso da última sexta-feira, revela muito mais que a simples indignação de um político de esquerda brasileiro. Em verdade, desvela o atual nível da política-partidária nacional, ou seja, tira o véu da hipocrisia, da ignomínia, da sordidez, da incompetência e da ineficiência de uma camarilha de políticos que se instalara no planalto central – como de resto em toda a nação – para usurpar o direito político do povo brasileiro.
O discurso de RR, no entanto, transcende à especificidade da retórica por ele fixada. Aos meus olhos, remete-nos ao significado e significante da política-em-si: à tudo o que se refere à cidade (Estado-nação) e, consequentemente o que é urbano, civil, público, e até mesmo sociável e social.
Ao esgrimir a sua fala, Requião deixa transparecer sua indignação objetiva e subjetiva ao tratar da postura que assumem os partidos políticos, e os políticos, do Brasil. É neste ponto que concordo plenamente com o político paranaense. Aos meus olhos, no Brasil, não temos “partidos políticos”. Quando muito temos associações de caráter nefasto; ou no mínimo, “facções políticas” que representam nada mais, nada menos que os interesses dos políticos fisiológicos que se formaram a partir do fim da Ditadura Militar de 64, e que, a partir de 1989, adotaram o fim da história, como regra, orientados pela ideologia do Conseno de Washington, para tripudiar sobre o direito consuetudinário-político da Nação e do seu povo.
Paradoxalmente, partidos políticos e políticos brasileiros, que insistem em fundamentar que a história acabou, ou seja, que esquerda ou direita, bem assim a ideologia são coisas do passado, afirmam e reafirmam suas posturas ideológicas de (e da) direita. E pior: de uma direita que se arroga o direito de alcançar qualquer vantagem ou seus efeitos desejados, porque entende, em essência, que é nela, e só nela [direita], que reside todo o poder político ou todo o poder sobre todos os homens.
O desencantamento de Roberto Requião é, também, o meu desencantamento!
Mas não só nosso: há um desencantamento latente na diaspórica política nacional, na nação e no seu povo. Estamos inevitavelmente todos – todos mesmo! -, inclusive os do lado de lá, ocultos ou encobertos por essa direita ou por essa nova esquerda praxistas e pragmatistas; orientadas pela ideologia do “deus mercado” ou pela ideolgia do “deus financeiro”, ferramentas geradas no ventre do Consenso de Washington.
É tão forte a onda de execração de posturas ideológicas que chegamos mesmo a ter medo ou vergonha de dizermos que ideologicamente seríamos de esquerda ou de direita.
Muito mais teria a dizer, mas penso que assistir ao discurso do senador Roberto Requião é mais que palavras minhas, posto que, ele fala tão claramente que quaisquer análises poderiam abstrair o núcleo da sua retórica.
Mas antes de finalizar este artigo gostaria de inferir mais uma indignação: RR requião fez um discurso para menos de cinco parlamentares que se encontravam, no momento, no plenário do Senado.
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(*) João Batista do Lago é editor chefe do Portal Aqui Brasil http://www.portalaquibrasil-host.com
O ex-presidente Marcelo Tavares disse toda a verdade ao Jornal Estado do Maranhão. Eu tenho que admitir que sou um crápula, um safado, um ladrão de tickets!!!
Senhores funcionários da Assembléia Legislativa do Maranhão, perdoe-me pelo meu roubo e que estava precisando muitooooo daqueles eletrodomésticos e daqueles alimentos!!! Aproveitei uma brecha e aí passei a mão em R$ 10 mil em Tickets… Como sou um ladrão muito esperto, tinha que arquitetar algo para jogar a culpa em alguém… Pensei, pensei… E passei a mão na Carteira de identidade do Márcio Pimenta… Mas qual endereço eu poderia colocar para não dar na pinta? Ah!!! Lembrei da Launa Brasil… Poxa!!! Vou colocar o endereço do avô dela!!! Ninguém vai desconfiar do senhor Manoel Brasil, afinal ele é o dono da Potiguar!!!
Gente, sei que errei e estou arrependido do que fiz… Não tenho coragem de voltar mais a Assembléia Legislativa… Estou a disposição da Polícia a partir desse momento… Não estou brincando!!! Podem vir me apanhar ou me ligar a qualquer hora que me entregarei (96025511-fone)… Direi que foi eu o ladrão dos Tickets dos funcionários…
Alguém tem que ter coragem nesse mundo… Então, eu vou assumir esse crime, pois sou imoral!!!
Policiais do GTA acabam de recuperar o dinheiro roubado do Banco do Brasil de Carolina, após localizarem parte da quadrilha escondida numa área de mato. Houve troca de tiros com os policiais, que estavam a bordo do helicóptero. Os bandidos fugiram e abandonaram o dinheiro. Nesse momento, o helicoptero aguia está se deslocando para Carolina, onde fará a entrega do dinheiro e se juntará ao grupo da PM, com mais de 100 homens, na busca do restante da quadrilha, que se encontra encuralada… Um bandido já foi morto e três pessoas foram presas por dar apoio ao bando na região.
A matéria do Jornal Estado do Maranhão, de hoje (31), além de distorcer informações, deixou de acrescentar fatos importantes e apenas escultou o deputado Marcelo Tavares, deixando de fazer apenas um questionamento para derrubar as argumentações do ex-presidente.
Primeiramente, não foi o ex-funcioário de seu gabinete que denunciou a mim o desvio dos tickets dos funcionários, mas sim um prefeito e um deputado federal, que conseguiu essas notas fiscais e as cópias das listas feitas pela Senhora Silvana e a Luana Brasil, além de outras denúncias que possuem. O ex-funcionário nem sabia que existia, ficando assustado quando o liguei, conforme consta de minha matéria. Ficando a matéria do EMA pautada na fala do deputado Marcelo Tavares, que quer usar esse artifício como se fosse uma forma de vingança… Ledo engano!!!
A matéria do EMA erra novamente ao dizer que a denúncia por mim, o Márcio Murilo Pimenta, funcionário nomeado por Marcelo Tavares, teria comprado mercadorias em nome de servidores da Casa… No primeiro parágrafo da minha matéria diz totalmente o contrário e mostra: “Chegaram as minhas mãos várias notas fiscais (abaixo) do Mix Mateus – Mateus Supermercados Ltda, da loja localizada à Av. João Pessoa 244, João Paulo, em nome de Márcio Murilo Pimenta, local de entrega, Av. Luis Eduardo Magalhães Nº 50 – Calhau. Todas com datas do mês de abril de 2009. Na nota fiscal consta o número do telefone 81167633.”
A versão de Marcelo Tavares ao EMA: Ele classifica a denúncia de mentirosa. “Em primeiro lugar, qualquer pessoa pode comprar com tíquete do Amazon Card. O servidor pode usar, trocar ou até vender o benefício. Isso esvazia a denúncia. Em segundo lugar, as notas estão todas em nome do próprio Márcio Pimenta. A única nota do Amazon Card é equivalente a R$ 139, que poderia ter sido usado por qualquer um. Portanto, nem há o que questionar nesta história”, disse o parlamentar.
Marcelo Tavares lembrou ainda que Márcio Pimenta não precisaria de determinação para pegar tíquete, “porque era ele próprio quem os distribuía”. Além disso, lembra o parlamentar, o Departamento de Recursos Humanos da Assembleia tinha o controle dos servidores em férias ou licença e informava ao responsável pelos tíquetes, que não poderia preencher os espaços. “Além disso, como, até hoje, nenhum servidor reclamou de que alguém recebeu o tíquete em seu lugar?”, questionou o parlamentar.
A quem querem enganar? Vou deixar essa matéria até o final de domingo esperando as resposta…
Deixo aqui ao jornalista autor da materia, ao editor da página e ao editor chefe do EMA, o seguinte questionamento: Por que o Jornal não fez uma simples pergunta ao deputado Marcelo Tavares quando do bate-bola… “Deputado Marcelo Tavares, tanto o Márcio Pintenta quanto a Luana Brasil eram assessores de seu gabinete, por que o Marcelo faria uma compra de R$ 10 mil reias, no nome dele, e mandaria toda a mercadoria para a residência do senhor Manoel Brasil, proprietário da Potiguar e avô da sua outra assessora? Quem sabe fazer o serguinte questionamento ao deputado: “O senhor poderia dizer se aquela letra da lista é realmente da sua esposa Silvana? Seriam perguntas importantes para enriquecer a matéria!!!
Ao deputado Marcelo Tavares, por suas respostas ao jornalista, V. Exª dar a entender que o ladrão foi o Márcio Pimenta e quem acobertava os produtos do furto com os Tickets dos funcionários era o Sr Manoel Brasil, dono da Potiguar e da Terra Zoo… Pelo que sei, um empresário sério, honesto e cumpridor de suas obrigações, que teve o azar de sua neta ir trabalhar na Assembléia Legislativa… É isso?
E desde quando se pode usar tickets de funcionários para outras finalidades, principalmente para fins de doação, sem autorização da Mesa Diretora da Casa? Houve essa autorização ao menos do 1º Secretário da Mesa ou quiçá do 2º?
Abaixo os cabeçalhos das Notas Fiscais que comprovam que todas foram compradas em nome de Márcio Pimenta e não em nomes de funcionários e que foram entregues no endereço do Sítio do senhor Manoel Brasil, dono da Potiguar e da Terra Zoo, avô da Luana Brasil, ex-assessora de Marcelo Tavares e, hoje, auditora da Assembléia Legislativa, além do cupom fiscal da compra de mercadorias alimentícias para creche no valor de R$ 1.139,90 com Ticket.
Aqui é a residência do Sr. Manoel Brasil, onde foram entregues as mercadorias
No Maranhão não tem contador que saiba preparar prestação de contas de Prefeituras e Câmaras de Vereadores, dentro dos princípios da LRF?
O prazo para entrega das prestações de contas no TCE se encerra na segunda-feira (02/04). Até o dia 28/03, somente 30 presidentes das 217 Câmaras Municipais de Vereadores tinham entregue ao TCE suas respectivas prestações de Contas.
Entre os 217 prefeitos, até o dia (27), faltavam entregar suas prestações de contas nada menos que 196 prefeitos.
Estariam esses gestores com problemas em arrumar Notas Fiscais para compor suas prestações de contas ou é falta mesmo de contadores?
Lembro que o bufão Roberto Jefferson, presidente do PTB, comentou através do seu twitter, nas eleições de 2010, o seguinte: “O DEM é uma merda”. O petebista-fisiológico Bob Jefferson, decidiu ligar o ventilador em direção ao esgoto, quando das indesições dos Demos no apoio a José Serra.
Muitos acham que a mudança do nome do partido de PFL para DEM levou a legenda se transformar em um conjunto de convardes e traidores. Falam que a situação dos demos é realmente delicada – dizem que até o diabo está irritado com o apelido e que já anunciou que não os aceita no inferno. O partido sempre foi um apêndice do PSDB e não se preparou para enfrentar seus problemas e dar amparo a seus “ilustres filiados’, isso se tem algum!!!
O dilema é grande. O DEM é um “partido de merda ou de cagões”? Em Brasília, os políticos dizem queos dois casos… A legenda é de merda porque definhou e não apita nada e é de cagões porque quando aparece um caso como o de Demóstenes Torres, vem logo o velho casado de guerra José Agripino dizer que a expulsão é a solução, como se o DEM fosse um partido ético e moralista…
Já que o Agrepino que fazer um limpa no Demo, sugiro que ele expulse, jultamente com Demostenes Torres, o ex-senador Efraim Moraes, que contratou duas irmãs em seu gabinete no Senado, sem que as duas soubessem e ele ficava com o dinheiro das duas, além das horas extras, empréstimos, 13º salário, férias e outras vantagens. Também a família Maia do Rio de Janeiro, pois construiram um elefante branco, que consumiram milhões e milhões do dinheiro do contribuinte sem que sirva para nada, num local que nem estacionamento tem, a Cidade da Música, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Vamos lá!!! Será que vão continuar sendo tratados como cagões pelos outros políticos do Congresso Nacional???
Nos 90 anos do PCdoB, deparei-me com uma notícia de divisão de castas para ter acesso aos Ministérios, fiquei profundamente irritado, não pela ideologia utópica de Max, que jamais seria colocada em prática pelos seres humanos, haja vista que nunca teria capacidade espiritual o bastante para seguir em sua essência o que o brilhante pensador edealizou. Mas pelo sentido de respeito a qualquer cidadão, isso independente de cor, raça, relegião, preferência sexual e política.
Independente da política em si, visto que para mim essa ciência foi engolida pelo pragmatismo neoliberal, sempre tive admiração profunda por homens como Aldo Rebelo, Roberto Freire, Inácio Arruda, Antonio Carlos Valadares, Pedro Simon, Cristovam Buarque e, principalmente, pelo ex-presidente da Republica, José Sarney, que a meu ver não poderiam concordar com essa casta nos Ministérios… Isso vai de encontro aos princípios básicos dos Direitos Humanos e deve ser debatido pelo Congresso Nacional… Isso me faz lembrar os tempos da Ditadura Militar e me revolta profundamente…
As pessoas pobres, os continuos e as faxineiras só podem ter acesso aos Ministérios por uma entrada separada, isso apresentando o crachá, mesmo sendo conhecido por todos e indo ao trabalho todos os dias.
Um grupo de faxineiras, na porta do Ministério do Esporte, criticou a discriminação. “É claro que é preconceito. Querem separar os funcionários mais simples dos outros”, afirmou uma delas, que pediu para não ser identificada a reportagem do Correio Braziliense.
Essa discriminação é enfrentada por estagiários, contínuos e terceirizados em toda a Esplanada dos Ministérios, com a existência de entradas privativas a ministros e funcionários em cargos de Direção e Assessoramento Superior (DAS) de nível 4, ou seja, com salários acima de R$ 6.843,76. Todos os demais servidores que recebem abaixo desse patamar são proibidos por seus ministérios de entrar pela portaria especial e devem se dirigir à entrada principal do prédio. A medida, na prática, cria duas castas de funcionários: uma composta pela maioria, que geralmente enfrenta filas para entrar no trabalho e é obrigada a se identificar; e outra especial, dos que ganham salários mais altos e entram e saem dos ministérios sem grandes impedimentos.
Cada ministério tem autonomia para criar as regras sobre o procedimento de acesso ao prédio. No entanto, todos acabam adotando normas muito parecidas, que separam as duas categorias de funcionários. Pela entrada privativa, só entram os que ganham acima de DAS 4, o ministro, o secretário executivo e os convidados do ministro. Nesse grupo, estão deputados, senadores, magistrados e membros do alto clero. Empresários e profissionais liberais.
No Supremo Tribunal Federal, no Superior Tribunal de Justiça e no Congresso Nacional não há distinção de acesso.
Espero que a democracia tão lutada, não volte a ter alguns pontos ditatoriais!!!