Publicado em: Política
Diante desse post de Luciano Leitoa vale questionar: Dá para misturar Deus com política?
Publicado em 07/abr/2022
por Caio Hostilio
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Brandão já deu uma nova roupagem ao sombrio e mal caiado Leões nesses últimos anos…
Publicado em 07/abr/2022
por Caio Hostilio
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É preciso reconhecer que o atual governador do Maranhão, Carlos Brandão, deu uma nova roupagem ao Palácio dos Leões, ou seja, abrindo suas portas, coisa que não se viu durante esses últimos 7 anos.
Brandão é sensível, afável, polido, diplomata e procura manter um sorriso farto sem forçação… Autentico!!!
Suas características são bem diferentes do ex-gestor, que buscava ser o todo poderoso, o rei da cocada etc.
Nesse pouco tempo, já deu para observar que Brandão respeita o contraditório e a mídia como toda.
Os políticos, com quem tenho conversado, o tem com um excelente anfitrião e busca escutar.
Quem continue assim e busque debater o Maranhão dentro dos princípios democráticos e republicanos.
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Weverton Rocha tem duas opções: Morrer politicamente ou lutar pelos maranhenses!!!
Publicado em 07/abr/2022
por Caio Hostilio
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Com certeza será suicídio político caso Weverton Rocha siga os rumos obcecados de Flávio Dino, pois lá será tratado como alguém que quis ser maior de o professor de deus… Um traidor das perspectivas do todo poderoso… Alguém que desafiou os projetos definidos pelo onipotente… Com certeza será rifado e sequer poderá exigir sua reeleição ao Senado… Podem até prometer agora, mas daqui a 4 anos o exigirão fidelidade canina quando colocou, lá em 2022, as conjecturas propostas pelo professor de deus na berlinda e só desistiu depois que muitos o abandonaram!!!
Mas e o povo? Esse até agora abandonou Weverton Rocha em prol dos anseios do professor de deus? Não!!! Pois continua bem avaliado pelo eleitor, que espera alguém que tire o Estado da desgraceira exatamente colocada pelo professor de deus!!!
Todos tem o livre arbítrio para seguir o caminho desejado, com isso fica a critério de Weverton Rocha o seu caminho, se no caminho da fome, da miséria, do desemprego, do desalentado, da falta de atração de investimentos, da falta do emprego e renda, do desencanto com o fomento da Cultura e do Turismo e etc. ou seguir com a esperança do povo por dias melhores, com emprego e renda, atração de investimentos, fomento a cultura e ao turismo etc.
Portanto, que Weverton Rocha tome a decisão rápido, visto que atrás vem gente!!!
É sempre bom lembrar: O sonho de consumo é a desistência de Weverton para que Brandão possa subir!!!
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Eliziane fica onde sempre esteve…
Publicado em 07/abr/2022
por Caio Hostilio
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Mas desde quando Eliziane Gama deixou de ser atrelada ao ex-governador Flávio Dino?
Sempre esteve e sempre estará submissa aos anseios do seu líder: Flávio Dino.
Eliziane tem o livre arbítrio para continuar navegando pelos mares sobrinhos da fome, da miséria, do desemprego, do desalentado, da falta de atração de investimentos, da geração de empregos e renda etc…
Agora, a ilustre senadora só não podia subestimar a inteligência dos maranhenses ao afirmar que sua decisão foi em prol do desenvolvimento do MA implantado no governo Flávio Dino…
Isso é propaganda enganosa!!!
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Publicado em 07/abr/2022
por Caio Hostilio
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É preciso que o INSS fiscalize o péssimo atendimento pelo Itaú aos aposentados em SLZ…
Publicado em 07/abr/2022
por Caio Hostilio
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Que o INSS tome as providências cabíveis e o Ministério Público do Maranhão faça com as leis aprovadas na assembleia Legislativa do Maranhão sejam respeitadas.
É imoral deixar idosos numa fila interminável, do lado externo da agência, por horas, debaixo do sol e da chuva, de pé.
Pessoas com comorbidades sérias.
Falam de um atendimento a partir da 9 horas, coisa sem funcionalidade…
Absurdo, o que a agência do Itaú, no João Paulo, faz com os aposentados.
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Assistam ao vivo a sessão plenária da Assembleia Legislativa do Maranhão de hoje 7
Publicado em 07/abr/2022
por Caio Hostilio
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Hildo Rocha trabalha em defesa da preservação das redes sociais
Publicado em 07/abr/2022
por Caio Hostilio
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O deputado federal Hildo Rocha trabalhou para impedir que o requerimento 8400/18 fosse aprovado. Caso o requerimento tivesse sido aprovado o projeto de lei 2630/20 entraria em regime de urgência, assim não precisaria tramitar nas comissões. A proposta trata sobre regras rígidas para as redes sociais. De acordo com o parlamentar, o texto aniquila as redes sociais.
“O relatório elaborado pelo Deputado Orlando Silva impõe regras que, se aprovadas, irão acabar com a independência dos usuários do Instagram, Telegram, Tik Tok, WhatsApp, Twitter, Facebook e YouTube. As redes sociais sobrevivem de anúncios, de propaganda, de publicidade. Porém, o texto apresentado destrói totalmente as condições necessárias para obtenção de qualquer tipo de renda para essas redes sociais. Assim as plataformas morreriam por inanição. Desse modo, essa matéria vai muito além do combate às fake news, trata também de modos negociais”, argumentou Hildo Rocha.
A favor da liberdade de expressão
O deputado considera que é necessário aperfeiçoar a legislação brasileira referente à liberdade, à responsabilidade e à transparência na internet com o objetivo de reprimir a disseminação de conteúdos falsos pelas plataformas. Entretanto, ressalvou que o projeto em discussão tolhe a liberdade de expressão.
“As pessoas passarão a ser perseguidas a partir do momento em que publicarem determinados tipos de mensagens. Ora, nós temos a liberdade de publicar informações. Logicamente, uma mensagem ilegal já é considerada um crime e quem atentar contra qualquer lei do nosso País responderá por isso. Mas, da forma como está, esse projeto vai buscar o cidadão que replique uma notícia de forma inocente, por ter entendido que ela era verdadeira, mesmo que ele não a tenha escrito originalmente. Ou seja, as pessoas poderão receber punição bastante severa pela replicação de informações”, destacou.
Tramitação açodada
Além da consistente argumentação quanto ao mérito da proposta, o deputado Hildo Rocha questionou também a tramitação do projeto. O parlamentar explicou que um projeto tão complexo não deveria tramitar em regime de urgência, mas em regime de tramitação normal.
“Deveria passar por uma Comissão Especial ou pelas Comissões Permanentes. Todavia, foi formado um grupo de trabalho pouco representativo, com apenas 13 deputados. Então, eu não vejo sentido nenhum aprovarmos esse projeto sem que haja um debate maior. Sugiro que seja constituída uma Comissão Especial para analisar e debater esse projeto corretamente. Assim, poderemos apresentar um projeto que combata apenas fake news, e não um projeto que combate fake news e, ao mesmo tempo, acaba, aniquila todas as redes sociais do País”, defendeu Hildo Rocha.
http://hildorocha.com.br/site/hildo-rocha-trabalha-em-defesa-da-preservacao-das-redes-sociais/
https://bit.ly/3DM4dA1
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Morador inventa “gato” de energia e causa a ira na companhia elétrica… Imagina se a moda pega?
Publicado em 07/abr/2022
por Caio Hostilio
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O homem, identificado como Marcelo Lima, conta que conseguiu uma nova “fonte de renda” com o valor economizado nas contas de energia.

Um homem, morador de São Paulo, causou a ira de uma companhia elétrica da cidade após popularizar na região, um dispositivo que economiza até 40% de energia elétrica. O aparelho, que leva o nome de Energy Filler, estaria causando uma queda de faturamento nas receitas financeiras da empresa, o que causou a ira de um grupo de empresários que controlam a companhia.
Marcelo constrói nova “fonte de renda”
Publicado em: Política
Publicado em 07/abr/2022
por Caio Hostilio
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Altas consecutivas
Desde 2015, a conta de luz dos brasileiros subiu mais que o dobro da inflação. Dados da Abraceel (Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia) revelam que a tarifa residencial acumula alta de 114%, ante os 48% de inflação no mesmo período, uma diferença de 137%. Os últimos anos têm sido marcados não só pelas correções anuais nas tarifas, mas também pela criação de encargos e custos diretamente repassados para os consumidores.
O aumento nos últimos anos resulta do crescimento de encargos e subsídios (desconto a um setor ou um grupo, com custo dividido com os demais), da necessidade de usar termoelétricas, que geram energia mais cara, e do modelo de contratação de energia.
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