Diante da disputa pelo poder do Ministério Público e da AMPEM, por dois grupos distintos, vários promotores estão envergonhados com que está acontecendo no órgão.
Recebi de um promotor com vários serviços prestados ao bom andamento do Ministério Público, o seguinte depoimento:
“Os promotores da capital, que sentimos mais próximo às tormentas, sentem-se envergonhados com a atitude de digladiar em busca de poder; seja na PGJ, como na AMPEM”, disse o promotor.
Abaixo suas palavras de desabafo:
Roupa suja se lava em casa.
Pessoas “leais” a determinado grupo, do nada, se debandam para lado inverso.
Assessores que mamaram por quase dois anos dos mandatos de Fátima, a quem dispenso apreço, sem gratidão ou lealdade, falta de honra, por temerem o castelo de areia desmoronar, se antecipam e pedem exoneração.
Semana passada dois candidatos a AMPEM, eleição só em 2012, quase chegaram às vias de fato, impelidos por poder.
Só vota na PGJ quem é do interior; os da capital votam em nossa sede, onde funciona uma espécie de seção eleitoral.
Hostílio, sei de seu compromisso jornalístico, por isso é preciso que a coletividade saiba de fato do que acontece no Ministério Público. É preciso providências severas para que o órgão possa tomar seu rumo certo e deixe de fazer um jogo pelo poder, que não condiz com as prerrogativas de nossa instituição.
Após o relato do promotor, só me resta dizer que o Ministério Público agoniza e deve ser repensado por seus integrantes, caso contrário cairá no descrédito total…
Publicado em: Governo



