Nesses últimos meses venho procurando entender qual é de fato o pensamento que os maranhenses têm sobre um planejamento real sobre o crescimento do Estado. Ontem (11), observei o debate sobre o aumento que a Caema propôs, ato ainda não decidido. Ouvi vários discursos, como sempre os politiqueiros e os dentro do senso comum, na já conhecida discussão sem rumo da Assembléia Legislativa.
Contudo, ouvi dois parlamentares buscarem com racionalidade as perspectivas orçamentárias e reais da Caema, os deputados Zé Carlos (PT) e do presidente Arnaldo Melo. Suas colocações estão coerentes com a necessidade de audiências públicas, cujo objetivo é mostrar as deficiências da companhia e a falta de recursos para melhor seus serviços prestados.
Numa concepção mais populista e menos racional no que tange a junção de um bom planejamento em detrimento de uma boa prestação de serviço, o deputado Bira do Pindaré acha que não deve aumentar as tarifas, mas exige que os serviços sejam oferecidos com qualidade. Numa empresa deficitária? Seria providencial que o deputado desse a saída para que isso aconteça… Se ele tiver – no mundo capitalista que vivemos – com certeza ganhará o prêmio Nobel de economia…
O deputado Marcelo Tavares, como sempre, usa da politiquice hipócrita, buscando confundir alhos com bugalhos. Esse é o seu papel naquela casa.
É preciso entender, para debater um assunto desses, a essência do Planejamento Estratégico e Situacional. Quando nos perguntamos se estamos caminhando para onde queremos, se fazemos o necessário para atingir nossos objetivos, estamos começando a debater o problema do planejamento.
Um debate desse só enriquecido quando o planejamento, visto estrategicamente, não é outra coisa senão a ciência e a arte de construir maior governabilidade aos nossos destinos, enquanto pessoas, organizações ou países.
O processo de planejamento, portanto diz respeito a um conjunto de princípios teóricos, procedimentos metodológicos e técnicas, visando uma organização que demanda um objetivo, que persegue uma mudança situacional futura. O planejamento não trata apenas das decisões sobre o futuro, mas questiona principalmente qual é o futuro de nossas decisões.
Se tentarmos submeter o ritmo do desenvolvimento dos acontecimentos à vontade humano devemos imediatamente pensar que governar em situações complexas exige exercer a prática do planejamento estratégico até seu último grau. Para atingir este objetivo será necessário entender e ultrapassar muitos pré-conceitos em relação à atividade de planejamento no setor público.
Equivoca-se aquele que tenta minimizar ou ridicularizar o esforço de um planejamento na organização de um sistema. Isso acontece exatamente com aqueles que desconhecem por completo o que é de fato planejar, pensando supostamente em antagônicos e não na ação concreta que o plano se decide e prova sua importância, em debates concretos.
Na verdade, a superação da visão tradicional e vesga, requer uma mudança de postura intelectual, compreender que não cabe ao planejamento predizer o futuro, mas buscar viabilidade para criar o futuro, como uma ferramenta que amplia o arco de possibilidades humanas, um instrumento de liberdade.
Esse é um dos fatores que empobrece ainda mais os debates no Legislativo Maranhense… A base está no senso comum e não na essência científica… O debate da Assembléia Legislativa está mais para um boteco, onde os ânimos se alteram depois de alguns coles!!!
Diga-se de passagem… Faltou exatamente este debate no caso do IPTU, que a meu ver deveria ser ajustado dentro dos parâmetros legais e não num suposto entendimento sem critérios…
Publicado em: Governo




Professor, o senhor teria um explicação para o fata de a CAEMA não ter sido doada, digo “vendida”, assim como foram entregues o Banco do Estado do Maranhão – BEM, a Telecomunicações do Maranhão – TELMA e a Cia Energética do Maranhão – CEMAR quando da privataria implantada no desgoverno, digo “governo” FHC, que foi prontamente atendido pelo governo do Estado, que não levantou uma palha para proteger o patrimônio?
Acredito que o problema da CAEMA passa pela sua utilização política para servir de cabide de emprego e programas eleitoreiros como aquele que oferece 25 metros cúbicos de água por mês para famílias de baixa renda.
A falta de recurso é um problema existente em todos os setores e que muito contribui para atravancar o desenvolvimento, mais o caso da CAEMA, é má gestão o maior problemas daquela empresa, que é usada indiscriminadamente para atender a interesses politiqueiros e eleitoreiros como o de doar 25 metros cúbicos de água.
É fato e sei que há uma defasagem nas tarifas praticadas pela Cia, porem não se justifica o aumento que se pretende colocar para os que pagam a conta, o aumento da tarifa desvinculado de uma politica de modernização da sua gestão não vai garantir as melhorias e os investimentos que a empresa precisa fazer para cumprir com a sua função que a de oferecer água potável em quantidade suficiente para toda a população, assim como tratar todos os resíduos lançados na sua rede de esgoto, o que nunca foi feito e é por esse motivo que estamos com todos os nossos rios, lagos, brejos e praias tomadas pela poluição provocado pelo lançamento de esgoto inatura feito pela Cia.
Só para não ficar na contestação vazia: alguém se habilita a dizer quantos servidores concursados tem a CAEMA? Dou um doce para quem souber! Alguém se habilita a dizer quantos mil litros são processados e lançados na rede de distribuição, e destes quantos são efetivamente faturados? Dou três cacadas e uma mariola para quem souber?
Muito fácil de responder: Os bancos estaduais, os empresas de telefonia e as elétricas foram vendidas por determinação do governo FHC. Muitos dessas empresas estavam no vermelho e precisando sanear, mas eram retáveis para a iniciativa privida, que sabia que poderia reduzir ao máximo o número de emprego, coisa do neoliberalismo, colocando uma central de atendimento num determinado local… O resultado do atendimento está em todo o país para a população ver. A privatização foi em todos os estados e não só no Maranhão, como muitos querem fazer crer…
As empresas de abastecimento de água não são lucrativas, exatamente pelos custos para sua manutenção, pois não pode usar na rede (subsolo) uma manutenção preditiva ou preventiva… sempre usará a corretiva, que sempre sai mais caro… Qual empresa privada quer pegar um pepino como esse?
Quanto a uso indevido da Caema, os mais gritantes foram o hidrodolares (governo Cafeteira) e o pagamento de uma dívida completamente irregular (governo Jackson Lago).
A politica neoliberal, que teve seu apogeu no desgoverno de FHC teve como premissa a entrega do patrimônio público para os amigos dos que estavam no poder, e isto foi feito sem nenhum critério e os resultados todos nós conhecemos. Nenhuma das empresas que foram doadas eram deficitárias, muito pelo contrário, todas elas eram lucrativas.
Você certamente lembra de quanto era difícil conseguir uma linha telefônico, e isto foi resolvido com o aporte de grandes somas liberado pelo BNDES, que foi usado para garantir a “compra” das empresas, assim como os recursos para que fossem feitos os “investimentos”. Os resultados todos nós conhecemos na pele, digo no bolso, pois pagamos as maiores tarifas e o que recebemos é um serviço de quinta categoria, isto quando recebemos.
Os graves problemas porque passa a empresa de abastecimento de água e de tratamento do esgoto – CAEMA é resultado dos desmando perpetrados por políticos que a usam para fins eleitoreiros.
Só para confirmar o que digo, veja de quanto foi o aumento na tarifa de energia liberado pela Anel para o Estado do Maranhão. A CAEMA sofre com a irresponsabilidade dos políticos que no afã de tirar proveito eleitoral criam programas como aquele que oferece 25 mil litros de água para a famílias de baixa renda e não autorizam os reajustes que são necessários para garantir o bom funcionamento e garantir os investimentos que a empresa precisa fazer para cumprir a sua missão.
A indagações que fiz no comentários anterior são aqui reafirmadas, e não tenho nenhuma dúvida que as respostas nós nunca as teremos.
Antonio, A telefonia brasileira pertence a grupos portugueses e espanhois… Se o Sergio Motta fosse vivo teria muito o que explicar sobre isso… O Brasil tem o pior serviço de telefonia do mundo, onde Oi, Tim, Claro, Vivo etc. fazem a festa e prestam um serviço porco, que as vezes ficam horas sem funcionamento. A Caema se tornou um companhia deficitária exatamente com hidrodolares, cujos canos ficaram expostos por duas décadas ali onde hoje funciona o TCE.
CAIO, SOBRE A LENTIDÃO DA DUPLICAÇÃO DA BR 135…
É lamentável, para quer serve uma estado que tem 04(quatro) senadores, inclusive um é o preisdente do Senado.
Acredito, que isso tudo não tem interesses em resolver porque não estão preocupados com o POVO, e dois deles nem aqui moram vivem em Brasilia, ou seja, estão bem longe do POVO.
Agora, se não resolverem isso com o poder todo que o SARNEY tem, não vão resolver nunca mais.
Só estão administrando o seu próprio conforto, o calo não doi no pé deles, então o POVO que se exploda.
Veja bem…. São 18 deputados federais, que é voz corrente em Brasília que é a única que não se reune para brigar pelo Maranhão. Apenas usam as prerrogativas de deputado federal para levar as picuinhas domésticas do Maranhão, coisa que não interessa ao resto do país. São Paulo, por exemplo, são 71 deputados dos mais diversos partidos, mas quando é para lutar pelo Estados, todos os 71 de unem e brigam. Esse papo de Sarney é que tem que resolver é completamente um absurdo, pois assim não precisariámos de 18 representantes lá mamando do dinheiro do contribuinte sem nenhuma funcionalidade. Bastaria o Sarney… Muda esse discurso, pois Sarney não pode ser o responsável pela falta de comprometimento dos escolhidos pelo maranhense para representá-lo em Brasília. O Dutra, por exemplo, critica os presidios maranhenses, mas não destina uma de suas emendas para o sistema e nem para o Maranhão. A governadora esteve visitando vários ministérios e onde estava a bancada maranhense? Os ministros vêem que não existe comprometimento nenhum dos deputados maranhenses. Quando foi que se uniram para brigar pelo aumento da per capita da saúde, que é o único estado que recebe R$ 110,00, enquanto os outros R$ 150,00. Sarney já é um homem de 81 anos e deve deixar a politica… Será que os representantes maranhenses saberão se movimentar em busca das melhoras do Maranhão? Vão continuar culpando Sarney, quem nem representa o Maranhão pelas incompetências de seus legisladores e gestores? Esse discurso não cola… O Maranhão precisa, na verdade, é de pessoas realmente compromentidas com o Estado e não ficar nesse blábláblá e trololó que já não cola mais…. Cadê os 18 representantes, que você ajudou a colocar lá?
O QUE FALAR DISSO..ASSIM É O DESGOVERNO ROSENGANA
Mais uma vez, na calada da noite e com a total subserviência da diretoria do Sinproesemma, o Governo Roseana Sarney encaminha Projeto de Lei reduzindo em até 50% GAM dos profissionais do magistério, acabando com a progressão nas 2 primeiras classes e condiciona as progressões na carreira à avaliação de desempenho. Difícil é acreditar no discurso da diretoria do Sinproesemma que agora afirma que não tinha conhecimento dessa manobra governista.
Pelo que se sabe, tudo foi feito as claras com o sindicato, se existem coisas contrárias, tudo foi acertado entre governo e sindicato.
Caro Caio, sobre a CAEMA é necessário entender e enxergá-la como empresa, embora de economia mista (pública). Sem administração séria será impossível viabilizar qualquer empresa neste País, principalmente pública. Como estará o custo mensal desta empresa com recursos humanos, principalmente administrativo? É difícil, ou impossível, obter lucro com uma folha possivelmente inchada em virtude de apadrinhamento político ou compromisso de campanha. As compras de materiais ou contratações de serviços super estimadas em suas obras de manutenção ou ampliação geram prejuízos acumulados ao longo de anos.
Agora vejamos o absurdo na cobrança das contas de consumo mensal:
a) consumo de água (tudo bem) e
b) uso do sistema de esgoto (?). Pode ser igual ao consumo de água? com certeza não. Logo, concluo que a conta mensal da caema por unidade residencial é superestimada e, consequentemente, superfaturada. A conta paga é alta demais e ainda querem cobrar mais?
A solução para a CAEMA é a privatização com prioridade de metas para atender melhor a população. Uma boa administração deverá racionalizar custos e otimizar receitas para dar resultados positivos.
Nem todos os serviços privatizados tão certo… veja os problemas que usuários de luz e telefone sofrem para resolver seus problemas mais simples… Não se trata de privatização, mas sim de sanear a empresa e buscar alternativas melhores de planejamento e organização, isso visa-se através de audiências públicas e encontros com administradores do setor, como aconteceu com a Caesb (Brasília) e Saneago (Goiás)… É preciso ver as distorções, que as vezes não estão tando lucro algum, mas sim prejuízo.
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