Basta apenas o Convênio n.º 297, firmado em 2005 entre o Ministério do Esporte e a Federação dos Trabalhadores no Comércio (Fetracom), no valor de R$ 2 milhões, para confirmar as falcatruas praticadas no Ministério “comunista”. Após auditoria do TCU, dos R$2 milhões, R$ 1,77 milhão foram gastos ilicitamente. Para o TCU, de cada R$ 10 aplicados, quase R$ 9 foram desviados ou gastos de forma irregular.
O projeto se destinava à criação de sete núcleos de esportes para atender 5 mil crianças
carentes da rede pública do Distrito Federal. Mas o TCU só encontrou registro de 348 alunos. Para perpetrar as fraudes, os responsáveis pelo convênio contrataram empresas abertas em nome de familiares da presidente da federação, Geralda Godinho Sales, inflaram o número de atendimentos e mudaram o cardápio.
A mudança baixou o custo da refeição a um quarto do valor original. A empresa contratada para fazer o transporte dos alunos não tinha nenhum ônibus e não há registro de que tenha terceirizado o serviço.
Além disso, as empresas fornecedoras da merenda e do transporte estavam em nome, respectivamente, da irmã e do marido da presidente da Fetracom, hoje administradora regional de Riacho Fundo II, nomeada pelo governo de Agnelo Queiroz, ministro de Esporte na época das irregularidades. A CGU também analisou o caso e constatou a ‘prática de atos impróprios e irregularidades’, com potencial de ‘grave dano ao erário’.
Sem recursos próprios para a contrapartida exigida, a Fetracom usou a verba de outro
convênio, cuja prestação de contas também apresenta falhas. A empresa contratada para fornecer os alimentos (Nana?s Restaurante e Lanchonete) tem como sócia Maria do Carmo Godinho, irmã de Geralda.
A inspeção do TCU constatou que a empresa tinha 5 funcionários para atender a 5 mil refeições e distribuí-las em diferentes regiões da periferia de Brasília. A empresa sequer
era registrada na junta comercial.
O item transporte dos alunos consumiu a maior fatia de recursos, R$ 1,1 milhão. A empresa contratada (Talismã Transporte e Turismo), além de não ter qualificação técnica
nem porte para a empreitada, também era de casa: pertencia a José Fernando Alves Rabelo, marido de Geralda. A empresa só obteve registro em 3 de abril de 2006, um ano depois de ter assinado o contrato. Tudo indica que só passou a existir depois de embolsar os primeiros aportes de dinheiro. Apesar disso, o pagamento do transporte foi feito em parcelas regulares e de forma antecipada.
E ainda vem esse “camarada” Orlando Silva querer pintar de ético e moralista!!! Convenhamos que ele seja apenas um filiado e não membro do partido… Essa é a desculpa que o presidente do PcdoB quer adotar, alegando que existe isso do estatuto da legenda… Mas é muito estranho o partido ter escolhido um simples filiado e não um membro para
tomar conta do galinheiro… Não!!! Do Ministério….
Publicado em: Governo




Amigo Caio,
Primeiro: Eles acham que pão com salsicha também mata a fome das crianças e elas adoram !
Segundo: O transporte das crianças não existia porque: “Andar é saudável e indispensável a saúde e como serão os futuros atletas da União, precisam de muito exercício”.
Terceiro: Negócios com parentes são lucrativos, pois: “Familia que permanece unida, afana unida” –
Karl Marx, criador do comunismo, está vendo isso tudo lá de cima e está achando muita graça, pois em se tratando de comunismo brasileiro, até que eles estão saindo melhor que a encomenda, com exceção do Ministro “mão leve” (Segundo as más línguas).
Caio, não posso deixar de colocar uma frase de Marx, que diz:
“As classes e as raças fracas demais para conduzir as novas condições de vida, devem deixar de existir. Elas devem perecer no holocausto revolucionário.”
– Se a moda pega !!! –
Esses “comunistas” são todos de araque… Gostam muito é do positivismo!!!