Está passou da hora do povo brasileiro cair nessa história de slogans de campanhas, de falsos salvadores da pátria, que se apegam de discursos inflamados, porém sem consistência e, principalmente, sem nenhum planejamento para as áreas principais em uma gestão que possa de fato trazer o bem-estar e qualidade de vida à coletividade.
É como já disse aqui, o último a fazer o que prometera e cumprir foi o ex-presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, pois tinha um planejamento e um programa de governo pré-elaborado em todas as áreas.
Basta de enganadores!!!
É como disse aqui, ainda, Marina com sua Solidariedade, mas que solidariedade é essa? Aécio com seu papo reto, mas que papo reto? E aqui Flávio Dino com o “novo e a mudança”, mas que novo e que mudança são essas? Ninguém sabe, ninguém viu!!! Basta observar a gestão de Holanda Junior em São Luís, que fora eleito com esse slogan e sequer conseguiu implantar a bilhetagem única!!!
Não se pode misturar política com gestão pública… São coisas distintas e, por isso, é necessário saber quais são as intenções dos gestores que se propõem a gerir a coisa pública de forma que traga o bem-estar a coletividade em todos os parâmetros e não se ater em discursos vazios e inconsistentes.
É preciso mensurar seus projetos e planejamentos e sua capacidade de divulgação para implantá-los…
Por isso, é que na próxima reunião da CCJ do Senado, na quarta-feira, entre em discussão o projeto que obriga os políticos a registrarem um documento com suas promessas de campanha.
Todo e qualquer candidato deverá entregar à Justiça Eleitoral uma carta de princípios e o seu programa de governo. A legislação já obriga os postulantes a cargos do executivo a documentem suas propostas. O projeto que está na CCJ, porém, amplia a exigência para candidatos a vereador, deputado e senador. O autor do texto, Cristovam Buarque, explica:
– A carta de princípios constituirá declaração com informações sobre os fundamentos pelos quais postula a sua eleição e o programa de trabalho constituirá indicação dos objetivos que pretende realizar durante o mandato.
Os documentos, além de resguardarem o possível mandatário no caso de seu partido se afastar de seus próprios princípios, conferirão também, ao eleitor, instrumento de controle e fiscalização da conduta política do eleito.
Cristovam acrescenta, resumindo o objetivo do projeto, que tem parecer favorável do relator, Rodrigo Rollemberg:
– Servirá para o eleitor constatar que foi traído e, quem sabe lá na frente, permitir que os eleitores possam cassar o mandato do político. Imagina, nos tempos atuais, se o candidato registrar a frase: ‘Não sairei do meu partido’
Publicado em: Governo





