Arquivo de 2014

A luta agora vai de acordo com sua linha de pensamento…

Postado por Caio Hostilio em 13/out/2014 - 5 Comentários

ideologia_2Em minha opinião, não interessa está debatendo o sexo dos anjos!!! Agora, chegou a vez do debate franco entre a dialética e o positivismo. Por isso, parto para a luta a favor da linha pensamento que sempre defendi e não abro mão de ir ao extremo para defendê-la.

Não me interessa a neutralidade de Flávio Dino, das picuinhas de Márcio Jerry e de Berenice, do desgaste da Dilma e de seus erros eleitorais.

Não me interessa os oportunistas petistas, que sequer conheceram o nascedouro de luta desse partido, assim como os do PDT e do PSB, que por circunstâncias politiqueiras mudam de lado como se muda de roupa!!!

Eu travo a minha luta, como sempre fiz contra o positivismo e seus males através do capitalismo e, principalmente, do neoliberalismo.

Perdendo ou ganhando sempre estarei na trincheira de luta e armado até os dentes contra esse mal que assola o mundo, cujos excluídos sequer tem o direito de comer as toneladas e toneladas de alimentos que são jogadas fora no lixo pelos senhores capitalistas.

Permaneço na luta contra o que vi nos governos neoliberais no Brasil, cujas conseqüências foram trágicas e hoje camufladas pela mídia quatrocentona paulistana e pela Rede Globo.

Portanto, que cada um defenda sua bandeira democraticamente e deixe de lado as práticas que vão de encontro os princípios republicanos!!!

E a relação de Flávio Dino com a bancada federal?

Postado por Caio Hostilio em 13/out/2014 - Sem Comentários

flaviotadinocaQuem for ser o presidente da república saberá que não governará se não tiver a maioria no Congresso Nacional.

E o fiel da balança mais uma vez será o PMDB, que saiu com a segunda maior bancada na Câmara dos Deputados e a maior bancada no Senado Federal.

E por isso os partidos antecipam a disputa pela presidência da Câmara dos Deputados independente do resultado das urnas, o PMDB terá papel importante na escolha. PT e PSDB já fazem movimentos nesse sentido.

Independentemente de quem sair vitorioso das urnas na corrida presidencial, o PDMB desempenhará papel central no jogo de forças partidárias na Câmara dos Deputados. Atualmente na base da presidente Dilma Rousseff (PT), a legenda já é alvo da cobiça do PSDB — caso o tucano Aécio Neves seja eleito este mês, quer garantir apoio ao Palácio do Planalto nas votações. Cientes do peso de serem a segunda maior bancada da Casa (66 parlamentares), os peemedebistas já costuram para garantir a presidência da Mesa Diretora. O PT, porém, avalia brigar pela cadeira.

Os tucanos que não são bobos já andam anunciando Eduardo Cunha (PMDB/RJ), atual líder da legenda. Conhecido como pedra no sapato da presidente Dilma, por dificultar votações de interesse do Planalto, ele já enfrenta a resistência do PT.
Emissários de Dilma na Casa já estão dando o recado aos aliados peemedebistas. “Elegemos a maior bancada (70 deputados) e, tradicionalmente, a presidência cabe ao maior partido. Por ora, Arlindo Chinaglia (SP) e Marco Maia (RS) são os nossos nomes”, diz um cacique petista.

Agora, vejam as forças das bancadas partidárias maranhenses:

Hildo Rocha (PMDB)

João Marcelo (PMDB)

Alberto Filho (PMDB)

Kléber Verde (PRB

Sarney Filho (PV)

Victor Mendes (PV)

Pedro Fernandes (PTB)

Juscelino Filho (PRP)

Aluísio Mendes (PSDC)

André Fufuca (PEN)

Júnior Marreca (PEN)

Zé Carlos (PT)

Weverton Rocha (PDT)

Eliziane Gama (PPS)

Rubens Júnior (PCdoB)

Zé Reinaldo (PSB)

Waldir Maranhão (PP)

João Castelo (PSDB)

Se dessa vez essa bancada não se unir em prol do Maranhão e deixar as politiquices de lado, mas uma vez esse estado vai ficar chupando o dedo!!! Ganha quem têm bancada forte e unida. Não ainda ter vice do PSDB se não tem maioria lá no Congresso!!!

Por outro lado, vale ressaltar que somente o PMDB elegeu deputados em todos os estados brasileiros, seguindo, com isso, a determinação do artigo 17 da Constituição que diz que um partido político precisa ter “caráter nacional”. Pela segunda eleição consecutiva, só o PMDB cumpre de fato essa exigência: foi a única legenda que elegeu deputados federais em todos os 26 Estados e no Distrito Federal.

Por isso que é uma legenda forte e que os paulistanos donos do PSDB andam atrás!!!

Marina Silva: uma metamorfose ambulante!!!

Postado por Caio Hostilio em 13/out/2014 - Sem Comentários

Marina-Silva-Plano-B-Tucano2Em minha opinião, Marina Silva jogou pelo ralo sua história de luta pela redemocratização desse país; pelas práticas cruéis do capitalismo selvagem e, principalmente, pelo neoliberalismo adotado por Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Na verdade, ela demonstra ser uma metamorfose ambulante que ao se livrar do casulo e ganhar asas mostrou a sua verdadeira face de neoliberal!!!

Antes, se manifestava em favor de Wladimir Pomar quando travava brigas horrendas com o maquiavélico Fernando Henrique Cardoso, que insistia em implantar o neoliberalismo no Brasil, mesmo sabendo que essa maldade contra os seres humanos já não havia dado certo nos USA, na Inglaterra, na Alemanha e até no Chile, cuja prática é a de trabalhar apenas com 1/3 da população e que o resto vá para o inferno!!!

A metamorfose de Marina fez com que ela se esquecesse dos milhares e milhares de servidores públicos que foram enganados com as demissões voluntárias e que hoje passam fome, pois assim funciona o neoliberalismo.

A metamorfose faz com que a Marina de hoje passe a mão na cabeça daqueles que afundaram a P36, que venderam o patrimônio brasileiro a preço de banana, que praticaram as mais diversas corrupções nesse país, isso com o já falecido Sérgio Mota, das cachorradas efetuadas nos diversos governos em São Paulo.

Aí estão os porquês da família de Chico Medes repudiá-la e um dos assassinos de Chico Mendes apoiá-la

O vale tudo na política… Agora Dilma quer cassar até Flávio Dino!!! Pode?

Postado por Caio Hostilio em 13/out/2014 - Sem Comentários

aecio-e-flavio-dinoFlávio Dino já disse que ficará neutro, mas o seu vice, o tucano Carlos Brandão, aproveita toda essa neutralidade para jogar tudo que pode em favor do seu candidato à Presidência da República. Leiam a pérola que Carlos Brandão soltou num discurso em Imperatriz: “Votar em Dilma Roussef anula o seu voto em Flávio Dino, pois ele será cassado da mesma forma como aconteceu com Jackson Lago”. Olha que tinha petistas emplumados escutando tudo isso e sequer se manifestaram!!!

Agora, Dilma, se vencer, irá cassar Flávio Dino!!!

Antes, ela se manteve neutra, mesmo o PT coligado com o PMDB no Maranhão, e até mandando todo o material de propaganda para o candidato do PCdoB…

Nas propagandas do Flávio Dino aparecia a militância dos três candidatos aos abraços, agora a Dilma quer cassar Flávio Dino?

Respeito à dialética!!! Presidente do PSB diz que aliança com Aécio foi traição e declara apoio a Dilma

Postado por Caio Hostilio em 12/out/2014 - 3 Comentários

‘É a alternativa que mais contribui na direção do resgate de dívidas históricas com povo’

JB

O presidente nacional do PSB – partido pelo qual a ex-senadora Marina Silva disputou o primeiro turno da eleição para a Presidência -, Roberto Amaral, publicou uma mensagem em seu blog neste fim de semana criticando a aliança de seu partido com o candidato tucano Aécio Neves para o segundo turno. Para Amaral, o apoio “renega compromissos programáticos e estatutários, suspende o debate sobre o futuro do Brasil, joga no lixo o legado de seus fundadores e menospreza o árduo esforço de construção de uma resistência de esquerda, socialista e democrática.”

Ainda segundo Amaral, “ao aliar-se à candidatura Aécio Neves, o PSB traiu a luta de Eduardo Campos”. O presidente do PSB prossegue afirmando que, “por isso mesmo e, coerentemente, votei, na companhia honrosa de Luiza Erundina, Lídice da Mata, Antonio Carlos Valadares, Glauber Braga, Joilson Cardoso, Kátia Born e Bruno da Mata, a favor da liberação dos militantes. O Senador Capiberibe votou em Dilma Rousseff.”

No texto, Amaral deixa claro seu apoio à candidata petista. “Recebi com bons modos a visita do candidato escolhido pela nova maioriaCumprido o papel a que as circunstâncias me constrangeram, sinto-me livre para lutar pelo Brasil com o qual os brasileiros sonhamos, convencido de que o apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff é, neste momento, a única alternativa para a esquerda socialista e democrática.”

artigo-de-roberto-amaral-critica-apoio-a-aecio-nevesArtigo de Roberto Amaral critica apoio a Aécio Neves

Veja o texto na íntegra:

http://ramaral.org/?p=9256

Mensagem aos militantes do PSB e ao povo brasileiro

A luta interna no PSB, latente há algum tempo e agora aberta, tem como cerne a definição do país que queremos e, por consequência, do Partido que queremos. A querela em torno da nova Executiva e o método patriarcal de escolha de seu próximo presidente são pretextos para sombrear as questões essenciais. Tampouco estão em jogo nossas críticas, seja ao governo Dilma, seja ao PT, seja à atrasada dicotomia PT-PSDB – denunciada, na campanha, por Eduardo e Marina como do puro e exclusivo interesse das forças que de fato dominam o país e decidem o poder.

Ao aliar-se acriticamente à candidatura Aécio Neves, o bloco que hoje controla o partido, porém,  renega compromissos programáticos e estatutários, suspende o debate sobre o futuro do Brasil, joga no lixo o legado de seus fundadores – entre os quais me incluo – e menospreza o árduo esforço de construção de uma resistência de esquerda, socialista e democrática.

Esse caminhar tortuoso contradiz a oposição que o Partido sustentou ao longo do período de políticas neoliberais e desconhece sua própria contribuição nos últimos anos, quando, sob os governos Lula dirigiu de forma renovadora a política de ciência e tecnologia do Brasil e, na administração Dilma Rousseff, ocupou o Ministério da Integração Nacional.

Ao aliar-se à candidatura Aécio Neves, o PSB traiu a luta de Eduardo Campos, encampada após sua morte por Marina Silva, no sentido de enriquecer o debate programático pondo em xeque a nociva e artificial polarização entre PT e PSDB. A sociedade brasileira, ampla e multifacetada, não cabe nestas duas agremiações. Por isso mesmo e, coerentemente, votei, na companhia honrosa de Luiza Erundina, Lídice da Mata, Antonio Carlos Valadares, Glauber Braga, Joilson Cardoso, Kátia Born e Bruno da Mata, a favor da liberação dos militantes. O Senador Capiberibe votou em Dilma Rousseff.

Como honrar o legado do PSB optando pelo polo mais atrasado? Em momento crucial para o futuro do país, o debate interno do PSB restringiu-se à disputa rastaquera dos que buscam sinecuras e recompensas nos desvãos do Estado. Nas ante-salas de nossa sede em Brasília já se escolhem os ministros que o PSB ocuparia num eventual governo tucano. A tragédia do PT e de outros partidos a caminho da descaracterização ideológica não serviu de lição: nenhuma agremiação política pode prescindir da primazia do debate programático sério e aprofundado. Quem não aprende com a História condena-se a errar seguidamente.

Estamos em face de uma das fontes da crise brasileira: a visão pobre, míope, curta, dos processos históricos, visão na qual o acessório toma a vez do principal, o episódico substitui o estrutural, as miragens tomam o lugar da realidade. Diante da floresta, o medíocre contempla uma ou outra árvore. Perde a noção do rumo histórico.

Ao menosprezar seu próprio trajeto, ao ignorar as lições de seus fundadores – entre eles João Mangabeira, Antônio Houaiss, Jamil Haddad e Miguel Arraes –, o PSB renunciou à posição que lhe cabia na construção do socialismo do século XXI, o socialismo democrático, optando pela covarde rendição ao statu quo. Renunciou à luta pelas reformas que podem conduzir a sociedade a um patamar condizente com suas legítimas aspirações.

Qual o papel de um partido socialista no Brasil de hoje? Não será o de promover a conciliação com o capital em detrimento do trabalho; não será o de aceitar a pobreza e a exploração do homem pelo homem como fenômeno natural e irrecorrível; não será o de desaparelhar o Estado em favor do grande capital, nem renunciar à soberania e subordinar-se ao capital financeiro que construiu a crise de 2008 e construirá tantas outras quantas sejam necessárias à expansão do seu domínio, movendo mesmo guerras odientas para atender aos insaciáveis interesses monopolísticos.

O papel de um partido socialista no Brasil de hoje é o de impulsionar a redistribuição da riqueza, alargando as políticas sociais e promovendo a reforma agrária em larga escala; é o de proteger o patrimônio natural e cultural; é o de combater todas as formas de atentado à dignidade humana; é o de extinguir as desigualdades espaciais do desenvolvimento; é o de alargar as chances para uma juventude prenhe de aspirações; é o de garantir a segurança do cidadão, em particular aquele em situação de risco; é o de assegurar, através de tecnologias avançadas, a defesa militar contra a ganância estrangeira; é o de promover a aproximação com nossos vizinhos latino-americanos e africanos; é o de prover as possibilidades de escolher soberanamente suas parcerias internacionais. É o de aprofundar a democracia.

Como presidente do PSB, procurei manter-me equidistante das disputas, embora minha opção fosse publicamente conhecida. Assumi a Presidência do Partido no grave momento que se sucedeu à tragédia que nos levou Eduardo Campos; conduzi o Partido durante a honrada campanha de Marina Silva. Anunciados os números do primeiro turno, ouvi, como magistrado, todas as correntes e dirigi até o final a reunião da Comissão Executiva que escolheu o suicídio político-ideológico.

Recebi com bons modos a visita do candidato escolhido pela nova maioria. Cumprido o papel a que as circunstâncias me constrangeram, sinto-me livre para lutar pelo Brasil com o qual os brasileiros sonhamos, convencido de que o apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff é, neste momento, a única alternativa para a esquerda socialista e democrática. Sem declinar das nossas diferenças, que nos colocaram em campanhas distintas no primeiro turno, o apoio a Dilma representa mais avanços e menos retrocessos, ou seja, é, nas atuais circunstâncias, a que mais contribui na direção do resgate de dívidas históricas com seu próprio povo, como também de sua inserção tão autônoma quanto possível no cenário global.

Denunciamos a estreiteza do maniqueísmo PT-PSBD, oferecemos nossa alternativa e fomos derrotados: prevaleceu a dicotomia, e diante dela cumpre optar. E a opção é clara para quem se mantém fiel aos princípios e à trajetória do PSB.

O Brasil não pode retroagir.

Convido todos, dentro e fora do PSB, a atuar comigo em defesa da sociedade brasileira, para integrar esse histórico movimento em defesa de um país desenvolvido, democrático e soberano.

Rio de Janeiro, 11 de outubro de 2014.

Roberto Amaral

José Sarney no olho do furacão!!!

Postado por Caio Hostilio em 12/out/2014 - Sem Comentários

aecio_sarney_loteriaDesde que o ex-presidente escreveu o artigo “Daí a Lula o que é de Lula” que se tornou o principal inimigo dos jornalões e revistas paulistanas, que sempre foram financiadas pelos tucanos, assim como a Rede Globo.

radio-aecioPassaram a atacar José Sarney de todas as formas e até usaram e abusaram dos próprios maranhenses que se diziam adversários do ex-presidente para atingi-lo, porém o alvo terminou sendo o Maranhão!!!

Agora, fora da política e aposentado, Sarney voltou a ser usado pelo lado contrário. Dessa vez é o PT que tentar juntar a imagem de José Sarney a de Aécio Neves e usa todo a arsenal que deixa os jornalões sem ter o que escrever e a Globo sem ter o que mostrar.

O interessante é que os inimigos de Sarney no Maranhão agora estão todos querendo o Aécio…

Que política mais doida essa a do Brasil!!!

De repente o PT esquadrinhou um fluxograma um tanto engraçado para juntar o PP, o Paulo Roberto Costa, a Petrobrás e o Aécio Neves:

dornelles_nomeou_costa_aecio

Coerência de Lobão Filho

Postado por Caio Hostilio em 12/out/2014 - 1 Comentário

Lobao Filho_Santa Ines (3)Em entrevista exclusiva ao Jornal O Imparcial, o senador Lobão Filho (PMDB), candidato derrotado nas eleições de 2014 ao Governo do Maranhão, abordou vários assuntos e de maneira sincera e transparente apontou alguns dos motivos do insucesso nas urnas.

O senhor acredita que a crise da Petrobras lhe atrapalhou, mas por qual motivo não acabou interferindo na votação da Dilma Rousseff?

Boa pergunta. Nós vínhamos numa crescente na campanha. Monitorávamos os números, principalmente em São Luís e em Imperatriz. Quando a saiu a pesquisa Ibope, no sábado estávamos a 10 pontos do nosso adversário, no mesmo dia eclodiram as denúncias em relação a Petrobras. Nos quatro dias seguintes, eu caí mais de 20 pontos em São Luís e em Imperatriz mais de 20, a diferença na capital chegou a ser de 4 pontos, antes da denúncia. Então aqui impactou demais minha eleição, principalmente nesses dois centros. O fato de ter sido o meu pai citado naquela delação e não a Dilma, impactou diretamente a minha candidatura e não a dela.

Existiram outros motivos para a sua derrota?

Depois disso vieram várias ocorrências, ônibus pegando fogo, o problema de Pedrinhas. Mas acredito que o que mais me atrapalhou foi a expectativa dos convênios que foram firmados com o governo e não foram cumpridas este ano. Tanto que surgiu o discurso de que não podia se empenhar na minha campanha, pois os recursos para as obras não estavam chegando e assim não teriam como defender o governo e a minha candidatura que estava vinculada. Aí você soma tudo isso, ao desejo de mudança e chega ao resultado que foi apontado pelas urnas. Eu fiz uma campanha leonina, sem dinheiro, corajosa, em um estado que tinha um sentimento pró-Flávio Dino e eu andei cerca de 40 municípios por mês, totalizando 160.

O senhor poderia então afirmar que faltou empenho da governadora na sua candidatura? Faltou ajuda dela?

Não posso dizer isso. O que posso dizer é que ela enfrentou problemas muito grandes em seu governo, o que lhe impediu de estar comigo na campanha. Ela foi comigo em três comícios. Eu fiz uma campanha sozinho.

E mesmo fazendo sozinho, o senhor acredita que saiu derrotado?

Eu não saí derrotado, eu tive quase 1 milhão de votos. Dentro dessas condições que já lhe apresentei, acredito que esses votos são meus e não do governo, que foram depositados em minha confiança, por conta do meu trabalho. Agora ninguém mais pode dizer que eu sou um senador sem votos.

Esses quase um milhão de votos lhe credenciam para ser a liderança desse grupo. O senhor deseja ocupar esse posto?

Eu agora tenho que voltar pra minha casa. Eu agora vou refazer a minha vida. Eu não quero pensar em política agora. É claro que não posso abandonar as amizades e compromissos que fiz. Vou permanecer como cidadão, mantendo acesa essa chama da amizade construída ao longo desse caminho. Mas eu não tenho mais nem vontade de permanecer no Senado. Por mim, quero que meu pai volte a ocupar sua vaga e eu retome meus negócios. Então não tem essa visão de permanecer como oposição no Senado. Então deixa o quadro político se estabilizar para eu pensar melhor.

Daqui dois anos teremos eleição para prefeito. Sua votação dentro de São Luís foi expressiva. O senhor se considera credenciado para entrar nessa disputa?

Qual o motivo do desinteresse nesse cargo?

Deixa eu lhe explicar. Eu não escolhi esse caminho para mim. Do fundo da minha alma lhe digo com toda sinceridade, se eu não tivesse naquele hospital, naquele quarto, naquele estado de saúde, se não tivesse um conjunto de coisas, eu jamais teria sido candidato. Não é por conta da dificuldade, mas é por não entender que isso era pra mim. Aceitei, pois entendi como um chamado de Deus. Aí você pode me perguntar, se eu me arrependo, eu digo com toda clareza, não me arrependo. Agora também não posso negar a você, que ter andado pelo interior do meu estado como candidato majoritário, mexeu comigo. Ver as pessoas, as crianças, abraçando e chorando. Mulheres e homens. Essa experiência muda a gente e me mudou. Eu tinha um propósito de mudar o Maranhão de verdade. Mas essa não foi a vontade do povo e nem de Deus. Então vou fazer o que eu puder para ajudar. Agora eu me candidatar a prefeito não há menor hipótese.

O senhor acha que se tivesse descolado da família Sarney, teria uma votação melhor?

Só teria uma forma disso acontecer, se eu brigasse com Roseana. E eu não iria brigar com a governadora para me favorecer, afinal seria uma falta de caráter enorme. Existiam limites que eu não avançaria para me tornar governador. Me acusaram de forjar aquele vídeo. Eu jamais faria aquilo. Sobre hipótese nenhuma eu faria aquilo. Mesmo se prometessem a vitória, eu não faria. Eu saio dessa eleição com a consciência tranquila. Sai limpo dessa eleição. Não me comprometi com ninguém. A minha campanha foi pobre financeiramente, de apoios políticos dúbios e de 217 prefeitos, eu só tive de 10 a 15 me apoiando firmemente. Eu tive que sobreviver a isso tudo, mas foi meu destino e me rendo a ele.

O que o senhor tem a dizer aos seus aliados que lhe abandonaram na reta final?

Eu vou dizer: o povo há de julgar. Não me sinto no papel de juiz para avaliar o comportamento desses políticos. Eu fiquei chateado, mas cada um é livre para fazer suas escolhas. Ninguém tinha contrato comigo, o que existia era um sentimento de amizade e lealdade, se eles não foram assim comigo, paciência.

Analisando hoje a sua campanha. O senhor teria feito algo diferente, que poderia lhe levar a vitória?

Nesses últimos quatro meses, se não existissem esses fatos exógenos a campanha, o resultado poderia ser diferente. Mas os fatos ocorreram. Eu acho que o governo não me ajudou em nada. Historicamente o governo foi um parceiro do seu candidato, eu não tive essa parceria, pelo contrário, tive de vencer resistências. Tiver que vencer adversidades como convênios que não foram assinados, desgastes internos do governo, tudo acabou ficando nas minhas costas. Eu tive que andar com esse fardo e esse fardo se demonstrou pesado demais para alcançar a vitória.

E fica uma mágoa em relação à Roseana?

Não.

E em relação ao seu vice? Ele lhe abandonou também?

Negativo. Meu vice ocupou uma função extremamente estratégia. Eu lhe dei uma missão importante. Ele precisava manter o contato com a classe político em todo momento. Arnaldo Melo ficava aqui em São Luís, ligando para nossos aliados, segurando eles aqui. Ele foi responsável por segurar muitos aliados no nosso campo. Tanto que publicamente somente Hélio Soares, Marcos Caldas, Léo Cunha e Dr Pádua, declararam apoio ao Flávio Dino. Sei que os outros cruzaram os braços, mas Arnaldo foi o responsável por segurar muitos aliados.

Alguma coisa lhe deixou chateado nessa campanha?

Eu tive surpresas. Mas o que mais surpreendeu foi à postura do Edmar Cutrim. Eu jamais poderia imaginar que ele teria uma postura como ele teve. Logo por conta da relação que o Edmar tinha com a minha família. Aí podem dizer que a política podre, mas não entendo dessa forma. A política é lindo, mas ela tem seu lado ruim. Não é possível tirar o lado ruim. A postura do Edmar Cutrim não foi absurda, mas me chatou, foi uma grande decepção, fiquei pasmo.

Em relação ao PT. Houve a gravação do Lula, faltou a gravação da Dilma e a presença dos dois aqui no Maranhão. Fica uma mágoa com a Dilma?

A Dilma não gravou, não veio e também distribuiu material com o Flávio Dino. Eu acho que ela foi injusta comigo, mas também não guardo mágoas. O Lula foi fantástico comigo.

E qual vai ser a tua postura no segundo turno?

Eu costumo ter uma palavra só. Eu disse que apoiaria a Dilma até o fim e assim eu vou.

O Flávio era candidato a 4 anos e o senhor a 4 meses. Se o senhor tivesse tido o mesmo tempo, o senhor acredita que teria sido vitorioso?

Se eu tivesse mais controle sobre as ações do governo e se eu tivesse tido o tempo que o Luis Fernando teve, certamente o resultado teria sido diferente. O governo não me ajudou, pois tinha seus problemas, não por má vontade, mas por conta dos seus problemas. Eu não estou dizendo que o governo foi o culpado pela minha derrota. Mas se tivesse agido de forma diferente, o governo poderia ter me levado a vitória. Outro problema era a questão do tempo de governo, era antigo e mesmo assim não era ruim, mas o sentimento de mudança era muito grande.

Quais são seus planos para o futuro?

Cuidar da minha família. Agora quero nem pensar em política. Em 2016, tenho uma dívida de gratidão com alguns amigos e eu vou procurar ajuda-los. Eu penso organizar a minha vida, que está largada a muito tempo por conta do Senado e eu quero cuidar um pouco de mim. Já disse ao meu pai que nem quero ficar no Senado, quero voltar pra casa. Saio sem segundas palavras, saio como se tivesse tirado um fardo das minhas costas. Agora estou leve. Não sei qual tipo de perseguição vou sofrer. O que o governo adversário vai fazer comigo.

Já existe uma articulação pró-Antônio Pereira para presidir a Assembléia Legislativa

Postado por Caio Hostilio em 12/out/2014 - Sem Comentários

Antonio Pereira , do DEMUm grupo de deputados eleitos pelas coligações de apoio a Lobão Filho está querendo lançar um candidato para concorrer à presidência da Assembléia Legislativa e ver como melhor nome o do deputado Antônio Pereira.

Para o grupo, o deputado Antonio Pereira circula bem tanto no futuro governo quanto na futura oposição.

O grupo também cogita nomes como o de César Pires, Max Barros e até o de Edilázio e o de Rogério Cafeteira.

Como se ver, as últimas eleições para presidência da Assembléia Legislativa não é mais ao gosto do Executivo!!!

Não se trata de uma BOMBA, mas sim de um EXOCET!!!

Postado por Caio Hostilio em 12/out/2014 - Sem Comentários

oasOs recibos de depósitos encontrados com Paulo Roberto Costa, antes de sua prisão, que tem total relação as campanhas eleitorais de 2014, usando as presepadas da OAS, estão se aproximando do Maranhão.

A empresa fez gordas doações para campanhas, isso dos esquemas da refinaria Abreu de Lima, em Pernambuco!!!

Abre o olho!!!

Por que os jornalões paulistas e a Globo escondem esses dados das pesquisas IBOPE e da Datafolha?

Postado por Caio Hostilio em 11/out/2014 - Sem Comentários

Os entrevistadores perguntam aos aos eleitores qual dos candidatos que melhor representa os seguintes setores: ricos, agricultura, empresários, bancos, defesa do meio ambiente, aposentados, jovens, trabalhadores e pobres.

Aécio ganhou somente entre ricos, empresários  e bancos.

Dilma ganhou nos seguintes itens: agricultura, defesa do meio ambiente, aposentados, jovens, trabalhadores e pobres.

E ganhou disparada na frente.

Mas os jornalões paulistas e a Globo não mostra esses percentuais, haja vista que revelam as preferências dos brasileiros de acordo com o extrativismo social… Ora bolas!!! Fácil entender porque esse jornalões e a Globo, uma mídia aecista histérica, esconde esse dados!!!

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