As escolhas de Flávio Dino…

Publicado em   14/out/2014
por  Caio Hostilio

dinoEm minha opinião, os cargos de confiança são de inteira responsabilidade do eleito Flávio Dino, que recebeu do povo essa tarefa para escolha de acordo com suas circunstâncias políticas e outras. Por isso, não me atrevo a mensurar nenhuma escolha e sequer a sugerir nomes ou quiçá prever nomes.

O que espero é que todos exerçam suas funções dentro das exigências que o cargo requer e quando não ocorrer isso, a sim farei meus questionamentos e minhas críticas.

O que se pode verificar, antes de tudo, é ver como se comporta um líder na formação de sua equipe. Caso ele escolha colaboradores fracos, fica evidente que é inseguro e incompetente, com isso não poderá deixar que alguém se sobressaia… O bom líder é aquele que escolhe os melhores colaboradores, mesmo que algum tenha mais conhecimento que ele, pois servirá de estimulo para que ele se aprimore ainda mais e valorize seus colaboradores.

Decidir: foco primordial de um administrador. Faz-se necessário mais do que puramente racionalidade no processo desse exercício. É preciso certa sensibilidade para perceber o momento certo e o modo como atuar. Decidir não pode constituir mero palpite. Exige conhecimento e mensuração. Com essas características, um administrador consegue dirimir suas tarefas.

Escolher o instrumento errado ou decidir no momento inoportuno pode ser fatal, tanto na administração quanto em qualquer outra ciência.

Diversas competências são requeridas aos profissionais da área de administração. Algumas delas refletem bem claramente a necessidade do raciocínio lógico.

  Publicado em: Governo

Uma comentário para As escolhas de Flávio Dino…

  1. Antonio Castro Araujo disse:

    Caro Caio Hostilio, voce tem toda a razão. A completa confusão na SMTT e consequentemente no nosso transito, a total falta de critério na ação da SEMUHR que só vê o que interessa aos “camaradas” e não ao contribuinte e principalmente a completa inoperância da SEMOSP aparelhada politicamente de modo a favorecer a poucos, como mostrado na sua publicação de equipamentos públicos sendo usados em favor de um ente privado (maçonaria) e sem competência de atender aos minimos anseios da população a quem só engana através de promessas de execução de serviços que nunca serão cumpridas, veja a quantidade de obras iniciadas e não concluídas sem falar nas que ficaram só na placa como a ponte do Pai Inácio no Turu. O alerta serve perfeitamente ao novo governador, atender aos anseios dos amigos e do partido sem preocupação direta com a capacidade dos escolhidos não é o melhor caminho para uma boa administração.

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