A Suzano Papel e Celulose reservou R$ 100 milhões para a construção de um ramal ferroviário de 28 quilômetros, que ligará a fábrica de Imperatriz (MA) até a Ferrovia Norte-Sul. Além disso, está erguendo um armazém próprio no Porto do Itaqui.
“A logística de escoamento foi um dos fatores que nos levou a decidir pelo investimento no Maranhão”, conta o diretor de Operações da Suzano, Ernesto Pousada. “Vamos levar a celulose da porta da fábrica para o porto.”
Recém-chegada ao setor e com planos de erguer uma fábrica em Gurupi, no Tocantins, a Braxcel Celulose, do grupo GMR, também deu peso relevante para o tema ao decidir-se pelo centro do país.
“Na época dos estudos de investimento, a Ferrovia Norte-Sul representava o maior risco e somente depois de alguns anos passou para as mãos da Vale”, conta o presidente da empresa, Guilherme Sahade.
A Braxcel, que deve iniciar as operações em dezembro de 2018, já iniciou negociações com a Vale sobre preço de frete futuro e poderá usar o Porto do Itaqui e o futuro Terminal Portuário do Mearim para escoar a matéria-prima para o mercado externo.
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É preciso ser eficiente, pois o Pará além de ser um parceiro mais é também um concorrente com o Porto da Vila do Conde/Barcarena, a Hidrovia Tocantins/Araguaia, vai ficar mais navegável com a remoção de pedras e rochas submersas no Pedral do Lourenço, no rio Tocantins, acima das eclusas da Hidrelétrica de Tucuruí, vai viabilizar uma das mais importantes hidrovias do país, a hidrovia do rio Tocantins.