Escola Estadual em Imperatriz está abandonada e se transformou em antro de bandidos

Publicado em   12/dez/2015
por  Caio Hostilio

Por Gil Carvalho

IMP_8567O matagal e o lixo estão tomando de conta da Escola Dorgival Pinheiro de Sousa, localizada na rua Simplício Moreira, no Centro, em Imperatriz, segunda alerta do vereador e professor João Francisco Silva (PRB).

Ele observou a grande quantidade de carteiras quebradas e o piso arrancando das salas de aulas, sem que providências sejam adotadas pelo governo estadual, classificando a situação como de calamidade. “A escola é conhecida como ‘Palácio da Educação Dorgival Pinheiro de Sousa’ não pode ficar desse jeito”, diz.

Silva também comentou a situação de abandono da Escola Pedro Ferreira de Alencar, localizada na Avenida JK, no bairro Boca da Mata que, segundo ele, está servindo apenas de “quartel de bandidos”. “Os bandidos ficam escondidos nesse local abandonado esperando as mocinhas e senhoras para assaltá-las”, alerta.

O vereador ressalta que denunciou por diversas outras vezes essa situação, mas que nenhuma providência foi adotada pelo Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc-MA). “É hora do governo se pronunciar e dar um jeito nesta situação”, dispara.

Ele cita que uma equipe do governo do Estado, capitaneada pelo deputado estadual Marco Aurélio (PCdoB), propôs a extinção do tradicional Centro de Ensino Dorgival Pinheiro de Sousa para implantação do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia (IEMA). “A comunidade estudantil e professores não aceitaram a proposta e, de maneira áspera, bateu o pé. A comissão recuou e disse que desta vez não, mas vocês agora estão responsáveis para encher as salas de aulas de alunos”, disse.

Para ele, o que estimula o aluno procurar uma escola é a sua infraestrutura, a comodidade, a localização e o método de ensino-aprendizagem, fato que não compete aos estudantes, mas a gestão estadual. “O governo precisa revitalizar essa escola, colocando coisas interessantes para chamar a atenção da comunidade, e não fechar um estabelecimento de ensino”, frisou.

O vereador João Silva propôs a realização de audiência pública, inclusive com a participação dos alunos, professores, pais de alunos e representantes da Secretaria de Estado da Educação (Seduc).

  Publicado em: Governo

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