A Câmara Federal de Cassação Penal da Argentina confirmou nesta quarta-feira, 30, o processo contra a ex-presidente e atual vice-presidente do país, Cristina Kirchner, pelo suposto pagamento de propina relacionado à arrecadação de recursos ilícitos no “caso dos cadernos”, segundo fontes judiciais. O tribunal rejeitou os pedidos do advogado da vice-presidente, Carlos Beraldi, e manteve o embargo de 200 milhões de pesos (cerca de R$ 14,8 milhões) anteriormente decretado pela Câmara Federal, segundo a decisão dos juízes Liliana Catucci, Eduardo Riggi e Guillermo Yacobucci. A confirmação do processo também afeta Julio De Vido, ministro de Planejamento e Obras Públicas entre 2003 e 2015; Nelson Periotti, ex-diretor do Departamento Nacional de Estradas, e vários empresários vinculados à construção civil, como Carlos Wagner e Osvaldo de Sousa, entre outros.