
“É inegociável na construção [com Lula] o apoio aos bons projetos do partido, que são o Eduardo Paes, ao Ratinho Jr., ao Tarcísio, ao Fábio Mitidieri e ao Rodrigo Pacheco no Senado. O que significa isso? O PSD está oferecendo ao governo Lula a possibilidade de construir juntos boas políticas públicas para aproximadamente 40% do país. Nesses estados e no Senado, temos responsabilidade de condução”, afirmou Kassab.
Sobre verbas, cargos e programas federais, Kassab falou em construir uma “parceria” com o governo Lula. “Esse é o perfil do Lula. Veja, o PSD é bem modesto, não é toma lá, dá cá. Evidente que se você diz que é da base, é natural que por meio de nossos líderes, e tudo caminha para que sejam o Otto Alencar (BA) no Senado e o Antonio Brito (BA) na Câmara, você possa construir um conjunto de participações para o que o partido se sinta governando’, disse ele.
“Isso significa indicação? Não. A indicação é sempre discutida. Eu não tenho nenhum constrangimento. Não tivemos isso no governo Bolsonaro, ficamos independentes, tanto que quando o Fábio Faria foi convidado para ser ministro, nós combinamos de ele se desligar do partido e ele saiu”, prosseguiu o presidente do PSD, acrescentando que não aceitaria voltar a ser ministro, por não ter apoiado Lula — adotou posição de neutralidade na disputa presidencial.
Publicado em: Política



