Podem tudo e sequer são regulados!!! Caronas em jatinhos, blindagem de ministros e sigilo de investigações enterram a ética no STF. E mais: O plano Jair Livre e Balão de ensaio
Está lá, na resolução nº 60, de 19 de setembro de 2008, que institui o Código de Ética da Magistratura Nacional, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), mais precisamente em seu artigo 17: “É dever do magistrado recusar benefícios ou vantagens de ente público, de empresa privada ou de pessoa física que possam comprometer sua independência funcional”.
Mas, o que acontece quando esse dispositivo vira letra morta quando se fala de integrantes da Suprema Corte?
Qual é a mensagem que os principais juízes do país passam quando, do nada, são flagrados tomando carona em jatinhos, ao lado de advogados que militam na Corte onde eles atuam?
Pelo jeito, nem o próprio Fachin sabe que existe o tal Código de Ética da Magistratura, instituído pelo órgão que ele preside atualmente, diz Wilson Lima em “Problema supremo”, a reportagem de capa da edição desta semana de Crusoé.
Por o antagonista
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